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Uma mensagem para o dia de hoje... (e muitos outros)

Maya Angelou

Eu gosto muito do que leio da Maya Angelou. Para quem não sabe ela é uma escritora e poeta americana, uma das mais importantes escritoras negras. E a maioria das coisas que ela escreve são lindas. Para quem quiser ter um gostinho do que ela escreve, é só ver o filme Sem Medo no Coração. A personagem de Janet Jackson no filme frequentemente escreve poemas, que na verdade são todos escritos pela Maya Angelou. Foi assim que a conheci.
Mas enfim, vim hoje deixar esta citação atribuída a ela, dedicada a todos que visitam o blog. Uma coisinha para fazer a gente encarar o dia com mais... motivação. =)

Aprendi que não importa o que aconteça, ou quão ruim pareça hoje, a vida continua, e amanhã será melhor. Eu aprendi que você pode dizer muito sobre uma pessoa pela forma como ela lida com três coisas: um dia chuvoso, uma bagagem perdida e luzes de árvore de Natal emaranhadas. Aprendi que, independentemente de sua relação com seus pais, você sentirá falta deles quando eles partirem de sua vida. Aprendi que ganhar a vida não é a mesma coisa que viver a vida. Aprendi que a vida às vezes nos dá uma segunda chance. Eu aprendi que você não deve passar a vida com uma luva de apanhador em ambas as mãos, você precisa ser capaz de jogar algumas coisas para trás. Aprendi que sempre que decido algo com o coração aberto, eu geralmente tomo a decisão certa. Aprendi que mesmo quando tenho dores, não tenho que ser uma. Aprendi que todo dia você deve alcançar e tocar alguém. As pessoas adoram um abraço afetuoso, ou simplesmente um tapinha amigável nas costas. Aprendi que ainda tenho muito a aprender. Eu aprendi que as pessoas se esquecerão do que você disse, as pessoas vão esquecer o que você fez, mas as pessoas nunca esquecerão como você as fez se sentir.

E eu encontrei essas palavras sem querer... Como eu precisava ler isso...

Street Fighter X Tekken: um post de maldade pura

Um post rápido, e bem bobo também, devo dizer... É mais uma atualização completamente movida pelo fanservice. XD

Street Fighter X Tekken

Nesse mês de abril saiu uns teasers do game Street Fighter X Tekken, que como você pode ver pelo nome, é um jogo de luta crossover, juntando alguns personagens de Street Fighter e Tekken. Eu não pude ver antes (na verdade, acho que me passou despercebido, pois se soubesse veria na hora), mas vi o teaser ontem e só pude pensar uma coisa: MEU DEUS, QUE... COISA... MAIS... YAOI!!! *_*
Não acredita? Tenho provas... Scans que mostram MAIS UMA VEZ o que sempre soube: Ken e Ryu são praticamente um casal... Huhuhuhuhuhuhu! *risada perva*
Vamos lá, observem as seguintes imagens...

Kazuya Kazama (Tekken) fala num vídeo direcionado ao Jin que encontrou a pessoa com quem ele queria tanto conhecer (hummmmm... aí tem!)...

Street Fighter X Tekken

...Ryu!
(atenção para o toque BDSM com Kazuya pisando na cara de Ryu, que virilidade, que força, que abuso... XD)

Street Fighter X Tekken

Enquanto isso, num prédio acima, Ken luta com Nina (o game permite luta entre duplas)...

Street Fighter X Tekken

Ele chama trocentas vezes o nome de Ryu! "Ryuuuu!... Ryuuuu!..."
E fica tentando sempre se livrar de Nina pra ajudar o seu "amigo"... *risada perva*

Street Fighter X Tekken

Ao ouvir ser chamado pelo amado sabe lá quantas vezes, Ryu acaba despertando o seu lado evil para tentar resgatar seu amorzinho Ken.

Street Fighter X Tekken

Depois é Ken quem vai ajudar Ryu dando uns sopapos no Kazuya: "Não mexa com meu bofe, piranha!". =O

Street Fighter X Tekken

E o final do vídeo acaba com uma bela demonstração de cara feia entre Kazuya e Ryu. E isso depois de Ryu ter surgido ATRÁS do Ken, posição suspeitíssima, para dar um belo golpe.

Street Fighter X Tekken

E agora, fiquem com o vídeo. Quero ver quem contesta o que está claramente expresso no vídeo: Ken + Ryu = LOVE!

Artista bara: KAZ (18+)

AVISO: Post sobre mangás eróticos homossexuais, que pode conter imagens de nudez masculina e sexo entre homens. Se não gosta, ou não tem idade legal para ver esse tipo de imagem, não prossiga!

Mais um post para mostrar a vocês um mangaká de gei comi.

