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Dilma, presidente do Brasil

Dilma Rousseff

Bom, já está mais que confirmado. Dilma Rousseff foi eleita presidente do Brasil, e com isso não posso deixar de refletir sobre algumas coisas.
Primeiro que, quer queiram ou não, a escolha de Dilma para presidente é um marco histórico. Dilma é a primeira presidente mulher do Brasil. Isso num país em que mulher é chamada de puta por usar um vestido curto na faculdade ou que é motivo de extrema animosidade por fazer sexo em reality show  (afinal este se trata do país mais pudico do mundo, né?) é um belo avanço não? E eu estou orgulhoso de presenciar esse fato. Tanto como cidadão comum quanto como futuro comunicólogo.
Também quero deixar aqui que a vitória não é exatamente de Dilma, mas também dos eleitores que, creio eu, se enojaram de uma campanha tão nojenta feita pelo PSDB e José Serra. Subverteram qualquer possibilidade de se discutir decentemente propostas de campanha, meteram aborto no meio, fundamentalismo religioso, bolinha de papel assassina, e dias atrás culminou  em sugerir que moças "serristas" prometessem ser mais "facinhas" para rapazes em troca deles votarem 45. E não esqueçamos da campanha maciça de alguns veículos de comunicação em fazer de Serra o ser mais lindo e bondoso do universo - aquela capa "meiga" da Veja é memorável... E tudo isso falhou!
Não sei o que será desse país daqui a quatro anos. Mas sei que não dependerá apenas da Dilma, mas também das pessoas que deram o voto para ela. E até mesmo de quem não deu, porque este se trata de UM ÚNICO PAÍS, e que, percebam bem: é DEMOCRÁTICO. Democracia, lembrem, significa PODER DO POVO. O presidente nos representa, mas nós é que somos responsáveis pelo nosso país de verdade. Isso tudo não se encerra ao "FIM" exibido na urna eletrônica. E torcer contra o governo não vai afetar só quem, em sua opinião, "foi otário de votar no PT", vai afetar a todos. Mas como sempre tem uns que se aproveitam da batalha dos outros mesmo (a militância gay que o diga), creio que ao menos quem votou consciente sabe desse papel e vai saber agir na hora certa caso precise. A democracia é assim, a responsabilidade está em nossas mãos, seja como for.

Por ora, estou bem satisfeito que Dilma ganhou. Agora só me resta ficar atento para fazer meu voto valer. E é isso.

Notícias bara: novos mangás do Takematsu traduzidos

Takeshi MatsuPutz... As últimas semanas estão sendo bravas. E hoje começa a semana de comunicação da faculdade, ou seja: palestra de lá, oficina de cá, ajuda ali, anotando acolá... Vai ser corrido. Aliás, acho que a cada semestre a coisa vai ficar pior, e quem acaba pagando o pato é o meu blog, com atualizações cada vez mais esparsas... Mas enfim, relevem, é só um pequeno desabafo.
Mas felizmente tenho boas notícias. Nesse final de semana e na segunda-feira saíram duas novas traduções de histórias do Takeshi Matsu. Isso depois de meses sem baras novos dele pra ler é maravilhoso, é magnífico, é... é... desculpem a empolgação! Vamo lá...

O primeiro deles é o de título traduzido Being a Subordinate is Tiring que conta a história de um empregado chamado Ninomiya que tem de levar um arquivo para o seu chefe que está doente. Ele fica animado e leva até mesmo remédio, indicando que ele tem MUITO apreço pelo seu chefe... E até eu teria, o personagem Kadokura é um dos homens mais atraentes que o Matsu já desenhou. Com pêlo facial, óculos, corpão... OMG!!! Enfim, voltando à sinopse, Ninomiya percebe que talvez tenha uma chance com o chefe, já que ele descobre um verdadeiro arsenal de produtos gays espalhados na casa do seu amado. O resto - e que resto! XD - deixo pra você ler. É só acessar o tópico do Takeshi Matsu (Takeshi Matsu Works) na seção Repository do The Bara Forums. Lá se tem a info sobre como baixar.

