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Algumas breves reflexões de um cara de - apenas - 24 anos...

Chega um tempo em que...

...você percebe que, de fato, às vezes o que você mais quer da vida não tem a mínima possibilidade de acontecer... mas que isso não significa que tenha de parar de tentar.
...você percebe que é mais útil aproveitar todo o tempo possível perto de seus pais em vez de brigar sempre com o modo como eles te tratam. Até porque eles não vão ficar presentes por muito tempo. Com isso, aprendemos a relevar certas coisas...
...você reconhece que, independente de acreditar em um ser maior ou não, é reconfortante dormir e conseguir acordar para mais um dia de vida. E acaba agradecendo por isso, ou pra Deus, ou pra sorte...
...você deixa de se preocupar com roupas da moda, videogames, carros e outras coisas de "status" e se preocupa mais em ter o que comer. Convenhamos, é tanta coisa fútil com a qual a gente perde tempo às vezes...
...você aprende que, por mais que rejeite isso de "modelos", não há maneira melhor de "protestar" do que simplesmente ser um exemplo.
...você precisa parar de pensar tanto no futuro porque ele não existe. E acaba perdendo muita coisa que acontece agora, no presente. Na verdade, ele é tudo o que temos.
...vemos que, por mais que sejamos descrentes em tudo na vida, ela sempre nos surpreende num ponto positivo, nem que seja uma única vez da vida.
...você realmente nota que, por mais solitários que estejamos, há sempre alguém que nos ama de verdade, e incondicionalmente. Sempre.
...você percebe que não há milagre maior nessa vida do que... estar vivo!

Só umas coisinhas que andei pensando esses dias. E complemento com o trecho de uma música da Vanessa da Mata que é quase um mantra pra mim: "Cada um pode com a força que tem, na leveza e na doçura de ser feliz...".

Tenho de aproveitar melhor algumas coisas dessa - breve - vida... Que seja uma boa experiência no fim...

Bom domingo. =)


Nova tradução do Matsu: Go West

Notícia postada rapidinho. Mais uma história do Takeshi Matsu traduzida (pro inglês)! =)
Go West é uma breve história bara sobre um grupo de homens que apertando a atenção de alguns transeuntes que começam secá-los, tecendo comentários sobre eles. A graça da história está nas referências que ela faz de Jornada ao Oeste, uma antiga história da China, sendo uma das mais importantes literaturas do país. Para quem não sabe, essa história foi inclo que inspirou o mangá Dragon Ball, e foi adaptada em vários filmes. Acredito também que o título - que é como o grupo de gatões é chamado - faça referência à famosa música homônima do Village People.
Ah sim... Para as pessoas "sensíveis", saibam que esta história não tem nenhuma cena explícita de sexo, no máximo umas insinuações com imagens pervas. Uma divertida história - mais uma - do nosso caro Takematsu...
Cliquem aqui para ir ao site de download.

Feliz Dia da Toalha! (18+)

AVISO: Post com imagens de nudez masculina. Recomendado somente para maiores de idade.

Como um nerd fã de yaoi e bara, eis um modo interessante de comemorar esse dia... Escolha a sua toalha favorita, huhuhuhu...







Não sabe o que é o Dia da Toalha? Clica aqui. =)
Você encontra mais informações clicando aqui.
Site oficial do Dia da Toalha: Towel Day.org

Beyoncé, a cantora mais azarada do mundo


Levar a honra de ser considerado "Artista do Milênio" é coisa para poucos (né Michael? Mariah?). E apesar de achar a escolha de darem o "prêmio" para Beyoncé discutível - especialmente se pensar sobre qual milênio estamos falando XD - achei que ela é boa o suficiente para tal título. UMA DAS artistas boas o suficiente...
Enfim, todo mundo amou a apresentação, achou super criativo... O problema é que uma apresentação similar já tinha sido feita antes. E o povo do YouTube é fogo, acho que uma hora depois de sair a apresentação, já tinha o vídeo de comparação da apresentação de Beyoncé no Billboard Music Awards de 2011 com a apresentação de Lorella Cuccarini, cantora da Itália, datada no ano passado. Vocês podem conferi-lo aqui embaixo, isso se já não o fizeram...


Por mais que Beyoncé tenha pavoneado mais que sua "musa inspiradora" italiana, o estilo e a animação são muito parecidas... Não dá pra dizer que é coincidência nem aqui, nem na Itália. As asas e o modo como elas desaparecem da tela, os tambores, utilização de figuras geométricas e, por fim, a multiplicação delas na tela não dão espaço pra contestação.
Se foi sacanagem de Beyoncé? Não sei... O problema é que ambos os vídeos foram feitos pelos mesmos designers, segundo contam alguns sites. Mas mesmo assim, para alguém que tem tanto controle de sua carreira esse foi um belo de um deslize, isso se ela realmente nunca soube da apresentação de Lorella Cuccarini. Não posso condenar a Beyoncé, mas pelo fato que já vi certas "referências" de vídeos, estilos, roupas e até trejeitos com outras cantoras, admito que essa história da apresentação me fez torcer um pouco o nariz...
Na verdade, enquanto via a apresentação de Beyoncé eu lembrei de imediato desse clipe da Kylie Minogue que saiu ano passado, um dos meus favoritos... Não que este clipe tenha sido plagiado, não há tanta similaridade como nas duas apresentações anteriormente citadas, mas que veio em minha mente, veio...


