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Amar é...

(...ou "Frases inesquecíveis que ouvi da boca de quem um dia já gostei/amei...)
 

"Eu sou hétero, tá bom?"
(depois de nós dois flertarmos por meses)


"Nunca namoro namorei com negros 'pessoas' como você..."
(palavras vindas de um asiático)


"Eu gosto de você... Mas não da sua barriga."
(quando meu IMC ainda estava abaixo do ideal pra minha altura)


"Ah... Obrigado."
(depois de eu ter me declarado)


"Eu gosto de você..."
Dois dias depois:
"Gostar não é o suficiente pra me fazer deixar de sair com outras pessoas...".


E a mais recente:
"Não estou solteiro, mas pode continuar com os flertes que eu gosto. Na verdade, meu companheiro é doido pra fazer sexo a três...".







Pela cidade: marcha contra a corrupção


Este post não é necessariamente sobre turismo, mas usei o título "Pela Cidade" porque acho que o post de hoje mostra um outro lado dos manauaras, que é o que quero fazer com esta "seção" do blog: mostrar a cidade para os que leem meu blog de outros Estados, outras cidades... Outros lugares. =)
Enfim, hoje eu quero mostrar um pouco do que presenciei na marcha que teve de protesto contra a corrupção ontem, dia 21 de abril. Ela teve concentração no Parque dos Bilhares, percorreu parte da Constantino Nery e da Djalma Batista (detalhe é que sujamos bem menos do que a Marcha para Jesus, que da última vez deixou a Djalma Batista parecendo um lixão).




Resolvi participar da marcha pelos seguintes motivos: primeiro, pelo "instinto de profissão". Depois que se começa a estudar jornalismo não tem como não registrar tudo o que você faz ou vê. E nesse caso eu queria muito registrar tal protesto.

O blogueiro e seu "visu" para o desfile.

E além de registrar, fui para participar. Acho que nem precisa dizer que a minha geração, pós-ditadura e pós-Collor, é um tanto "acomodada". Não que eu me considere um puta ativista político, mas é mais do que necessário que a população hoje ao menos tente se manter informada sobre o que acontece no país, e acho que a marcha tem essa intenção: chamar a atenção da população para o que acontece no Brasil. Eu ainda tenho muito o que aprender na política, o pouco que sei é só porque comecei a me interessar com as decisões que nossos "representantes" tomavam acerca de direitos LGBT e questões ambientais... E, bem, se eu estou aprendendo aos poucos, creio que o resto da população pode também.


Os participantes da marcha, de certo modo, estavam um tanto tímidos - o que reforça minha ideia de que amazonense é tímido por natureza - mas até que fluiu bem. Até o hino foi cantado, de forma meio atrapalhada, mas foi.
Porém o que mais me chamou a atenção era o público de fora, que parecia mais envergonhado do que a gente. A maioria nem sabia porque tinha um monte de gente na rua. Alguns sequer pegavam o folheto que estavam distribuindo sobre o protesto, como se os protestantes fossem arruaceiros, sei lá... Manaus sempre foi uma cidade alheia a qualquer tipo de mobilização nacional, é como se não coexistíssemos com o resto do país, mas até que vi um tiquinho de esperança com essa marcha de que o povo manauara se torne um pouco mais... consciente. No mais, foi bom participar dessa manifestação, uma experiência pra se guardar...
Fiquem com mais alguns registros dessa marcha... E perdão se elas estão ruins, é difícil andar e fotografar ao mesmo tempo. ^^: 







Cinema: Espelho, Espelho Meu

Primeiro, perdão pelo hiato forçado no blog... Estou em época de provas e tenho mais dois trabalhinhos a serem completados. Hoje tive uma "folguinha", mas já já volto ao batente... Bom, chega de reclamação. Vamos à resenha que estava na ponta do lápis (ou teclado?) faz tempo:


Espelho, Espelho Meu é o primeiro filme que será lançado nesse ano baseado no famoso conto de fadas "Branca de Neve". Com direção de Tarsem Singh, famoso pelo videoclipe icônico "Losing My Religion" do REM e o filme A Cela, o filme tenta dar uma releitura à história, que de fato já foi exaustivamente contada, mas ao contrário da versão estrelada pela Kristen“Bella” Stewart, esse filme até se mostra menos pretensioso... Mesmo que tenha a falecida Eiko Ishioka como o responsável pelo figurino e Julia Roberts no icônico papel de madrasta má.

