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Pela cidade: Palácio Rio Negro

Eu sou uma pessoa que gosta de andar e fazer um tipo de "turismo" na própria cidade. Afinal, dependendo do tamanho da cidade, não se dá pra conhecer tudo da cidade, sempre há um cantinho interessante a se descobrir, e eu estarei divulgando alguns desses espaços aqui no blog. Na verdade eu já o fazia aqui timidamente, o problema é que eu raramente lembrava de levar minha câmera. Perdão. ^^''''
Enfim, o post de hoje tem clima saudosista... Para começar, o ensaio nem foi planejado. Eu tinha outro compromisso, que furou, e fiquei sem o que fazer durante algumas horas. Como tinha a câmera na mochila, decidi dar uma passeadinha pela praça, passei pela Sete de Setembro e não teve como evitar que algumas lembranças voltassem.

Ali está localizado o Centro Cultural Palácio Rio Negro. Também conhecido como Palácio Rio Negro, o casarão um dia foi a residência do governador do Amazonas no início do século XX, e em 1997 se tornou um espaço para eventos culturais.


Um desses eventos, digamos, era a exibição de anime que acontecia no prédio ao lado, anexo, o Cine-teatro Guarany. Mas a entrada, e o espaço para confraternização dos otakus, era sempre pelo Palácio Rio Negro.
Foi nessa exibição que conheci ótimas pessoas com quem tenho contato até hoje. Algumas eu perdi contato infelizmente, e felizmente dependendo do caso, e conheci animes como Fullmetal Alchemist, Hellsing, Tenjou Tenge (eca!), DNAngel (eca, eca, eeeeeeeeca!), Bleach (ao menos três episódios), entre outros... Era praticamente sagrado sair e se encontrarem ali todo santo sábado, e depois, quem sabe, passear um pouco pelo Largo do São Sebastião, que é onde fica o Teatro Amazonas. Foi onde praticamente se consolidou o movimento otaku de Manaus que hoje anda meio capenguinha, sejamos sinceros... Mas talvez isso seja saudosismo de alguém que via o movimento crescer de modo legal e não sabe mais o que aconteceu para ele ter se "perdido"...

Foto de boa parte dos que iam pra exibição. Nessa época eu tinha uns dezoito anos, acho... Reparem na minha camisa de OSdA no meio de um monte de otakus. Total peixe fora d'água. XD

Enfim, passando por lá, não tive como resistir. O portão estava aberto, entrei e comecei a fotografar. O segurança foi bastante educado deixando eu circular pelo lugar, já que, se não me engano, acho que ainda não era para estar aberto... XD Só funcionários estavam entrando. ^^''''
Apesar de ver que muita coisa no Palácio não mudou, e outras mudaram bastante - como o Parque Jefferson Peres contruído atrás do Palácio onde só havia, praticamente, mato e casas à beira do igarapé - uma coisa me deixou particularmente triste. Já haviam me dito por alto, depois de um tempo, que a exibição de anime lá foi proibida. Eu então perguntei ao vigia que me disse que o Cine-teatro Guarany agora só funciona como administração do Palácio. Ou seja, um ótimo espaço ali, com um bom auditório, não está sendo usado aparentemente.

Eu na calçada bem em frente ao Palácio, perto de um poste onde meu grupo certa vez tirou outra foto...

A árvore em que alguns se atreviam a se balançar segurando nessas extensões da raiz (foi o vigia quem disse, me corrigindo quando eu falei em galhos).

A parte de trás do Palácio, que era onde a maioria se reunia pra conversar enquanto não começava a exibição, ou quando não estava passando algo legal mesmo. XD

A entrada pro Cine-teatro Guarany. Descíamos essa escadinha e entrávamos nessa porta. Confesso que ver essa entradinha foi hard... =)

Eu numa escada que fica na parte de trás do Palácio.