Enfim, é uma pena... Ser chamada de "artista do milênio" e "plagiadora" no mesmo dia é muito azar. Uma noite que deveria ser inesquecível por ser o auge para Beyoncé acabou perdendo boa parte do brilho pela repercussão de tamanho mico... Se fosse a Lady Gaga, que copia os céus e a terra, todo mundo acharia original, soberbo, artístico...


...mas se você faz a linha "teoria da conspiração", talvez esse plágio tenha sido proposital pra justamente estarmos falando da Beyoncé. Um acordo entre ela e Lorella Cuccarini, então??? Nunca se sabe...

Quem fala o que quer...

Existe um exercício bem comum de RHs (como odeio essas dinâmicas de grupo, mas enfim...) em que se divide os entrevistados em grupos e cada um designa uma tarefa para o outro grupo executar, escrevendo-a em um papelzinho. Com isso, algumas pessoas decidem abusar, colocando tarefas constrangedoras, como dançar É o Tchan, plantar bananeira, ou qualquer outra coisa ridícula. Mas o que muitos não esperam é que os selecionadores mudem as regras: na verdade cada equipe deve fazer a tarefa que designou pro outro. Daí a vergonha que alguns sádicos queriam ver no outro acaba recaindo pra si. A lição desse joguinho? É que você não deve fazer/desejar para os outros algo que você não quer para si.
E essa é a mais pura verdade. Todo mundo sabe que a pimenta no XX dos outros é algo muito divertido, mas quando acontece com a gente a história é outra... E é isso que me faz desgostar muitos humoristas (???) que acham que podem falar o que bem entendem porque "é brincadeirinha" ou que o trabalho deles é "falarem besteira". Bom, pra começar eu não sou pago pra ouvir/ler besteira né.
Mas o negócio é bem mais complicado. Agora deu de certas pessoas se acharem acima de tudo e todos e que pode falar o que bem entender com a premissa da liberdade de expressão. Mas será que a liberdade de expressão implica em falar qualquer idiotice? O humor atual é mera desculpa pra entoar coisas ofensivas, arraigadas na sociedade faz séculos? Aliás, isso é que é bem engraçado... esses humoristas gostam de falar o que querem, mas não aceitam quando pessoas ofendidas ou ultrajadas retrucam tais manifestações. Ué, não sabia que a liberdade de expressão era unilateral, direito exclusivo dos humoristas... Será que por aparecerem na TV eles se acham com mais direitos?
A pior desculpa, para mim, é de que tudo é apenas brincadeira e que não é pra levar nada a sério. Vamos rir, vamos ser retardados felizes! Tem fulano me chamando de macaco, mas não devo levar a sério, não tem naaaaaaaada racista nisso, é só um animalzinho. Todo mundo rindo do "macaco", e eu tenho de rir junto, afinal tenho de aprender a brincar. Não é legal?... Não, não é. Nem um pouco engraçado. Sabe o que é engraçado mesmo? Esses humoristas são todos brancos, que nunca devem ter sofrido preconceito racial na vida. Todos são heterossexuais, seguem a "norma" sexual da sociedade, portanto também não sofrem com apelidos ou gozações. E todos são homens, que nunca tiveram e nunca terão sua vida e integridade ameaçada por causa de seu sexo. Humoristas brancos, héteros e homens que adoram fazer piada depreciativa de negros e mulheres, isso sem falar em outras "minorias"... Engraçado isso, né?


Agora, seguindo essa premissa de que no XX dos outros é refresco, me pergunto: será que o tal Danilo Gentili ia gostar de passar sua vida ouvindo que por causa da cor de sua pele ele é menos desenvolvido intelectualmente e mais propenso à marginalidade e vadiagem? E será que Rafinha Bastos ia gostar de ouvir aquela piadinha que mulheres feias deviam se sentir agradecidas por serem estupradas se fosse uma mulher? Ele iria aguentar, achar lindo ser estuprado, e depois sairia rindo feliz da vida por ter sido violentado? E se fosse a mãe dele, ou a filha, por exemplo?... E você meu caro, que acha que o mundo anda politicamente correto demais e que adooooora rir desse tipo de piada (e solta umas do mesmo nível), e se fosse você nessa situação? Não seria tãaaaaao engraçado, né?

Para mim com morte não se brinca de maneira alguma... Seria engraçado se no dia da morte de seu parente ou outra pessoa amada ele fosse a piada da vez?

Também não vejo a menor graça em genocídios e tragédias de nível mundial.

