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Vamos conversar um pouco? =)

Faz tempo que não uso este espaço para apenas falar um pouco sobre as coisas da vida, né? Aquela velha maneira que as pessoas usavam para blogar: falar sobre sua vida... Um diário virtual.

Bem, vamos lá... Primeiro, as últimas chuvas em Manaus foram cruéis. Não sei se a cidade entrou no típico caos (casas destelhadas, árvores e postes caídos, trechos alagados etc) mas a chuva da madrugada do dia 30, especialmente aqui na no meu bairro foi um horror. A energia havia acabado - o que não é incomum de acontecer até quando o tempo está bom em Manaus - portanto ficamos todos na sala. Eu fui ver se a energia acabou só na rua ou em grande parte da cidade... quando eu abri a janela, tive a velha sensação Regina Duarte... Eu tive medo!
A ventania estava fortíssima. As árvores que ficam em frente da rua balançavam de um lado pro outro feito povo de micareta. Uma loucura. A coisa piorou quando começaram a cair trovoes pertíssimo de casa. Era cada "flash" que iluminava a casa toda.
Depois de um desses trovões medonhos foi que a gente ouviu um barulhão. Eu, minha mãe e uma tia subimos pra tentar saber o que aconteceu. Encontramos minha avó estava acordada no quarto. Ela estava p. da vida porque foi acordada não pelo barulho, mas... pelas gotas d'água que caiam na cara dela. XD Isso foi ela quem disse. Enfim, de repente, começou a criar goteiras em praticamente todo o quarto dela e por conta disso, descemos. Mas aí os trovões continuaram e eu, uma pessoa que AMA trovões e tempestades, me joguei na cama e me cobri todo. XD Acredito que não dormi, desmaiei de medo. Mas fiquei feliz que acordei! XD
Por fim, descobrimos a razão do barulho e das goteiras. Segundo vizinhos, um galho de árvore caiu no nosso telhado, quebrou parte dele. E uma parte dele, a que ficava acima do quarto da minha avó, se soltou e tá rodando por aí pela cidade depois de um belo vôo. Resolvemos o caso, mas eu fiquei pensando em como seria se morássemos naquelas casas em que praticamente o telhado inteiro voa... Espero que a chuva não tenha sido tão problemática, embora eu tenha lido histórias de trovões terem atingido pessoas. MEDO! >.<
Além disso estou absurdamente desesperado em fazer algo além na minha vida acadêmica. Queria escrever algum artigo científico, ou então ajudar em alguma palestra, congresso, algum evento em geral... Infelizmente perdi a oportunidade de ajudar na Semana de Comunicação da faculdade, já que quando eu ia para um canto fazer trabalho X, a professora responsável estava trabalhando em Y e Z. Complicado isso... Mas enfim, eu fiquei muito frustrado em perceber em como minha faculdade não desenvolve nenhum projeto de pesquisa, extensão... Não desenvolve AGORA, porque antes as coisas eram mais fáceis de acontecer. Como a diretoria mudou, a ordem agora é só ganhar $$$$$$$$, praticamente vender diploma... se o aluno quiser crescer, fazer algo além, que se lasque. Confesso sentir-me um tanto desgostoso com isso.
Participar de eventos e palestras, como o curso que houve para falar de semiótica que aconteceu um tempinho atrás na Escola de Enfermagem (projeto da Ufam), me deixa MUITO satisfeito. Porque nesses casos eu fico à vontade de falar o que quero, e ouço também opiniões e debates interessantes, já que dentro da minha classe eu não posso falar. ^^

Alguém me acha aí? =) Fonte: Blog do Grupo Mediação.

Não posso discutir ideias, nem opinar nada, que todo mundo fica de cara feia querendo que "a tortura termine logo" ou acham que estou sendo pedante. Talvez no fundo até esteja mesmo, porque ninguém fala nada mesmo, e eu gosto de opinar sobre algo que tenho um mínimo de conhecimento, mas isso que faço seria pra discutir com quem estivesse afim, que eu conseguisse algum comentário... mas tal debate nunca inicia, já que todo mundo fica calado com cara de tacho. Estudo comunicação numa sala em que ninguém se comunica. Vai entender.

E falando em faculdade, deixem-me continuar esse trabalho que é para amanhã e eu estou protelando desgraçadamente. XD Tenho outro trabalho importantíssimo que também tá atrasado. Já vi que passarei minhas férias dormindo para recuperar as horas de sono perdidas... =_= Fui!


Notícias bara: tradução em inglês de 1/4 (Mentaiko)


Atrasadíssimo, mas acho que vale a pena comentar por aqui: já existe uma tradução para o mangá 1/4 de Mentaiko. Agora sim posso comentar direito sobre o que é a história!
Suga chega em sua casa e percebe que Ooshima, seu amigo que estava ausente da escola há três dias, está no seu quarto... só que de um tamanho minúsculo. A justificativa é que, depois de atropelar um garotinho ao correr por estar atrasado para a aula, ele ainda esculhamba o garoto de baixinho, fazendo com que os deuses (!!!) amaldiçoem Ooshima ficando, literalmente, baixinho. E como estamos falando de um bara, a maneira de como Ooshima pode acabar com esse castigo, voltando a seu tamanho normal, é transando com a pessoa que ele ama... E em segredo ele ama ninguém mais, ninguém menos, do que Suga.


