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Espaço yaoi/BL em Manaus... Em breve

Olá pessoas, vim aqui dar uma notícia que promete ser muito boa para @s fãs de BL da cidade de Manaus.
Dei a ideia para a organização da Zona Negativa para abrir um espaço para fãs de BL em um futuro evento... Bem, posso lhes dizer que a ideia foi aceita! Futuramente Manaus terá seu primeiro espaço yaoi/BL em evento. =)


A ideia para tal espaço é um lugar de confraternização entre fãs. Uma sala onde teremos exibição de anime, algum bate-papo sobre mangás, entre outras ideias... No momento as coisas estão abertas para discussão, então essa é a hora de você mandar sua opinião, sua ideia para o que poderia rolar na sala. Desde tópico de palestra até sugestões de animes para serem exibidos. Você pode mandar por e-mail para mim (diego.tuk.freitas@gmail.com) ou mandar um recado na mensagem que postei no grupo Zumbi na Rede (grupo da Zona Negativa no Facebook).
Esse espaço BL seria o primeiro a aparecer em Manaus, que em relação a outras capitais, está bem atrasadinha...

Uma imagem da Yaoi-Con 2007 (EUA).

Frequentadoras do Espaço BL (Rio de Janeiro) que houve no evento Anime Infinity. O grupo tem uma página própria no Facebook.

Outra ideia deste espaço, e talvez a que devo enfatizar bem, é que tal espaço será para desmistificar esse gênero de mangá e anime que tem tanto preconceito carregado consigo, o faz muitos torcerem o nariz sem ao menos o conhecerem, talvez pela aura que o yaoi tem de ser um tipo de "mangá gay". Mas para quem é bem informado (e lê meu blog XD), sabe que o yaoi é um subgênero do shoujo, ou seja, um mangá feminino, feito de mulheres para mulheres. Claro que existem os homens fãs de yaoi, não significa que estes serão desprezados, mas o espaço servirá para mostrar a importância desse tipo de mangá como forma de expressão artística feminina. E fãs da arte, seja homem ou mulher, serão muito bem-vindos, lógico! Portanto, conto bastante com a colaboração e participação das fujoshis de Manaus. Espalhem a notícia por aí!
Essa tentativa de um espaço para fujoshis e fudanshis é algo que tento há anos... Mesmo! Já tive de ouvir muita coisa, muita risada da minha cara, mas felizmente apareceu a oportunidade... Mas sozinho eu não posso muita coisa, então quem é fã do gênero e gostaria de participar de algo divertido, essa é sua chance! É só manter contato...

Mais notícias em breve. =)

Cinema: As Aventuras de Tintim: O Segredo do Licorne

 
As Aventuras de Tintim: O Segredo do Licorne é a comprovação do que os fãs falam há anos sobre adaptações de quadrinhos para o cinema: a adaptação só funciona bem quando é realizada por um fã da obra. E nesse caso, o filme de Tintim teve a sorte de ser realizado por dois fãs da obra de Hergé: Peter Jackson e Steven Spielberg.
O filme pega o enredo de três dos quadrinhos de Tintim: "O Caranguejo das Pinças de Ouro", "O Segredo do Licorne" e "O Tesouro de Rackham, O Terrível". Depois de uma breve introdução nos créditos iniciais sobre quem é Tintim, o filme começa direto na história: vemos Tintim e seu cão Milou numa feira de rua, onde o repórter resolve comprar uma miniatura do navio Licorne. Logo após isso, dois homens tentam persuadi-lo para que venda o navio a eles. Um se chama Barnabé e o outro é o Ivan Ivanovitch Sacarina. Tintim se recusa a vender o navio, e o coloca em sua sala.
Infelizmente, ou felizmente, seu cachorro acaba brigando com um gato da vizinhança e na confusão quebra um dos mastros do navio, onde dentro Tintim acha, depois de algum tempo, um manuscrito que contém uma pista para descobrir o tesouro que naufragou junto com o Licorne original. Ao se aventurar para achar as outras pistas, Tintim acaba descobrindo que Sacarina também está muito interessado em descobrir tal tesouro, e para isso mantém como refém o Capitão Haddock, o último descendente de Sir Francis Haddock, capitão do Licorne. Porém além de interesse no ouro naufragado, as intenções de Sacarina podem ter uma raiz ainda mais profunda...

Espírito de aventura intacto
Sabe-se que Hergé enquanto vivo não era muito fã das primeiras adaptações em filme e desenho animado de seus quadrinhos, e que ele achava que talvez Spielberg fosse o único que talvez pudesse preservar o “espírito” de sua obra caso o adaptasse para o cinema. Ambos iriam se conhecer durante as filmagens de Indiana Jones e O Templo da Perdição, mas Hergé faleceu antes. Muitos anos depois comprovariam que o quadrinista estava certo.