KAZ

Dessa vez quero que conheçam um pouco do trabalho do Kazuhide Ichikawa, ou KAZ como ele também assina. Este é mais um dos meus artistas bara favoritos, já que suas histórias, em sua maioria, seguem aquele estilo mais "leve" que eu prefiro nos mangás bara: histórias pervas com um tiquinho de humor. =)
Seus trabalhos podem ser encontrados em histórias para revistas gays japonesas, como Badi e G-men por exemplo, e ilustrações em peças de publicidade. Ele também é responsável pelas ilustrações de games, como Incubus the 21st.
Escolhi mostrar um pouco do Kazuhide Ichikawa aqui pelos seguintes motivos: primeiro, ele é super acessível na internet, tem Twitter e Facebook. Quem puder, passe em um dos perfis e mande um oi para ele! =D
O outro motivo é que ele tem algumas histórias disponíveis em seu próprio site já traduzidas para o inglês! ♥ Ou seja, nem preciso traduzir as histórias do japonês. Eu particularmente sugiro a história Samurai Nippon, que eu ri pra caramba enquanto lia.
E outro motivo é que eu acho o traço dele muito interessante, e o uso de cores ainda melhor. Abaixo você pode conferir algumas ilustrações deste artista.

KAZ

KAZKAZ

Gostaram?
Não tenho dados o suficiente para fazer uma minibiografia, um post mais completo, infelizmente... Mas recomendo que visitem também o site dele,  que é de onde vieram grande parte das imagens, e tem muito mais por lá. Lá se pode acompanhar o blog dele e saber mais de seus trabalhos.

KAZ

Sobre "Pânico 4"

Pânico 4
"Eu já falei pra não abrir a porta pra esse povo que diz ser da igreja!!!"

Há quase quinze anos atrás, Kevin Williamson e Wes Craven criavam um filme de terror que seria um divisor de águas e revitalizaria todo um gênero que estava quase morto. Pânico ganhou grande destaque por, além de trazer um elenco de primeira num tempo em que terror era um filme recheado de artistas desconhecidos, trazia também uma boa leva de jovens atores que se tornariam icônicos. Isso sem falar que o modo como ele brincava com os clichês de filmes de terror, usando e abusando da metalinguagem, foi o grande trunfo da série.
Bem, eu levaria muito mais tempo se fosse dissecar o primeiro filme da trilogia... Porém, o que farei neste post é apenas dar minhas breves impressões do filme Pânico 4, que pode começar uma nova trilogia, tudo depende do sucesso do filme...

De volta à Woodsboro... literalmente
Sidney está aparentemente melhor depois de tantos anos em que foi perseguida, traída, esfaqueada, por aí vai... Agora ela tenta passar uma nova imagem: não é mais vítima, é uma sobrevivente de fato. Tanto que escreveu um livro que se tornou um sucesso.
Mas é claro que as coisas não iam ficar em paz por muito tempo, afinal se tem algo que o povo ama é ver a coitada da Sidney lutando pela vida enquanto um(a)(s) maníaco(a)(s) corre(m) atrás dela. E no aniversário de quinze anos do primeiro massacre, enquanto Sidney faz uma tarde de autógrafos, descobre-se que duas garotas foram assassinadas e tais evidências foram encontradas no carro de Sidney.
Por conta disso, Sidney é obrigada a se hospedar na casa da irmã de sua mãe, e reencontra os velhos companheiros de correria Dewey e Gale, ainda casados mas com alguns probleminhas de convivência. Os três então tentam descobrir qual é a nova intenção do assassino, aprendendo que quinze anos depois o estilo dos filmes de terror mudaram e novas regras serão aplicadas.

Pânico 4
Velhos amigos se reencontram... na tragédia, claro.

