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Feliz ano novo... Feliz 2012!!!

Tiger & Bunny new year

Não há muito o que dizer hoje, só quero agradecer a todos que passaram no meu blog durante o ano de 2011. E não só passaram como leram, favoritaram, recomendaram, opinaram... Muito obrigado mesmo. Agradeço pelas novas amizades que fiz também por causa deste blog, é bom se reunir por interesses comuns. E agradeço por aquelas que pude resgatar. =)
Que 2012 seja um ano cheio de novas oportunidades para todos nós. Muita paixão, dinheiro, alegrias, gordices, danças, (boas) surpresas... E muita, mas MUITA saúde, acima de tudo. Que cada família, e cada pessoa seja tomada por esse espírito de mudança para decidir mudar o que for necessário... E que mude pra melhor! Chega de Bolsonaros, Rafinhas e Malafaias nessa vida... Sejamos pessoas melhores!
E que seja um bom ano para toda a blogosfera em si. Esse mundinho de posts não para, e é essa a alegria que tenho ao acordar e ler os posts dos meus amigos. God bless!

P.S.:Está chegando o aniversário do blog! Quarto aninho! *_*
P.P.S.: Gostaram do template novo? Ele ainda precisa de uns ajustezinhos, mas acho que ficou... decente. *_*
P.P.P.S.: Tiger & Bunny! *_*

Natal 2011: Um conto de natal

Nesse ano consegui fazer algo que planejava faz tempo: criar um conto para publicar no blog na época de natal. =)
É um conto simples, apesar de um tanto comprido, mas espero que vocês leiam e apreciem. Ah sim, feedback (suas opiniões) será muito bem-vindo, meu lado escritor depende disso. Prometo ler com sangue frio! XD Se preferirem, mandem por e-mail: diego.tuk.freitas@gmail.com
Se der, acho que publico mais dos meus textos por aqui... Abraços e feliz natal pra quem é de natal, e bom feriado pra quem... não é de natal! XD Luv ya!