Primeira coisa que se nota nessa história é como o traço de Mentaiko evoluiu. É só perceber vendo algumas histórias mais antigas, como "Abnormal" por exemplo: diferença gritante. O traço está cada vez mais bem trabalhado, a arte-final também. E sem falar que, bem, é bom ver dois homens com cara e corpo de homens finalmente numa história do Mentaiko. =) Creio que quem tinha certa resistência de acompanhar as obras do Mentaiko pode gostar de "1/4". Percebo certos elementos do Takeshi Matsu, especialmente o humor, na história.
Outra coisa louvável é ver que os fãs das histórias do Mentaiko são bem eficientes. Acho que não deu nem um espaço de dois dias até que uma tradução pro inglês saísse! Enfim, sem mais delongas, cliquem aqui para baixar "1/4" em inglês.

It gets better... When???


Primeiro foi Jamey Rodemeyer, de apenas 14 anos. E ontem vi a notícia sobre Jamie Hubley, 15 anos. Nomes similares, histórias similares... Dois jovens que tiraram suas vidas por não aguentarem mais lidar com bullying homofóbico. E ontem, talvez porque eu estava muito triste, a última história me afetou muito. Fiquei pensando em como alguém com 15 anos, APENAS 15 anos, pode pensar em acabar com a própria vida ali, o tanto de vida que - talvez - fora desperdiçada por conta de pessoas idiotas... Por conta de um mundo idiota que permite que tais pessoas sejam assim tão idiotas.
Não que eu seja um porta-voz do suicídio, mas sei bem que a vida não é fácil. Pra mim? Não... Para mim e todo mundo nessa "bola azul" afora! E se você não faz parte daquilo que "a maioria" considera o "normal" (branco, cristão, heterossexual, só para dar um exemplo), você será vítima de discriminação pela vida inteira. É fato, sem discussão. Então, se "um dia as coisas melhoram", será quando? Umas pessoas relevam os xingamentos, manifestações de desprezo, ameaças... Afinal, já tem espírito o suficiente para saber bem que sua vida é mais do que isso. Outras revidam, outras apenas... aguentam. E todo mundo tem seu limite. A questão não é que eles foram fracos, como bem aprendi na faculdade, pessoas são subjetivas. E para algumas, se for para sobreviver sendo uma pessoa que é sempre massacrada por outras, qual é a vantagem de viver?

Screenshot do Tumblr de Jamie Hubley onde ele postou sua despedida.

Uma grande e triste ironia que vejo no caso de Jamey Rodemeyer é que ele gravou um vídeo para o "It Gets Better", campanha para a prevenção de suicídio entre jovens LGBT, que é altíssima e motivada, claro, por bullying (será que algumas pessoas, inclusive as bees que odeeeeeiam militância, acham que isso também é exagero?). Será que isso significa que Jamey era falso, fraco? Não... Creio que nessa idade, por mais que a gente diga a nós mesmos que somos especiais, é impossível acreditar quando o resto das pessoas nos dizem o contrário. É como o Yuki fala no mangá de Fruits Basket (volume 4, creio eu): somente quando alguém diz que nos ama, que somos especiais, aí começamos a acreditar nisso. Aí começamos a ter esperança. Porém o que Jamey conseguiu ao fazer esse vídeo foi apenas mais animosidade, e se tiver um pouco de sangue frio, você pode conferir nos comentários que piadinhas cruéis continuam pipocando ali até hoje. Depois ainda querem me convencer o quanto tipos feito Rafinha Bastos e Danilo Gentilli são engraçados e inteligentes... Aham Cláudia...