Era uma vez...
No início vemos a rainha Clementianna (Julia Roberts, se divertindo horrores com sua primeira vilã) dizendo que a história não era sobre Branca de Neve, e sim sobre ela. A rainha então começa a narrar sua suposta história.
No reino onde se passa a história, todos eram muito felizes, de modo que viviam dançando e cantando (a rainha completa dizendo ironicamente sobre como um povo dança e canta o tempo todo, sem nunca trabalhar). A mãe de Branca de Neve morreu ao dar a luz, então ela foi criada somente por seu pai, o Rei (não é citado um nome para ele) desse reino. E ele a criou de modo que Branca de Neve tivesse coragem e caráter o suficiente para que um dia ela governasse. Mas achando que talvez Branca de Neve precisasse de uma mãe, ou figura feminina, decidiu se casar novamente. E esse alguém foi a Clementianna, a “mulher mais linda de todo o reino”. Tempos depois, uma fera aparece na floresta do reino e o Rei decide acabar com essa ameaça, deixando para a filha sua adaga. Ele acaba desaparecendo nessa jornada, e então Clementianna é declarada rainha, e a primeira coisa que faz é isolar Branca de Neve de todo o reino, por inveja daquilo que ela estaria destinada a ser em termos de beleza e liderança.
Pulamos então alguns anos, quando Branca de Neve (Lily Collins) completa 18 anos. Ela continua sendo oprimida pela rainha, sequer pode sair de seu quarto. O trabalho de opressão foi tanto que ela parece nem se tocar que ela é a herdeira do trono. Margaret, uma das cozinheiras que trabalham no palácio dá a Branca a adaga que o pai lhe deu (e que ela guardou até que chegasse o momento certo) e pediu para que ela saísse para ver o resultado das ações da rainha. Branca de Neve hesitou, mas Margaret insistiu para que ela fosse e visse tudo com os próprios olhos. Enquanto foge do castelo, ela se depara com uma cena inusitada: dois jovens desnudos e amarrados numa árvore na floresta. Um deles é o príncipe Andrew (Armie Hammer... ♥), que estava passando por ali “em busca de uma aventura” – é um conto de fadas, não precisa ser tão elaborado, se comparar que no original ele mal chega e beija a Branca de Neve... – e acabou sendo atacado por sete habilidosos ladrões – preciso dizer quem são esses sete?
Depois de soltar o príncipe, os dois seguem seu caminho. Príncipe Andrew pede socorro no castelo da Rainha, e Branca de Neve chega até o vilarejo, onde ele percebe que os tempos de dança e cantoria não existem mais. Irritada, ela decide confrontar a rainha pela primeira vez para saber da miséria do povo. O fato é que a rainha deixou não só o povo miserável, mas ela própria não tem mais dinheiro algum, já que usava tudo para festas e outras coisas inúteis. Com medo de perder o trono, já que obviamente a Branca de Neve é querida pelo povo, ela decide eliminá-la ao mesmo tempo em que vê no príncipe Andrew o candidato perfeito para tirá-la da miséria.

Branca de Neve com uma pitada de Shrek
Em entrevista, Tarsem Singh disse que decidiu fazer um filme para toda a família, e de fato Espelho, Espelho Meu é isso. É um filme light... Infelizmente, em alguns trechos temos a impressão de que o filme é tão light que acaba não sendo muito profundo, o roteiro tem uns furos evidentes (Branca de Neve aprende a lutar com a espada em tempo recorde, até mesmo para um conto de fadas!), mas não chega a ser condenável. O filme tem a intenção de divertir apenas, assim como os contos.
Porém, apesar de beber da fonte em vários aspectos para que ninguém se perca sobre o que acontece na história, o filme tenta inovar no sentido de que é consciente de sua simplicidade. Ou seja, o roteiro é recheado de ironias sobre o fato de ser baseado em um conto de fadas, vide a piada da rainha sobre todo mudo dançar e cantar em vez de trabalhar em um reino. Aliás, o filme tem várias piadas, uma atrás da outra, lembrando um pouco do estilo de comédia que fez de Shrek um sucesso mundial.