Na verdade, acabei pensando em como quase sempre que passo lá pelo Palácio Rio Negro ele está com os portões fechados. Isso não acontecia anos atrás, só aconteceu após a reforma. Me pergunto como um espaço para ditos eventos de cultura simplesmente é tão mal usado... Ou será que o público manauara é que não foi educado para visitar um lugar desses? Algum motivo devem ter dado para deixarem o lugar tão isolado... Na verdade, fala-se por aí que o nosso patrimônio cultural está sendo "guardado" para fora do alcance da população, mas isso não tenho como opinar, ouvi por alto, e como não se pode acreditar em tudo... Mas em todo o caso, fiquem de olho na acessibilidade do patrimônio histórico cultural nos últimos anos... Não custa nada averiguar.

Antes e depois. =)

Enfim, valeu ter "perdido o dia" para visitar o lugar. A "casa otaku" está fechada, mas acho que não custa dar uma passada por lá algum dia, né? Vou me informar mais sobre o funcionamento do Palácio para verificar se é possível fazer algum tipo de piquenique ou encontro por lá. Pela nostalgia, acho. =) E para os que estão lendo este post fora de Manaus, espero que um dia tenham a oportunidade de conhecer o lugar.

Conto: Antes de partir

Leia o conto ouvindo esta música:



— Há quanto tempo, não?

Eu conhecia aquela voz muito bem. Era uma voz que, apesar de fazer muito tempo que não a ouvia, não tinha como não reconhecer. O sotaque era inconfundível, apesar de um pouco disfarçado.
Seu nome? Bem... Vou chamá-lo de X.
Reunião de dez anos de formatura, ensino médio, sabe como é... Especialmente para mim que nunca fui o popular da turma. E ali, naquele enorme salão recheado de balões, mesas enfeitadas e um enorme buffet, nunca vi tanta gente aparentemente feliz. Todos muito felizes, se abraçando, eu mesmo fui agarrado por tanta gente que mal lembrava do rosto. Não é que eu tenha me tornado milagrosamente popular, creio que era apenas euforia de rever pessoas com quem se teve um mínimo contato durante longo tempo. E não, não fiquei rico nem famoso, minha ex-turma tinha sua dose de juízes, políticos e médicos que estavam nem um pouco afim de serem discretos de mostrarem sucesso. Até me senti um pouco mal, já que raramente retribuo abraço... Fico imóvel enquanto recebo abraços mecânicos.
Enfim, naquele momento que ele falou comigo, eu estava quase saindo da festa. Apesar de imaginar que ele fosse para tal festa, jamais imaginei que ele fosse falar comigo. Ele era desses, sempre me surpreendendo. A primeira vez em que ele falou comigo foi assim:

