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TWISTEDCast #8: Meus artistas de música japonesa favoritos


Agosto terminando... eis que sai um novo capítulo do podcast mais tosco e inútil EVER! XD
Para este cast eu decidi falar sobre o que ouço de música japonesa. Já falei sobre alguns desses artistas aqui no blog vez ou outra, mas achei que seria interessante mostrar algumas músicas desses artistas, os meus favoritos. Com tanta música o programa ficou bem comprido, o de maior duração que fiz até agora... Espero que não fique cansativo de ouvir.
Gostaria que comentassem me contando o que vocês gostam de ouvir, ou então, se não ouvem nada de música japonesa, deixem aí opiniões do que acharam das músicas.
Baixe o podcast clicando aqui, ou então ouça aqui mesmo no blog:


Músicas que tocaram neste TWISTEDcast:
Missy Elliott - Pass That Dutch (abertura)
DA PUMP - You Can Understand ~Share My World~
DA PUMP - Bright! our Future
DA PUMP - RAIN OF PAIN
Ketsumeishi - Danjo 6 Nin Natsu Monogatari
Ketsumeishi - Sakura
FLOW - GO!!!
FLOW - Okuru Kotoba
Crystal Kay - Motherland
Crystal Kay - Koi ni Ochitara
KAT-TUN - Real Face
KAT-TUN - Bokura no Machi de
EXILE - FIREWORKS
EXILE - Choo Choo TRAIN
CHEMISTRY - Life goes on ~side K~
CHEMISTRY - You Go Your Way
Ken Hirai - fake star
Ken Hirai - Ring
Porno Graffitti - Koyoi, Tsuki ga Miezutomo
Porno Graffitti - Music Hour
WaT - Boku no Kimochi
WaT - Hana Sakeba
Motohiro Hata - Kimi, Megure, Boku
Motohiro Hata - Synchro
SIAM SHADE - 1/3 no Junjou na Kanjou
SIAM SHADE - Rain

E mais uma vez perdão com os erros e... Ah, isso vocês já estão saturados de ouvir! XD Fui!

Vejam o trailer de Pure Heart

Notícia boa! Vi no Blyme que saiu finalmente um trailer e pôster da adaptação em filme do mangá Pure Heart (Junjou no original). Mesmo não entendendo o que eles falam (sem legendas XD) eu adorei, fiquei com meu coração palpitante... *Asuka feelings* ♥


O que achei? Oh sim... O Rakuto Tochihara ficou muito fofo como o Tozaki, como eu imaginei. E parece que o filme promete, teve até cena de cama... Só falta saber o quanto ela mostra... *risada perva* Agora, o único "furo" é que os dois personagens no flashback da época de escola estão com o mesmo penteado que estão usando como adultos. XD Eu sei, é se incomodar demais com coisa boba, mas eu ri disso. XD
Enfim, vejam o trailer do filme e fiquem bem ansiosos como eu, esperando poder assisti-lo logo:

O importante é ser você, mesmo que seja...

É algo que eu já sabia, mas que às vezes é difícil lembrar.
Estou estudando antropologia na faculdade, e no momento estamos estudando o conceito de cultura. Interessante... Mesmo durante a aula em que o professor dizia que certos conceitos de mundo só existem por aqui enquanto outros muitos existem afora, numa tentativa de desmistificar certas idiotices e fazer alguns abrirem suas cabeças, alguns alunos tapados insistiam em generalizar as coisas, como o fato que as mulheres são o sexo frágil de verdade, já que nascem com músculos menos desenvolvidos, ou que sexos só existem dois, masculino e feminino, enquanto transsexuais é algo que acontece de um em um milhão, entre outras pérolas de determinismo biológico  (raças) e geográfico (portugueses são burros, indígenas são preguiçosos etc)...
Enfim, sendo redundante, eu já tinha noção disso, mas depois daquela aula (que pela opinião de alguns colegas quase se tornou uma tortura) eu fiquei pensando numa coisa... o conceito de amor.
Se na antropologia aprendemos que várias coisas que tomamos como intrínsecas do ser humano, irrefutáveis, na verdade podem ser negadas pelo simples fato de que há suas exceções, uma delas é o conceito de amor que, de fato, é bem amplo. O modo como um casal se corteja aqui é diferente de como se corteja em lugares como França ou uma aldeia indígena.
Daí pensei naquelas pessoas do passado que julguei não saber o que era amor. No fundo, ainda tenho certeza que alguns não sabem o que é amar, mas pensei que talvez eles só pensem diferente. Fomos criados de maneiras diferentes, tivemos histórias de vida diferente... crescemos de modo diferente. Não dizem que cada pessoa é uma ilha? - eu sou Ibiza, by the way.
Comecei a refletir nisso... Talvez aqueles que sua vida sexual se resume à bate-papo UOL, cinemões e buatchys precisem só mesmo disso pra se realizarem. Talvez seus conceitos para amor seja diferente. Alguns acreditam que amor nem existem. E pensando assim tomei o conhecimento que talvez o problema não tenha sido eu, ou eles. O problema foi um "conflito de razões". É claro que é difícil para alguns reconhecerem o que fazem já que existe esta e aquela pressão para encaixar no que a sociedade exige, e a nossa é a da mais hipócrita, que vende sexo mas que nos exige castidade. E o fluxo dessa pressão às vezes muda tão rápido que a gente só percebe depois de muito tempo, depois que já está com ela assmilada... Mas enfim, há quem ache o amor besteira, mas - felizmente - há quem valorize esse sentimento. Aí fica a critério de cada um.