Antes que muitos digam que Pânico 4 acabou se mostrando parte daquilo que criticava - os filmes de terror e seus clichês, repetidos à exaustão - como a crítica faz questão de apontar, saiba que os criadores do filme já tem a plena consciência disso... e fazem piada disso sempre que dá.
Pânico criou novas regras (atores jovens e adolescentes extremamente populares, um grande assassinato nos primeiros minutos, a dupla de assassinos etc) e suas sequências obviamente absorveram isso, e Pânico 4 ri de toda situação: a sua situação. Uma continuação de uma trilogia de muito sucesso. E isso acaba sendo divertido.  A cena em que Kirby, personagem de Hayden Panettiere, fala em disparada trocentos filmes de terror que foram refeitos nos últimos anos é de rachar, mesmo que num trecho tenso do filme.
E apesar de continuar rindo dos filmes de terror, e de sua própria condição como um, este Pânico 4 pode ter certo destaque no sentido que, ao contrário de anos passados em que a cada filme da trilogia a quantidade de litros de sangue diminuia, neste há até tripas para se ver à vontade. Não numa quantidade digna de Jogos Mortais, mas percebe-se que tomaram um pouco mais de ousadia em algumas cenas sanguinolentas. Mas o filme não tomou o rumo de utilizar cenas ultraviolentas como os filmes de terror atuais, graças a Deus. Aí seria realmente apelação.
É interessante ver a interação dos três únicos sobreviventes e do elenco novato. Neve Campbell agora mostra a personagem Sidney menos "abalada" como o terceiro filme mostrava... e que eu achava um saco. Pode ser que ela estivesse mentalmente acabada, mas algumas cenas dela em Pânico 3 me pareciam exageradas. Agora ela está empenhada não só em salvar, mas salvar o que restou da família. Se ela consegue? Não seeeeeeei... XD Courteney Cox, como ela mesma chega a falar no filme como Gale Weathers, não perdeu o jeito. Sua mania de estrelismo continua sendo piada, ainda mais depois que ela se vê visivelmente chateada por estar levando uma vidinha pacata numa cidade pequena. Os assassinatos são uma chance dela se ver novamente em ação. E, bem, o Dewey, interpretado pelo David Arquette, continua um banana. Não sei como ele foi promovido a xerife do local...
Dos personagens novos não é possível não destacar a Kirby, protagonizada pela Hayden "Salvem a cheerleader" Panettiere, que é a típica personagem feminina desencanada que, apesar da tragédia, acaba se divertindo com a situação, visto que ela é fã de filmes de terror. A outra seria a policial Judy Hicks, interpretada pela Marley Shelton - que até estrelou um desses filmes de terror "inspirado" em Pânico, chamado O Dia do Terror - que também acaba dando luz pro filme como uma policial que segue as regras estritamente e que meio que rivaliza com a Gale. Mas a maior surpresa é com a identidade do assassino, por vários motivos... Só isso que posso dizer.

Pânico 4
É hora do duelo!

Agora, se você quer minha opinião sobre se o filme deve ter mais continuações, formando uma nova trilogia... Honestamente, por mais que eu tenha amado este novo filme, acho que não. Esse só já basta pra mim. Ele terminou de um modo tão fechadinho, - calma, não é spoiler! - bem feito, que eu acho que uma próxima sequência talvez fosse desnecessária, apelativa. Em consequência talvez acabaria caindo no clichê definitivo de filmes com sequências intermináveis e que acabaria com a franquia. Esse é meu medo, mas enfim, não está em minhas mãos essa decisão, e sim na dos produtores de Hollywood.

Pânico 4 não revoluciona os filmes de terror, e é um filme consciente disso. Sua função mesmo é de homenagear aquele primeiro filme de 1996, fazendo uma sequência que agrade os fãs da trilogia que buscam por momentos nostálgicos vendo Sidney se quebrando toda pra escapar do maníaco. E seguindo a regra principal do filme sobre as sequências, Pânico 4 não fode com o original. Ainda bem!


Pânico 4
Gênero: Terror/suspense
Ano: 2011
Diretor: Wes Craven
Elenco: Neve Campbell, Courteney Cox, David Arquette, Hayden Panettiere,  Emma Roberts, Rory Culkin, Mary McDonnell, Marley Shelton, Anthony Anderson, Adam Brody

Notícias bara: continuação de mangá do Matsuzaki e artigo no Shoujo Café

É sempre assim: estou no feriado, decido tirar meu tempo para trabalhar no blog, só que a conexão com a internet fica horrível. Para se ter uma ideia, para eu baixar o mangá que indicarei hoje foi quase um parto... Mas vamo lá, boas notícias para hoje!

Primeiro: o povo do BaraNoNioi lançou a terceira parte da saga de Kengo e Yoshi (embora o último não tenha aparecido muito na segunda e terceira parte, mas veremos...). Criado pelo Tsukasa Matsuzaki, em The Voyeur Company's Puppet Play continuamos a ver o dilema de Kengo que continua sendo abusado (literalmente) pelo diretor de filmes pornôs, e ele não está nem um pouco afim de perder Kengo de vista. E, bem, apesar do nosso herói (???) não estar mais aguentando os abusos, ele continua cedendo por ser viciado em sexo. Mas o final promete que coisa melhor virá na quarta parte... Ansiosíssimo pra ler! *_*
E eu estou me impressionando horrores com esse trabalho do Matsuzaki. Tanto pela história quanto pelo traço. Não que seu traço neste mangá tenha algo de muito diferente dos outros, mas é que o moço aqui que já leu trocentos bara ficou ver-me-lho em certa cena que foi, ahn, muito bem "explorada". XD
Para baixar, é só clicar na imagem abaixo. Os primeiros capítulos você encontra clicando aqui.


Ah sim, as traduções são para o inglês, pessoal. Perdão, mas eu prefiro pegar os scans em inglês, a não ser que eu descubra um scanlation em português que faça sua própria edição e tradução, não simplesmente retraduza dos americanos. Aliás, ainda escrevo sobre a situação dessas "scanlations" de bara...