As Aventuras de Tintim: O Segredo do Licorne é um belo filme que mantém boa fidelidade aos quadrinhos. O tipo de comédia leve e a ação que encantou leitores há anos foi preservada. Aliás, vale destacar que a ação do filme é de tirar o fôlego. Se Spielberg era o mestre em elaborar cenas de ação em filmes live action, na animação ele não fica devendo nada. A cena de perseguição em Marrocos é simplesmente de cair o queixo.
E se a palavra “adaptação” pode ser assustadora para os fãs mais reclamões, o filme tenta não fugir muito da obra original. Algumas cenas, inclusive são “copy and paste” dos quadrinhos, ou do desenho animado que foi exibido na TV Cultura, que também teve sua pequena dose de adaptação. As maiores diferenças no filme é que Sacarina se torna o vilão principal da história, quando nos quadrinhos ele tinha uma função apenas de “manter mistério”, outra seria a ausência do Professor Girassol, que seria importante na saga do Licorne, mas é algo que não estraga a experiência (só sendo muito xiita), e como é confirmado que o filme terá sequência, é capaz que ele apareça nela. Uma mudança que parece incomodar mesmo é a participação mínima dos detetives Dupond e Dupont, que apesar do timing cômico deles ainda estar afiado, tiveram a participação um tanto diminuída. E é interessante observar que em tempos de puritanismo que vemos no cinema americano, a presença de armas no filme foi mantida, já que tiroteios era uma constante nas HQs.
Na questão técnica As Aventuras de Tintim também não faz feio, e um dos grandes responsáveis por isso é a Weta Digital, de Peter Jackson. Os cenários são de “estraçalhar retinas” de tão bonitos (a fotografia ajuda ainda mais no clima noir no início do filme, que se passa em algum lugar da Europa, e ao exaltar o colorido depois no mundo de Marrocos), e se fôssemos desconsiderar o rosto - que obviamente é humano, porém um pouco mais estilizado para lembrar o traço de Hergé – às vezes dá pra esquecer que se trata de uma animação. A textura de roupas e de pele ajudam para isso.
Como se sabe, o filme foi feito utilizando a captura digital da atuação de atores (por isso ele não pôde ser indicado ao Oscar de melhor longa-metragem de animação desse ano). Talvez aí, infelizmente, esteja o ponto fraco do filme – e um dos fortes também. Jamie Bell foi o responsável pelo Tintim que, infelizmente, não lembra tanto a vivacidade de Tintim no desenho animado, embora não seja uma performance ruim. Nesse nível podemos considerar o trabalho de Daniel Craig como Sacarina, que é realmente detestável, mas a “falta de sentimentos” na hora da interpretação incomoda. Se é culpa do ator ou dos animadores, isso é discutível, mas é fato que o cachorro Milou tem mais “espírito” do que o personagem. A diferença, claro, está no desempenho de Andy Serkis como Capitão Haddock. O cara nasceu pra fazer performances virtuais, sendo que esta transcende a animação. Ele consegue dar vida a esses personagens de modo maestral, e cada personagem desse mostra que talvez a história de indicá-lo a um Oscar pela atuação não seria algo tão estranho assim.
Com uma boa dose de fidelidade, cenários absurdamente belos, grandes interpretações e uma boa direção, As Aventuras de Tintim: O Segredo do Licorne é um filme que agrada fãs e que teria boas chances de ser aprovado pelo seu criador. Aliás, falando nele, até mesmo um Hergé digital dá as caras no filme, outra particularidade que foi retirada dos quadrinhos e desenho animado e que serve como uma belíssima homenagem. Agora é só esperar que a sequência, que será dirigida pelo Peter Jackson, continue fazendo jus a uma obra que encanta crianças e jovens há anos.
 

AS AVENTURAS DE TINTIM: O SEGREDO DO LICORNE
Título original: The Adventures of Tintin
Gênero: Animação, aventura
Ano: 2011
Direção: Steven Spielberg
Elenco: Jamie Bell, Andy Serkis, Daniel Craig, Nick Frost, Simon Pegg, Toby Jones

Sobre princesas e heróis

É uma vergonha, mas só agora eu vi o vídeo da garotinha Riley falando sobre como a indústria (e a sociedade) gosta de pré-definir os gostos das pessoas segundo o seu sexo: meninas gostam de rosa e de princesas, meninos gostam de super-heróis. E todos que tem um mínimo de discernimento sabem que a coisa não é bem assim.