Sim, temos todo o direito de nos expressar, mas isso não implica que você não precisa mais se preocupar com o que fala. E é ainda mais nojento você usar de desculpinhas para apenas vomitar toda a visão limitada que você tem. E pessoas sim, se ofendem, e como uma pessoa decente, educada, HUMANA você deveria saber que precisa se desculpar nesses casos. Se você continua com a mesma opinião estúpida na cabeça o problema é seu, mas isso não significa que todo mundo precisa aguentar suas cagadas.
Se quiser utilizar da premissa de liberdade de expressão assim mesmo, ótimo. Pode falar o que quiser, mas saiba que isso implica em que você vai ter de ouvir também. E aqui cito mais um ditado: bateu, levou. E não falo tudo isso por moralismo, é simplesmente experiência de vida. Muitas vezes zoei e tive de aguentar a zoeira de volta. Quem cresce um pouquinho e aprende que nessa vida é fundamental ter boa convivência, aprende a tentar se colocar na pele do outro, nem que seja num mínimo. E como humano posso até falhar nisso, mas pelo menos eu me disponho a me desculpar e a aprender a lidar melhor com as pessoas para que tal situação não se repita... aquela coisinha chamada vergonha na cara, sabe?
Passei um bom tempo evitando de escrever sobre isso, até porque o próprio Rafinha diz que "ama incomodar", ou seja, esse povinho adora que falem deles, mesmo que de modo depreciativo: doidinhos de pedra. Moral baixíssima a desse povo, e eu não vou ficar dando ibope pra merda... Só decidi escrever pra deixar bem clara minha posição e, quem sabe, lembrar a certas pessoas que se uma piada não faz a todos rirem é porque talvez ela não seja tão boa assim...

I Love Lucy

Consciência, gente!

Recomendo também a leitura dos seguintes posts de outros blogs:

O peso de um problema: ótima história da Turma da Mônica Jovem


Sim, vocês não leram errado. Vou comentar uma história do pseudomangá Turma da Mônica Jovem. Não é segredo de ninguém que acho esses "Blablablá em Estilo Mangá" uma coisa, no mínimo, bizarra... Mas me interessei em ler essa história quando a Márcia Yuna, uma das famosas Supergêmeas (quem acompanha o cosplay no Brasil sabe quem elas são), falou dela no Twitter tempos atrás.
E o "mangá" conta a história da Isadora, uma moça que é a alegria em forma de gente, trazendo mil doces para o povo e sendo bem desencanada, gostando de dançar e se divertir. Isso não seria muito excepcional, a não ser por um fato: ela é gorda. E isso, é claro, não passa despercebido pela turma, fazendo até mesmo a jovem Mônica relembrar dos tempos em que era zoada por seu peso.
O que gostei muito dessa história foi que, apesar de ser dirigida obviamente pro público infantil, ela não tenta amenizar a visão que a maioria tem das pessoas gordas, justamente pra ensinar como tais atitudes são idiotas. Há muita crueldade ali despejada pela tal turma crescida, e até mesmo a Mônica, que agora é uma adolescente magrinha e esbelta, e Magali, que sempre foi a melhor amiga de Mônica, aceitando-a como ela era (baixinha, dentuça e gorducha), deixam escapar certos preconceitos, como achar que a Isa estava mentindo quando disse que tinha namorado. Afinal, quem iria namorar uma mulher gorda, né?
Mas a história, muito bem escrita e conduzida por sinal, acaba ensinando aquela lição que muitos custam a aprender: a aceitação de seu corpo. No caso de Isa - cuidado para quem não leu a história, isso pode ser um SPOILER - ela tem hipotireoidismo, que faz com que seu metabolismo seja mais lento, ou seja, para ela emagrecer não seria muito fácil... Então ela decide ser do jeito que é, se preocupando mais em ser feliz do que seguir a ditadura do cabide.
Eu particularmente me identifico muito com isso. Há algum tempo eu me desliguei dessa coisa de preocupar muito com o físico. Eu fui uma criança obesa e emagreci graças a uma boa dose de depressão e dias sem comer. A coisa foi tão ruim que desde que "acordei" pra vida decidi nunca mais passar por isso apenas pela opinião dos outros. Tanto que eu decidi engordar um pouco porque eu me detestava tão magro, sem carne... e quem acompanha o blog sabe o quanto eu amo carne para apalpar, se é que me entendem... XD Então deixei-me levar um pouco e engordei dez quilos. Uma pena que não consegui parar, agora engordei vinte e estou com sobrepeso que anda até me atrapalhando, meu joelho doído que o diga. E eu não estou gostando da minha barriga, então futuramente (se meu bolso e minha falta de tempo permitirem), entro na academia pra me ajudar a manter o peso. Mas não vou voltar a ser ossudo como aos dezoito anos, não mesmo. Quero apenas transformar os 80kg atuais em 70kg de massa muscular (e alguma gordurinha, pois não acho ruim não). A questão de gostar de ser quem é também se refere ao fato que você tem o controle do seu corpo. Se eu me encher do meu corpo cheinho, emagreço. E se me cansar de dietas e exercícios e acabar ganhando certo peso e não achar ruim, tudo bem.
A personagem Isa ensina isso: ser gorda não significa ser feia, muito menos incapaz de atrair alguém. Um dos garotos da história acaba se apaixonando por ela por exemplo, pois ela é daquele tipo de pessoa desencanada, que conquista todos por onde passa. Esse pode até ser um estereótipo em certas mídias de ficção (o gordinho feliz), mas isso não é mostrado de um jeito caricato. Isa é feliz porque está satisfeita consigo mesma, não é uma "boba da corte".