E mais uma boa novidade: à pedido da Valéria Fernandes, eu fiz um texto falando sobre bara mangá para ser publicado no Shoujo Café. Primeira vez que colaboro num site com algo escrito, adoro fazer colaborações, estou feliz! X3 *saltita* XD
E apesar do texto estar bem compridinho, eu tentei economizar um pouco (lapidei algumas coisinhas), mas também quis fazer o mais completo possível, espero que seja agradável ao ler. Eu pessoalmente fiquei orgulhoso do resultado!
Enfim, quem quiser conhecer mais sobre bara, é só visitar esta página. Depois de lerem, me digam o que acharam!

E soube de um novo fórum criado para fãs de bara... É algo que ainda vou investigar. Qualquer coisa eu posto por aqui. See ya!

Kochikame está chegando às telonas

Já faz um tempinho desde que coloquei no Twitter que sairia um filme live action do Kochikame em breve...
Sim, Kochikame, aquele anime que mostra as aventuras do Ryotsu, o muso de boa parte da comunidade bara devido ao seu porte físico e seu prazer em mostrar-se como veio ao mundo ao decorrer dos episódios.
Mas voltando ao assunto, o novo filme de Kochikame teve site oficial e teaser trailer lançado recentemente.

Para visitar o site é só clicar na imagem abaixo.

O trailer é visto ao clicarem no link do lado esquerdo.

Kochira Katsushika-ku Kameari Kōen-mae Hashutsujo THE MOVIE: Kachidokibashi o Fusaseyo! (ô título facinho de decorar, hein? XD) é uma continuação do dorama de 2009 estrelado pelo Shingo Katori. O destaque do filme será o reencontro de Ryotsu com um amor antigo de colégio, de nome Momoko. Logo depois a filha do comissário da polícia é sequestrada, e enquanto Ryotsu investiga, parece que Momoko acaba tendo certo envolvimento com o crime. E não se engane, o plot parece sério, mas sabemos que nada que tenha Ryotsu no meio é sério. No teaser o Shingo Katori tá todo trabalhado nas caretas.
Eu adoraria ver o filme, pena que nem ao menos o dorama foi traduzido por algum fansubber...
O filme vai estrear no japão no dia 6 de agosto desse ano.

E falando no dorama, para quem se lamentou - como eu - que o dorama de Kochikame não tem nem 1/10 da nudez do anime, eis uma foto do Shingo Katori pelado, cortesia de um link recomendado pela Lina Inverse. XD


Com um pouco de imaginação dá pra pensar no Ryo-san... Depilado. XD

To bear or not to bear

Faz um tempinho - em fevereiro, acho - que eu criei um perfil para mim no Ursos.com.br. Um site de relacionamentos como os outros basicamente, mas decidi fazer um perfil nesse por ser bear e, além de estar "rodeado" por pessoas que eu gosto, também acho que pode ser um lugar sem frescuras ou aquele amontoado de gente fútil e exibida de outros sites de relacionamentos. Bem, acabei descobrindo que gente egomaníaca tem por lá também XD mas não é esse o ponto. Ainda vai levar um tempo para eu descobrir se o site é uma boa pra mim.

A foto com o meu plushie é básica... XD

Aliás, eu nem sei se deveria estar lá, porque não sei se me encaixo como um bear. Eu sou um? XD Eu não tenho muitos pêlos, não consigo nem fechar uma barbicha, gente... Meus hormônios masculinos são fracos, acho. XD Sou gordo, cheinho, mas não sou um cheinho bonito assim como os que apareceram na matéria da revista Junior desse mês. Sou só... gordo. E como invejo os bears negros com barba e bem cheinhos. Acho lindo homem cheio, já falei isso aqui. Uma pena que eu não chego nem perto deles, apesar de me achar bem melhor agora do que antes, em que davam até pra fechar uma mão no meu pescoço de tão fino que era... Agradecimentos ao tempo que a faculdade me consome e às besteiras de lanche que ela vende. Mas agora tenho de tomar cuidado senão meu coração vira um poço de gordura e meu sangue vira calda de chocolate. XD
Mas fora essa crise de identidade, o que me encuca mais de criar perfis em sites de relacionamento gays é que todos sabemos o que se procura prioritariamente nesses sites. Não acho condenável, mas o excesso de gente mostrando bunda e pica me incomoda. Também não acho bunda e pica coisas ruins XD mas sabe quando você se sente um pedaço de carne exposto no açougue? E esses sites meio que me dão essa agonia. É a certeza de que tem gente te achando interessante não pelo seu papo, coisas da vida, mas pelo tamanho do pau. Para se ter uma ideia, uma vez fiz um perfil, no Disponível acho, que não durou nem um dia. E definitivamente ele não era um site pra mim, é mais para os "bombados". No Ursos.com.br me sinto mais à vontade porque as pessoas me parecem mais abertas... Bears são, de várias formas, muito fofos. XD Me dou bem melhor com ursos, apesar de que o ego da maioria dos gays em geral é uma coisa de louco... Parece sempre que estou na margem de tudo, de qualquer "grupo" que tente me "encaixar". Minha dúvida é se estou "bear" o bastante. XD
Enfim, espero que no site eu possa aumentar meus contatos, fazer boas amizades... Amizades gays, que eu estou precisando, sabe... Questão de identificação. Minha experiência com sites de relacionamento gay nunca foi das melhores, mas enfim, ser um pouquinho aberto à possibilidades não custa nada, né?