Como alguns que já passaram pelo blog antes devem saber, eu fui vítima de bullying por anos à fio. Todo dia sendo importunado, e o fato de eu ser afeminado (embora eu nunca percebia isso) era um dos principais motivos... Todo santo dia! E ainda vem gente dizer que, na sua época, "não existia essa frescura de bullying". Frescura? Das duas uma: ou é muito estúpido pra perceber ou desenvolver um mínimo de sensibilidade para algo que É fato em todas as escolas (uma família de professores e pedagogos não me deixam mentir), ou é porque esses na verdade foram os bullies. Aliás, acho até engraçado que muitos desses que me difamaram hoje quando me encontram me cumprimentam como se fôssemos grandes amigos. Seria falta de noção ou uma tentativa de diminuir a culpa? Se é que se lembram do que disseram... Eu lembro. Até mais do que deveria.
E continuando, até eu mesmo pensei em acabar com minha vida várias vezes, mas ainda estou aqui. O motivo não sei exatamente, mas enfim, sobrevivi. Assim como a heroína de Jamey era a Lady Gaga (o que acho uma lástima numa questão de valor cultural, mas enfim, é o que as bees tem hoje, né?), as minhas foram a Mariah Carey, Christina Aguilera, Stacie Orrico (e outras mais)... Elas me deram forças quando as que a minha mãe dava já não surtavam efeito, porque chega uma hora que conforto de mãe não adianta. Para alguns ele sequer existe. Talvez isso tenha me ajudado bastante: procurar coisas com as quais podia me distrair, me divertir, me ajudar a definir quem sou. E, bem, cresci o suficiente pra perceber que não posso mudar quem eu sou e que não preciso dar trela para pessoas imaturas. Eu escolhi, ou talvez possa dizer que tive sorte de sobreviver. Com muitas cicatrizes, mas cá estou.
Amadureci o suficiente pra perceber que, necessariamente, as coisas não melhoram... As ofensas e ameaças de crianças e jovens na escola não me atingiam mais, porém o mundo lá fora não é muito diferente. Posso não receber mais xingamentos e piadinhas todo dia diretamente, mas vez ou outra aparece comentários na minha classe de faculdade sobre "aquele viadinho" ou que "porrada no filho gay resolve esse problema". E ainda tem o acréscimo que posso pegar porrada caso demonstre afeição a um namorado (ou talvez um amigo, ou filho...) por aí... isso não é muito diferente do "te pego lá fora quando acabar a aula".
Porém, me contradizendo de uma maneira descarada, posso dizer que as coisas melhoram, sim! É complicado, eu sei, mas é verdade. Apesar de tudo, as coisas melhoram na percepção de que, apesar de que ainda exista muita gente de merda com quem vamos trombar nessa vida, não estamos sós. E sim, podemos achar quem nos ame... e podemos amar de volta. E mais, podemos achar aquilo que nos custa muito: amor próprio. Porque realmente, sem amor próprio não somos nada, ficamos à mercê das ameaças alheias devido à tristeza. E como certa música diz (vejam no final do post), "o amor salva o dia". Só que pra isso é necessário tempo, e sendo jovem, o pensamento é de que as coisas "demoram demais". Eu pensava assim e hoje percebo que tenho tanto tempo pela frente... ao menos até onde posso ver.
Lembro que há algum tempo atrás, logo que saí do ensino médio, ao decidir que queria ser um escritor (dentre outras opções artísticas que gostaria de desenvolver - e vou) também decidi que faria alguma coisa significante para que ninguém mais sofresse tanto quanto eu. Uma tarefa utópica, sei, mas não custa tentar. Muitos de nós estamos por aí tentando não facilitar, mas ajudar a vida de gerações mais novas. Ajudar, porque não acho que a sociedade possa mudar tão cedo, já que sempre nascerão pessoas idiotas, educadas (?) por pessoas mais idiotas ainda. Mas isso não me isenta da tentativa de fazer com que mais pessoas vejam que possam sobreviver a tudo e saírem mais fortes e confiantes. Entenderem que todos temos o direito de sermos nós mesmos, e que todos nós temos chances de fazer de nossa vida (e de outros) algo melhor. "Essa é a minha filosofia". =)


...mas é realmente uma pena que nem todos conseguiram. Tudo bem, a gente aqui fica velando por vocês.

P.S.: Dia 20 de outubro (amanhã) é o Spirit Day. Iniciado nos EUA ano passado, a ideia é apoiar os jovens LGBT e se mostrar contra o bullying usando alguma peça de roupa da cor roxa (o roxo significa "espírito" na bandeira símbolo do LGBT). Também se pode colocar sua foto de perfil do Twitter na cor roxa. Para saber mais, é só clicar aqui (em inglês).

Cinema: Os Três Mosqueteiros (2011)

The Three Musketeers poster

Paul W. S. Anderson, diretor famoso por trazer games como "Mortal Kombat" e "Resident Evil" para as telonas é o responsável por mais essa adaptação da obra de Alexandre Dumas. Utilizando de uma linguagem um pouco mais "moderna" para atrair o público jovem, Anderson é bem-sucedido na intenção de fazer um filme pipoca, mas falha miseravelmente na intenção de fazer um BOM filme pipoca.