Creio eu que estas aulas (e a colaboração de um livro indicado pelo professor que eu comprei) tenham ajudado a refletir mais um pouco sobre as pessoas que me cercam. Como o professor mesmo disse, a antropologia também ajuda no sentido de fazer as pessoas serem um pouco mais tolerantes com as diferenças. De fato, isso me ensinou que devo ter um pouco mais de cuidado na hora de averiguar os modos de ser de uma pessoa. Isso quase me fez mudar minha visão sobre os fãs da Britney... Quase! XD

RIP Mocinha

Esta aqui era a Mocinha.


Depois de um bom tempo sem criar nenhum cachorro em casa, ela foi um dos primeiros cachorros que chegaram aqui em casa - junto com o Bolinha e o Kero.
Ela já chegou numa idade avançada, os veterinários diziam. Era de uma amiga, ou algo parecido, da minha avó, que decidiu dá-la por não ter muito espaço em sua casa.
Desde que ela chegou ela teve dificuldades. Pegou um problema de pele que fez boa parte dos pêlos caírem e lhe dava um cheiro desagradável. Em seguida ela teve uma doença que a fez perder o olho esquerdo (minha mãe ressente até hoje o veterinário que a atendeu, porque ele simplesmente disse para "esperar para verificar o que era" e nesse meio tempo o olho pulou pra fora...). Teve também problemas na coluna e, acredito eu, morreu por ter algum tipo de doença na garganta já que ela mal conseguia respirar dias antes de falecer. Porém, mesmo com todos esses problemas, ela sempre foi a mais fiel para minha mãe (ela e Kero vieram para casa quase ao mesmo tempo, e por ser filhote eu cuidava mais do Kero). Na verdade, para a casa inteira. Ela sempre era a primeira a perceber (e latir XD) que havia algum desconhecido entrando na casa, seja amigo ou inimigo. Seu espírito de caça era tão intenso que até baratas ela fazia questão de eliminar caso entrassem. E praticamente foi a mãe de todos os cachorros.
Mas se me permitem ser honesto, no dia em que ela morreu eu nunca vi tanta falsidade na vida, especialmente vindo de minha avó e minhas duas tias. É o seguinte: as três sempre reclamam dos cachorros. Minha avó chegou a chutar alguns, para se ter ideia do caráter da criatura... Mas com a Mocinha eu tive a impressão que sempre foi pior por causa da doença de pele que ela pegou. Essas três morriam de nojo que a Mocinha fosse pra perto delas, e como a Mocinha era do tipo que te obrigava a fazer carinho nela (ela empurrava a mão das pessoas para lhe fazerem cafuné), elas sempre gritavam para afastá-la. Minha mãe reclamava, mas chegou o ponto em que ela nem mais deixava a cachorra chegar perto dessas aí... E vocês nem imaginam o quanto foi espantoso ver as três chorando, lamentando pela cachorra que nunca trataram bem. Nojento mesmo foi aguentar minha avó falando bem da Mocinha sendo que há não muito tempo disse que se ela morresse minha mãe deveria jogar o corpo no igarapé. Acho tão engraçado esses que maltratam que só a criatura - seja humana ou não - em vida e ficam lamentando sua morte. É a maior das hipocrisias.
Enfim, uma pena que ela tenha ido cedo. Uma pena que ela tenha tido tantos problemas, um seguido do outro, mas sei que agora ela pode descansar. Eu sou do tipo que acredita que lá, do outro lado, no céu, ou seja como vocês aí chamam, a gente encontra os bichos de estimação. Eu pelo menos gostaria que fosse assim. Lá você poderá morder minha mão o quanto quiser para pedir carinho. E desculpe não termos feito muita coisa... Então, até um dia Mocinha. Luv ya forever! ♥