Takeshi Matsu

A segunda tradução feita pelo SoupGoblin é Secret Video Tape 2, continuação da história Secret Video Tape que tenho quase certeza que não falei dela aqui. Mas é o seguinte: um calouro do time de futebol descobre uma fita cassete que mostra um homem sendo estuprado. E tal homem é nada mais, nada menos do que o capitão do time. Aparentemente nessa universidade todo novo capitão recebe essas "boas-vindas". Aí termina a primeira parte. A segunda mostra esse jovem curioso como o mais novo capitão. Ou seja, já dá pra se ter uma ideia do que vai acontecer com ele, huhuhuhu... *risada perva*
Como não coloquei a primeira parte linkada aqui (eu acho), vou disponibilizar o link do SoupGoblin em que se pode pegar as duas partes juntas. Enjoy!

Takeshi MatsuTakeshi Matsu

E nem preciso dizer que as duas histórias me deixaram super feliz. Eu amo demais esses tradutores. Quem dera eu pudesse traduzir coisas também pra ajudar o pessoal. Preciso de um trabalho pra me permitir estudar japonês e arrumar um modo de conseguir os mangás. T^T

Whateverrrrrrrrr... Adianta nada chorar agora. Vamos curtir os novos bara, okay? Só lembrando que as traduções são para língua inglesa. E até o próximo post!

Saiu "Red Cliff" no Brasil!!!

Essa foi uma boa surpresa. Um dos filmes mais recentes do aclamado diretor chinês John Woo, Red Cliff, saiu aqui no Brasil!

Uma foto do meu recém adquirido filme junto aos meus outros DVDs de filmes asiáticos.

Por aqui o filme recebeu o nome de A Batalha dos 3 Reinos. É um épico de guerra que conta a história da batalha que marcou o fim da dinastia Han na China. É um filme em que os críticos elogiaram muito John Woo e atraiu uma boa leva de espectadores, tornando-se a maior bilheteria no país, superando Titanic.
Este era um filme que eu duvidava muito que pudesse sair numa edição brasileira, mas saiu. Nem preciso dizer que estou feliz feito pinto no lixo... Mas tem algo a mais que me fazia desejar muito o filme e que me fez comprar esse filme de imediato assim que o vi na loja e me deixando liso pro resto do mês:


Takeshi Kaneshirooooooo! ♥ *insira grito bem fangirl aqui LOL*

*recompondo a compostura*

A versão do filme que saiu é a ocidental, com 148 minutos (a original versão asiática é um filme dividido em duas partes, totalizando mais de quatro horas), e a edição é das boas... DVD duplo! Se o formato dele fosse digipak todo especial eu ficaria ainda mais feliz, mas tudo bem. Ao menos o tenho aqui.
A empreitada foi da Europa Filmes, uma das poucas distribuidoras que traz filmes asiáticos. Eu estou pensando em escrever para eles e sugerir que tragam Antique em DVD pro Brasil. Não seria ótimo se isso acontecesse? *sonhando acordado*
Bem, agora que já escrevi sobre o filme, vou assisti-lo. Depois, se der, conto mais sobre ele. See ya!

Encontro dos infernos

Aviso: qualquer semelhança deste post com a vida real NÃO é mera coincidência.
 

Uma de suas amigas, ou até mesmo sua fag hag, jura que conhece outro amigo gay e que ela adoraria que você saísse com ele num encontro.  "Vocês precisam se conhecer! São perfeitos um para o outro!!!" ela diz. Você não está com muita vontade de ir, alguns já preveem a merda que a coisa pode dar, mas sua amiga metida à casamenteira insiste tanto que você acaba cedendo e ela então marca um encontro.
Depois do patati patatá, horas se arrumando, verificando a roupa etc., você chega no local marcado. Pode ser um parque, um barzinho, um restaurante, sorveteria, tanto faz... Dependendo do caso você nem se estressa (muito) porque o outro talvez imagine que a coisa não seja legal e te dê um bolo. Mas eis que ele chega! É bonitinho, bem arrumado, perfumado... mas quando o papo começa a coisa fica periclitante...
O grande, enorme, ABSURDO problema é que muitas pessoas acreditam que homens gays são todos iguais. Pensam igual, falam igual, são pequenos robôzinhos programados pra gostar de músculos, pica, corte e costura, maquiagem e mais um milhão de estereótipos... E infelizmente isso acontece também com aquelas nossas amigas que, apesar de respeitar, ainda não entendem bem nossa sexualidade... Aí dá nisso:

  • Às vezes acontece de nem ter muito papo. A pessoa vai direto pro: "E aí, na sua casa ou na minha?". Dependendo de como anda o seu humor (e sua seca) você pode até aceitar. Mas admita, é meio decepcionante quando você esperava ao menos conhecer o nome da pessoa primeiro, mas enfim...
  • Outras vezes o papo não rola por uma pequena particularidade: o moço ainda está sentindo as dores por ter terminado um namoro. Então toda e qualquer coisa que você fala lembra-o do ex. Exemplo: "Hum... O tempo está nublado hoje, não?" e ele: "É... Eu adorava ver a chuva com meu namorado, sabe... Ops, meu ex-namorado!".
  • Às vezes seus gostos não batem de modo algum: você gosta de Christina Aguilera, ele gosta de Lady Gaga. Você odeia futebol, ele é corintiano roxo. Você passa uma vez por dia na Livraria Cultura, os únicos livros que ele leu são os que eram obrigatórios na escola. Você é um ativista, ele deixa bem claro que é do tipo "discreto". A conversa nunca evolui, e você acaba se perguntando onde que a sua amiga viu que vocês combinavam tanto...
  • Algumas vezes você encontra com uma pessoa que tem um distúrbio mental terrível que o faz achar que todo encontro na verdade é um modo de competição. E ele, é claro, é muito melhor que você: "O quê??? Você viu o show da Kylie Minogue em São Paulo? Eu vi a turnê dela nos EUA, meu amÔ!!!...", "Na verdade eu queria jantar no Fiorentina, mas pedi pra nossa amiga marcar aqui, pouca gente pode pagar por uma boa refeição, né?", "16cm? Ha! Meu pau tem 24cm... Ganhei!"...
  • Acontece também da pessoa ter outro tipo de problema mental. Ele te trata super bem, é educado e delicado, o papo é ótimo, parece tudo perfeito... Até que o garçom lhe traz a refeição errada e ele começa a fazer escândalo. Dependendo do caso, seu lado machão troglodita até aflora, gritando e ameaçando bater em tudo e todos. Incluindo você! o.O


Não que todos os encontros sejam uma furada, mas é fato que as pessoas ainda tem muito o que aprender sobre homossexualidade, especialmente que cada gay é um mundinho particular. Não combinamos simplesmente só por gostar de homens. Todos nós temos gostos particulares, alguns nem fazem questão de encontros pra começar! E é bom lembrar que nem sempre os opostos se atraem... Portanto você, amigo ou amiga, que adora empurrar seu amigo gay em encontros, pense bem antes de fazer isso. Em vez de ganhar um casal para ficar adulando, pode acabar perdendo dois amigos de uma vez só. ^^''''

Perfil: Wu Jing

Wu Jing

O passado do ator Wu Jing lembra um pouco o de Jet Li. Nascido em Pequim no dia 3 de abril de 1974, Wu Jing começou a treinar o wushu desde os seis anos de idade no Beijing Wushu Team, o mesmo de Jet Li, e ali ganhou alguns prêmios, inclusive o primeiro lugar, nas competições. Chegou inclusive a ser um treinador assistente do Beijing Wushu Team.
Wu JingSua vida então mudou quando o renomado diretor e coreógrafo de ação Yuen Woo-Ping (trilogia Matrix, O Tigre e O Dragão, Kill Bill etc) visitou o Beijing Wushu Team em busca de um artista marcial que pudesse estrelar o filme Tai Chi 2, e enfim, não preciso dizer quem foi o escolhido para o papel. Depois de um belo desempenho no filme, Wu Jing assinou um contrato de três anos com Yuen Woo-Ping e durante esse período participou de três séries de TV, Master of Taichi, New Shaolin Temple e Swordsman of Flying Dagger, que tiveram boa audiência e fomentaram o caminho do novo astro.
E das séries de televisão para o cinema de Hong Kong foi um pulo. Seu primeiro papel foi no filme Comando Final como um assassino. Estrelou filmes ao lado de Sammo Hung, Donnie Yen, Nicholas Tse, Shawn Yue e já teve seu debut em Hollywood numa participação (minúscula, mas tá valendo XD) no filme A Múmia: Tumba do Imperador Dragão. Em 2008 ele dirigiu seu primeiro filme, Legendary Assassin, e se depender dele não será seu único filme trabalhando na direção.
Para a audiência de filmes chineses, Wu Jing é considerado o ator de filmes marciais de maior destaque dessa geração, um sucessor de Jet Li. Que mais pessoas acabem conhecendo seu trabalho e que Wu Jing tenha seu talento reconhecido mundialmente!