"Um por todos, todos por Milla!"
A premissa da história é aquele que todos já conhecem: um jovem chamado d’Artagnan (interpretado por Logan Lerman) viaja para Paris em busca de se tornar um dos Mosqueteiros. Depois de uma confusão que o faz marcar um duelo com os três mosqueteiros (Matthew Macfadyen como Athos, Ray Stevenson como Porthos e Luke Evans como Aramis) na mesma tarde, eles são atacados pela guarda do Cardeal Richelieu (Christoph Waltz) e os quatro acabam se unindo. Juntos, precisam acabar com o plano do Cardeal de tomar o poder do jovem rei Louis XIII (Freddie Fox), utilizando um plano para que dê a impressão de que a Rainha Ana de Áustria (Juno Temple) tenha um caso com o Duque de Buckingham (Orlando Bloom) e então seja detonada uma guerra. Porém, Anderson acrescenta elementos no filme para modernizar a história: o ápice está no "navio voador". Outra mudança significativa seria a utilização do "wire fu" (lutas com o auxílio de cabos para fazer os indivíduos parecerem mais acrobáticos) e a mudança de alguns personagens, como a Milady de Winter, que se torna praticamente uma James Bond de vestidão e espartilho.
Aliás, essas mudanças que fizeram os fãs da obra indignados são justamente o elemento mais fraco do filme. As cenas de luta não chegam a empolgar, mas são decentes. Porém a decepção está mesmo é no protagonista, interpretado por Logan Lerman. Um tanto apático, ele não convence como o típico d’Artagnan atrevido das telas, e nas cenas de luta, bem... digamos que ainda precisa de um pouquiiiiiiiiiiiiinho mais de treino.
Mas agora hei de revelar o segredo da realização deste filme: sabe dos mosqueteiros? Pois é... Eles NÃO SÃO os protagonistas da história. Quem ganha toda a glória, o maior número de cenas e está em todos os elementos-chave da história (até quando nem precisava estar)? A esposa do diretor, Milla "My name is Alice" Jovovich. Milla até que desempenha uma Milady interessante, que tenta se mostrar sempre empatada com os mosqueteiros, e até mesmo à frente de praticamente todos da trama, e o seu ar cínico torna a personagem mais divertida, cativando até mesmo o carisma do público. O problema é que ela cativa DEMAIS a atenção do público, praticamente deixando todos os personagens, inclusive os principais, em segundo plano. Ao contrário da parceria Tim Burton/Helena Bonham Carter, parece que Anderson só se importa em mostrar o quanto sua esposa é linda, loira e badass, mesmo que a história sofra em nome disso – vide os filmes da franquia Resident Evil.

The Three Musketeers
Rei Louis XIII, o jovem rei com uma quedinha para o mundo fashion.

The Three Musketeers Orlando Bloom
Orlando "Legolas" Bloom como o Duque de Buckingham, pronto (ou quase) pro ataque.

The Three Musketeers Milla Jovovich
Milady de Winter mostrando que tem peito pra qualquer enrascada.

Outro personagem que rouba a cena, e por bom motivo, seria o Louis XIII interpretado pelo ator iniciante Freddie Fox. Não sei se tal retrato do rei da França está de acordo com estudos de História (ajuda aí, Valéria! XD), mas o rei simplesmente cativa a todos pelo retrato bem humorado de um rei que ainda está na adolescência. O rei conhece suas responsabilidades e seu poder, mas não tanto como deveria. O indivíduo chega até mesmo a tentar resolver situações diplomáticas por meio de uma disputa de modelitos com o igualmente vaidoso Duque de Buckingham. Ingênuo, até mesmo pede conselhos amorosos para d’Artagnan acerca de seu amor pela rainha Ana, que ao contrário do romance, é apaixonada por Louis XIII e não tem um caso amoroso com o Duque de Buckinhgham, no filme é tudo armação. Em parte, o rei Louis XIII salvou o filme justamente pelas risadas e simpatia que conquista.
Por fim, o que deixa a experiência de ver esta adaptação muito, muito estranha, é o número de inovações tecnológicas que se utiliza. A tentativa de fazer Os Três Mosqueteiros uma obra steampunk lembra até mesmo o horroroso filme As Loucas Aventuras de James West. Se sabe que é preciso muitas vezes desligar a parte crítica do cérebro para curtir um filme desses, mas Os Três Mosqueteiros extrapola na tentativa de nos fazer crer numa batalha naval em pleno ar! Ou até mesmo as habilidades "Ethan Hunt" de Milady de Winter, que é capaz até mesmo de dar saltos mirabolantes utilizando vestidos que mal permitiam que as mulheres da época respirassem e se locomovessem direito. A tentativa de Paul W. S. Anderson em fazer uma obra mais "teen" de "Os Três Mosqueteiros" não chega a ser um atentado a inteligência, tem seus trechos divertidos, mas simplesmente não consegue entreter por completo, já que à cada tentativa de se sentir imerso no filme, algo absurdo acontece que te joga de volta pro mundo real. E não, o 3D não ajuda em nada o filme. Aliás, ao contrário de Resident Evil: Recomeço, a tecnologia nesse filme foi muito mal aproveitada.