A HQ também ensina que, apesar do sobrepeso e do acesso a coisas gostosas, as pessoas não podem abusar de alimentos pouco saudáveis. Mas apesar de Isa abusar de uns quitutes, ela não é de ficar parada. Apesar do peso, ela ama dançar, e é uma das melhores na aula de dança indiana, onde muitos foram assisti-la para rirem dela, mas ela acabou dando um show, mostrando que gordos não são pessoas inúteis, preguiçosas... Mal cuidadas, como certa pessoa (???) comentou certa vez aqui no blog. Eu conheço gente magra que come muita besteira, ou que simplesmente não come, como a personagem anoréxica da HQ, Maria. Isso também não as qualifica como mal cuidadas? Por que só gordos são vistos assim, como aspiradores de porcaria? Algumas pessoas tem resistência de ver pessoas gordas como pessoas bonitas, mas elas existem, viu? ;)
Mas enfim, fica aqui recomendada a leitura da revista, apesar de achar que já estejam recolhidas das bancas (a edição é de número 33) enquanto escrevo esse post XD (desculpem o atraso, sério!). Para mim ainda é difícil engolir esse traço esquisito tentando emular o traço do típico mangá japonês (redundância DETECTED, eu sei!) sem descaracterizar o traço do Maurício de Sousa - e não entendo MESMO pra quê isso (além de que$tõe$ financeira$), se eles fizessem os personagens crescidos só no traço do Maurício não ficaria ruim - mas essa edição eu vou guardar. É um pingo de humanidade que deixarei para meus futuros filhos lerem. =)

PS: O apelo continua: Maurício, dê mais visibilidade ao Caio, por favor. E se arrumar um namorado menos narigudo XD melhor ainda. XDDDDDDDDD

Notícias bara: a descoberta do século

Tá, exagerei... Mas é que hoje finalmente descobri algo que eu procurava há muito tempo. Aliás, Descobri ALGUMAS coisas e estou aqui para compartilhar com vocês esses momentos meus... XD
Eu sabia que o Takeshi Matsu, por ter mantido um blog por muito tempo (e sabe Deus porque o site dele está desatualizado do jeito que está), tinha certa familiaridade com a internet. Por tempos eu procurava um Twitter dele, já que boa parte dos artistas de gei comi bem populares os tem, como o Gengoroh Tagame, o Kazuhide Ichikawa, o Tsukasa Matsuzaki, e por aí vai... E hoje alguém posta no The Bara Forums o endereço do Twitter do Takeshi Matsu! *o*
Eu obviamente fui conferir e parece-me que é mesmo o Twitter do Takeshi Matsu, já que o próprio Matsuzaki o segue. E creio eu que seja uma página de Twitter até mais pessoal do que um simples perfil profissional, já que ele utiliza uma foto dele (mas o destaque é de seu gato, ele é mais um mangaká fã dos nekos XD). Infelizmente acho que ele não posta ou responde em inglês, mas enfim, sigam-no se quiserem. É só clicar na imagem abaixo para visitar o perfil.


Agora, o maior tesouro dessa descoberta é poder ver uma foto do próprio Takeshi Matsu. Ele realmente existe! Meu ídolo! XD *fangasms* Não vou postá-la aqui já que acho que ele não gostaria de ter sua imagem tão difundida, espalhada por aí, mas dá pra admirar pelo avatar do Twitter...
Esse domingo, apesar do trabalho que vou ter o dia todo, começou bem. Felicidades mil. *o*

E falando no Matsuzaki, saiu no BaraNonioi nova tradução de um mangá. Corre lá pra ver, depois (se achar uma brechinha) posto algo sobre. See ya!