Enfim, achei tão bonitinho esse discurso da mocinha... Quem dera muitos pensassem assim!
Mesmo antes de ter um pouco mais de conhecimento da causa feminista ou gay eu sempre achei interessante essa coisa de "papéis de gênero". Acho que por ser gay a coisa naturalmente vinha em minha cabeça... Por exemplo, lembro que quando eu tinha cinco anos eu queria muito uma festa de aniversário que tivesse como tema a Xuxa (devem já saber que sou fã até hoje), mas o povo de casa não deixou. Em vez da Xuxa, Moderninho, Praga e outros da turma, acabei ganhando uma festa de aniversário com o tema Os Simpsons. E eu nem sabia direito quem eram aqueles (e nem minha família pelo visto, já que o desenho é adulto), só sabia o nome mesmo. Se bem me lembro, a cada aniversário eu SEMPRE pedia o tema da Xuxa, mas nunca o faziam. Depois de um tempo que me disseram que "Xuxa era coisa de menina", já que tinha muito rosa. Ainda assim, lembro que eu insistia: "Então façam enfeite AZUL da Xuxa, ora!". Teimoso desde pequeno. =P
Quando eu cresci aí que comecei a questionar mais. Especialmente quando percebi que eu poderia fazer o que bem entendesse e não precisasse me justificar por tais coisas. Por exemplo, essa semana mesmo, tive de sair para ir ao shopping pagar contas e como eu não tenho guarda-chuva (aqui anda chovendo muito), peguei o primeiro que vi em casa. Ao verem meu guarda-chuva, minha mãe e tias indagaram:

Tia: Você vai sair com esse guarda-chuva?
Diego: Sim. *nem estava ligando muito, arrumando as coisas pra sair*
Tia: Mas ESSE guarda-chuva? Com essa florzona?
Diego: *olha para a estampa do guarda-chuva: um girassol gigante* É.
Tia: Mas não vão falar de ti na rua?
Diego: E eu tô ligando se vão falar da XXXXX do guarda-chuva? Eu tô preocupado em não me ensopar!

E engraçado é que, mesmo a minha mãe sendo uma das pessoas que mais se escandaliza vendo minhas "quebras de paradigma" na questão de gênero, ela nunca me condenou por isso. Ela foi uma das que me ajudou a me "montar" no cosplay de Ritsu que, até onde eu sei, fui o primeiro homem a fazer crossplay nos eventos daqui... XD Acho que ela ficava meio "chocada" porque ela pensava que talvez tivesse essa responsabilidade de me "ensinar a ser homem", mas nunca me oprimiu caso eu fizesse algo "fora do habitual", como certa vez ela me comprou uma HQ da Barbie que eu pedi. XD
Na verdade, minha mãe também não se comportava como uma menina "normal" na infância, ao menos aquela que a sociedade impõe. Ela jogava futebol com os meninos (e os enfrentava de igual pra igual), soltava papagaio e nunca gostou de coisas como bijuteria, roupas, sapatos... Minha mãe odeia maquiagem mais que tudo. Eu percebo que quando minha mãe ouve a frase "TODA mulher gosta de maquiagem" ela já vira os olhos de nojo. Eu idem. XD Muito dessa "ousadia" eu peguei dela, porque odeio essas frescuras, odeio esse papo de que todo gay conhece maquiagem, estilo... Odeio ainda mais homens "agindo como macho": cuspindo no chão, pegando no saco... E isso ainda acontece muito por aqui infelizmente (e creio que não só em minha cidade). Mas enfim, minha mãe sempre me ensinou a ser educado, graças!
Bom, depois desse blablablá, só queria dizer que achei louvável um pai incentivar esse tipo de reflexão para sua filha. Não sei o que será daqui a alguns anos, pessoas mudam, mas espero que a pequena Riley continue questionando esse e outros tipos de comportamentos e que . Talvez ela possa, quem sabe, reviver o sonho da "mulher presidente", que a Pink fala que acabou em "Stupid Girls".


E sim, também tenho que falar: que menininha mais fofa! Quero uma filhinha assim, inteligente... (≧∇≦)ノ

Bienal do Livro em Manaus... Já não era sem tempo!

Rápido e rasteiro: na última quarta-feira soube de uma notícia muito interessante... Recebi o retweet da seguinte mensagem:


E pelo jeito parece que é sério: a Bienal do Livro chegou no Amazonas!
Pelo site oficial, que ainda não tem nada além da página principal, o evento acontecerá de 27 de abril até 6 de maio desse ano. Teoricamente, está pertinho. E o local será no centro de convenções do Studio 5... Pode ser cedo para falar, mas não sei se fico muito contente com o local escolhido.
Bem, o Studio 5 é bem grande, e ele é próximo de onde moro, mas o calor que se passa ali é algo sem comparação. Neste local é onde acontece a tradicional Feira de Livros na cidade, que também é um ótimo evento com oportunidades ótimas de comprar livros com preço menor (às vezes nem tanto XD mas é impossível visitar sem sair com algum livrinho novo). Enfim, geralmente na Feira de Livros eu passo horas suando e com sede, e uma Bienal do Livro, que com certeza atrairá ainda mais gente, será bem abafadinha. Não é zica, mas admito que pensei logo no quesito calor.
Mas enfim, essa será uma boa oportunidade para conhecermos melhor a literatura amazonense, ficar mais perto dos autores... Quem dera eu conseguisse publicar algo antes de abril... Entretanto, se você também curte literatura como eu, recomendo que fique atento ao Twitter da Bienal do Livro Amazonas. Vamos ver no que vai dar! =)