— Você é fã de InuYasha?
Era o intervalo. Eu estava ausente de todos, em outra parte do colégio. Um pátio onde geralmente ficavam os mais estudiosos, os isolados... Eu estava lendo um mangá do InuYasha. Na época esses quadrinhos não estavam ainda tão difundidos entre o público geral.
— Sim.
— Legal... É que eu não conhecia outra pessoa que gosta de InuYasha além de mim. Outra pessoa por aqui ao menos... Na internet eu conheço bastante!
Olhei para ele. Era X, um garoto não exatamente popular, mas ninguém o desgostava. Ele se destacava da multidão seja pelo porte, seja pela eloqüência. Era bem alto, e ele em pé em minha frente parecia ainda maior... E isso aumentou minha insegurança. Ele parecia estar disposto a conversar, mas achei tão estranha a atitude que não levei a sério. Me levantei dando qualquer desculpa, não lembro direito, mas ele continuou:
— Espera!... Você poderia... Me emprestar esse livro do InuYasha?
— Mangá. — Corrigi.
— Como?
— Quadrinhos japoneses.
— Ah... Enfim, eu poderia pedir emprestado? É que eu só conheço o desenho. Sabia que tinha quadrinhos, mas só os vi na internet. Não sabia que eram assim, nunca vi um desses...
— Amanhã eu trago então, não acabei de ler esse.
— Falou! — respondeu ele.
Achei que no dia seguinte ele fosse esquecer, mas em todo caso levei minha coleção inteira até aquele momento. Do volume um ao vinte. Achei estranho eu, que raramente emprestava coisas, estar emprestando algo pra ele. Ainda mais vinte edições que considerava um tesouro!... Mais estranho ainda foi ele conversando comigo depois que ele chegou e eu emprestei os mangás.
— Você gosta de desenhos?
— Alguns. — E citei os meus favoritos. A maioria era os favoritos dele também.
— Qual é seu nome mesmo? — ele perguntou.
— Sérgio.
— Eu sou XXXXXXXXX.
Eu já sabia o nome dele por alto, mas enfim, não havia necessidade de eu reclamar ou algo do tipo...
— Me diga uma coisa... — ele inquiriu — Você sempre fica aqui nesse canto, sozinho?
— É mais tranquilo pra ler. — E também porque odiava ficar ao redor de muita gente.
— Então, tá... Vou ler aqui também, se não se importar. — disse ele ao se sentar no chão, do meu lado.
E assim nos tornamos amigos. Como compartilhávamos dos mesmos gostos, a conversa fluía fácil. E ele sempre era muito gentil. Por incrível que pareça, ele era o único a se lembrar de mim em coisas da escola, como avisar aos professores que eu saí para o banheiro na hora da chamada, ou de me colocar em alguma equipe de trabalho. Eu achava estranho, e outros alunos da sala mais ainda... Demorou para eu me acostumar, mas acabei vendo que ele parecia sincero. Parecia diferente dos outros... Até que passou a se tornar diferente DEMAIS, de um modo... especial.
Antes eu me incomodava em como ele gostava de me tocar. Ele me abraçava, me cutucava, vivia mexendo comigo. Mas depois de um tempo, passou a ser bom, muito bom... Só que eu não ousava me mexer quando ele fazia isso. Tinha medo de como ele iria reagir caso eu retribuísse aquele carinho. Nunca fui acostumado a abraçar ninguém, ou a qualquer demonstração de afeto. Ele tocava no meu ombro, bem perto do pescoço, e eu congelava. Certa vez, quando fomos ao cinema, ele repousou o braço no mesmo lugar que o meu. Nossos braços ficavam se tocando, e as mãos estavam perigosamente próximas. Eu queria muito tocar, mas não ousei. Eu tinha uma vontade enorme de tirar o braço dali, mas outra vontade maior ainda me obrigava a deixá-lo lá. E como ele não tirou, eu deixei... Era o máximo de contato que tinha com ele, e achava maravilhoso.
Lembro que no dia seguinte, um domingo, teve uma festa de aniversário de um colega de classe. Eu fui convidado por osmose, já que eu era “amigo do X”. Talvez até tenha sido ele quem lembrou de mim. Enfim, lembro que naquele dia, já certo de meus sentimentos, eu tentei ficar o mais distante dele possível. Estava num ponto em que poderia me descontrolar e fazer alguma besteira. Eu não queria ceder ao sentimento, especialmente porque não queria estragar aquilo que era tão bom como estava. A primeira pessoa que se importava comigo.
Bem, fui um malabarista durante toda a festa. Ia para outros cômodos da casa, vivia entrando no banheiro... até que deu uma hora boa para ir embora. Me despedi do aniversariante e me pus pra fora daquela casa lotada de adolescentes. Mas quando eu estava literalmente passando pelo portão, eu ouço alguém falar:
— Peraí... Já está indo embora?
Me virei. Ele estava de pé, me olhando. Uns cinco passos de distância. Apesar de estar fugindo, eu o havia observado. Ele estava brincando com outros amigos que ele tinha, e saiu dali para me ver. Ele notou que eu estava indo embora. Pode ser bobagem, não sei, mas naquele momento eu quase chorei. A vontade que tinha era de correr até ele e abraçá-lo. E a vontade era enorme, o sacrifício que fiz para não correr até ele foi tão exaustivo que passei o dia inteiro triste por isso.
— Sim, já vou. Estou cansado. Até mais! — falei, com a melhor cara neutra que poderia fazer.
— Até! — disse ele, sorrindo.
Tal passagem me marcou muito. Especialmente porque seria a última vez em que ele falaria direito comigo.
No dia seguinte, ele não apareceu no lugar de sempre. Na semana seguinte, ele não me ligou mais, nem sequer trocou palavra alguma comigo. Tentei perguntar a ele o que houve, ele disse que “nada muito importante”. Será que ele desconfiava de algo? Será que o ofendi?
Duas semanas sem o mínimo de contato, eu finalmente tive a resposta. Certo dia, ao voltar do intervalo, vi que todos os objetos de minha mochila foram depredados e espalhados pela sala. Caderno feito em pedaços. Livros chutados, pisados, rabiscados. Nem os mangás que tinha nele foram poupados. Vários continham palavras como “nerd”, “babaca”, “bichinha”, “viado”... Ao pegar um desses livros, vi que a letra do rabisco me era familiar. Na verdade, não havia tentativa nenhuma de disfarçar a letra. E enquanto eu limpava tudo da sala, eu vi certo grupinho de alunos rindo. E no meio deles estava X.
Com o tempo descobri que os outros alunos de minha classe começaram a ficar muito desconfiados com o tempo que X dedicava ao meu lado. Achavam estranho “alguém como ele” andar com “alguém como eu”. E como minha sexualidade naquele tempo parecia bastante explícita, apesar de eu nem perceber, isso acabou pesando mais. E daí até a formatura tive de me acostumar a ficar sozinho novamente.