Ele já vivia sozinho naquela casa há três anos. E viveu por mais dez antes com seu companheiro. Beirando os cinqüenta anos, ele já não via muita graça em se levantar para decorar a casa para o natal. Na verdade, ele não encontrava motivos para comemorar coisa alguma, a não ser as férias. Era quando ele tinha tempo para ler seus livros.
Sua casa era a única que não tinha nenhum enfeite de natal naquela rua. Chegava até a ser engraçado, tragicômico, que no meio de tantas casas absurdamente enfeitadas - a rua sempre concorria ao prêmio da rua mais enfeitada no natal, e a rua não ganhava há exatamente... três anos atrás – havia uma residência tão... apagada.
Foi na semana do natal, no dia 23 que aconteceu. Oito e alguma coisa da manhã. Ele, com uma roupa formal e descalço, respousava em sua poltrona, lendo um livro. De repente, toca a campainha. De início ele achou que fosse trote de alguma criança, então decidiu não ligar. Fazia tempo que alguém tocava a campainha, só podia ser engano ou brincadeira. Mas não era, a campainha tocou mais uma vez. E de novo. E de novo! Ele teve que deixar seu livro de lado, calçou uns chinelos e abriu a porta. Deu de cara com um garoto:
—Senhor Eduardo?
— É ele... — respondeu o dono da casa, meio ressabiado. Sem notar, o garoto estende-lhe o braço. Segurava uma cesta de natal cheia de coisas. Entusiasmado, ele fala:
— Aqui está sua cesta de natal. O Mercado do Crispim agradece e lhe deseja um ótimo natal!
Tal garoto já ia subir em sua bicicleta, quando Eduardo o chama:
— Ei, espere aí!... Eu não encomendei cesta alguma!
Agora confuso quem estava era o entregador.
— Ué, você não é o senhor Eduardo Takeda?
— Sou eu sim, mas pedi pra não me entregarem mais essas cestas. Cancelei faz dois anos!
— Ah, perdão... — o entregador olhava para a sua lista de entregas — É que eu sou novo lá no mercadinho, e acho que não percebi que o senhor tinha cancelado... Eu só peguei a lista que haviam deixado lá, não me avisaram nada.
— Pois bem, está avisado... Pode levar.
Agora Eduardo era quem estava com a cesta na mão, na direção do jovem.
— Pode ficar... Aqui na lista está dizendo que ela foi paga...
— Eu sei... — Eduardo disse depois de um profundo suspiro.
— Na verdade... — interrompeu o entregador, sem perceber o desagrado no rosto do cliente. — ...o senhor tem cestas pagas até 2015... Pagas pelo senhor “Aláide”.
— O nome dele era Alaíde! — corrigiu Eduardo com uma voz alterada. O entregador, sem jeito, repetiu o nome corretamente e se redimiu:
— Alaíde... Desculpe.
— Tudo bem... Mas enfim, não adianta eu ficar com essa cesta. Não quero, mandei cancelar.
— Mas ela foi paga...
— Eu sei disso! — Eduardo alterou a voz novamente, mas logo se corrigiu: — Eu falei com o seu Crispim, eu disse a ele que não tinha problema, que ele podia ficar com o dinheiro. Ele sabe da história toda.
Eduardo praticamente jogou a cesta nos braços do garoto. Ao voltar-se para dentro de casa, antes de fechar a porta, foi novamente chamado por ele:
— Senhor, se incomoda se eu lhe fizer uma pergunta?
Outro longo suspiro. O senhor Eduardo presumiu qual seria a pergunta e logo falou:
— Sim, eu e Alaíde fomos casados por um tempo. Eu sou gay. Não sei o que fará com essa informação, mas aviso que...
— Não é isso, senhor. — interrompeu o garoto. — Não é isso que queria perguntar.
Eduardo ficou mudo, e vermelho de vergonha. Não que ele estivesse no armário, o casal era bem aberto quanto a sua situação, mas é que ele nunca havia se revelado de maneira tão... impetuosa. O garoto continuou:
— Não me importo com isso. Até acho legal. Na verdade, eu fui criado por duas mães, então eu nem...
Dessa vez quem interrompeu foi Eduardo:
— Errr... Qual é exatamente a pergunta?
— Ah sim... Bem, desculpe perguntar, mas esse senhor Alaíde morreu?
— Três anos. Quatro no próximo ano, em outubro. Por quê?
Enquanto respondia, senhor Eduardo observava a reação do entregador. O garoto não expressava nada em seu rosto, parecia bem tranqüilo. Ele parecia ser do tipo que não hesitava em dizer o que pensava:
— Penso que se ele lhe pagou cestas até um bom tempo, acho que ele realmente se importava com o senhor, não? Acha justo se livrar de um presente que ele deixou?
Eduardo se aproximou do garoto e disse:
— Como é que é?
O jovem, achando que talvez havia abusado com sua curiosidade, deu três passos para trás meio espantado:
— M-me desculpe, senhor, eu...
— Não, não... — esclareceu Eduardo. — Não me irritei, embora devesse... Mas fiquei curioso. O que pensa sobre essas cestas? Por que acha que seriam um presente?
— Para o senhor não é?
— Não.
— Seria o quê então.
— Uma lembrança. Triste.
— É triste lembrar que ele se importou em lhe deixar cestas até 2015? Eu achei isso muito bonito, senhor.
Eduardo então tomou uma cara séria e emudeceu. O rosto parecia congelado. O garoto, meio deslumbrado, não parava de dar sua impressão:
— Sabe, meu pai morreu quando eu tinha quatro anos. Essa medalha que eu uso foi o primeiro presente que ele me deu,quando eu era ainda bebê. Como ele só foi um “doador”, acho que ele quis que eu tivesse ao menos uma coisa dele para que eu lembrasse dele quando estivesse longe e, bem, mais longe que hoje, é difícil né?... Enfim, tomei carinho pela medalha. Acho que toda lembrança desse tipo devia servir de fonte de alegria. Que talvez, de longe, eles estejam pensando na gente... Ao menos, é assim que penso.
O jovem então entregou a cesta para Eduardo, subiu na bicileta e, antes de correr para a próxima casa, disse em meio a um singelo sorriso:
— Tenha um feliz natal, senhor!
Eduardo ainda estava de pé, fora de casa, segurando a cesta, tentando assimilar o que havia acontecido. Então se lembrou de seu livro e sua poltrona, então entrou em casa.
Dentro de seu refúgio ele olhou para a cesta. Estava cravejada de coisas: frutas, panetone, cereal, iogurte, castanhas, vinho... Ao olhar tudo aquilo, e lembrando do que o entregador lhe disse, Eduardo olhou para uma foto dele e do amado do lado da poltrona. E então olhou novamente para a cesta e começou a rir. Riu muito. Achou a coisa tão estranha e ridícula que não tinha como não rir. Talvez seja porque, lembrando do jeito que Alaíde era, provavelmente ele tinha feito o pagamento antecipado das cestas justamente por esse motivo. Alaíde era muito emotivo, apaixonado... E então, o senhor Eduardo começou a chorar. Chorou muito, chorou praticamente o que havia guardado por anos.
No dia seguinte, Eduardo fazia uma ligação:
— Seu Crispim? Oi, aqui é o Eduardo Takeda. Por favor, gostaria de lhe pedir uma coisa. Lembra das cestas?... Eu sei, eu sei, ele errou e me entregou uma ontem, mas não foi problema. Na verdade, gostaria que pedir que me continuasse a entregá-las... Ah, e pode dar uma de presente ao seu funcionário, fica por minha conta... Obrigado. Feliz natal pro senhor também... Tchau.
E, desligando, Eduardo pôde voltar ao que estava fazendo antes de lembrar de dar o telefonema. Sentou-se no chão e abriu a última caixa de enfeites de natal, de onde saiu um emaranhado de guirlandas. Logo veio o típico suspiro, mas logo retomou sua atividade. Era um novo dia, e ele mal poderia esperar pela noite...