Aquele sobre sonhos e perdão


Não sei se conseguirei colocar meu ponto de modo claro, mas vou tentar.
Ultimamente ando tendo sonhos demais. Um atrás do outro, com ao menos um ou dois dias de intervalo entre eles. O que tem de mais nisso? Bom, eu raramente sonho. Aliás, devo até sonhar, mas me esqueço deles. Pouquíssimas vezes eu acordo com um sonho em minha cabeça, mas não nos últimos dias.
Bem, hoje sonhei com uma pessoa que jamais pensei que sonharia depois de tanto tempo (e depois de tanto ódio de minha parte). Foi um dia de encontro casual entre amigos (otakus) na casa dele, e em resumo, foi um bom dia pra mim, só que havia esquecido completamente. Pra ver o que o ressentimento faz. Enfim, achei que amava a criatura, mas depois de um tempo pensei que estivesse enganado. E estava mesmo. E com o sonho me veio outra impressão: eu não o amava, mas admirava. Era muito bom tê-lo do lado, e acabei confundindo as coisas. Normal pra quem tem 20 e tantos anos.
O sonho então me levou a repensar algumas coisas. Eu não acordei com raiva por lembrar, ou com profunda saudade, como acontece com outra pessoa com quem sonhava... XD Pelo contrário, acordei tão sereno...
Admito que por muito tempo guardava, além de profunda raiva, um grande sentimento de culpa.  Eu era novo e inconsequente (não sei porque isso me lembrou uma música, mas juro que não quis fazer piada), eu sei muito bem que tive minha cota de atitudes idiotas no passado e que por conta delas muita gente hoje não se aproxima de mim (na verdade, faço algumas até hoje, mas é sem querer). De certo modo, eu tinha ainda mais raiva de mim por ser tão... idiota.
Mas hoje acordei disposto a esquecer essas coisas... Fazer uma faxina na caixa onde guardava os ressentimentos, sabe? É incrível como um sonho bastou pra tirar boa parte do peso, da amargura que eu tinha. E eu que quando mais jovem vivia dizendo que “não era de perdoar”, realmente o tempo cura tudo... Ou quase. Admito que ainda fico chateado ao lembrar de certas pessoas, especialmente ao lembrar de coisas bem recentes, mas quer saber? Tenho tanta coisa pra fazer, tanto que eu posso alcançar... E ficar pensando em momentos ruins só gasta minha energia à toa, quando posso focá-la para fazer outras coisas... Coisas boas, coisas melhores.
E além de tudo, é bom ver que eu posso perdoar a mim mesmo. Sei muito bem que eu colaborei para que certas situações chegassem ao que chegou, mas acima de tudo sei que eu só posso ser eu mesmo. E sei também que às vezes, por mais que as pessoas se gostem, coisas colaboram para que elas não vivam juntas. Mudanças de comportamento, opinião... Acontecem, não é culpa de ninguém realmente. E o que tem de acontecer, vai acontecer de qualquer modo. Algumas pessoas não foram muito legais comigo, não tentaram me compreender, é verdade... mas eu agi do mesmo modo às vezes. Confesso que ao lembrar e imaginar o que poderíamos vir a ser me deixa triste ainda, eu sou uma pessoa que se liga muito fácil aos outros, mas nada posso fazer. Aliás, uma coisa eu posso: não vou mais ME culpar por isso. Agora reconheço que a vida é assim, e o que passou, passou...
Agora acho que posso dormir mais tranqüilo, pensando em não no que poderia ser, mas no que POSSO. E no melhor estilo, encerro o post com uma frase da avó do Doug (lembram? XD): a vida é um piquenique, e eu estou faminto!... Ah, ao lembrar desse episódio me deu uma vontade de comer sushi... >.<

PS: E o mais marcante desse sonho... Enquanto eu sonhava, a música abaixo servia de “background”. E prestando atenção na letra, até acho que tem certo sentido... CERTO sentido, não completamente... XD Até porque a letra é romântica, e não é isso... Mas enfim, acho que alguém lá em cima até que gosta de mim... =)

Notícias bara: Tradução de "Sansho wa Kotsubu de"

Primeiro, perdão pela "ausência". Não andei postei muito porque preferi tirar o tempo para ler. Tenho um bom número de livros e mangás encalhados, e estou tirando o atraso. =)
E sem mais delongas: no domingo o Weekly Bara Translations (antigamente era "daily" XD) disponibilizou o primeiro capítulo do mangá Sansho wa Kotsubu de, do Tsukasa Matsuzaki traduzido para o inglês.