Novo bara de Mentaiko

Para quem curtiu a saga Itai Itai Itai de Mentaiko - eu o sugeri para leitura neste post - saibam que acabou de sair um novo capítulo do mangá. O terceiro.
Na verdade saiu tão rápido que até impressiona. Prestem atenção: o capítulo foi disponibilizado para venda no dia 16 de agosto, e no dia 17, ontem, já estava traduzido pro inglês! Agradecimentos ao Ryo do The Bara Forums pela rapidez!

A capa da terceira parte mostra a "estrela" dele, Narumi Shusaku...

Enfim, quem não está acompanhando a história, recomendo que pegue o primeiro capítulo e comece a ler. É uma história que foi muito bem desenvolvida até agora, e com drama digno de novela. Nessa terceira parte não vemos o desenrolar da história Shikou x Taiga propriamente, mas acompanhamos o personagem Narumi Shusaku (odeio esse moleque desgraçado que se mete entre o casal, ARGH!), estudante do segundo ano do time de judô que está apaixonado por Shikou, que espera pela decisão se será ou não expulso da escola por ter espancado os alunos que judiaram de Taiga.
A história deixa muitas pontas soltas, o que me deixa doido pra saber a continuação, pena que ela tem previsão de sair somente em dezembro (!!!) desse ano. Ai que tortura! ú.ù E, bem, não vou lhes torturar, visitem este tópico para achar o capítulo 3 para leitura. Porém já vou avisando que não tem muita pervice (tem "alguma" pervice somente XD)... mas isso não tira a graça da história de jeito nenhum.

E caso tenham perdido um capítulo anterior, ou queiram começar a leitura de Itai Itai Itai, eis os links:

Homem com G

Você, homem homossexual, com certeza já ouviu algumas dessas pérolas:

"Soube que o filho da fulana virou gay. Não quer mais ser homem."

"Ricky Martin deixou de ser homem."

"Meu primo virou mulherzinha. Tá catando um colega da faculdade lá..."

Acho isso interessante de se discutir. Algumas pessoas estúpidas acham que, se alguém é gay - falando de indivíduos do sexo masculino - ele está automaticamente deixando de ser homem. Outra frase que ouço muito por aí é que "Fulano não é homem. É gay". Como se houvesse um grande abismo entre homens hétero e homens homossexuais no quesito biológico. Deve ser por isso que existe a palavra "bicha", já que aparentemente gays não podem ser do sexo masculino... Vai entender!


Vamos pensar com o coleguinha aqui... Façamos um estudo etimológico! O dicionário define que homossexuais são pessoas que se relacionam com outras do mesmo sexo (homo = iguais). Certo? Pois bem. Se um homem lhe diz que é gay, isso é porque ele se relaicona com alguém do mesmo sexo, ou seja: um homem. Se o fato de ser gay fosse indício de que ele "virou mulher", então ele seria hétero (???) já que são de sexos distintos (????????). E para ele ser homossexual então deveria estar com outra mulher (?????????????) já que ele é "mulherzinha" (?????????????????????????). Entenderam? Pois é. Nem eu.