Cinema: O Gato de Botas

Puss in Boots
Você certamente se lembra da primeira vez em que ele apareceu em Shrek 2, com aqueles olhinhos brilhantes de fazer os inimigos, e a plateia inteira do cinema, se derreterem... E pra depois acabar com todos.
Enfim, anos depois parece que tal manobra funcionou e o felino estiloso acabou ganhando o seu próprio filme.
 
O Gato de Botas é uma prequel. Sem data indefinida, o filme se passa em um momento antes dele conhecer o famoso ogro verde e seu companheiro burro. Procurado pela justiça (o filme explica isso), o gato está à procura de um negócio. Ele fica sabendo do casal Jack and Jill, uma dupla de bandidos que possui feijões mágicos, aquele mesmo do João, que faz surgir aquele pé de feijão imenso que o faz chegar ao castelo do gigante e sua gansa que põe ovos de ouro.
Na primeira vez que tenta roubar os feijões de Jack e Jill, o Gato de Botas é surpreendido e atrapalhado por Kitty Patamansa, uma gata que é excepcional ladra, apesar de ter um problema com suas garras (coisa que fará os criadores de gato – e defensores de animais em geral – indignados por um breve momento). Ao segui-la, o Gato de Botas descobre que Kitty Patamansa está agindo em comunhão com Humpty Alexandre Dumpty, um ovo antropomórfico (aquele descrito numa famosa rima inglesa) que fez parte do passado do Gato de Botas. Apesar de não confiar muito o Gato decide agir junto com Kitty Patamansa e Humpty em busca de conseguir os ovos dourados.

Puss in Boots, Humpty Alexander Dumpty and Kitty Softpaws

Não é um Shrek
O filme O Gato de Botas pode decepcionar aqueles que estão acostumados com os filmes Shrek, onde acontecem aquelas tiradinhas hilárias de modo direto, uma atrás da outra. Sem falar nas constantes paródias com os contos de fada. No caso do O Gato de Botas isso não acontece, o que não é de todo ruim.