The Three Musketeers

OS TRÊS MOSQUETEIROS
Título original: The Three Musketeers
Gênero: Aventura, ação, histórico
Ano: 2011
Direção: Paul W. S. Anderson
Elenco: Logan Lerman, Milla Jovovich, Matthew Macfadyen, Ray Stevenson, Luke Evans, Mads Mikkelsen, Gabriella Wilde, James Corden, Juno Temple, Freddie Fox, Orlando Bloom, Christoph Waltz

Como ficar (mais) pobre em dez passos


1. Vá até a Livraria Saraiva (por si só isso já é um atentado ao seu bolso).
2. Procure a HQ "Daytripper" que você vai fazer um artigo importante sobre.
3. No meio do caminho, dê uma olhadinha em outros livros.
4. Ache um livro que você queria há muito, muito tempo e sumiu faz um tempinho. Que hora mais apropriada, não?
5. Descubra que esse livro que você quer é o único da loja inteira.
6. Descubra que o livro está com desconto (é o fim). E sendo o "1001 Songs You Must Hear Before You Die" (importado!), isso conta muito!
7. Descubra que tem na carteira o dinheiro suficiente só para um dos livros.
8. Fique andando pela loja pensando emq ual dos dois levar.
9. Trinta minutos pro shopping fechar, saia correndo e tire dinheiro de sua conta universitária. A mesma que você jurou não mais usar para não ficar endividado.
10. Leve os dois livros. Depois de chorar horrores pelo endividamento que acabou de fazer, leia os livros e divirta-se. Moral da história: esteja falido, mas esteja feliz! =D

Notícias bara: 1/4 e Itai Itai Itai 4 (a capa)

Hoje tenho algumas coisinhas para os fãs de Mentaiko. Sim, post sobre bara, finalmente! *o*


Primeiro é que desde o dia 6 de outubro Mentaiko lançou o oneshot 1/4. O mangá conta a história de dois estudantes (cujo traço parece de homens adultos, thank God!). Quando um fica "doente", o outro vai visitá-lo e descobre que o amigo (com quem ele tem uma quedinha) encolheu. Estranho? Pois é, é esse mesmo o plot: como seria transar com um homem de encolheu para um quarto de seu tamanho. E acreditem, a coisa é bem curiosa de se ver.
Não posso dar muitos detalhes (nomes, por exemplo) porque até agora ninguém traduziu a história. Só existe o original em japonês para download, que você pode encontrar na seção de mangás do Mantaiko no fórum, é só clicar aqui.


A segunda notícia é que a capa de Itai Itai Itai 4 saiu... Essa aí em cima. Me parece que é o Taiga na capa! =) O quarto capítulo, continuando a continuação da saga de Shikou e Taiga, só sairá em dezembro. Segura a curiosidade até lá.
Para saber onde baixar os capítulos de Itai Itai Itai, é só cavocar os posts sobre Mentaiko deste blog.

Kermit o caralho... É Caco!


Hoje fui assistir ao filme Os Três Mosqueteiros (depois comento sobre ele) e tive de assistir, claro, os trailers. E agora, pra completar a onda de que tudo necessita ser dublado para vender, até os trailers são dublados. Haja paciência...
Enfim, começou a passar o trailer do novo filme dos Muppets (vejam aqui) que quero muito ver, apesar de já desconfiar que só terão cópias dubladas (o que é um infortúnio, pois o dublador - sim, homem - que escolheram pra Piggy é um horror... No inglês quem faz a voz é um homem - era o Frank Oz - mas em português isso não funciona, ou ao menos poderiam arranjar um dublador melhor)... E ao decorrer do trailer, eis que vejo a Piggy pulando em cima daquele que eu sempre conheci por Caco chamando-o de... Kermit. Kermit?! KERMIT?????? COMASSIM?????? QUEPORRÉESSA?????????

EEEEEEEEEEEEEEEEEPAAAAAAAAAAA!!!!!!! KERMIT, NÃO!!!!!!

Foda-se quem achar que eu estou exagerando, mas eu fiquei PUTÍSSIMO com essa palhaçada de chamarem o Caco de Kermit. Mesmo! E antes que venha a criatura me "ensinar" que Kermit é o nome original em inglês, deixe-me explicar que eu sei que esse é o nome dele em inglês... mas não estou nos Estados Unidos. Estou no Brasil. E por aqui, desde que eu me conheço por gente, ouvi em filmes e desenhos que o nome deste sapo aí é CACO! Caco, o Sapo.
Posso estar sendo motivado pela nostalgia - creio que é isso mesmo - mas não consigo entender por que mudar o nome do Caco agora. Todo mundo o conhece por Caco há anos. Gente como eu cresceu vendo o Caco na TV, não o Kermit. E se hoje esses tem filhos, ou até mesmo netos, querem apresentar a eles o Caco, não Kermit. Numa conversa, ao falar sobre o Caco todo mundo vai sorrir e lembrar que falam do sapo dos Muppets, agora Kermit poucas pessoas vão lembrar de imediato.
Mas não se preocupe que a Disney com certeza vai se empenhar em fazer as novas gerações não conhecerem o Caco, mas sim o Kermit. Isso aconteceu com o Ursinho Puff, que hoje as crianças conhecem como Pooh e com a Sininho, que hoje é Tinkerbell. E detalhe, Sininho virou um nome tão forte que até em adaptações de Peter Pan fora da Disney, como a tradução do livro mesmo. Virou ícone. Mas agora estão empenhados a fazer todos conheceram a Tinkerbell.