Sendo sério, não sei de onde tiraram essa ideia imbecil. Não é que necessariamente o homem gay decidiu "virar mulher" porque "não está usando o pênis". Acreditem, homens gays sabem MUITO BEM como usar seus pênis, só o usam de uma forma... peculiar. ;) XD Além disso, é óbvia a manifestação de machismo na frase "virar mulherzinha". Ora, que coisa seria "pior" para um homem do que "virar mulher" ao se deitar com um homem? Ai que infortúnio!
Nada contra se eu fosse ou quisesse ser mulher, não creio que isso faria muita diferença na minha vida (OK, deixando de lado a menstruação, gravidez, TPM, seios fartos etc). Mas acho profundamente idiota (no mínimo) achar que por eu gostar de homens eu quero me transformar numa garota. Existem sim os que transformam o corpo para se aproximarem do sexo que carregam em suas mentes, mas isso não é regra. Existem as lésbicas que curtem ser femininas, existem as butch. O mundo homossexual não é... homogêneo! Resumindo: gays não são "mulherzinhas". Somos homens que gostam de homens. E só.

E para aqueles que insistem numa linha de raciocínio tão tacanha, lembro de uma resposta que um amigo deu há um bom tempo: "Mas é claro que não sou homem. Sou um ser superior!". Falou e disse!

MusicMonday: Lift Me Up

Eu sei que já é quase terça, perdão... Mas tentarei postar bem em cima da hora.
A música recomendada de hoje é a música que mais ouvi, e mais amei, do novo disco da Christina Aguilera. Eu até acho que ficaria mais contente se esta música fosse escolhida como single em vez de You Lost Me, que também é linda, mas enfim... Questão de gosto.
Ouçam e comentem o que acharam, se quiser. =)

Christina Aguilera - Lift Me Up


"Entao a dor começa enquanto a música termina
E eu sou deixada aqui
Com mais do que posso aguentar

Se você me levantasse
Apenas cuidasse de mim por esta noite
Eu sei que vou descansar amanhã
E eu vou ser forte o suficiente para tentar

Entao o céu aparece
E está tudo dito e feito
Eu vou perceber que todos nós precisamos de alguém

Se você me levantasse
Apenas cuidasse de mim por esta noite
Eu sei que vou descansar amanhã
E eu vou ser forte o suficiente para tentar

Então quando você me vir ruindo
E não houver lugar pra cair
Você me levantaria ainda mais alto
Para superar isso tudo?

Diga que vai me levantar
Me levantaria alto, alto
Quando você me vir ruindo
E não houver lugar pra cair (Quando você me vir ruindo)
Você me levantaria ainda mais alto
Para superar isso tudo? (Você me levantaria mais alto?)

Então quando você me vir ruindo
E não houver lugar pra cair
Você me levantaria ainda mais alto
Para superar isso tudo?

Se você me levantasse
Apenas cuidasse de mim por esta noite..."

Perfil: Masaki Okada

O perfil de hoje é do ator Masaki Okada, que fez aniversário nesse mês no dia de ontem (perdi por tão pouco... >.<)!

Masaki Okada

Infelizmente não consegui descobrir muito sobre ele além do básico. Muitos podem se lembrar dele, mais uma vez, das adaptações para dorama de HanaKimi e Otomen - engraçado é que o perfil anterior foi do  Ryo Kimura, o "antagonista" de Otomen. Mas além de trabalhos pra TV ele já tem filmes e comerciais no currículo. E ele é dois anos mais novo que eu, ai que tristeza... T^T XD Mas enfim, espero que procurem conhecer os trabalhos deste ator.

Masaki Okada

Nome: 岡田将生
Nome romanji: Okada Masaki (Masaki Okada)
Profissão: Ator
Data de nascimento: 15 de agosto de 1989
Local de nascimento: Tóquio, Japão
Altura: 1,80m
Signo: Leão
Tipo sanguíneo: AB

Filmografia
  • Ahiru to Kamo no Coinlocker (2007)
  • Tennen Kokekko (2007)
  • ROBO☆ROCK (2007)
  • Maho Tsukai ni Taisetsu na Koto (2008)
  • Boku no Hatsukoi wo Kimi ni Sasagu (2009)
  • Honokaa Boy (2009)
  • Juryoku Pierrot / Gravity Clown (2009)
  • Harufuwei / Halfway (2009)
  • Matataki / Blink (2010)
  • Raiou (2010)
  • Princess Toyotomi (2011)

TV
  • Seishu Energy (2006)
  • Seito Shokun! (2007)
  • Hanazakari no Kimitachi (2007)
  • Koshonin (2008)
  • Fukidemono to Imoto (2008)
  • Taiyou to Umi no Kyoushitsu (2008)
  • Hanazakari no Kimitachi e SP (2008)
  • Otomen (2009)
  • Wagaya no Rekishi (2010)