Quero ver: Wu Xia

Wu Xia

E como quero ver!... Ontem saiu o teaser trailer do filme Wu Xia, primeiro filme de artes marciais do diretor Peter Chan (realizador de ótimos filmes como Os Senhores da Guerrra e He's A Woman, She's A Man). O filme é uma adaptação do filme wuxia de 1967 conhecido no ocidente como One-armed Swordsman, um clássico muito bem sucedido (foi o primeiro filme de Hong Kong a conseguir arrecadar um milhão em bilheteria).
A história de Wu Xia é sobre Liu Jinxi, um assassino aposentado interpretado pelo ator Donnie Yen qu tem de voltar a confrontar o seu passado quando um detetive começa a procurá-lo. E o detetive é interpretado por quem? Queeeeem? ELE! *_*



Sim, Takeshi Kaneshiro. Esse é o mais recente filme dele... Agora entenderam porque quero MUITO ver esse filme, não? *_* E me parece que ele comparecerá na estreia do filme em Cannes nessa sexta-feira, dia 13. O filme será o único de língua chinesa a ser exibido no famoso festival. Estarei a postos para pegar as fotos. Na verdade, o que mais espero é que esse filme seja lançado aqui no Brasil. >.<9
As coreografias de ação foram coordenadas pelo próprio Donnie Yen. Abaixo você pode conferir o trailer.

Desabafos de um quase-zumbi... a.k.a. "Não aguento mais minha faculdade, alguém me tira daqui!!!"

Post com altas doses de desabafo. Quem não gosta, espere outra atualização. Quem gosta vai se esbaldar.
É o seguinte: acredito que estou sentindo aquilo que minha amiga Susy genialmente chamou de TPM universitária. Porque agora, na metade de minha gradução, estou imensamente insatisfeito com ela.
Não que o curso - jornalismo - seja ruim. Eu adoro. Mas é aquela coisa: estou me sentindo um peixe fora d'água, e por vários motivos.


O primeiro seria, o que não deve ser surpresa para quem me conhece, é a minha turma. Bom, que minhas habilidades sociais são um lixo, isso todo mundo já sabe. Mas o que piora tudo é que me incomoda que muitos estão ali só pra ganhar diploma e não escondem isso. Ou pior, FINGEM que estão interessados. E eu realmente me frustro porque eu acho que não consigo ganhar nada interagindo com pessoas tão... estúpidas (perdão pela ofensa).
Um exemplo: sou conhecido, obviamente, como uma pessoa calada na sala de aula, MAS que abre a boca quando tem algo útil pra falar. E é engraçado: eu tento fazer um comentário que possa complementar o conhecimento do professor, porque acredito que conhecimento a gente adquire trocando informações (professores inclusive já falaram isso), e acaba sendo um diálogo legal entre eu, o professor e mais uns pouquíssimos alunos que colocam mais informações. O resto fica caladinho com cara de interrogação ou fazendo cara feia, dormindo etc.  E pior é quando eles tentam se mostrar dentro do assunto e só fazem comentar coisa inútil, como repetir o que acabaram de falar: "É isso mesmo!". Fim.
E não que queira falar mal de, talvez, uma tentativa da pessoa mostrar interesse, mas na maioria das vezes é comentário vazio mesmo, em que a pessoa está só fingindo tal interesse. E nem preciso comentar sobre o povinho mau caráter, fofoqueiro e cretino que sempre tem... Ultimamente, por exemplo, tive de ouvir um "Graaaaaaaças a Deus" porque um professor não ia mais comparecer porque estava doente. Complicações de hérnia de disco. Isso é coisa pra se comemorar? Me desculpe a grosseria, mas se não quer levantar pra ir numa sala de aula, fica em casa, porra... Comemorar doença pra mim é muito, MUITO baixo... E o professor nem é ruim, é por cretinice mesmo. E ainda tem os que acham que ainda estão no fundamental, mas enfim, quero nem lembrar muito do que vi naquela classe... Tem vezes que só de entrar na sala e olhar a cara desse povo imbecil me dá dor de cabeça. E eu que sou conhecido como criança por gostar de Naruto. XD Até pensei em trancar e mudar de sala, ou mudar de faculdade, mas pelo que percebo TODA sala é problemática. Pessoas não prestam em qualquer lugar, pouco importa pra onde eu for.