Wu JingWu Jing

Nome: 吳京
Nome romanji: Wu Jing
Nome artístico: Jason Wu, Jacky Wu (nomes usados raramente)
Profissão: Ator, artista marcial
Data de nascimento: 3 de abril de 1974
Local de nascimento: Pequim, China
Altura: 1,75m
Peso: 65kg
Signo: Áries
Hobbies: Fazer filmes, ler, nadar, andar em cavalo.

Filmografia
Os filmes lançados no Brasil estão com os nomes traduzidos em negrito.

Wu Jing
  • Tai Chi (1996)
  • Protetores do Universo (Zu Warriors, 2001)
  • Drunken Monkey (2003)
  • Comando Final (SPL: Sha Po Lang, 2005)
  • A Foreign Luck (2006)
  • Fatal Contact (2006)
  • O Amuleto Sagrado (Twins Mission, 2007)
  • Alvo Invisível (Invisible Target, 2007)
  • Kung Fu Dunk (2008)
  • Fatal Move (2008)
  • L for Love L for Lies (2008)
  • A Múmia: Tumba do Imperador Dragão (The Mummy: Tomb of the Dragon Emperor, 2008)
  • Legendary Assassin (2008)
  • Kung Fu Cyborg (2009)
  • Howling Arrow (2009)
  • Just Another Pandora's Box (2010)
  • Wind Blast (2010)
  • Shaolin (2010)
  • 36 Manoeuvres of Love (2010)

Curiosidades

Wu Jing

  • Wu Jing tem descendência de uma família real manchu. Seu pai e avô também foram artistas marciais.
  • Assim como muitos atores com profundo treinamento de artes marciais, ele recusa a utilizar dublês na maioria das cenas de ação.
  • Fala mandarim, cantonês e inglês.
  • Seu mangá favorito é Dragon Ball.
  • Ele é míope (não enxerga de longe). Durante as filmagens de Tai Chi 2 ele levou um soco de verdade no rosto por não tê-lo visto.

MusicMonday: Someone To Call My Lover

Muitas coisas aconteceram - na verdade não deixei acontecer muito, graças a Deus...  Muito poderia acontecer, na verdade, mas não deu. Muitos vieram e se foram, mas no fim acho que ao menos aprendi que eu preciso de mais. Preciso de alguém melhor. Já me rebaixei muito por pouca coisa, e hoje não mais. Como já falei mil vezes, agora só espero pelo melhor. Nem mais, nem menos.

E por isso indico essa música maravilhosa da Janet Jackson que tem um clipe igualmente maravilhoso. Someone To Call My Lover é do álbum All For You, que foi marcado como o primeiro álbum em que a Janet produziu depois de se separar. E o cara era uma cobra, até tentou processá-la mas acabou se dando mal (e ainda foi chamado de porco no clipe da música Son Of A Gun, música dedicadíssima a ele). Era um álbum que poderia sair tão triste quanto o anterior The Velvet Rope, mas percebo que All For You tem um quê de esperança de que as coisas serão melhores. O arco-íris depois da tempestade. E essa música é uma das que reflete esse sentimento do álbum, que apesar da dificuldade, ela já passou, e agora que venha coisas melhores. E é assim que estou me sentindo.

Janet Jackson - Someone To Call My Lover



"De volta à estrada novamente
Me sentindo meio solitária
Procurando pelo cara certo
Para que ele seja meu

Meus amigos dizem que sou louca porque
Me apaixono facilmente
Você tem que ser diferente, J
Dessa vez

Talvez nos conheçamos em um bar
Ele dirigirá um carro da hora
Talvez nos conheçamos em um clube
E nos apaixonaremos
Ele dirá que eu sou a pessoa certa
E nos divertiremos muito
Eu serei a garota de seus sonhos
Talvez...