Puss in Boots and Kitty Softpaws

O Gato de Botas é um filme de comédia mais leve (com poucas sendo para um público mais adulto, o que difere bastante dos filmes do ogro) mas também é um filme de aventura, o que faz com que se valorize mais a jornada da dupla de gatos e do ovo do que uma sátira aos famosos contos infantis. O filme acaba pegando um tom mais “sério” do que Shrek. Ainda assim o filme é cheio de sacadas especiais, especialmente para aquelas pessoas que amam gatos. A cena onde o Gato de Botas se distrai com uma lanterna arranca risos da sala inteira de cinema, e o breve, porém sério, desabafo de Kitty Patamansa sobre sua amputação (ela teve as garras arrancadas) fará alguns tutores morrerem de vontade de abraçar seus felinos, possivelmente jurando que nunca os farão passar por tal situação. E os outros gatos do filme não agem de forma tão humana quanto os protagonistas, o que com certeza vai tirar muitos risos dos fãs desses animais, possivelmente passando boa parte do filme relembrando ações de seus próprios gatos.
Talvez essa particularidade que muitos acham uma fraqueza em O Gato de Botas seja o grande trunfo: o filme não quer ser um Shrek. Ele tenta se desvencilhar para quem sabe criar uma própria franquia utilizando outros elementos não explorados na série que o criou, como o western, mas não joga no lixo todo o famoso estilo do humor das animações. O humor está, no fundo, em coisas mais sutis, como o apelo em usar gatos para tirar suspiro dos fãs de animais. Uma manobra atrevida para filmes animados atuais, mas muito, muito fofa.
A maior lamentação não seria nem pelo filme, mas é pela impossibilidade de algumas cidades (a minha então...) de disponiblizarem sessões legendadas do filme. Dizem que este é um dos melhores trabalhos de Antonio Banderas dublando, e que as participações de Salma Hayek, Zach Galifianakis, Billy Bob Thorton são impagáveis. Quem aprecia o trabalho de vozes originais acaba perdendo. E sobre o 3D, até que o filme faz um uso decente da tecnologia (não usa o 3D como elemento principal do filme, é apenas UM DOS elementos do filme), mas creio que o preço possa não ser muito compensatório, então saiba que ver em 2D não seria uma grande perda. Assista, divirta-se e saia pensando em adotar um felino.

Puss in Boots poster
O GATO DE BOTAS
Título original: Puss in Boots
Gênero: Animação, western, aventura, comédia
Ano: 2011
Direção: Chris Miller
Elenco: Antonio Banderas, Salma Hayek, Zach Galifianakis, Billy Bob Thorton, Amy Sedaris.

Teaser trailer do 101° filme do Jackie Chan

Jackie Chan

Minhas férias chegaram! E apesar de não saber se estou de fato passado (as porcarias das notas de certa matéria AINDA não saíram), estou contente... E contente por ter recebido tal boa notícia logo na primeira semana livre da faculdade... É que dia 12 saiu o teaser trailer do filme Chinese Zodiac, o centésimo primeiro da carreira do Jackie Chan!
Como é um teaser, o vídeo não dá muito do filme. Na verdade, dá quase nada da história, que seria a terceira parte da saga do personagem Asian Hawk, homenagem que Jackie Chan fez ao Indiana Jones. Os filmes do Asian Hawk saíram por aqui como A Armadura de Deus (o primeiro) e Operação Condor (o segundo, que foi o filme com o qual conheci o Jackie).
Jackie Chan Tal filme é esperado ansiosamente pelos fãs (eu incluso, claro) por várias razões: primeiro, é o filme que, tecnicamente comemora a carreira cinematográfica do Jackie. Era para este ser o centésimo filme de sua carreira, só que teve sua produção adiada (o filme 1911 acabou sendo o centésimo).
Outro motivo é que Jackie Chan está escrevendo, produzindo e dirigindo o filme, coisa que ele não faz há um bom tempo. E outra razão é que foi anunciado que este será o último grande filme de ação do Jackie, que além de querer procurar outro rumo para a carreira, bem, com certeza está sentindo que a idade chegou, e vai ficando cada vez mais perigoso quebrar pernas, nariz, braço etc e tal... XD
A data de lançamento do filme, então, é uma coisa curiosa: será no dia 12 de dezembro de 2012. Fim do mundo? Que nada... O mundo não acaba sem eu ver esse filme do Jackie!... Enfim,veja o trailer abaixo e fique esperando ansioso pelo filme que nem eu! =)

Calma, eu nao desencarnei ainda...