Ah sim, pra quem quiser, meu perfil: http://diegohatake.ursos.com.br
Não, não coloquei foto minha pelado. ¬¬'''' XD

"Hello, Sidney..."


Preciso dizer mais nada, né?
Finalmente chegou O dia! =)

Primeiro episódio de "Mortal Kombat: Legacy"

E não é que no dia do meu aniversário saiu o primeiro episódio da websérie Mortal Kombat: Legacy?


Antes de dar uma olhadinha nele e nos meus comentários sobre a produção, deixa eu fazer uma pequena retrospectiva.
O projeto de "reboot" de Mortal Kombat como obra cinematográfica - existem dois filmes produzidos nos anos 90 baseados no game, caso não saibam - começou com o Mortal Kombat: Rebirth, um curta metragem escrito e dirigido pelo diretor Kevin Tancharoen. O cara tem em seu currículo, ahn, ser coreógrafo da Madonna e Britney Spears, além do remake de Fame, que se não me engano, quase ninguém no planeta assistiu. Como se pode notar, esperava-se que a coisa poderia sair ruim, mas tal curta acabou sendo super elogiado pelos fãs de filmes de ação, e do jogo. Eu particularmente não gostei tanto assim de Rebirth, era uma opinião que estava guardando para um post sobre adaptação de games para filmes, e quero deixá-la para lá, mas em resumo eu achei isso: gostei do modo mais "realista" utilizado, mas particularmente não gostei da (brevíssima) aparição do Sub-Zero, muito menos da morte - não, não é spoiler, pode se acalmar - do Johnny Kage e achei estranho que nada sobre o Liu Kang e outras coisas sobre o Outworld apareceu. Eu achei que talvez estivessem querendo vender o Rebirth como "realista demais", e pra mim não cola... Mortal Kombat tem sua dose de fantasia e eu quero que ela apareça em filmes.
Mas enfim, voltando, o curta saiu quase ao mesmo tempo que o famosíssimo curta de Street Fighter - que também se chama "Legacy" (!!!) - e foi tão bem aceito que Kevin Tancharoen acabou recebendo carta branca não para um filme, mas para uma minissérie para a internet. E agora passemos ao primeiro episódio...


Comentando o primeiro episódio de Mortal Kombat: Legacy
A websérie é, na verdade, uma "prequel" para a linha de história que conhecemos de Mortal Kombat. Por isso, nada de Outworld ainda. Muito menos Kano com a face desfigurada. E essa marca do personagem, pelo que se conhece dos games, foi causada pelo próprio Jax. Vemos até o protótipo do implante - o "olho vermelho" - que Kano usará.


O primeiro episódio tem doze minutos e focaliza, basicamente, em Sonya Blade, Jax e Kano. Na verdade ele não explica muita coisa, deixa muito em aberto, inclusive o final. Sonya Blade estava investigando Kano em uma fábrica de armas (acho XD) e acaba capturada. No meio vemos que Kano matou sua parceira, pegando a velha história da rivalidade conhecida entre os dois - e ainda faz uma citação a um fatality conhecido do personagem, quem é fã vai pegar logo de cara. Com isso, Jax vai com uma trupe atrás dela. Depois de muita bala e bomba, eis que vemos a primeira luta entre Jax e Kano.
Bom, se no filme de 1995 muita gente sentiu falta de sangue, este primeiro episódio compensou. Mas para um fã de artes marciais, não posso dizer que o "primeiro embate" foi emocionante. Sempre que um filme baseado num game de artes marciais dá destaque a uma cena de troca de tiros eu fico ressabiado. Boa parte da metade do episódio se dedica aos tiros. Tudo bem, Sonya e Jax são policiais, mas quando a porrada mano a mano vai comer solta?
Bem, ela acontece depois, quando Jax e Kano sobram e acabam resolvendo a situação com os punhos. Briga bem coreografada, com apenas um escorregão: no minuto 09:15 a manobra do Kano pegar a arma e Jax a bloquear ficou meio esquisita. Em vez de parecer que Jax ia evitar o Kano de atirar, ficou parecendo que Kano ia golpear com a arma. E pra quê golpear alguém com uma arma, podendo atirar logo? Enfim, acho que vendo vocês entenderão.