Tudo bem, talvez encontre ele hoje
Tenho que ter alguém para chamar de meu amor
Yeah baby, venha
Tudo bem baby, entre
Passe por mim
Tenho que ter alguém para chamar de meu amor
Yeah baby, venha

I-yi-i-yi-i-yi-i-yi
I-yi-i-yi-i-yi
I-i-i-i...

Eu mimo eles quando estou apaixonada
Dou a eles o que eles sempre sonharam
De vez em quando isso não é uma coisa boa
Mas eu não percebo

Eu vou com tudo quando amo
Me dando mais do que eles
Vou seguir os conselhos dos meus amigos
Vou fazer diferente

Talvez nos conheçamos em um bar
Ele dirigirá um carro da hora
Talvez nos conheçamos em um clube
E nos apaixonaremos
Ele dirá que eu sou a pessoa certa
E nos divertiremos muito
Eu serei a garota de seus sonhos
Talvez...

Tudo bem, talvez encontre ele hoje
Tenho que ter alguém para chamar de meu amor
Yeah baby, venha
Tudo bem baby, entre
Passe por mim
Tenho que ter alguém para chamar de meu amor
Yeah baby, venha

I-yi-i-yi-i-yi-i-yi
I-yi-i-yi-i-yi
I-i-i-i...

My, my
Estou procurando por um cara
Não quero que ele seja muito tímido
Mas ele terá que ter todas as qualidades
Que eu gosto em um homem
Forte, inteligente, carinhoso
Ele terá que gostar só de mim
E eu o farei também
Você alegremente verá

Talvez nos conheçamos em um bar
Ele dirigirá um carro da hora
Talvez nos conheçamos em um clube
E nos apaixonaremos
Ele dirá que eu sou a pessoa certa
E nos divertiremos muito
Eu serei a garota de seus sonhos
Talvez...

Tudo bem, talvez encontre ele hoje
Tenho que ter alguém para chamar de meu amor
Yeah baby, venha
Tudo bem baby, entre
Passe por mim
Tenho que ter alguém para chamar de meu amor
Yeah baby, venha
Tudo bem, talvez encontre ele hoje
Tenho que ter alguém para chamar de meu amor
Yeah baby, venha
Tudo bem baby, entre
Passe por mim
Tenho que ter alguém para chamar de meu amor
Yeah baby, venha

I-yi-i-yi-i-yi-i-yi
I-yi-i-yi-i-yi
I-i-i-i..."

Dando moral pra muita m...

Já dizia Mariah: "Nobody cares when the tears of a clown fall down..."

Eu sempre soube que tinha um "dedo podre". Sempre me apaixonei pelas piores pessoas possíveis. Porém, graças a Deus e o grande poder de observação que ele me deu, nada disso se prolongou muito. Eu percebia que entre mim e essas pessoas havia um abismo e eu conseguia sair da canoa furada em tempo.
Mas mesmo sabendo desse meu dedo podre eu não percebia que existia um padrão "interessante", e vim aqui compartilhá-lo. Aparentemente eu tinha uma queda por coitadinhos. Não emos, mas alguns quase chegam a isso (e admito que alguns ultrapassavam a emisse)... Aqueles indivíduos que choravam por relacionamentos ruins anteriores, choravam suas desilusões, choravam por sua família disfuncional, enfim, choravam, choravam e choravam... Não sei como os aguentei por esse tempo.
Na verdade eu sei... Por um tempo acho que eu acreditava que sendo um ombro amigo eles poderiam perceber que, nos momentos difíceis, era eu quem estava lá. E de fato, sempre tentei estar disponível no melhor e no pior. Nem preciso dizer que não valeu muita coisa, aliás, valeu nada.
Também percebi que achava que quando estes indivíduos me confidenciavam suas tristes histórias eles estavam confiando mais em mim, se abrindo comigo, sendo confidentes, e que isso estaria me aproximando mais deles. Bom, talvez eu tenha estado próximo, mas não do jeito que eu achava que estava. Pelo menos eu acredito que em alguns momentos eu realmente fui um amigo no qual eles podiam contar. Mas a maioria me contava tudo isso porque eles simplesmente adoravam contar histórias tristes. É assim que eles conseguem a atenção das pessoas, era um passatempo mórbido. Indivíduos super egocêntricos que so sabiam falar de suas mágoas porque era assim que chamavam a atenção, tal qual um bebê morto de fome ou querendo colo. E essa gentalha se achava a última bolacha do pacote quando conseguia o que queria.