E por favor, não venham com essa de que "é melhor usar o nome original" ou que "ajuda a treinar o inglês". O que ouço por aí quando as pessoas falam desses "novos nomes" passa longe da pronúncia original, até mesmo em comerciais oficiais: é "TINQUEHBÉU", é "PUR" que ouço... Treinar o inglês onde? E agora fui obrigado a ouvir um "QUÉHMITCHI". E todos sabemos que isso não se trata de "usar o original". É simplesmente PREGUIÇA - no mínimo, é o que podemos dizer - da Disney em ter de editar os nomes ao dublar, nos títulos das animações ou em produtos oficiais. Ora, chamar algém pra editar uma capa de caderno, mudar de "Winnie the Pooh" pra "Ursinho Puff" custa muitooooo... Pega assim mesmo e lança no mercado. A criança que se vire em aprender a falar "TINQUERBÉU" quando às vezes mal consegue escrever o próprio nome... Mas enfim, isso é assunto para outro post, o ponto é que eu acho que mudar o nome do Caco assim é um desrespeito com algo que já virou ícone. Um desrespeito com pessoas que cresceram vendo o Caco. Caco. Simples assim. Essa palhaçada tem que parar! Daqui a pouco não vamos mais ver a revista do Pato Donald, mas do Donald Duck. Em vez do desenho do Tico e Teco, assistiremos Chip 'n' Dale. Pateta? Pateta nãooooo... é Goofy!... Estou morando nos EUA e nem sabia!

E é isso. Desculpa a franqueza, mas Kermit é só na Disney que o pariu! PRA SEMPRE CACO, O SAPO!


Mortal Kombat: nova chance para adaptações de games para o cinema?

Todo mundo já deve estar sabendo que a Warner Bros., detentora dos direitos de Mortal Kombat, deu sinal verde para Kevin Tancharoen fazer um novo longa-metragem de Mortal Kombat para os cinemas. E mesmo se você não for fã do game, ou de qualquer adaptação dele, saiba que esta notícia é muito importante. Por quê? Bem, isso é fruto de uma pequena reflexão que decidi compartilhar aqui.


A taste of things to come...
Vamos a uma pequena recapitulação: Kevin Tancharoen, fã da série, primeiramente fez aquele curta independente, o Mortal Kombat: Rebirth, que ganhou a simpatia de grande parte dos fãs do game - o que o salvou de ser retirado pela WB por copyrights, diga-se de passagem.


Com isso, a WB decidiu contratá-lo para fazer os curtas pra internet Mortal Kombat: Legacy, que serviriam para divulgar o jogo "Mortal Kombat 9" (e avaliar as possibilidades de trabalhar com live action). Os curtas foram mais que bem sucedidos (serão lançados em blu-ray) e chegamos ao ponto de hoje: o filme.
Como TAMBÉM se sabe, as adaptações de videogame para o cinema são nada mais, nada menos do que sofríveis. Até mesmo sucessos de bilheteria como Resident Evil ou Príncipe da Pérsia não se salvam, já que tem uma pilha de fãs que desgostam, e crítica idem. Mas o ponto mesmo é que filmes baseados em games não conseguiram aquilo já alcançado por filmes baseados em HQs: fazer um filme que agrade a maioria dos fãs, agrade a maioria dos críticos e fature dinheiro. Enfim, um produto cinematográfico com relevância.
Filmes baseados em game hoje em dia, creio eu, são o produto mais baixo da indústria cinematográfica atualmente. Antes eram os filmes de crianças e filmes de artes marciais. Ambos saíram do fundo do poço, mas os filmes baseados em games continuam vistos como praticamente sinônimo de coisa que é ruim, não presta, como culinária inglesa ou rock francês. E projetos de diretores como o Uwe Boll, o "Ed Wood das adaptações de games", pioram a situação.
Para eu avaliar o porquê disso, a coisa levaria muitos e muitos posts, mas dá pra resumir em certos aspectos por enquanto. Obviamente, o ponto da divergência entre a visão dos produtores dos filmes e a visão dos fãs é algo que podemos classificar como o principal motivo. Uma reclamação típica de fãs de determinadas obras são as "liberdades artísticas" que alguns diretores e roteiristas decidiram dar para as historias, com a reclamação de que muitos desses realizadores sequer conheciam o game com o qual trabalhavam. Um bom exemplo disso seria a entrevista com um dos roteiristas da bomba Super Mario Bros. em que ele diz que ele e outros sequer conheciam direito os jogos.
A adaptação de jogos de luta então é uma coisa ainda mais complicada, já que por vezes o plot delas é mínimo. Porém, enquanto tudo no jogo se baseia em apenas um torneio, convém lembrar que os personagens desses jogos por vezes tem uma vasta biografia... que raramente são trabalhadas em filme. O acerto de Tancharoen foi certamente o de explicar como e porquê os lutadores são como são, e o que os motivaram para entrar num futuro torneio. Incrível como tal coisa é simplesmente esquecida em outros filmes, com o diretor se preocupando em encher o filme de personagens achando que só isso pode satisfazer o espectador (por exemplo, Street Fighter - A Última Batalha). Com isso podemos lembrar de Joey Ansah e seu projeto Street Fighter: Legacy, que também foi produto feito "de fã pra fã", para comprovar que "Street Fighter", se bem trabalhado, poderia se tornar um filme decente.