Não vou dizer que tinha esquecido tudo o que aconteceu, o que sentia, mas acho que com o tempo aprendi a bloquear tal pensamento para que enfim pudesse ficar bem, que pudesse me concentrar em outras coisas da vida. Porém eles voltaram com tudo quando eu ouvi, atrás de mim, aquela voz me cumprimentando. Tudo, tudo... E eu achava que já tinha superado tudo, achava que era forte... Mas me senti como aquele garoto adolescente novamente.
Me virei e olhei. Era mesmo X. Estava mudado. Continuava com aquele jeito meio matreiro, e o olhar naturalmente iluminado. O passar dos anos fez muito bem pra ele. Eu não poderia dizer o mesmo de mim. Uma vez ordinário, sempre ordinário.
Depois de muito pensar em milésimos de segundos, guardei minha cara de admiração e de espanto. Fiquei neutro, e cumprimentei:
— Oi.
— Já está indo embora?
— É... Tenho trabalho logo cedo.
— Pena. Mal ouvi de você.
Nós dois parecíamos neutros, embora X parecia sempre radiante, não importa o que acontecia. Mas definitivamente ele estava tímido.
— Não tenho nenhuma história mirabolante. Não salvei ninguém numa cirurgia de risco, não apareci na revista Exame, nem nada...
— Já tem família?
Estranhei a pergunta. Quase gelei, mas não poderia ser o que achava o que era... Poderia?
— Ah, não... Não consigo segurar ninguém. Só fracassos. E você?
Ele então me mostra o dedo anelar. Casado. Claro...
— Foi recente até! — ele parecia entusiasmado. Não digo que não foi “chato” saber, mas por outro lado, achei bom. Quem se contenta com a infelicidade dos outros? Seria incapaz disso. Mesmo que fosse com o X.
— Que bom. Que bom que está feliz!
E eu fiquei, enfim, feliz. Por ele estar feliz. E talvez porque eu soube de vez que algo entre nós seria impossível mesmo. Viajei. Ali decidi aceitar que essas coisas acontecem porque tem que acontecer... A culpa não era minha, nem dele. Nos gostávamos, mas era só aquilo. Nada mais. E então, era tempo de eu deixar isso para trás e continuar, enfim...
— Então... Até mais! — despediu-se ele, me olhando fixamente.
...Mas antes de continuar, era preciso terminar aquela história de uma vez. Dei cinco passos em direção a ele. Pela primeira vez em muitos anos, olhei ele nos olhos. E do nada, o abracei. De modo quase pueril, como uma criança buscando abrigo em sua mãe. Ele não reagiu. Pela primeira vez o senti paralisado, pela primeira vez o espanei, e eu fiquei feliz. Aquele foi o abraço mais sincero que dei naquela festa, em toda a minha vida possivelmente. Um abraço de despedida, enfim. Foi um abraço curto, três ou quatro segundos no máximo. Agora sim... Com o sorriso mais sincero estampado, enfim pude dizer:
— Até.