Por ser leve, Julia Roberts acaba sendo uma madrasta má não tão má assim... Em certas cenas, inclusive, percebe-se que ele está mesmo fazendo o filme por diversão. Ela falou em entrevistas que de início tinha pavor a imaginar um filme adaptado do conto de fadas, mas ao conversar com Tarsem Singh ela foi convencida. O resultado é uma rainha mais humana (se é que podemos falar isso de uma mulher que manda matar a filha adotiva e mais sete anões usando magia), onde vemos que sua maior motivação de fazer o que faz é simplesmente para se manter jovem e bonita. Aliás, a cena em que ela se prepara para a festa utilizando milhares de técnicas de beleza que mais parecem técnicas de tortura não foi colocada em vão. A alfinetada deve ter doído em muitas das espectadoras que se submetem a coisas parecidas em nome da vaidade. Sua obsessão com a aparência pode servir de discussão entre mãe e filha após o cinema.
Armie Hammer desempenha bem seu papel de príncipe, e não só pela beleza, mas na desconstrução do papel do típico príncipe encantado. Ele tenta se mostrar sempre altivo, imponente, mas acaba sempre passando por momentos de verdadeira vergonha alheia. Armie Hammer mostra, inclusive, que tem jeito pra comédia, e as melhores cenas nesse estilo são as que ele divide cena com a Rainha. O descaramento da Rainha em flertar com o Príncipe Andrew, e seu óbvio desconforto, é algo que não dá pra assistir sem dar risada.
Os anões também ganham um pouco mais de personalidade, ao contrário dos personagens unidimensionais do famoso longa-metragem da Disney também inspirado nesse conto, por exemplo... ainda que se tratem por meio de apelidos. Mas aqui eles são bem mais independentes, até mesmo com conhecimentos de luta. O motivo deles se tornarem ladrões foi que a rainha determinou que todas as pessoas “diferentes” fossem excluídas da sociedade, para fazer o reino “mais bonito”. Obviamente o destino deles muda quando conhecem Branca de Neve. O time de atores dos anões é o mais diversificado etnicamente que já vi num filme da Branca de Neve.
E não dá pra não falar de Lily Collins. O primeiro papel de protagonista da filha do músico Phil Collins, Lily tentou ser uma “princesa” comedida. Se de início a vemos extremamente introvertida, pouco a pouco vemos uma princesa que não está muito afim de ser resgatada por um príncipe. Vivemos em outros tempos, onde o público não aceita mais princesas só que dormem à espera do beijo do amado. Mas como disse, tal mudança foi feita sem muito exagero, pois ela não se torna uma versão "guerreira bombada" meio forçada, como querem fazer com a adaptação estrelada pela Kristen Stewart. Esta Branca de Neve pode não ter dado muito espaço para a comédia, ela seria o contraponto sério em relação ao príncipe meio desmiolado, mas a graça que Lily Collins dá ao personagem faz jus ao papel, ela ilumina a telona sempre que aparece.
Os cenários do filme são poucos (um trecho da floresta se repete tanto que quase dá um ar claustrofóbico ao filme), mas são absurdamente bonitos, ainda mais ajudados pela fotografia. Até mesmo o esconderijo da Rainha, que poderia ser algo bem assustador se formos relacioná-lo ao papel, acaba tendo seu charme (aliás, a "porta de entrada" é um charme só). E o que falar do trabalho de Eiko Ishioka nos figurinos? Ela havia trabalhado em todos os filmes de Tarsem Singh (como A Cela, por exemplo), e este foi seu último trabalho em vida. Uma pena que não podemos mais ver essa dobradinha, porque os vestidos da Branca de Neve (o da última cena do filme, inclusive, parece fazer referência ao vestido na versão Disney) e da Rainha são um absurdo de beleza. Para se ter uma ideia, até mesmo a ostentação no figurino é motivo de piada, quando o Príncipe Andrew se atrapalha ao tentar comer com uma das roupas que a Rainha lhe deu.

Parece que esta é a nova tentativa de Hollywood se manter: ao lado dos filmes de super-heróis, Espelho, Espelho Meu é o primeiro de uma leva de filmes inspirados em contos de fadas. Ainda vai rolar uma Cinderela (com a Angelina Jolie como vilã), um filme de João e Maria também no estilo "guerreiros" (!) e um inspirado na Pequena Sereia (!!!). Ainda há de ver se essa "tendência" vai dar certo, mas ao menos Espelho, Espelho Meu não errou em tentar parecer mais do que é, um filme leve para assistir, se divertir e fazer as crianças (e certos adultos mais desinibidos) saírem dançando e cantando, tal qual o encerramento estilo “Bollywood” do filme.