Outra frustração que sinto é ainda pior: é comigo mesmo. Por mais que eu reclame do povo que não quer nada com nada, eu sinto que não estou em sintonia com os professores e até mesmo com o curso. Vejamos se eu consigo explicar isso...
Primeiro, eu me sinto realmente decepcionado quando vejo que não consigo arrumar meus horários assim como professores e até alunos que trabalham, o fazem. Até amigos que tem trabalho de manhã, estudam à tarde e atualizam blog à noite. Muitos administram seu tempo tão bem e eu ainda luto com isso. Comecei a utilizar agendas para não esquecer compromissos, mas acabo esquecendo de USAR a agenda.
Uma luta que falo muito pelo Twitter é a questão de meu sono. É o seguinte: geralmente só tenho a "habilidade" de estudar pela manhã. A manhã, e a tarde também, para mim são ótimas para que eu estude. Eu leio bem os livros, pesquiso, nesse horário minha mente trabalha bem. À noite eu quero descansar, e nesse "descanso" se incluem as atividades que eu gosto: escrever, ler mangás, ver filmes... De noite é quando meu cérebro acaba tendo os maiores lampejos de inspiração. PORÉM estou estudando à noite. Nem preciso dizer o quanto isso merdou minha vida, né?
Acontece que eu não consigo de maneira ALGUMA ler algum texto acadêmico de noite, quando chego da faculdade. Minha mente quer trabalhar escrevendo aqui, ou escrevendo meu livro, fazendo qualquer coisa... Se eu abro uma apostila, é batata: eu durmo bonito. Sonífero melhor não há. Para terem uma ideia, às vezes tenho de esperar dar seis horas da manhã para que eu consiga ler ou fazer meus trabalhos. Daí acabo dormindo à tarde, e como odeio dormir nesse período. Meu dilema é: tento muito restabelecer meu sono para a noite, mas de noite tenho de estudar. Porém não consigo estudar, parece que meu cérebro só funciona "academicamente" de manhã. E como eu fico varando a madrugada tentando estudar, minha mente só funciona legal quando acaba a madrugada, mas ao mesmo tempo, por ter varado a madrugada, meu corpo pede penico e fico com sono, o que me faz dormir de manhã. Entenderam a loucura? Eu fico completamente perdido. E está piorando porque agora estou SEMPRE com sono. Se eu paro em qualquer lugar, eu caio no sono. Isso tá acabando comigo.
E eu fico puto quando eu vejo gente que faz muita coisa a mais do que eu - e aviso que só porque não tenho emprego não quer dizer que eu seja vagabundo, como muita gente daquela classe acha - e consegue organizar beleza seu horário, termina tudo, e acaba parecendo muito bem - parecendo, porque acho que estão em frangalhos por dentro.
E por mais que eu tenha essa política de nunca deixar meus trabalhos feitos de maneira vagabunda (perfeccionista DETECTED) sinto que eles não estão tão bons quanto eu poderia deixar. Um trabalho que me dediquei bastante, e que até levei dez por ele (e os integrantes da minha ex-equipe também levaram montando em minhas costas) foi exceção, mas com ele dormi umas duas horas apenas. E se não durmo bem eu fico de um mau humor EXTREMO, tenho até medo de falar com pessoas pois posso dar mil patadas. Quando minha mãe percebe, ela nem fala comigo, sai de perto (até porque às vezes ela faz o mesmo, ela se conhece bem, e a mim também). Eis o motivo pelo qual atendo telefonemas de mau humor, porque telefonemas só me atrapalham: seja no sono ou na execução de um trabalho. Uma vez quase mandei a moça do Itaú tomar naquele lugar... Esse mau humor também atrapalha minha concentração em sala. E quando não consigo atingir o que os professores esperam eu fico muito, muito chateado. E vejo meu futuro indo pelo ralo...
E se me permitem falar, também vejo que muitos professores ali estão desestimulados. Não sei se é porque mudaram certas "políticas" da faculdade, mas vejo que, em comparação a quando comecei, muita coisa ali parece mudada...
Mas enfim, agora estou com um acúmulo de frustrações tão grande que meu humor está cada vez pior, minha saúde também. E para mim parar não é uma possibilidade, mas que estou cansado estou. E afetando algo como meu humor é algo greve, eu não consigo aguentar por muito tempo algo que eu vejo que está me afetando de modo ruim. Eu sou do tipo que corta pela raiz o que acho que não faz bem pra mim, e no momento essa faculdade está me trazendo mais chateação que satisfação.
E muitos professores e profissionais não hesitam em dizer que se acha que a faculdade de jornalismo não é pra você, é bom sair enquanto há tempo. Porém acho que se eu mudar de curso vou acabar indo pra um pior ainda, porque eu me identifico com este, apesar de não entender umas exigências: por exemplo, porque tenho de aprender a editar um programa de rádio se eu não dou a mínima pra isso? Por que tenho de perder meu tempo aprendendo a lidar com rádio e TV se eu não me interesso? Eu não acho que seja mais importante fazer "um pouquinho de tudo", eu prefiro me aprimorar e ser o melhor naquilo que quero: reportagem escrita. O jornalismo especializado muitas vezes carece de profissionais desse porte, pois muitos sabem "de tudo um pouco" mas quando é pra escrever algo mais denso, específico, se fodem. Por que não posso direcionar meus estudos pra algo que acho que é mais importante pro meu futuro profissional?
Não entendo muita coisa, só sei que estou me sentindo um lixo e estou continuando essa faculdade esperando que todas essas noites mal dormidas sejam compensadas. E o pior é que acho que daqui em diante vai só piorar, culminando em dores frequentes de cabeça pela minha vida ou então o caixão de madeira direto. A vida não é maravilhosa??? ^^