A história é sobre o relacionamento de Kumadera e Hiroshi, e parece-me que o ponto principal da história é sobre a diferença de altura do casal. Hiroshi tem 1,87m de altura, e Kumadera, apesar de baixinho, tem um "instrumento"de tamanho inversamente proporcional se comparado a sua altura... E é isso! ^^'''
Sinceramente, achei essa uma das piores histórias do Matsuzaki que já li. É o primeiro capítulo, talvez depois a história vá melhorando, mas acho difícil. Apesar de ser interessante a relação entre dois homens de alturas tão diferentes, não engrena. O plot desse mangá é rasinho, rasinho... Me lembrou até algumas das histórias mais fracas do Tagame! XD


Perdão quem gosta do Tagame, mas juro que não quis ser cruel sem razão, me lembrou mesmo! Kumadera fica dizendo que vai fazer do Hiroshi "sua mulher", corta o cabelo dele em um trecho porque não gosta do cabelo compridinho do outro... ou seja, utiliza de humilhação e dominação. Não extrapola (ao menos nesse capítulo que li, não sei o resto) como o Tagame em suas obras, mas a "influência" aqui é clara nesse roteiro. Bem, recomendo a leitura para que tirem suas conclusões (e comentem-nas aqui se quiserem), cliquem aqui para baixar.

Dia Nacional do Yaoi: Hirotaka Kisaragi

Olá pessoas! Comecemos do começo... XD
Dia Nacional do Yaoi 2012
O Blyme Yaoi lançou a proposta de fazer uma blogagem coletiva sobre os mangakás yaoi favoritos, já que hoje, dia 8 de janeiro, é o Dia Nacional do Yaoi (a leitura do número 801 pode ser YA-O-I = 8-YA, 0-O, 1-I = YAOI, e a data de hoje: 08/01 = oito de janeiro = 801, entenderam??? XD).
Bom, foi difícil pensar em um artista yaoi... Já que gosto de vári@s. Fumi Yoshinaga, Honami Majo (que fez os melhores doujinshis KakaIru que eu já li), Miyamoto Kano, Youka Nitta (duvido que não apareça alguém que fale de Haru wo Daiteita), Taishi Zaou etc... Mas como eu acho que alguém vai falar delas, já que são algumas das mais populares, decidi falar de UM mangaká yaoi, já que acho que poucos se lembrariam dele.

Hirotaka Kisaragi 如月弘鹰

Hirotaka Kisaragi (如月弘鹰) é um dos poucos, até onde posso observar, autores homens que se dedicam a criar mangás para mulheres atualmente. E deve ser algo bem incomum mesmo, pois já vi em fóruns e blogs na web afora se referindo ao Kisaragi como "ela", "a autora" etc. Como não tenho muitas informações sobre o autor (ele é do signo de touro, nascido dia 21 de abril, e tem o sangue tipo A), vou me ater ao seu trabalho.

Hirotaka Kisaragi 如月弘鹰
Capa da história Imaginary Lovers, que dá nome à compilação de oneshots. Uma das histórias mais fofas que já li.

Bom, seu traço é um dos que mais me agradam no yaoi. Seus bishonen são realmente bonitos (porque tem alguns traços de supostos homens bonitos no yaoi que vou te contar... XD), apesar de que depois de muitas e muitas leituras de bara me façam rejeitar um pouco o visual "slim" dos homens desenhados, mas lembro que o estilo de traço dele sempre me agradou... Kisaragi segue bem aquela cartilha de um seme mais másculo e o uke com rosto mais redondo, olhos maiores, cabelo comprido...
Aliás, posso dizer que as obras de Kisaragi seguem uma linha até bem comum, com elementos que se repetem. Não que as histórias não tenham criatividade, longe disso, mas é que ele gosta de trabalhar certos elementos em sua narrativa sempre que dá, acho que ele gosta muito deles. Um seria a utilização de amor fraternal exacerbado, conhecido no mundo do mangá como kyoudai moe. Ele está em praticamente TODO mangá que eu li do Kisaragi, a epítome está no mangá "Brother X Brother" que, até agora, é o meu favorito do autor. Até mesmo na história complementar de "Blood +" que ele desenhou há esse elemento. Mas não é uma coisa muito forte ou repugnante, já que em todas essas histórias de "incesto" que li os irmãos não possuem ligação sanguínea. Outro elemento que eu percebo nas histórias do Kisaragi e que gosto muito é a utilização do kichiku megane moe (clichê do bishonen que usa óculos e de caráter dúbio). Nos seus mangás sempre aparece um. XD

Hirotaka Kisaragi 如月弘鹰Hirotaka Kisaragi 如月弘鹰

Visitando o Manga Updates vocês podem verificar o nome de algumas obras do Kisaragi. Daí podem procurá-las nos scanlations, ou adquirir as que já sairam no ocidente. Aqui no Brasil só saiu "Blood +Yakou Joushi" pela Panini, mas nos EUA parece que saíram outros títulos dele. No Yaoi Project tem link para baixar o artbook do Kisaragi, que foi de onde tirei algumas imagens para ilustrar esse post. E clicando aqui vocês visitam o site dele, que ao menos pra mim aparece completamente bugado, mas deve funcionar para alguém...