O motivo do meu sumiço do blog e outros compromissos de escrita podem ser resumidos na seguinte imagem.


Nuff said! =_=''''

Xmas whore: confissões de alguém que ama o Natal

Bom, primeiro devo responder algumas questões do post passado. Não desisti do meu curso, e tampouco desisti de ser jornalista. Mas é que nesse dia fiquei absurdamente depressivo por conta de uma coisa: competitividade. Tanto com os outros, visto que tem umas merdinhas (e não falo por inveja, quem leu os textos que linkei pode perceber muito bem) que estão se dando melhor do que eu, e competitividade comigo mesmo: acho que não estou correspondendo as exigências. E isso me deixa putaquecaralhomente (oi Pedro!) frustrado. Mas enfim, ainda acho que estou no caminho certo, apesar de algumas pessoas (professores inclusive) dizerem que não.
Agora vamos falar de coisa boa? Vamos falar de...

Aracy Top Therm

Não!... Natal!

Finalmente chegou o Natal... A época, digamos... não O Natal. Esse é no dia 25 de dezembro, não hoje... Enfim, entenderam, né? ò.ó


Enfim, quem me conhece sabe o quanto eu fico todo feliz, emotivo e chameguento com o Natal. Sou do tipo que ama decorar a casa com luzes, ajuda na decoração de Natal, ajudo até na ceia! Desde os vinte e alguma coisa que eu tomei chateação de pisar numa cozinha, já que eu faço mais é destrui-la do que cozinhar alguma coisa...
Mariah Carey and Jack Christmas
E muitos poderiam pensar que é só isso, mas não... eu me torno praticamente insuportável para as pessoas que não gostam de Natal. No dia, eu gosto de ficar assistindo os especiais de Natal da TV, os shows especiais (exceto os do Roberto Carlos, esse até eu acho chato), os filmes natalinos... Na véspera adoro colocar os discos natalinos pra tocar. Ou seja, pode crer que aqui em casa toca o CD da Simone, CORRÃO! XD Enfim, além de ser uma época em que eu realmente vejo a família (parte dela) unida de verdade (e não é falsidade), há todo um clima cristão, de homenagem para aquele que nasceu para salvar a todos (ou aos que acreditam). Eu gosto muito disso.
E se falo no Natal, não posso deixar de falar em um de seus símbolos. Bem, já fui mais simpático com o Papai Noel pelo que ele pode significar para as crianças, mas tomei a pegar desgosto ao ver que muitas o confundem como o "aniversariante" do Natal. Sem falar que tamanha mentira é tão decepcionante. Antes eu era mais firme, mas hoje hesito em criar meus futuros filhos (nunca se sabe) sem a presença do Papai Noel. Não sei, é algo que ainda tenho que decidir, já que eu acho a mitologia por trás do Noel, além de filmes e histórias baseadas nele, algo muito divertido de se ver no Natal. Um dia converso com alguma psicóloga infantil, quem sabe.
E seria cretino de dizer que, apesar de desgostar do Papai Noel, que eu não gosto dos presentes. O melhor presente da minha vida, que foi o Nintendo 64, eu ganhei de Natal. O único presente em que eu fui pego de surpresa de verdade, jamais imaginei ganhar um desse. Natal pode sim realizar sonhos. *_* Tem como não amar uma data dessas?

Super Mario 64
Bons tempos...

Bom, tem gente que realmente não gosta... Não dá pra julgar sem saber motivos, mas é como quem gosta ou não de Mariah: geralmente não vejo com bons olhos quem não curte a data, mas não é critério pra inimizade ou algo assim...
Bem, antes que eu poste fotos minhas usando vermelho, com gorrinho e tudo o mais, vou encerrar postando uma música que não pode deixar de tocar aqui em casa na véspera. E é uma música que quem não se emociona com ela é porque não teve infancia (mágica XD)!


E agora lhes deixo a pergunta: o que acham do dia 25 de dezembro? Gostam, desgostam? E como comemoram? Por favor, comentem. =)

Jornalista de m...