Fonte: DramaWiki

Masaki Okada

Shun Oguri atuará em versão teatral de "Laranja Mecânica"

Odeio quando uma notícia interessante passa despercebida por mim... Especialmente uma dessas. Mas não passei muito tempo sem saber dela, só  tive duas semanas de atraso. XD
Shun Oguri, que alguns conhecem por doramas como Hana Yori Dango e HanaKimi, estrelará uma versão para os palcos de Laranja Mecânica que está prevista para estrear em janeiro de 2011.
Pra quem não sabe, Laranja Mecânica é um livro de autoria de Anthony Burgess que, além da famosa adaptação cinematográfica de Stanley Kubrick, já foi adaptada para a televisão e peça de teatro. A peça já foi apresentada em países como Reino Unido, Estados Unidos, Canadá... e agora Japão.
Agora achei interessante mesmo é o Shun com o visu do Alex, olha só:


Confiram também o perfil sobre Shun Oguri que coloquei no blog um tempinho atrás. =)

Minhas impressões sobre "Vitral"

Para quem estiver interessado, aqui está a minha opinião sobre o outro título do Futago Estúdio, O Príncipe do Best Seller.

Vitral

Finalmente consegui minha edição de Vitral. Tive de visitar uma banca de revista de outro shopping. E nessa a situação estava inversa: O Príncipe do Best Seller era o título que estava esgotado. Parece que tem pessoas dispostas a conferir os mangás, isso é bom.
Vitral é uma obra BL, mas a primeira edição não tem muito de BL - embora a "saideira" tenha uma cena muito fofa que puxa pro shounen-ai - já que se trata apenas do primeiro capítulo. Mas a história se desenvolve muito bem, me deixou intrigado de querer saber mais sobre alguns personagens. Mas quero falar da "polêmica" do mangá que é sua relação com Gravitation.
Existe comparações entre Vitral e o famoso BL de Maki Murakami por vários motivos: primeiro é que o mangá trata de vários aspectos envolvendo o show business. O pai do personagem Daiji é um grande artista, boa parte da história foca no relacionamento de integrantes de uma banda chamada BadNews, e tem o personagem principal, Tsumi, que parece com o Shuichi.
Não posso saber se a autora Shirubana se inspirou em Gravitation, mas cópia desta obra ele não é. Pra começar, é nítido que o clima dos dois mangás são diferentes. Vitral puxa mais pro drama, enquanto Gravitation é aquela bomba de humor e tosquice. E apesar do visual e motivos de vida parecidos, Tsumi e Shuichi são beeeem diferentes. Quem achei que me lembrou o nosso Shindou Shuichi foi mesmo o Theodore de O Príncipe do Best Seller, já que os dois tem quase o mesmo nível de burrice XD - embora Shuichi supere todo e qualquer personagem "burrinho" de mangá, é fato. Lembra Gravitation? Lembra, mas não por semelhanças descaradas na história, mas só por referências mínimas de memória, como o fato de retratarem bandas por exemplo. Nada demais.
E mais uma vez ler este mangá foi uma surpresa. A história é muito, muito boa. E se for bem desenvolvida até o final, então, poderei colocar a série como uma das minhas favoritas. Eu só reclamo, mais uma vez, que o volume termine tão rápido. Talvez o número de páginas seja decisão da editora já que ela está inovando lançando mangás nacionais, então tudo bem. Se teve gente miserável chorando achando que estava caro demais os mangás por causa do número de páginas (ninguém lembra de que a editora está se arriscando com os títulos), imagine se tivesse mais páginas... Eu percebi um errinho de pontuação (acho que a fala tinha entonação de interrogação e esqueceram justamente dela), então peço que o editor atente para isso.
E é isso. Agora é só esperar pela segunda edição.