Espelho, Espelho Meu
Título original: Mirror Mirror
Gênero: Infantil, comédia
Ano: 2012
Direção: Tarsem Singh
Elenco: Lily Collins, Julia Roberts, Armie Hammer, Nathan Lane, Mare Winnighan, Sean Bean

Um presente de aniversário =)

Olá pessoas... Como hoje é o meu aniversário (e está quase dando meia-noite, mas como eu nasci às oito da manhã, ainda tá valendo XD) eu quis fazer algo diferente... Não, nada envolvendo piscina, nem drinks. ;D
Chamei alguns amigos para que escrevessem alguma coisa sobre o blog. Para saber o que, necessariamente faz com que eles venham dar uma olhadinha nos textos que faço. Em vez de simplesmente eu fazer uma homenagem a mim mesmo (meio egocêntrico isso), ou de pedi-los para me homenagear (soa pior ainda), queria mais que eles falassem sobre este meu espaço que com o tempo acabou se tornando meu trabalho, meu diário, minha porta de entrada para boas oportunidades... Meu tudo. Conheci muitas pessoas boas através dele que hoje são grandes amigas, e isso significa muito para mim.
Infelizmente nem todo mundo pode escrever, mas uma pessoa conseguiu (yay!). A Valéria do Shoujo Café conseguiu me enviar alguma coisa mesmo estando muito ocupada (obrigadão!), e é ele que compartilho aqui:
 
"Falar do Reflections of a Twisted Mind não é fácil, pois trata-se de um site riquíssimo, com muita informação e personalidade. Afinal, como ser diferente se o Diego é o responsável por ele? Cinema, mangás, música, alguns textos pessoais, é possível encontrar de tudo um pouco por aqui. Além disso, há um compromisso social em comentar causas importantes em textos que expressam todo o potencial do nosso jornalista em formação. Não sei se existe dom para o jornalismo, se existir, o Diego tem. No entanto, prefiro acreditar que além do dom é preciso muito esforço e dedicação. A clareza das idéias, ainda que mescladas com o espírito passional que ele tem. De resto, o site me ensinou muito sobre barra mangá – que eu conhecia somente de nome – e astros do cinema asiático, especialmente coreano. É isso, podia escrever mais, só queo sono não permite. Gostaria também de registrar que o Diego está fazendo aniversário e é preciso comemorar."

Valéria Fernandes

Em todo o caso, gostaria de aproveitar o espaço para agradecer as pessoas que, além de darem uma visita neste blog, também me felicitaram pelo meu dia no Facebook e Twitter. Appreciate ya veeery much!
1/4 de século de vida (yep, 25 anos!), e quatro anos de blog... E espero que eles continuem aumentando, até onde deus permitir.

PS: E quem quiser falar sobre o que vocês acham que o REFLECTIONS siginifica pra vocês, como os outros que pedi para escreverem, bem, os comentários estão aí pra isso. Ficaria muito feliz, mas qualquer coisa, eu entendo. Enfim, abraços a todos! =D

Ela está voltando!...

Vocês lembram da Stacie Orrico?

Stacie Orrico

Em meados de 2003, ela lançava seu segundo disco da carreira, no qual se encontrava essa música que tocou horrores na MTV nesse tempo:


Stacie Orrico
Lembrou? Pois é... Em 2005 ela lançaria o terceiro disco, que até foi lançado fisicamente em alguns países, inclusive no Brasil (eu tenho!), mas a crítica acabou com o disco - e devo dizer que foi provavelmente por preconceito de ver uma cantora de origem gospal trilhando seu caminho na música pop "secular" - e ela foi dispensada da gravadora. Ela sumiu por vários anos, mas há exatamente dois dias atrás sai o anúncio de que ela estaria voltando. E com tudo!
Stacie Orrico voltou com um novo single, lançado de forma independente. Entitulado "Catch Me If You Can", a música foi escolhida para a divulgação de um novo restaurante que abriu em Nova Iorque chamado Nomad. Enfim, ouçam-na neste vídeo:


O que mais gostei nessa música nova, além de ter uma letra muito divertida, é justamente pela mudança de estilo musical - um jazz muito gostoso. E mais surpreendente é ver como a voz da Stacie se encaixa bastante nesse gênero.
E para comprovar de que está "de volta à ação", Stacie Orrico criou sua página no Facebook e também criou o seu Twitter para ter mais contato com os fãs (e de fato, ela é muito gentil por lá). E claro, pra quem tem interesse em adquirir a música nova, pode comprá-la e baixar neste link. Lembrando que isso seria importante, já que ela é uma artista independente agora...