União estável homossexual reconhecida no Brasil

Hoje é um dia que vai ficar marcado na História do Brasil. Mais um, na verdade... E nem preciso me prolongar, quem estava acompanhando no Twitter sabe: a união estável entre pessoas do mesmo sexo foi reconhecida no Brasil.
Equivocadamente muitos acham que com isso o casamento (leia-se união civil) entre gays foi reconhecido. Mas não é bem assim. A união estável simplesmente reconhece um casal de dois homens ou duas mulheres vivendo juntos, coisa que é um GRANDE avanço para este país. E eis o porquê...
Com a união estável aquela velha história do casal gay que construiu um lar, um deles morre e a família do falecido surge do nada pra tomar todo o patrimônio do filho. Agora o companheiro terá direito à herança. Além disso, com a união entre os dois reconhecida, também será possível a adoção de crianças, receber pensão alimentícia... MAS esse casal é reconhecido apenas como dois solteiros vivendo juntos. A união civil é que daria o reconhecimento dos dois como casal, sobrenomes iguais etc e tal...
Mas convenhamos, com essa vitória unânime no Supremo Tribunal Federal, muitas lutas que ainda estarão por vir poderão ser vistas, discutidas de forma mais justa, por assim dizer. Vai haver quem fique contra por puro dogmatismo (ou ignorância mesmo!), mas o fato de hoje comprova que o Brasil ainda tem chance, né? Mas por ora, vamos comemorar essa conquista! =)

Minha coluna no Gay

Merchan básico! XD
Alguns já puderam ver pelo meu Twitter, mas quero deixar um recadinho aqui também no meu espaço, lógico.
Encarei o desafio de participar do site Gay.com.br escrevendo uma coluna, uma coluna onde estarei dando minhas dicas e opiniões sobre cultura! É basicamente o que faço aqui, só que lá eu planejo dar um up convidando todo mundo a discutir, opinar... Aqui eu falo muito sobre "meu mundinho", então coloco coisas que muitos não estão bem entendidos. Por lá vou tentar trabalhar numa coisa mais "ampla"... Afinal o gay não tem só uma cultura, tem várias! Não é só a cultura dita "pop"... Aliás, é disso que falo no primeiro texto: as culturas.
Quem quiser, e puder, dá uma passadinha, leia e dê uma opinião. Agradeço desde já! =)


E obrigado ao Massao pelo convite de participar do site, e ao Pedro por ter feito o desenho bem "em cima da hora". Luv ya!

Artista bara: Inaki Matsumoto (18+)

AVISO: Post sobre mangás eróticos homossexuais, que pode conter imagens de nudez masculina e sexo entre homens. Se não gosta, ou não tem idade legal para ver esse tipo de imagem, não prossiga!

Eis mais um post sobre aquele mangá pra laaaaaá de pornográfico feito por gays que pensam que sexo é tudo na vida... Hahahahaha! Aliás, quem leu o post sobre bara no Shoujo Café vai gostar, pois apresento aqui material de um dos artistas citados lá no texto.

Inaki Matsumoto é uma mangaká nascida em 10 de abril (ariana, yeah!) e como devem ter percebido já nessa introduçãozinha de leitura, ela é uma mulher... uma mangaká mulher que trabalha com gei comi. =) Ela também trabalha com o chamado "gachi muchi", um BL utilizando personagens mais masculinos.

Inaki Matsumoto
Um auto-retrato encontrado em um de seus mangás. Mais uma mangaká fã de gatos, hehehe! =)

Seus trabalhos são publicados pela Aqua Comics, que publica tanto obras bara (Tsukasa Matsuzaki, Takeshi Matsu) quanto BL, portanto é difícil saber se as obras são bara ou yaoi de fato. Na verdade, como a editora trabalha com esse público que é fã das duas obras, acho que isso não é lá tão importante... Porém, segundo o Mangá Updates, a autora falou nas notas de seu mangá que seus amigos acham estranho que ela trabalhe mais com gei comi do que yaoi, então...
Para as fujoshi que não apreciam muito os traços do Jiraiya, estilo "grandão e peludão", acho que a leitura das obras da Inaki Matsumoto possam ser mais agradáveis visualmente. Eis algumas ilustrações e logo abaixo uma notícia sobre seu trabalho, que foi o que me levou a fazer esse post.

Inaki Matsumoto

Inaki Matsumoto

Bem, da Inaki Matsumoto eu só havia lido a história Buddy Buddy Puppy no finado site Baralover e achava que era apenas um onsehot. Para minha surpresa, a história tem continuação! Uma boa alma postou lá no The Bara Forums o endereço de dois volumes de mangá da Inaki Matsumoto devidamente traduzidos - para o inglês - pelo Nakama Scanlation, e aqui estou eu para também dar uma palavrinha sobre tais obras.

Buddy Buddy Puppy, ou Nakayoshi Wanko, conta a história de dois estudantes de faculdade dividindo o mesmo dormitório. Eles são o que chamam de "fuck buddies", mas um deles confessa ter sentimentos pelo outro. E esse é apenas o começo da história deles.

Inaki MatsumotoInaki Matsumoto

Já em Kyokan Hunter temos um ladrão de obras de arte que decide se divertir com um dos guardas. Ele promete devolver o quadro roubado em troca de... vocês sabem muito bem.