Happy Valentine's Day

Hoje não quero escrever muita coisa. Para evitar falatório e, talvez, um chororô enorme, vou postar uma música que acho que diz muito do que andei pensando sobre amores e paixões desde umas semanas atrás. Não sei se vão entender, na verdade pensei em muita coisa, mas acho que essa música explicita um pouco meus pensamentos.
Digamos que, apesar de tudo, eu ainda acredito que há algo por aí pra mim. Algo melhor. Porque eu cansei de me contentar com pouco, com mixaria. Não mais. Não mesmo!... Agora eu quero algo que eu acho que mereço. Não quero menos, quero mais!...

Apesar de tudo o que me acontece, acho que ainda estou disposto a seguir por esse "caminho"...


Pra Não Mais Voltar - Fafá de Belém

Vem buscar-me nessa estrada
Que por fim encontro
Cheio de certezas
De olhares calmos
Cheio de beleza
Que já compreendi
Cheio de beleza...

Vem, que eu tenho tantos passos
Pra um amor inteiro
Em que todos os dias
Serão os primeiros

Vem buscar-me nessa estrada
Que por fim encontro
Cheio de certezas
De olhares calmos
Cheio de beleza
Que já compreendi
Cheio de beleza...

Não me importa o passado
Em que essa estada
Escondi nas dores
Esquecendo amores
Que era um começo
Dessa longa ida
Dessa longa ida
Pra não mais voltar

Vem, que eu tenho tantos passos
Pra um amor inteiro
Em que todos os dias
Serão os primeiros
Vem, que eu tenho tantos passos
Pra um amor inteiro
Em que todos os dias
Serão os primeiros...

E um abraço para meus amigos e amigas que já encontraram seus "valentines" e estão feliz da vida. Um dia acho o meu...


Sonhar não custa nada, né?...

...Tá, parei! XP

Pornô de Tiger & Bunny (18+)

AVISO: Este post contém fotos de relação sexual entre dois homens. Se não gosta, não prossiga!

Te pegamos no flagra, Tiger! Huhuhuhuhu...

Essa notícia mostra que o impacto que Tiger & Bunny deixou na indústria do anime foi grande. E como!
Depois do anúncio do musical baseado no anime e na possibilidade de filmes live action, as fujoshis fãs do anime tem outra possibilidade de conferir Kotetsu e Barnaby em outro tipo de... ahn... ação. A Tanko, do site Blyme Yaoi descobriu este link do site Sankaku Complex (NSFW!!!) que conta que uma produtora de filmes pornográficos em que os atores usam cosplays lançará um DVD que contém uma cena entre cosplayers de Kotestu e Barnaby. Yaoi de Tiger & Bunny em live action, quem diria!
Ficou curios@? Eis umas imagens abaixo para apreciação (NSFW! NSFW! NSFW!...):





O DVD será lançado oficialmente no dia 24 deste mês (dia sugestivo, não?), mas já pode ser encontrado em pré-venda no Amazon do Japão. As fujoshi pira!