Stacie Orrico Twitter
Primeiro tweet da Stacie. =)

Por fim, devo dizer que fico feliz por esse retorno, era algo que esperava faz muito tempo... E espero que coisas boas venham por aí depois dessa canção nova. A Stacie merece, e o público mais novo merece conhecê-la.

REFLECTIONS no Facebook!

Finalmente tomei coragem e decidi criar uma página no Facebook para o REFLECTIONS... Este blog que vocês estão visitando neste momento! =)


Eu tinha essa ideia faz muuuuuuuuuito tempo, assim que o Facebook começou a "bombar" (acho estranho usar essa palavra, mas enfim...), mas sempre fiquei com receio já que este blog não é lá muuuuito famoso. Ele tem sua "clientela" fiel, seja os fãs de bara ou os fãs de cinema asiático (com os quais estou devendo, sei disso), mas não acho ele lá muito famoso pra ter uma página no Facebook...
Mesmo assim, acho que não custa tentar divulgar mais meu trabalho por aqui... Daí a página está criada! Para quem quiser dar uma olhada, é só clicar neste endereço: http://www.facebook.com/ReflectionsOfATwistedMind ou então, curtir usando o gadget para a página que coloquei no perfil do lado direito do blog... A imagem abaixo mostra onde encontrar.


E desde já agradeço a quem já curtiu. Obrigado por acompanharem as besteirinhas que escrevo. =*

10 atores que me valem o ingresso

Creio que todo mundo tem seus atores favoritos, aqueles artistas que o fazem correr pro cinema para ver o filme em que eles participam, ou o seriado que eles estrelam... E não importa o quão ruim tais filmes possam ser, você vai sempre conferi-los.
Bem, os meus favoritos eu gostaria de compartilhar aqui, hoje. =) Eu sou bem enjoadinho na hora de escolher um filme, mas admito que tem uns que me fazem pagar o ingresso com gosto, por mais que o filme seja um horror. E lá pro final do post eu deixo uma surpresinha. Ao menos para quem me conhece bem será um verdadeiro choque... XD
Sem mais delongas, minha lista (não necessariamente numa ordem rígida de preferência) de "flertes cinematográficos":

"Huhuhu... Essa eu já ganhei!"

10. Armie Hammer
É o "novato" da minha lista. Alguns o devem conhecer por A Rede Social, mas eu não dei bola pra esse filme. Eu o conheci através do excelente filme J. Edgar, e a atuação dele me prendeu desde que ele entrou em cena. Não sei como ele não foi indicado ao Oscar de ator coadjuvante... E agora estou roendo as unhas pra vê-lo em Espelho, Espelho Meu. Afinal, tem ator melhor para interpretar um príncipe de contos de fadas?


9. Aaron Yoo
Eu já tinha visto filmes com ele, mas o descobri de fato em Nick & Norah: Uma Noite de Amor e Música onde ele interpreta um roqueiro queer. ♥ Por causa dele eu também assisti o remake de A Hora do Pesadelo que não assusta nem criancinha... Enfim, é um ator asiático pelo qual torço ver em mais produções.

8. Emmy Rossum
Essa é outra que "já tinha visto em algum lugar"... No caso, falo do filme O Dia Depois de Amanhã. Fiquei sabendo de seu nome no pavoroso Dragonball Evolution (tecnicamente ela é a razão pelo qual assisto o filme, eu gostei dela como Bulma - apesar de rir ao ver as mechinhas de cabelo azuis), mas me apaixonei quando a vi em O Fantasma da Ópera. Aliás, ela é uma cantora muito talentosa, de alcance vocal lírico... Procurem ouvir alguma coisa dela!


7. Matthew Macfadyen
Outro que descobri num lixo de filme (acho que isso é algum tipo de padrão), no caso falo da mais recente adaptação de Os Três Mosqueteiros... De imediato, não tem como não ouvir a voz desse homem e não ficar intrigado. Mas ele como o icônico Mr. Darcy na adaptação de Orgulho e Preconceito feita em 2005 foi o que o consolidou como um dos meus favoritos. Hoje em dia tento compensar procurando outros filmes que ele tenha feito...