Quando olho pra trás lembro que já paguei muito o papel de penico...

Quando eu li um tweet do Flávio Gikovate eu pensei muito nisso. Realmente todos os "pretês" tinham um padrão. E parece-me que eu tinha o padrão de escolher sempre as paixões mais sofridas e mais impossíveis acreditando na premissa típica de mangá: sofremos no começo, mas ficamos juntos no fim. E essa situação me mostra que, talvez, o maior emo tenha sido... eu!
Mas é isso. Outra lição aprendida. E que venham mais pelo caminho. Dessa vez eu não espero por nada senão o melhor. E o que é o melhor pra mim? Não sei. Mas agora não aceito menos do que eu acho que mereço. No mínimo alguém que seja verdadeiro, seja honesto, seja apaixonante e apaixonado. Entre outras coisas, mas que seja alguém feliz durante a maior parte do tempo, enquanto der. Já me bastam os meus dramas pra me descabelar...

Happy birthday Aniki!

Eu me lembro como se fosse hoje o dia em que eu o vi pela primeira vez... Era um filme que eu aluguei, na época que eu ainda frequentava locadoras de filmes (muito tempo atrás, realmente...). Não lembro qual foi o filme que aluguei, mas lembro de tê-lo visto naquele trailer... Aquela vasta cabeleira movendo ao sabor do vento, enquanto ele olhava para trás. Lindo, simplesmente lindo...


O seu nome? Estava indicado na legenda: Takeshi Kaneshiro. Lembro bem, pois guardei aquele nome como o mais valioso tesouro em minha pouco afortunada memória.

Takeshi Kaneshiro
Infelizmente, depois de um tempo eu meio que o tinha esquecido (eu sei, que ironia...), inclusive o filme. Até que o vi numa locadora novamente. E foi ainda mais comovente vê-lo em tantas cenas. Oh, aqueles cabelos negros compridos, o olhar... Tudo era dotado de um poder de atração maravilhoso. E assim começava esta história.
Por muito tempo minha admiração limitava-se a algumas poucas fotos. Até que numa locadora novamente, vendo alguns VHS à venda depois que os DVDs ficaram bem populares, eu não acreditei: era ELE! Um outro filme, um novo penteado, mas aquele estilo atraente continuava o mesmo. O filme? O Retorno. Comprei o VHS e tempos depois comprei também o DVD.

Takeshi Kaneshiro
E até hoje procuro colecionar seus filmes. Alguns eu comprei, alguns eu baixei. E minha coleção de fotos continua bem, obrigado. Mas não bastava. Ao descobrir mais de sua biografia, descobri que ele tinha seu passado de cantor.

Takeshi Kaneshiro
E por muito tempo procurei ouvir esses trabalhos, e com muito custo também consegui. E, não sei se é muito deslumbramento meu, mas gostei. A maioria das fãs, apesar da admiração, o consideram um péssimo cantor, mas eu achei algumas cnções muito boas. Algumas, estranhamente, me davam até certa nostalgia, alegria, não sei dizer... Será que, talvez, estivesse destinado a conhecê-lo desde muito tempo?



Enfim, hoje é o seu dia. Seu trigésimo sétimo ano de vida. E por isso desejo um feliz aniversário a esta pessoa que faz dos meus vinte e três anos de vida um tiquinho mais feliz. De fato, suas canções e filmes ajudaram-me... sem falar nas fotos que são um colírio para a alma. Happy, happy birthday aniki!

Takeshi Kaneshiro
Para quem quiser saber mais sobre ele, leiam aqui o perfil que fiz sobre ele.