Convém lembrar que Joey Ansah também comentou que poderia transformar "Street Fighter" numa série, onde a vida de personagens poderia ser trabalhada em vez de mostrar direto pessoas lutando sem ao menos conhecê-las (e fazendo quem assiste não dar a mínima), enfim, dando consistência a eles. Uma ideia que parece que pode fazer a diferença.
Mas Kevin Tancharoen passou na frente: conseguiu que a Warner Bros. lhe desse uma grande oportunidade de fazer ume pequena, porém siginificante, mudança nessa história. Pela primeira vez veremos um produto "de fã para fã" sendo lançado oficialmente, será uma avaliação de fato sobre a relevância da adaptação de games em filme. Os fãs estariam com razão nas sugestões (e reclamações, especialmente), ou é apenas mimimi? Bem, só em 2013 iremos saber, que é a previsão de quando sairá o filme, mas pra mim talvez essa seja a prova cabal que precisamos pra saber se adaptações de game são mesmo algo sem remédio.


Algumas sugestões para o próximo filme do Mortal Kombat
Uma pequena listinha que eu fiz com sugestões. Porque eu sou fã da franquia e também posso, viu?

1. Alguns comemoraram o fato dos curta levarem a história de MK um pouco mais realista. Tanto que os episódios da vida de Kitana e Mileena foi o mais criticado... Mas acho que se tirar a parte "mística" de Mortal Kombat é assassinato da série. Apoio as adaptações pra tornar o enredo mais realista, mas é necessária a parte fantasiosa sim. Realista demais também não dá certo, vide Street Fighter - A Lenda de Chun Li, Super Mario Bros. e King of Fighters. Quem viu sabe do que estou falando, mas eis um exemplo:


Sem mais.

2. Ainda acho a atriz Jeri Ryan madura demais e seca demais (aviso aos heterocaras: falo dos músculos, não o busto XD) pra interpretar a Sonya Blade. Ela ainda não me convenceu. Criticaram também o Matt Mullins por não ser tão "bonitão" como o papel de Johnny Cage exige... Bem, por ser exímio lutador, até que eu faria vista grossa, mas o problema mesmo é que o Matt Mullins não atua lá essas coisas... ainda falta um toque "Cage", sabe? Ser mais metido boçal insuportável seguro de si, por exemplo.
3. Queria muito que Robin Shou, o Liu Kang dos filmes anteriores, participasse do projeto. Reconheço que ele agora está um pouco "velho" pra ser o Liu Kang, mas caramba, ele É o Liu Kang, caramba!... Se não dá como Liu Kang agora, pode ser como Kung Lao, que tal?


4. É o óbvio, mas enfim, não custa reforçar: FATALITIES!!! *¬*

Evento: "Todo mundo gay no Facebook"


Coisinha rápida... Em virtude dos últimos acontecimentos relacionados à homofobia, especialmente este caso que aconteceu no último final de semana, tiveram a iniciativa de fazer este evento no Facebook entitulado: "Todo mundo gay no Facebook".
É bem simples, é só você trocar a foto de seu perfil pela foto de uma personalidade gay. Achei o protesto válido, sem falar que eu tive a oportunidade de homenagear uma personalidade gay que admiro muito: Leslie Cheung, cantor e ator chinês que infelizmente se matou em 2003. Para quem não tem noção, talvez possam se lembrar dele no filme Adeus, Minha Concubina. Muito talentoso, e extremamente carismático. A foto que usei está aí em cima no post.
Enfim, para quem quiser participar também, é só mudar a sua foto de perfil e falar dela na timeline do evento. Enjoy!

EDIT: O evento vai acontecer de novo nesse sábado, dia 9.

TOP 10: Músicas que me emocionam - Parte II

Antes de tudo: estou em épocas de prova. Talvez - e com uma grande ênfase no talvez - eu atualize apenas depois dessa primeira semana de outubro.