Leitura recomendada
  • Brother X Brother
  • Imaginary Lovers
  • Innocent Bird
  • Blood + Yakou Joushi

Hirotaka Kisaragi 如月弘鹰

E para quem ainda quer participar do Dia Nacional do Yaoi, é só visitar o Blyme para ver como pode colaborar. E parece que vai ter até premiação, então corre que ainda dá tempo! E não esqueça de usar a hash #DiaNacionaldoYaoi no Twitter para celebrar!
Ah sim, um abraço a todos os fãs de yaoi que passarem por aqui hoje! Feliz dia nacional do yaoi! Appreciate ya! =)

O casamento de Kevin Keller nas bancas!...

...dos Estados Unidos, claro.

Life with Archie 16

Ontem finalmente saiu a edição 16 de Life with Archie, HQ americana do grupo de revistas da Archie Comics, em que acontece o casamento de Kevin Keller. Vocês sabem, o personagem homossexual da Archie, quem frequenta o blog já sabe de toda a história. Enfim, apesar de não poder comprar tal revista (infelizmente), quero dar umas impressões sobre tal fato que, sem dúvida, é histórico tanto para questões de direitos LGBT quanto para a história das HQs.
Como tal revista conta a história dos personagens já adultos, por isso o visual do Kevin esteja um tanto diferente. Ele se casa com o doutor Clay Walker, fisioterapeuta. Os dois se conheceram depois que Kevin sofre um acidente no Iraque.
Muitos podem achar piegas, exagerado, "coisa de militante", mas tem como não ficar feliz com algo desse tipo sendo visto numa ficção? Uma particularidade que achei interessante nessa história é que, se já é chocante para muitos a HQ se tratar de um casamento gay, o casal formado é inter-racial. E se bem conhecem o público conservador americano, isso pode ser até mais chocante do que se fossem dois homens de mesma raça. Além disso, o retrato deles é muito longe do que alguns esperam de homossexuais, oh aquele nosso velho amigo estereótipo... Enfim, isso não acontece com o casal. Kevin Keller é um militar, que seguiu tal carreira, a mesma do pai, porque quis. E Clay Walker, um negro numa carreira médica. Um belo de um tapa na cara, mas não gratuito, pra chocar... é um tapa de realidade, simples.

Uma página da HQ Life with Archie sobre como Kevin e Clay se conheceram.

Daí alguns que leram isto podem se perguntar como isso pode ser história já que existem personagens gays em HQs faz tempo (mesmo que de modo velado), mas é que Archie Comics é uma HQ muito "tradicional" nos EUA, já que muitos iniciam a ler HQs com suas revistas, assim como acontece com praticamente todo brasileiro com as revistas da Turna da Mônica. Dito isto, não tem como relembrar de Caio (sim, eu sei, pego muito no pé do personagem) e as respostas de Maurício de Sousa sobre (sim, eu sei, pego muito no pé dele, mas calma, eu explico).
Aliás a diferença de discurso de Maurício pós-revista da Tina e do dono da Archie Comics Jonathan Goldwater é gritante. Uma revista publicada desde a década de 40 precisa se reciclar para sobreviver aos leitores de hoje. É algo que aconteceu por aqui com a Turma da Mônica Jovem, oras. Mas enquanto o "mangá" de Maurício parece só ter mudado esteticamente, já que a maior ousadia até agora foi beijo entre a Mônica e Cebolinha (coisa que, de certo modo, já apareceu nas revistinhas bem antes, mas enfim...), as mudanças nos quadrinhos de Archie se deram em questão de refletir a sociedade presente. Jonathan Goldwater disse para a CNN que, caso não refletissem o que acontece com os jovens hoje no mundo real, eles (as HQs da Archie Comics) se tornariam irrelevantes.
Daí é até compreensível entender que Maurício de Sousa fale em entrevista: "Nem nós nem nosso público mais conservador estamos preparados para receber um personagem decididamente gay nas nossas histórias em quadrinhos", porque o público brasileiro não está mesmo. Só a ideia de se ter um personagem gay na revista da Tina foi responsável por grandes indignações pela internet, contando até com a "singela" opinião de uma advogada manauara que se tornou até bem popular na época, e aposto que Maurício foi "muito xingado no Twitter" por isso, porque só assim se justifica a completa ausência do "grande amigo da Tina" em edições subsequentes. E não adianta, nada me tira na cabeça que isso é uma tentativa de aos poucos deletar o personagem da mente do público. Só a ideia do Maurício de jogar pro público a decisão de que Caio é gay ou não já me dá nos nervos. A animosidade com o Caio deve ter sido pra lá de fodida, perdão pela palavra.