6. Patrick Fugit
Posso dizer que ele foi uma das minhas primeiras paixonites por caras de cinema. Quando vi Quase Famosos eu estava no começo da adolescência praticamente... Se ele participa de um filme, por mais que seja um papel bem "inusitado" - como em Spun - eu tenho que vê-lo. Uma pena que perdi o filme Compramos um Zoológico nos cinemas... Esse filme saiu de cartaz tão rápido... =(


5. Anne Hathaway
Essa é outra que lembro bem como a conheci, e outra cujo primeiro filme já me fisgou de cara. Não tem como não gostar de Anne Hathaway, especialmente depois de um filme como O Diário da Princesa. Muitos passaram a amá-la de vez com O Diabo Veste Prada, mas eu ainda amo ela como Princesa Mia de paixão. Ela foi um dos motivos que me fez assistir Rio também, apesar de não ter conseguido ouvir a voz dela... Malditas sessões obrigatoriamente dubladas para desenho animado... ¬¬


4. Jet Li
Todo mundo sabe que pago pau pro Jackie Chan seja como for, e acho o Bruce Lee legendário, mas não tem artista marcial que eu acompanhe com mais afinco do que Jet Li. Já vi todos os seus filmes, exceto uns mais difíceis de se achar, como o primeiro de sua carreira, que ele fez durante a adolescência, mas é fato: se passa um filme do Jet Li na TV (maioria deles no SBT ou na Band), paro tudo pra ver, por mais que o tenha visto zilhões de vezes. Jackie Chan é outro que sou fã desde criancinha, mas algumas produções mais recentes que ele participou (aka Uma Missão Quase Possível e Karate Kid) me fizeram fugir do cinema, então ele perdeu uns pontos comigo... Jet Li passou na frente, e com louvor. Pena que este não esteja mais trabalhando tanto como antes.

3. Kat Dennings
A descobri em Nick & Norah e fiquei encantado. Junto com Armie Hammer, faz parte dos meus vícios mais recentes. Por ela (e a pessoa que ficou em primeiro na lista) eu não perdi A Casa das Coelhinhas, me passei de tanto rir com o personagem dela em Thor e me fez voltar a ver seriados de forma mais fiel, coisa que não fazia faz tempo. Nesse caso, falo de 2 Broke Girls, que se tornou uma das poucas séries novas que acompanho (as outras são Modern Family e The Big Bang Theory). Agora só estou esperando por mais filmes com ela.


2. Kam Woo Seong
Ele é um dos atores asiáticos que eu mais tive prazer em acompanhar, e muitas vezes sem querer. O descobri com Fantasmas da Guerra, e fiquei chocado quando o vi em The King and The Clown. Só havia me interessado por esse filme pela temática homoerótica... E quando procurei ver A Bold Family, adivinha quem estava no filme? Ele mesmo. Sem querer acabei acompanhando boa parte de sua filmografia e acabei acostumando a não perder nada que tenha sua participação.




1. Anna Faris
Sim, é ESTA quem me faz esquecer qualquer coisa sobre a crítica do filme... Pago ingresso de cinema para vê-la, quase sempre sem remorsos. Como todo mundo, a conheci com Todo Mundo em Pânico, e me acostumei com o estilo tresloucado de personagens que ela interpreta. Quando ela faz algo mais "normal" como em Encontros e Desencontros eu acabo até desgostando. O último filme dela que vi, Qual Seu Número? é um dos meus favoritos do ano passado, e comprei até o livro que baseou o filme. Por ela eu aguentei o Minha Super Ex-Namorada!... Por causa disso ela ganhou o primeiro lugar, sem dúvidas. XD


E agora que a lista terminou, quem me conhece bem deve estar se perguntando: "E o 'seu' Takeshi Kaneshiro, Diego? Por que ele não entrou na lista?"...
*shocked* "Anna F... WTF???????"

...Bem, eu pensei em colocá-lo, mas admitam, qual seria a surpresa disso? Todos que me conhecem sabe que ele é hors concour, que eu vejo qualquer coisa com ele, até propaganda de papel higiênico se um dia ele fizer... Então eu decidi mostrar outros que talvez fossem desconhecidos para alguns, enfim, para que pudessem conhecer mais de meus gostos. Portanto, perdão Takeshi-kun, mas eu te tirei dessa lista... Não foi pessoal, tá? Te amo! XD

*forever alone*

Mas e vocês aí... Qual ator ou atriz que você faz questão de acompanhar os trabalhos? Que lhe faz pagar a entrada do cinema sem pestanejar? Compartilhe nos comentários que eu agradeço. =)