Sobre o elenco: não tenho objeção nenhuma quanto ao Michael Jai White como Jax. Jeri Ryan como Sonya Blade ainda não mostrou a que veio... já que ela foi capturada. Porém o final dá ideia que veremos mais dela no próximo capítulo. Já Darren Shahlavi como Kano ficou legal, mas ele não tem nem metade do carisma do Trevor Goddard, o Kano da versão em filme de 1995, sinto muito. Uma pena que ele já faleceu.
O primeiro episódio foi bom, mas ainda não me agradou o suficiente. Quero ver surra nos punhos! *evil grin* E seria bom ver uma das moças do game na porrada, ter Sonya Blade capturada pra mim foi meio chato. Mas pelo fato de que estou ansioso pra carXXXX pra ver o segundo episódio, creio que os responsáveis pela websérie conseguiram alcançar o resultado que queriam.

E não, AINDA não teve fatalities. XD

Meme literário


Roubei este meme do companheiro blogayro Paulo Braccini. Ele deixou o selo disponível pra todos que o visitam, tá?
Neste meme tenho de responder algumas questões que envolvem livros. E livro eu adoro! Vamo lá...

1 - O livro que eu leria muitas e muitas vezes sem me cansar
Oito Minutos Dentro de Uma Fotografia, de Ganymedes José. Um ótimo livro, lia e relia muito no tempo de escola, e a cada leitura, sempre me acabava rindo. Preciso comprar uma nova edição, aliás, a que tinha aqui sumiu!

2 - O livro que eu escolheria para ler o resto de minha vida
O Pequeno Príncipe. Acho que não preciso dizer o porquê, né?

3 - O livro que eu indico para as pessoas lerem
O Hobbit, de Tolkien. Muita gente tem resistência aos livros de Tolkien, mas esse tem uma linguagem (um pouco) mais fácil do que a famosa trilogia. Para quem ainda quer conhecer o gênero de fantasia, é leitura imprescindível. E é uma boa introdução ao mundo da Terra-Média.

4 - Os blogs que indico a responder este Meme Literário
Os três primeiros que comentarem pode pegar o selo e responder! =D

24 anos de Diego: a idade mais alegre do mundo

Olá pessoas!
Este que vos fala está completando vinte e quatro anos de idade. Aliás, desde as oito horas da manhã de hoje vinte e quatro anos se completaram. Por mais que esta seja uma ocasião de comemoração, não sei se posso dizer o mesmo do post.
Não que eu esteja absolutamente chateado, mas é que um sentimento meio confuso. De certa forma não me encanto mais com meu aniversário como antes. De certa forma, diante de tanto problema e tantas coisas a se fazer, ele meio que "perdeu o encanto". Hoje em dia me dá a impressão que comemoro não os anos vivo, mas os anos que sobrevivo. E tecnicamente, no mundo em que vivemos, acho que é bem isso. Cruzes!
Mas por outro lado, não há como não ficar chateado. Eu gosto muito do dia 11 de abril, gosto muito de estar aqui compartilhando coisas boas com meus amigos, virtuais (o que não é sinônimo de falso, devo enfatizar) ou reais. Nem tudo é como queria que fosse, mas e daí? Eu sou muito agradecido pelas coisas que tenho, pela família e amigos... Considerando que as coisas poderiam ser bem mais difíceis, estou muito agradecido. Mesmo. Acordar pra ver esse céu azul - embora Manaus esteja nublada hoje XD - é uma experiência única. Viver é algo único, então aproveitemos...


Obrigado Deus por mais um ano de vida. Louca, destrambelhada, por vezes triste, mas uma boa, interessante vida. Só me falta dar "aquele presentinho" sabe? Aquele libriano de 11 de outubro... Se não der, pode ser aquele virginiano do dia 28 de agosto, ou o outro libriano do dia 6 de outubro, enfim... Muitas possibilidades, nem sou exigente, viu? =)

Obrigado a todos que mandaram recados! Luv ya, appreciate ya, adore ya!

E agora, para deixar clara minha saída do armário XD uma música de um filme que é puro glitter e que eu acho a minha cara! XD Enjoy!

Hoku - Perfect Day


"O Sol saiu
Um pouco depois das 12
Faço café da manhã para mim mesmo
Deixo o trabalho pra outra pessoa
As pessoas dizem
Eles dizem que é só uma fase
Eles dizem para eu agir conforme minha idade
Bem, eu estou!

Nesse dia perfeito
Nada vai ficar no meu caminho
Nesse dia perfeito
Quando nada pode dar errado
É um dia perfeito
Amanhã vai chegar logo
Eu poderia estar
Como estou para sempre
Nesse dia perfeito!

O sol desceu
Um pouco depois das 10
Eu pego todos os meus amigos
Com a minha Mercedes Benz
Acorda
Não me diga que é apenas um sonho
Pois quando estiver satisfeito você vai me ouvir
Então não tente arruinar o meu

Dia perfeito
Nada vai ficar no meu caminho
Nesse dia perfeito
Quando nada pode dar errado
É um dia perfeito
Amanhã vai chegar logo
Eu poderia estar
Como estou para sempre
Nesse dia perfeito!