É... Cheguei a uma conclusão que vinha adiando, disfarçando, ignorando... Mas enfim, sou daqueles que quando reconhece um erro, reconhece de vez. E serei curto e grosso: sou uma bosta de jornalista.
Quer dizer, graduando né? Tecnicamente não sou mesmo jornalista porque nem me formei, mas é que eu não levo mesmo jeito pro negócio!


Como eu sempre falo, o modo como eu vejo o mundo não é o mesmo como os outros veem. E isso se reflete no que escrevo, já que segundo "as normas" o que eu escrevo significa X para alguns professores, leitores... e lá eu tenho de explicar que eu quis passar Y. Por fim, acabei passando porra nenhuma. Quantas vezes eu quis fazer um trabalho achando que tal mensagem fosse importante, mas no fim ela não tinha "consistência"? Enganos acontecem, o problema é que minha mentalidade parece ser muito diferente da de meus mestres. Tudo bem, não foi a primeira vez. SEMPRE acontece.
Outra coisa é que vi que ter uma boa ortografia e gramática, saber escrever, não significa lá muita coisa. O importante é ter uma boa frequência, com domínio de horário. E, bem, quem me conhece sabe que eu luto com minha falta de memória e falta de organização de agenda. Sou do tipo que compra agendas pra se organizar, mas acaba esquecendo de usá-la. Tudo bem, talvez eu deva procurar uma carreira que me permita horário mais flexível. Porque, se ao custo de uma frequência se aceita sinopses que digam que em A Origem o personagem de Leonardo DiCaprio ROUBA sonhos em vez de entrar neles, e outros falem de blogs sobre HAVE metal, bem... Nem tenho direito de reclamar, né?
Outra coisa é que "jornalista é jornalista 100% do seu tempo". E mais do que qualquer outra profissão, ainda estarei preso a atender certas exigências. Quando eu uso da minha criatividade eu simplesmente me fodo... mais uma vez, penso diferente demais, viajo demais... E sinceramente, eu gosto de ter um tempo pra mim, minhas coisas. Não faço questão de ser jornalista 100% do tempo. Quero ter vida social! XD Outro ponto negativo pra mim.
Ah sim, esqueci de um ponto fundamental... Eu sou antissocial. Não que seja 100% antissocial, autista, mas odeio, ODEIO socializar por socializar. Não tenho jeito pra isso, não sei puxar assunto, sou uma lástima no que se trata a chamar a atenção dos outros pela fala, pelo estilo. Não sou atrativo, sou medíocre, e como vou tratar de comunicação social se eu não sei me comunicar, entendem?
Para alguns vai parecer drama, outros vão se mijar de rir, como sempre são esses opostos, por mais chateado que eu esteja, mas sinceramente tanto faz, resolvi tomar vergonha na cara, só isso... Só vou continuar com esse curso porque além de prometer pra família, ainda fiz a porcaria de um financiamento bancário. Me formando ainda terei de pagar essa porcaria. Enfim, me cansei de me esforçar em me encaixar no molde, tenho jeito não... Tanta coisa que queria ser quando criança: ator, cantor, escritor, desenhista, designer de games, arquiteto, e um a um, cada objetivo caiu por terra... O último foi esse. Normal. Simplesmente cansei de tentar agradar, não consigo alcançar o que me pedem.
O negócio é que sou estranho demais pra ser jornalista. Quando vejo uns amigos se dando bem eu percebo o quanto estou na área errada. Nasci pra ser gari, acho. Ou deveria apelar para aquelas carreiras que alguns fazem justamente por não terem opção... Designer, magistério, modelo e manequim, DJ, curso de corte e costura do SENAC...


Vai ser uma tortura continuar os próximos semestres, mas enfim... Prometi, tá prometido né? Vou ficar até ganhar meu diploma, pena que ele não valerá nem um rolo de papel higiênico. That's life, motherfuckers. =*

PS: Por favor, se forem comentar, sem essa de "aaaaaaai você está enganado, você escreve muito bem, yadda yadda yadda, você tem talento...". Sinceramente, tenho porra nenhuma de talento. Talento nenhum, na verdade. Bom, até tenho: sei combinar peças de roupa. Deveria ser estilista? Hummmmmmmmmmm...