O que as pessoas do estúdio de Maurício talvez não percebam, e que pode ser visto pelo modo como retratam Kevin Keller nos quadrinhos Archie, é que ser homossexual não deveria definir o personagem. É uma característica sim, mas não A característica, é como qualquer outra. O trunfo de Kevin Keller é que ele é tratado de igual junto aos outros personagens da turma do Archie. Ele pode ser "o personagem gay" para quem está de fora, mas em sua realidade ele é apenas Kevin Keller. Assim como os ali os amigos apoiam Archie e sua relação com Veronica ou Betty (depende da versão dos quadrinhos que está lendo), é natural apoiar o amigo gay que está se casando. Com um homem? Bem, gays fazem isso. E daí?
Maurício de Sousa
Já que a Turma da Mônica é conhecida por querer passar sempre essa imagem positiva, que todo mundo se ama, sem preconceitos, etc e tal, não há como entender o modo que tratam o Caio. E mais estranho ainda pelo fato de que a revista da Tina, segundo o próprio autor, é dirigido para um público "adulto jovem". E posso estar correndo o risco de me equivocar generalizando, mas dou minha a cara a tapa se não existe um público que não se incomodaria de ver questões mais inclusivas em quadrinhos como os da Tina. Duvido muito que não existam homens e mulheres homossexuais que leem Maurício de Sousa e quadrinhos em si. E duvido menos ainda se o fato de eles se verem incluídos em sua leitura - ou seja, se verem inseridos numa sociedade, e não invisibilizados - não os faria ainda mais satisfeitos em ler os quadrinhos. Aconteceu com a Archie Comics, que teve todas as edições da minissérie de Kevin Keller esgotadas. E já que é preciso falar em questões econômicas para fazer algumas pessoas verem outro ponto de vista, é perceptível que o "pink money" faz grande diferença em certos casos, e nos quadrinhos isso ainda não foi explorado. Aliás, nos quadrinhos brasileiros não se há "ousadia" nenhuma. Especialmente se tratando de mangá, quando certas editoras se agarram a uma fórmula, é impossível pensar em algo diferente, à longo prazo. Mente pequena, os responsáveis se preocupam apenas com o lucro imediato com vendas de títulos manjados e em formatos e preços que comprovadamente já são falhos. Mas enfim, essa é uma discussão para outro dia, outro post quem sabe. Mas para entender melhor o que disse nas últimas frases, leiam isto se quiserem. Em resumo, acho que Maurício de Sousa teve a chance de fazer a diferença nos quadrinhos brasileiros, e uma diferença significativa, mas deu pra trás bonito...
Tudo bem que Maurício está com o bolso cheio garantido já que seu público, até mesmo o "jovem", ainda tenha esse estigma de "infância mágica" e não exija algo mais (em time que está ganhando $$$ não se mexe...), mas não posso deixar de me sentir frustrado ao ver que mais uma chance de me ver representado decentemente em algo que eu gosto ruiu. E me decepcionar porque os discursos de inclusão que vejo em desenhos e em seus quadrinhos são da boca pra fora. Mas esse foi apenas um capítulo, outros virão. Por ora, digo que estou sim muito feliz que algo como Life with Archie seja publicado, e quem sabe faça alguns verem que não faz mal serem mais inclusivos em obras direcionadas ao público em geral. Nessas horas, e juro que não é discurso antinacionalista barato, é que eu penso que não faria mal ser americano... é inegável que os quadrinhos por lá parecem estar em outro nível.

4 anos de REFLECTIONS

Vai um pedacinho? =)
 
Ontem meu blog fez quatro anos de atividade.
Não há muito o que dizer a não ser agradecer a quem passa por aqui para pegar notícias sobre bara, animes, música ou nerdices em geral, para ler minhas resenhas, ou ao menos para saber como estou indo... Agradeço ainda mais a quem se dispõe a deixar seus comentários.
O ano passado foi o menos produtico para este blog. Acho que além do cansaço de ter que estudar, eu também tive uma crise criativa do caramba. Na verdade, acho que ainda não alcancei o que tinha de alcançar com este blog. Ainda quero melhorar a qualidade dos textos, ter uma base de leitores fiéis de verdade... embora eu nem possa reclamar muito, já que recebo mais de 200 visitações por dia, mas a maioria é ocasional. Às vezes me sinto frustrado poque sinto falta daquela interação maior que tinha entre blogueiros uns dez anos atrás... O que vejo agora é mais umas tentativas frustradas de gente querendo se divulgar. Não existe mais amizade de blogueiros, mas parceiros... Mas isso é assunto para outro post... Na verdade, iniciei uma conversa sobre isso neste post aqui, se querem saber.
Mas enfim, sempre que der eu estarei tocando este blog com a intenção que se encontrava na cena blogueira de anos atrás: divertir. Me divertir repassando o que sei e o que penso, e claro, divertir quem passa por aqui também. Os posts estão abertos a opiniões, sugestões... Adoro esse tipo de interação. =) Aliás, até nisso posso dizer que aprendi muito, antes eu tinha ideias muito fechadas, não gostava de ouvir opiniões alheias. Mas por causa do blog hoje vejo que conheci ótimas pessoas, cada uma com algo diferente a colaborar, e espero que tal situação se repita por mais quatro, oito, vários anos a seguir... O importante de blogar é isso: se comunicar. Abraços a todos!

Hoje é dia de... Tolkien Day!