Sobre "Comer Rezar Amar"

Eat Pray Love
Julia Roberts aproveitando Bali na companhia de Javier Bardem.

Dia 6 de outubro, quarta-feira desta semana, fui ver Comer Rezar Amar, adaptação cinematográfica do livro homônimo, estrelado por Julia Roberts. O filme segue a premissa do livro, contando a história de Elizabeth Gilbert, uma escritora insatisfeita com sua vida de casada. Depois de uma noite chorando amargamente no banheiro ao tomar conhecimento de que sua vida não era, ela decide pedir o divórcio. Durante o divórcio ela se envolve com um ator e mesmo assim as coisas não andam bem.
Ela então inicia uma viagem de autodescoberta, visto que há tempos ela guardava recortes de viagens, lugares que ela gostaria de visitar antes de morrer. Primeiro, ela inicia uma jornada gastronômica de quatro meses na Itália. Depois vai se encontrar espiritualmente na Índia, e em seguida vai para Bali em procura do equilíbrio em sua vida, e lá acaba encontrando Felipe, interpretado por Javier Bardem.
O filme tem duas horas e uns vinte minutos de duração, mas eu nem senti toda essa demora, acho que "viajei" junto com o filme. Eu tenho esse sonho de viajar e morar em alguns lugares também, e achei interessante que o filme não transformou as viagens numa coisa extremamente glamurosa (eu não li o livro então não posso comparar com o filme). Você vê o lado bom da Itália, Índia e Indonésia, claro. Mas o lado "feio" dos lugares também estão ali. E por mais que o filme seja do tipo que as pessoas classificariam "chick flick", eu me identifiquei muito com a história. Não, nunca me casei nem nada do tipo, mas ultimamente sinto essa urgência de dar um up na minha vida, sabe? Tô andando meio triste demais, pensando em COISAS demais, até mesmo duvidando da minha fé. E o filme me deu energia sabe? Não estou 100%, mas achei que o filme me deu grande alívio. E se pra mim funcionou assim, imagine para as moças que o assistiram. O discurso da Julia Roberts em alguns trechos me deu o que refletir, como o caso do "buchinho" na Itália, em que ela fala sobre comer sem culpa, sem a paranoia de contar as calorias, e depois em Bali onde ela vê que não precisa amar alguém pra se amar. Entre outros trechos interessantes...

Eat Pray Love
Se cansou da pizzaria da esquina? Que tal dar um pulinho na Itália para provar uma Napolitana original?

Julia Roberts está excelente como sempre, e em alguns trechos, mesmo não tão "chique" como em outros papéis que ela já fez, ela continua com o poder de iluminar a tela. O desempenho do James Franco como o primeiro caso dela depois de pedir o divórcio, por mais curto que seja, merece destaque. E Javier Bardem até que não me decepcionou no inglês, ouvi dizerem que ele era ruim, mas não achei tanto não, tem ator latino que é muito pior que ele, convenhamos... Porém no português a história fica um pouco pior. XD
De ruim, talvez, eu diria que o filme ainda resvala em alguns estereótipos. Eu achei estranho, por exemplo, quando um grupo de italianos fica seguindo uma moça, assédio moral como muitas por aqui ainda sofrem ao passar numa obra. Tipo, sei que isso acontece em quase todo lugar, mas acho que essa cena ficou um tanto estranha, estereotipada mesmo. A imprensa italiana, pelo que eu soube, ficou particularmente chateada com esta e outras cenas, como o fato de mostrar os italianos sempre gesticulando (isso eu não achei ofensivo), mas enfim, filmes de viagens sempre correm esse risco. Até alguns "trejeitos brasileiros" do Felipe eu achei meio estranho, mas não acho que o filme se perdeu nisso. Já vi filmes cuja abordagem de países estrangeiros foram bem mais cruéis, filmes que não escondem querer mostrar uma "superioridade americana".
Um filme simpático, com temas e subtemas interessantes, e... a Julia Roberts! Assistam e viajem um pouco também, e de quebra aprendam a sorrir com o fígado... ^^ (pra entenderem, é só assistir).

Eat Pray Love

Parabéns pra você(s)! =D

Gente, eu tenho as datas deles anotadas na agenda, fiz perfil e tudo e quase esqueci de falar dos aniversários deles.