Estou numa corrida mas eu já ganhei
E chegar lá já é metade da diversão
Então não me pare até que esteja satisfeito
Não tente arruinar o meu
Dia perfeito...
É um dia perfeito...

É um dia perfeito
E nada pode me derrubar
Eu poderia estar
Como estou para sempre

Nesse dia perfeito
Nada vai ficar no meu caminho
Nesse dia perfeito
Quando nada pode dar errado
Estou numa corrida mas eu já ganhei
E chegar lá já é metade da diversão
Então não me pare até que esteja satisfeito
Não tente arruinar o meu
Dia perfeito
Nesse dia perfeito...

Nesse dia perfeito!"

XOXO... A questão do ego entre gays - Parte 1

Eu acho incrível como a cena social gay em sua maioria das vezes parece com o filme Meninas Malvadas. Não entendo bem como surge essa inimizade entre algumas meninas ou mulheres, embora tenha certeza que esse senso de "competição" seja fruto da sociedade mesmo, mas que existe, existe. E existe também entre homens gays.
Não acontece com todos, mas é bizarro ver o quanto existe de animosidade dentro de um grupão gay, ninguém quer ficar por baixo, ser a "qua quá". Já ouvi algumas coisas que me deixam impressionado como alguns são tão apegados ao seu (falso) status... Mas hoje quero contar de um caso que me deixou mudo, e não é a primeira vez que isso acontece.

Mean Girls

Tal pessoa - cujo nome não citarei - esbarrou em mim dia desses e começamos a conversar. A conversa, não lembro como, chegou no campo de relacionamentos. Bem, eu não tenho novidades nesse caso, mas a pessoa que falava comigo tinha muitas, e não se fez de rogado para me contar tudo. E era tudo transbordando veneno!
Um atrás do outro, ele começou a dar detalhes de encontros sexuais de certas pessoas, algumas dela eu conhecia, e acho que ele fez questão de me contar justamente porque sabia que eu as conhecia. Mas gente, era tanta coisa sórdida que nem vale a pena repetir, só sinto pena de quem se deitou com esta criatura, que aliás, é muito "popular", sabe? É mais quem o procura, o moço parece ter mesmo alguma coisa que atrai a todos... Por muito tempo eu me perguntava se eu era apenas invejoso ou algo do tipo, já que eu sentia algo errado com relação a essa pessoa. Sabe quando você olha e não bate uma empatia, de modo algum? Pois é... Mas depois da conversa não tive dúvidas: ô individuozinho arrogante, nojento... E pior que ninguém com quem ele se relacionou enxerga isso, como? Só lamento aos "namoros", que ele não consegue manter por mais de um mês. E me pergunto se essas pessoas sabem o que esta criatura anda espalhando delas. Admito até que algumas que ele citou eu também detesto, mas eu detestaria que minha vida sexual fosse escancarada de um modo tão desprezível.
Daí que alguns podem me falar que esse tipo de comportamento não é exclusivo do mundo gay, mas como estou nele, só poderia acabar falando dele, e acho que tenho o direito de avaliar certos comportamentos. Se eu já acho nojento esse tipo de relacionamento "pega mas não se apega", "entra, goza e vai-te embora da minha casa", agora é que eu fico mais desapontado, já que tem essa palhaçada de ficar espalhando os podres dos outros na cama.  Só fico pensando até onde vai toda essa rede de fofoca...
Cada vez mais tenho consciência que o ato de dormir junto com alguém não é algo a ser feito com qualquer pessoa. Daí a expressão "relação íntima", né? Mas não que eu esteja "pregando", ainda vale aquela regrinha de que cada um cuida do seu, mas observa bem a quem você está dando... confiança, ou  qualquer outra coisa!

A reflexão continua num próximo post...

Notícias bara: mangá do Matsuzaki traduzido

Mais uma notícia atrasada, graças a minha falta de tempo para blogar. =)
O ótimo, maravilhoso, tudo de bom BaraNoNioi (sim, eu sou fã deste scanlation! XD) está traduzindo um tankobon do artista Tsukasa Matsuzaki, e a história parece que será bem complexa, para aqueles que reclamam que bara não tem muita profundidade... e ainda assim não tem a ausência de pervice! Hehehehe! *evil grin*
Como a história não foi traduzida totalmente, somente o primeiro e segundo capítulo, não posso dar uma resenha dele... Mas a sinopse trata de um complexo relacionamento entre os primos Yoshi e Kengo. O problema é que Kengo parece ter certa obsessão em ser observado durante suas, ahn, aventuras sexuais, e isso acaba afastando os dois no primeiro capítulo. No segundo, o voyeurista do primeiro capítulo acaba mostrando as caras para Kengo e lhe faz uma proposta...
Para ler, é só visitar os seguintes links:

Enjoy! =D

Caio está de volta!

algum tempo atrás eu perguntava por onde andava o Caio, o amigo da Tina que, por um acaso, também é o primeiro personagem gay do Mauricio de Sousa. Bem, não é que ele reapareceu?
Caio reaparece na revista da Tina número 21 como um voluntário que limpa as praias e incentiva Tina e Pipa a fazerem o mesmo. Parece-me que a revista saiu em janeiro desse ano, mas aqui em Manaus ela só pintou no mês de março. Comprei há uma semana atrás! Será que até revistas em quadrinhos comuns estão nessa de distribuição setorizada também?
Mas enfim, fica a dica para quem quiser conferir e apoiar o personagem.