Continuemos com o TOP 10 de músicas que vez ou outra me fazem derramar lágrimas...
Dessa vez com os trechos da música traduzidos, para ajudar a entender sobre o que elas tratam. =)


5° lugar - Xuxa - Coração Criança
É a última música do lado A do disco da Xuxa que mais vendeu (e até hoje um dos discos que mais vendeu no Brasil)... Lembro que desde pequeno eu era vidrado na música, achava tão divertida. Hoje ela me ganha justamente por me lembrar desses meus tempos, a aurora de minha vida... E eu realmente acho que esta musica é uma das melhores do repertório da rainha... E ela nem é tão lenta, não é uma balada. Talvez seja a mais "animada" do top... Enfim, doce nostalgia.

No olhar de uma criança
De sonhar jamais se cansa
Num barquinho de papel
No azul do mar


4° lugar - Whitney Houston e CeCe Winans - Count on Me
Whitney Houston de novo, e não é sem razão. Me desculpe minha amada Mariah, mas acho que quando se trata de emoção, não tem pra outra... Não há como ouvir algo da Whitney e não sentir a emoção na voz, seja uma música de amor encontrado, ou desfeito.
No caso de "Count on Me", é uma música de amizade verdadeira. Ela é uma das músicas da trilha sonora de Falando de Amor, um filme em que a Whitney atua. É um dueto, como podem ver, com participação da igualmente maravilhosa CeCe Winans, cantora gospel. A música é muito, muito bonita mesmo. E a letra me diz tanto que assim como comentaram na página do vídeo de YouTube, ela é uma música perfeita para embalar um casamento... Um dia, quem sabe né? Mas enfim, ouçam e avaliem:

Conte comigo na alegria e na tristeza
Uma amizade que nunca vai terminar
Quando você estiver fraca, eu estarei forte
Te ajudando a continuar
Me chame, eu estarei aí
Não tenha medo
Por favor, acredite quando eu digo
Conte comigo


3° lugar - Aaliyah - Journey to the Past
Descobri a música um tempo depois da morte de Aaliyah, que eu só conhecia por "You Need a Resolution" e "Try again", que são ótimas músicas. A descoberta dessa música, tema do filme animado Anastacia só fez com que eu me tornasse ainda mais fã de Aaliyah. Tal música foi indicada ao Oscar, e ao apresentá-la, Aaliyah se tornou a cantora negra mais nova a cantar na história da premiação. Ver o clipe e não sentir saudades desta, sem falar na lamentação dela ter ido tão cedo, é impossível. O final é particularmente lindo.
A versão do clipe ainda conta com sampler de "Human Nature" do Michael Jackson, outra bela canção.

As pessoas sempre dizem
A vida é cheia de escolhas
Ninguém nunca tenta dizer
Como esta estrada pode ser tão longa
Como este mundo pode ser tão grande
Coragem, me acompanhe
Coração, estou confiando em você
Nessa viagem ao passado


2° lugar - Carpenters - (They Long to be) Close to You
O clipe aqui mostrado faz parte de uma coletânea em vídeo que saiu alguns anos após a morte de Karen Carpenter, então nem preciso dizer o quanto ele é emocionante por si só.
Mas além disso, sempre que ouço a música ou a canto, eu choro. Ou pelo menos fico com a voz embargada. É que eu realmente me identifico com a letra da música, é algo que senti tantas vezes...

Por que pássaros aparecem de repente
Toda vez que você está por perto?
Assim como eu, eles querem ficar perto de você
Por que estrelas caem do céu
Toda vez que você passa?
Assim como eu, elas querem ficar perto de você


E a música que me faz SEMPRE derramar lágrimas é essa:

1o lugar - Yui Horie/Ritsuko Okazaki - For Fruits Basket
A primeira música é japonesa, tema do anime Fruits Basket.
Quem leu o mangá, sabe o quanto Fruits Basket é uma obra tocante. Não tem como ouvir essa música e não se lembrar de cada personagem, especialmente a Tohru. Eu particularmente acho mais bonita a versão cantada pela dubladora (seiyuu em japonês) da Tohru, Yui Horie. Quando se canta o trecho de "vamos ficar juntos pra sempre" eu associo com a mãe de Tohru, que como alguns já devem ter visto, eu considero uma das melhores personagens de mangá.
E esta música me faz lembrar também do fato que a compositora, Ritsuko Okazaki, morreu. O fato de eu associar a música com duas pessoas que se foram, uma na ficção (mãe da Tohru), outra na vida real (Ritsuko Okazaki), me faz pensar sobre o quanto a vida é curta, mas que vale a pena de algum modo. Que alguns momentos, mesmo difíceis, ficam na memória e acabam sendo bom de algum modo. Percebo uma mensagem nesse estilo na tradução da letra também...

Mesmo que o dia de hoje tenha sido doloroso
Mesmo se as feridas de ontem resistirem
Quero continuar confiando nas pessoas
Eu não posso me tornar uma outra pessoa
Mas posso mudar meu jeito de ser
Vamos ficar juntos pra sempre


TOP 10 completo. Gostaram? desgostaram? Ou querem fazer os seus? Pode deixar aí embaixo, comentando. =)