Vou começar me redimindo: ontem, dia 6 de outubro, foi aniversário do Yoo Ah-in, ator coreano que estrelou Antique. Ele interpretou o personagem correspondente ao Eiji Kanda. Se meu ratio não estivesse tão baixo no site de torrents eu baixava os filmes dele que ainda não vi: Sky and Sea e Boys of Tomorrow. Enfim, HAPPY BIRTHDAY!

Yoo Ah-in

E hoje, dia 7 de outubro, é aniversário do Johnny (eu acho que ele ainda é um Johnny, não?) Toma Ikuta.
Toda vez que falo no Toma Ikuta eu lembro do dorama Honey & Clover onde eu o achei muito legal como Takemoto, mas eu nunca consegui passar do terceiro episódio do dorama... Não gostei do rumo que a história estava tomando... Não gosto do Morita! ò.ó''''
Mas fora Honey & Clover, um de seus papéis mais marcantes para sempre será o Nakatsu de HanaKimi. Lembro que sempre que assistia no fundo eu desejava que ele fosse gay mesmo, HAHAHAHAHA...

Toma Ikuta

Para quem quiser rever seus perfis correspondentes daqui do blog (eu sei, estou precisando fazer mais deles, desculpem! T.T), coloco os links aqui:
Perfil do Yoo Ah-in (e os demais atores de Antique)

HAPPY BIRTHDAY TO YOU BOTH!

True to life... True to me... True to myself!

Aaaaah... Finalmente voltei!
E desculpem a ausência pessoal... Como já falei algumas vezes no Twitter, é difícil eu me dividir em mais de uma atividade, e tive de dar um tempo no blog para poder me concentrar para os trabalhos e estudo. E o segundo semestre pelo visto vai ser trabalhoso, então o aviso continua: posts mais escassos, mas sempre que der eu passo aqui (falo como se fossem sentir muito minha falta, hahahaha!).

Hoje eu queria apenas apontar algumas coisas que estive percebendo durante esse tempo... A maior delas é que me dá o que pensar até hoje: amor próprio.


Não sei se é culpa da minha memória horrível, mas sempre eu tenho de me ver falando para mim mesmo que eu não sou ordinário. Não me levem a mal, eu não me acho a última bolacha do pacote, mas como pessoa eu acho que mereço o mesmo que todo mundo: não menos que o melhor.
Tem uma música da Whitney Houston onde ela canta que "achava que o amor tinha de machucar para dar certo", e eu pensava assim... Das vezes que me apaixonei eu sempre ficava disposto a ignorar as "adversidades", até aqueles defeitos que eu abomino numa pessoa... Tudo esperando que a pessoa agisse do mesmo jeito, comprando minhas qualidades E defeitos, e que tudo terminaria bem, como um mangá... Quanta idiotice!

Demora eu cair na real, mas com o tempo eu percebo o erro que eu cometi. E realmente, parece que eu tenho a tendência de dar moral pra merda... XD Okay, nem todos foram esses babacas que eu pareço retratar (embora tiveram seus momentos, tenho de ser sincero), mas reavaliando, vi que sempre tive a tendência de escolher pessoas de defeitos semelhantes, tão semelhantes que alguns até parecem clones: os mesmos egoístas, narcisistas, cínicos... Sempre me perguntava de quem era a culpa, se eu não era bom o suficiente ou eles não prestavam... Embora a língua coce para afirmar a segunda hipótese XD (algumas situações foram simplesmente de uma crueldade absurda, mas enfim, agora está no passado...) talvez não estivéssemos em sintonia mesmo, simples assim. Aquela sintonia que raramente se acha e que quando se acha, não tem jeito... O negócio é, como dizem, esperar. Esperar e observar.


E hoje estou tranquilo. Não necessito mais disso, ao menos não tanto quanto achava. Sem mais amor unilateral, graças a Deus. Agora, só um amor equilibrado, com uma pessoa equilibrada. E hoje eu sei que com paciência tudo se resolve. Paciência, algo que eu não tenho muito XD mas sei que tenho o melhor... O negócio agora é "regar o jardim", deixar crescer. E pelo melhor, no final, vale a pena. =)