PS: O Caio vai mesmo ficar com esse namorado narigudo feião? Affffe... Sim, ele também reaparece na revista. XD A campanha para um namorado mais bonitinho pro Caio continua. XD

MusicMonday: Eu Só Sei Amar Assim

Faz tempo que não deixo uma música especial na segunda-feira, né?
Hoje deixo uma música da Zizi Possi (música brasileira, sim!) de autoria do Herbert Vianna que, bem, fala tudo o que penso de amor. Me define. Impossível falar mais do que isso.

Zizi Possi - Eu Só Sei Amar Assim


"Muito pra mim é nada
Tudo pra mim não basta
Eu quero cada gesto
Cada palavra
Cada segundo da sua atenção

Faça isso por mim
Leve a dor pra longe daqui
Estou cansada de ouvir que eu só sei amar errado
Estou cansada de me dividir

O que é certo no amor
Quem é que vai dizer
O que falar, calar e querer?

Eu quero absurdos
Quero amor sem fim
Eu quero te dizer que
Eu só sei amar assim

Eu quero absurdos
Quero amor sem fim
Eu quero te dizer que
Eu só sei amar assim..."

Cineclube Uninorte: alegrias e um grande desapontamento

Para quem ainda não sabe, eu ajudo no projeto do cineclube do Uninorte. Devo dizer que a experiência de estar atrás do Cineclube Silvino Santos é algo muito divertido pra mim no sentido em que posso observar a como as pessoas se comportam ao assistir os filmes de maneira mais crítica, sem deixar de lado a própria diversão de se ver filmes, claro! Quando faço a programação eu tento mesclar essas duas coisas: filmes bons, divertidos, de qualidade artistica, e que dê embasamento pra muitas discussões.

Mas devo dizer que nesse último sábado de exibição eu fiquei um tanto decepcionado... Não que tenha sido ruim, mas é que notei uma coisa muito chata, ao menos para mim como formando em jornalismo. Neste sábado, ao recolher a lista de presença dos alunos, percebi que a maioria dos alunos que estão indo prestigiar os filmes estão se graduando em publicidade. E é maioria maciça, acho que só tinham dois ou três de jornalismo.
Não estou falando isso por causa da patética briga que existem entre estudantes de publicidade e de jornalismo (existe isso só aqui em Manaus ou é no país inteiro???), nem quero acirrar isso, mas devo dizer que fiquei bem chateado. Sei de alguns colegas de classe que dizem que querem trabalhar na seção de cultura de um jornal, mas não acompanharam um filme sequer no cineclube. E sim, os jornalistas precisam ter uma boa base de conhecimento, inclusive de livros e filmes clássicos... mas quase não vi estudantes de jornalismo, quiçá da minha classe. E se me permitem ser bem sincero, por um breve momento até tive a ideia de mudar meu curso para publicidade. Na minha sala, eu e mais umas duas ou três pessoas somos os que mais participam das classes debatendo, falando algo que possa acrescentar às aulas. O resto fica caladinho, ou então se abre a boca é só pra falar besteira que não acrescenta nada, piadinha ridícula ou... pra conversar! E eu vi que muito do debate que houve sobre o documentário desse sábado partiu, obviamente, dos publicitários. E que debate, era cada depoimento foda maravilhoso sobre a política do Brasil, globalização, filosofia etc. Me senti finalmente na sala que eu queria estar, sabe? Porém eu não acho que me encaixo em publicidade, por mais que a grade curricular dos dois seja bem parecida. Não é minha praia, creio eu.
Mas enfim, nada vai me tirar essa triste constatação. Fiquei pensando nisso no resto da semana... As pessoas que deveriam estar mais interessadas em adquirir informação não estão nem aí. Que coisa!... Bom, saindo da faculdade, no mercado de trabalho, veremos se algum desses filmes e documentários exibidos farão falta...

E pra encerrar com um belo merchan XD, deixo aqui o Twitter do Cineclube Silvino Santos para contato: @cineclubeuni
As exibições do Cineclube Silvino Santos acontecem aos sábados às 08h (08h30 é o horário de tolerância pra ninguém perder o começo do filme) na Uninorte unidade 11 (a entrada é pela unidade 4, que fica na Rua Huascar de Figueiredo, no Centro), sala 11219. E a exibição é aberta não só para estudantes da faculdade, viu? Dê uma passadinha por lá e aproveite nossas sessões! =D