Notícias bara: quarto capítulo de "Sansho"

No último domingo saiu a tradução (pro inglês) do quarto episódio de "Sansho wa Kotsubude" do Matsuzaki.

Neste capítulo finalmente acontece algo interessante além de cenas de sexo com uma pessoa humilhada, graças! O casal Hiroshi e Kumadera vão receber a visita do ex de Hiroshi, Akimitsu. Ono está morrendo de preocupação, e não é por menos... Kumadera, que tem um complexo por causa de sua altura, está doido para mostrar por que fisgou Hiroshi ("aquilo" que todos já sabemos desde o primeiro capítulo XD) para Akimitsu.
Tecnicamente, mais uma vez, vemos que Kumadera é um cretino, mas ao menos a presença de Akimitsu dá um quê a mais na história...
Mas outra coisa que eu gostaria de comentar sobre este capítulo é o freetalk do autor, onde ele explica que ao fazer o terceiro capítulo ele estava passando por um momento ruim, e por isso a história não saiu muito boa... Estão vendo? HA! Não estou louco!... Bem que achei a história bem capenguinha, mas veremos se ela evolui nos capítulos a seguir. Deixei o freetalk aqui embaixo pra vocês verem:


E já sabem, para baixar, é só clicar aqui. Enjoy! =)

Notícias bara: Comentando o segundo e terceiro capítulo de Sansho wa Kotsubu de

Continuo aqui a falar sobre o mangá Sansho wa Kotsubu de do mangaká Tsukasa Matsuzaki, que está sendo traduzido pelo blog Weekly Bara Translations.
Como alguns devem ter lido antes, não gostei muito do primeiro capítulo, talvez por achá-lo "agressivo demais", e que a "ação" simplesmente ocorre muito rápido em minha opinião. Mas até que o segundo e terceiro capítulo dão um novo rumo pra história...

No segundo capítulo vemos que Kumadera, apesar de pequeno na estatura, continua sendo um grande pervertido, e Ono continua se submetendo aos "abusos", já que o instrumento do Kumadera é o maior que ele já viu... Ono começa a se perguntar o que poderia acontecer neste relacionamento onde Kumadera aparentemente o vê apenas como "sua vadia" e ele enxerga Kumadera apenas como um "baixinho" com quem faz sexo... mas ao final do capítulo percebe-se que apesar de tudo, Kumadera tem um lado sentimental escondido por trás.

E é daí de onde parte o terceiro capítulo. Kumadera fica doente, e apesar de Ono querer cuidar dele, Kumadera rejeita as tentativas de cuidado do Ono porque ele não quer ser tratado como criança. Daí já se percebe que os modos dele se trata de um complexo pela sua altura. Depois de uma tentativa de sexo que dá errado, pois Kumadera desmaia de febre, no outro dia Ono reencontra um ex-namorado que é mais o seu tipo (mais alto que ele), porém é agressivo da mesma maneira que Kumadera (daí também podemos tirar que Ono gosta de ser feito de gato e sapato... Pfff...). Porém enquanto ele pensa nesse reencontro inesperado, recebe uma ligação de Kumadera pedindo que Ono vá até a sua casa... para que ele se apresente à família do baixinho como o seu namorado!

Mesmo com um possível triângulo amoroso - o que é até clichê, mas que com certeza dá uma mudança no plot da história que precisava de ação (além da sexual, quero dizer) - eu ainda não consegui simpatizar muito com a história (e muito menos com os protagonistas). A narrativa pode até ser interessante para os fãs do Matsuzaki, e o seu traço continua como um dos melhores de artistas do gei comi, mas a história não me envolveu. Mas espero que quem esteja acompanhando goste. =)
Não esqueçam de agradecer ao Leon pela tradução em inglês em seu blog. Para ver os links de download, é só clicar nas imagens. See ya!