Contagem regressiva para Os Mercenários

E hoje, daqui a algumas horas XD, estarei indo ver Os Mercenários.
Meu interesse pelo filme é basicamente por causa do Jet Li (as cenas de porrada dele parecem boas - como sempre, claro) e porque estou curioso para ver o desempenho da Gisele Itié. Se não fosse por isso, acho que escolheria ver em qualquer outro dia, já que Sylvester Stallone não é um dos meus atores de ação favoritos. E não falo isso por causa da polêmica na Comic-Con - se ele já se desculpou da gafe, por mim está tudo certo -  é que ele como ator é terrível mesmo. XD
Tem o fato também do filme resgatar o estilo de filmes de ação dos anos 80 e por ter um elenco icônico desses filmes. Ou seja, não posso exigir muito, vou desligar meu cérebro e me entreter. Só espero que tenha menos pessoas babacas e mal-educadas na sala de cinema, já basta o que passei vendo Predadores. Cinema dentro de Shopping de gentalha rica e estúpida (leia-se Manauara) é um suplício! +_+

Minhas impressões sobre "O Príncipe do Best Seller"

Consegui! Depois de muita reza, parece que tiveram pena de mim, pobre universitário duro, e fez com que distribuíssem os mangás nacionais O Príncipe do Best Seller e Vitral para esta cidade... OK, vou parar com o drama. XD
Como podem perceber, eu só adquiri O Príncipe do Best Seller. E não foi opção minha. Sabe o que aconteceu? Vitral esgotou, simples assim. Eu perguntei o dono da banca, ele disse que os mangás chegaram essa semana. Quem foi que disse que BL não vende no Brasil mesmo?
Mas enfim, ao menos consegui um dos mangás. E eis as minhas impressões.

O Príncipe do best Seller

Bom, começando... Como apreciador de quadrinhos e desenhista (bem) amador, eu achei, no mínimo, interessante essa ideia de mangá nacional. Tanto que logo que soube de algo sobre, publiquei a notícia aqui no blog. E ao contrário dos otakus xiitas, eu achei essa ideia maravilhosa. Sim, eu sei que é difícil entitular "mangá" algo produzido no Brasil, mas eu realmente não me importo muito com isso. Já que a nomenclatura "mangá" significa algo como "desenho exagerado", até Turma da Mônica pode ser considerado mangá... Então não tenho nada contra caso pipoquem os "mangás made in Brazil", desde que tenham "alma mangá", digamos assim. O que não vejo em Turma da Mônica Jovem ou Luluzinha Teen, cujo resultado é uma coisa medonha feita apenas para capitalizar em cima da "moda otaku", não é algo feito com sinceridade por fãs da cultura japonesa, que é o que percebo no trabalho da Soni e Shirubana. Eis o motivo pelo qual apoio o trabalho delas e não essas outras "bizarrices" lançadas por aí.
Focando agora em O Príncipe do Best Seller... Quando a autora Soni prometeu uma comédia, ela não fez por menos. Eu ri da história do começo ao fim. E devo dizer que é difícil uma história me fazer gargalhar, e isso aconteceu. E o mérito se deve aos personagens Theodore e Paulo Lebre. Sem desmerecer os outros, o Pedro é aquele personagem que a gente mais curte por ele ser mais equilibrado - e acho que é o meu favorito porque ele me lembra o Ito Keita de Gakuen Heaven ♥ XD - mas os dois personagens anteriores roubam a cena. Theodore é aquele personagem principal que é uma criançona, e em determinados - e melhores - momentos ele demonstra um nível de tosquice digno de Shuichi Shindou, e eu adorei isso. O trecho onde ele vai investigar o psicólogo da escola é uma das coisas mais engraçadas que li.
E Paulo Lebre é aquele personagem que "amamos odiar". Não que ele seja absurdamente cruel, lembrem que o mangá não é um drama, mas a língua é afiadíssima e cada corte me fazia rir. Enfim, é o moço cruel, mas sua torpeza acaba sendo um charme. (???) XD
Creio que não preciso fazer uma sinopse da história, isso podem encontrar no site do Estúdio Futago... Vou direto pra opinião: o mangá é ótimo. Superou minhas expectativas, pois apesar de torcer pelo trabalho, também estava com medo de me deparar com um a coisa estilo Turma da Mônica Jovem - falsificado até à última retícula - mas O Príncipe do Best Seller está num nível mais avançado. O trabalho com o traço ficou muito bem feito, e eu nem imagino o trabalho que as meninas tiveram com seus mangás, especialmente com os detalhes - eu odeio mais do que tudo desenhar paisagens. E os SDs e ilustrações extras são um charme. Para aqueles que julgavam que o trabalho seria amador devo dizer que se enganaram feio. Posso até estar equivocado, mas talvez este seja o início de um novo empurrão na cena de HQs brasileiras, nunca se sabe. Minha única reclamação é que a edição deveria ter mais capítulos, mas não falo isso na polêmica de poucas páginas e preço alto, mas sim porque ele termina tão rápido... quero ler mais! T^T Mas é isso. Esqueçam o preconceito contra produções nacionais, esqueçam também o despeito e procurem ler O Príncipe do Best Seller. Estou aqui esperando pela edição dois. E amanhã vou correr em algumas bancas pra ver se encontro uma ediçãozinha de Vitral para poder ler e comentar.