Inaki MatsumotoInaki Matsumoto

As duas histórias acima pertecem a dois volumes únicos. Eu ainda estou lendo a continuação das histórias, mas os primeiros capítulos são bem promissores. Leitura recomendada. Para ver os links de download, visitem esta página do nosso conhecido fórum bara. =)

E para mais informação de Inaki Matsumoto, saibam que ela tem um site oficial. Na sua galeria tem até trabalhos hentai (moças desnudas em poses provocantes), ou seja, ela parece ser bem versátil mesmo nos trabalhos... Enfim, visitem que vale a pena! See ya next time...

Já não fazem música como antigamente...

Antes de tudo, calma que eu não vou soltar os cachorros em ninguém. Pode ler tranquilo. ;) XD

Uns tweets sobre "saudosismo musical" da Aline (@kurai_sama), minha amiga de yaoizices XD, me chamaram a atenção, já que eu sou um tremendo saudosista. Não hesito em dizer que eu tive infância, visto que na minha década eu tive um mundo de coisas feitas para criança, e hoje em dia não vejo bem isso. Na verdade, chamar de criança é até ofensa, né? Agora são teens... Estilo jovem, estilo teen... Ahn... Mas enfim, não é esse o meu ponto. O que quero falar aqui é simplesmente isso do título: já não fazem mais música como antigamente. Não que a música tenha morrido, ou algo do tipo, mas é que está acontecendo alguma coisa de errada no cenário musical...
Pode ser a falta de preparação, conhecimento, de alguns novos produtores ou compositores. Pode ser a acomodação de fazer coisas mais fáceis que rapidamnete possam ser tachadas como "de arte". Pode ser a rixa entre músicos e gravadoras que tenha deixado tudo meia-boca. Pode ser o fato que alguns estão mais preocupados em ganhar dinheiro e aparecer do que cantar/compor algo que valha a pena ouvir... Não sei, mas que há muito tempo uma música não me toca, isso é verdade.

CHEMISTRY

Tocar como você se pergunta... Bem, é aquela coisa de te emocionar. Você ouvir uma música de imediato e gostar. E nessa primeira vez que você ouve ela te faz sentir alguma coisa dentro. Não é grudar na cabeça, muita música chiclete ruim faz isso, é algo mais profundo que isso. É uma música que te desperta uma emoção muito forte. Uma alegria imensa, um sentimento de que algo se libertou em sua alma... É por aí. Uma música que, ao ouvir, ou ver o clipe, você se impressiona. Algo que sempre que vejo me faz pensar, viajar... Porém, muitas vezes esse impacto, esse sentimento não dura, certo? Mas não vale isso também! Não falo disso... O que trato aqui é que pode não ser tão intenso como da primeira vez, mas essa música SEMPRE deve trazer-lhe um sentimento... Para mim, ISSO é que é sinônimo de música BOA!... Porém isso não mais aconteceu. E como me frustro por isso.
A última vez que isso aconteceu com um artista foi com o CHEMISTRY, que se Deus quiser vai fazer com que os discos que encomendei cheguem até mim logo... XD E olha que a dupla canta em japonês. Muitas vezes nem sabia do que cantavam, mas eu achava tão bem interpretado que eu sentia coisas... As músicas me tocavam. E quando fui ver a tradução, a letra é tão emocionante quanto. Tanto que não posso ficar sem ouvir. Tenho os mp3, mas agora quero o disco aqui comigo. Virou parte de mim. Me tocou. Porém eles não são tão recentes assim, começaram em 2001.
Agora os lançamentos, os artistas mais recentes, não me fazem sentir nada. Sinto muito. E olha que eu procurei sentir alguma coisa, esse tipo de emoção, mas até agora ela não apareceu. Talvez a única música que tenha me tocado recentemente foi "Teenage Dream" da Katy Perry, mas só de pensar em outras músicas dela XD eu não fico com tanta gana de comprar o disco, sabe... Me tocou muito, mas não o suficiente. Por isso sou enfático em dizer que algumas músicas/artistas são uma merda ruins, porque elas não me despertam emoção nenhuma. Bom, algumas me despertam vergonha alheia, e sentimento de que duvidam de minha inteligência escrevendo tamanha porcaria e vendendo como música. E creio que à essa altura do campeonato não preciso dizer quem eu detesto. É simplesmente por isso: não me desperta nada, nadinha. E acho absurdamente estranho quem se impressiona com uma coisa tão besta, vazia... E cada vez mais fica pior, como a moça que aparece na capa de revista pelada e ainda nem terminou o primeiro disco... Que bizarra essa indústria musical tá ficando...
Mas espero que tenham entendido meus "critérios". Como diz aquele texto da Clarice Lispector: ou me toca, ou não toca. E você? O que você ouve que lhe toca sempre?

PS: Essa aqui me toca tanto que digo sem pestanejar: é a MINHA música. ;)