Um post breve, porém muito importante pra mim... E espero que para mais gente.
Hoje, há 120 anos atrás, nascia aquele que seria um dos mais importantes autores de fantasia: J. R. R. Tolkien.


Eu andei super empolgado no Twitter desde que acordei, já que o dia de hoje, para mim, é algo muito significativo. Eu amo a trilogia de livros "O Senhor dos Anéis", sem falar de outras obras dele, e bem, todo o frenesi que aconteceu em torno do filme há mais de dez anos atrás foi o responsável por boas mudanças em minha vida, e para a de muitos outros pelo mundo afora, eu presumo.
Convido hoje a quem for twittar alguma coisa, que utilizem a hashtag #TolkienDay e se possível usar um avatar com algo relacionado a Tolkien. Não é a primeira vez que faço convite para algo do tipo, e espero que o povo nerd não faça vista grossa para hoje.
Hoje é dia de Tolkien!!! Dia de reler os livros, rever pela milionésima vez a trilogia de filmes OSdA (quero só ver quem consegue assistir a trilogia EXTENDIDA hoje, todos os três filmes um atrás do outro, hehe!), postar alguma coisinha no seu blog e Tumblr relembrando o homem do cachimbo. E que o dia de hoje seja marcado por todas as lembranças olifantásticas que colecionamos há anos. Viva o dia 3 de janeiro! Viva Tolkien! =D

A Estrada em frente vai seguindo
Deixando a porta onde começa.
Agora longe já vai indo,
Devo seguir, nada me impeça;
Em seu encalço vão meus pés,
Até a junção com a grande estrada,
De muitas sendas através.
Que vem depois? Não sei mais nada.

Por fim, quero compartilhar com vocês algumas coisas que coleciono de O Senhor dos Anéis desde 2000 e alguma coisa... =)

Meus três livros de O Senhor dos Anéis. Páginas ficando amarelinhas e com mofo... T^T


Meu livro de RPG que NUNCA joguei.


Meus cards de OSdA que também nunca achei alguém pra jogar comigo (eu tenho bem mais que isso).


Meu livro de "O Silmarillion". Uma vez ele caiu na rua quando acabou de chover, quase chorei... XD As páginas ficaram sujinhas. *perfeccionista*


Algumas de minhas revistas sobre OSdA. Quem aí lembra da Universo Fantástico de Tolkien? =)


Minha edição estendida dos filmes OSdA (perdão pela foto ruim).


Pôsteres!


Tenho uns action figures de OSdA, mas que ficaram ruins na foto por estarem dentro da embalagem. Mas tem como vocês verem o meu Barbárvore nesta matéria do jornal "A Crítica" de 2004 entrevistando fãs de OSdA. Reconhecem a pessoa na ponta esquerda? XD Se quiserem, depois faço scan da matéria completa...


Além do Tolkien Day, hoje também é dia do aniversário deste blog! O REFLECTIONS está completando quatro aninhos. ♥ Mas posto sobre isso depois. =)

Notícias bara: novo fórum bara - participem!

Quem visitou o velho The Bara Forums em dezembro pôde ler o aviso: o The Bara Forums está fechado. Apesar dele ser uma das maiores fontes de tradução de mangás bara, onde muitos trabalhos iniciaram ali - sem falar da interação entre os fãs -, o fórum estava sendo mais atualizado por spambots do que os frequentadores. Sem falar nos bugs.


A solução já existia um tempo atrás, mas agora é mais que definitiva. A criação do segundo Bara Forums carece de bugs também, mas creio que isso seja arrumado com o tempo.
O bug que eu falo especificamente é que para alguns o fórum não deixa as pessoas se cadastrarem nele. Eu mesmo pelejei muito pra conseguir me cadastrar. Foi por isso que demorei a falar do fórum, já que eu não sabia o estado dele já que nem cadastrar eu me conseguia. E numa coincidência nada divertida, no dia que eu decidi escrever sobre ele, ele simplesmente não funciona, fica offline. Not nice.


Mas como disse, entrei nele, e posso dar minhas breves impressões. Bom, os tópicos são quase os mesmos, como um para a exibição de artworks, outro para RPG. E para aqueles que visitavam o fórum mais para baixar as histórias, já fizeram compilação de mangás para download com os dos trabalhos do Takeshi Matsu e Mentaiko por exemplo. Conta, inclusive, com um tópico aberto a visitantes que estavam com o mesmo problema que eu na hora de se cadastrar.
Porém vejo que ele precisa ter mais participações. Os participantes de antes (e que mais colaboravam com os serviços de scanlation) estão "dispersos", alguns sequer entraram (e não sei se é por não conseguirem se cadastrar também XD). Então, além de divulgar, convido os interessados a darem uma olhada e, se possível, participarem do Bara Forums v.2. É fundamental que as coisas lá andem senão não veremos bara traduzidos na net tão cedo... e eu já estou sofrendo de crise de abstinência. +_+
Para verem o novo Bara Forums, cliquem na imagem acima.