Nintendo 64, meu melhor amigo

São poucas as coisas que meu cérebro guarda na memória, especialmente da infância. E, incrivelmente, só guardo momentos que raramente gosto de lembrar. Felizmente alguns foram tão bons que eles ficaram registrados devidamente (ou quase XD minha memória é ruim pra caralho...).
E nesses dias acabei me rendendo a um deles, quando relembrei de um momento maravilhoso. Não sei se já o contei aqui. O dia era 25 de dezembro. Manhã de Natal. O ano era 1997, que foi sem dúvida um dos piores anos de minha vida, já que esse ano foi quando entrei na quinta série numa porcaria de escola batista onde sofri bullying quase que o ano inteiro, com direito a ser chamado de "bicha" até pela própria diretora. Mas enfim, uma coisa muito, MUITO boa aconteceu nesse ano. Uma coisa que sempre achei que nunca aconteceria comigo.
Sabe quando você ganha uma coisa que você nunca esperaria ganhar em sua vida inteira? Foi isso que ganhei nesse Natal. Eu não sei direito como, mas a minha família, avessa à novidades tecnológicas, acertou em cheio escolhendo este meu presente: um Nintendo 64.


Vocês não imaginam a minha surpresa quando vi aquela caixona embrulhada do lado da minha cama. Eu já tinha consciência que o povo de casa adorava jogar na minha cara o quão cara eram as coisas que eu ganhava, portanto nem ousaria pedir um Nintendo 64, era lançamento da época né? Mas era um N64, um dos meus maiores sonhos aos dez anos se realizou. Pena que não acertaram muito no primeiro jogo XD mas eu gostei mesmo assim.
E meu 64 tornou-se grande parte de minha vida. Era tão divertido quando os cartuchos custavam apenas cinquenta reais. Depois não custavam menos que cento e cinquenta, cento e pouco... Mas mesmo assim consegui aproveitar muito os jogos que tinha.
Por muitas vezes me estressei com os jogos, só faltava jogar o console pela janela, mas com ele eu aprendi que eu tinha de dar valor ao que me davam. Especialmente porque ele tinha sido caro. XD E mesmo com algumas esmurradas e assopros pra pegar os cartuchos, ele continuou meu melhor amigo por muito tempo.
Até hoje ele funciona, mas eu não o ligo há dois anos mais ou menos porque o controle dele quebrou. Uso excessivo da alavanca, ela acabou voando quando a empurrei de modo incisivo para dar um golpe em Super Smash Bros. E espero que ainda funcione por um bom tempo.
E mesmo quando não funcionar, prometi que vou guardá-lo comigo pelo tempo que puder. Eu sei, sou apegado demais aos objetos, e sei bem que vai ter um tempo em que não vou mesmo poder ficar com ele, a não ser que Deus materialize pra mim quando estiver do outro lado... XD Mas eu quero guardá-lo como símbolo de que nada é por acaso. Depois de um ano absolutamente terrível, cujas consequências me assombram até hoje, eu acabei tendo a maior surpresa de minha vida. O melhor presente que recebi, e que por ora talvez seja o melhor que recebi em toda minha vida...

...porém espero que esta não seja um dos poucos momentos felizes. Espero ter mais momentos assim. Mesmo que não queiram me dar, eu sei muito bem que posso correr atrás da minha felicidade. Sou extraordinário. ;)

Terminou o momento olifantástico (pelo menos aqui no blog)...

MusicMonday: Happiness

Essa música é minha trilha sonora há algum tempo.
A cantora é a Vanessa Williams, sim, a Wilhelmina do extinto Ugly Betty. XD Eu gostava do tempo em que ela cantava, lançava discos. Nunca mais vi nada novo, uma pena...
A música Happiness não é tão conhecida, embora eu já tenha visto na MTV algumas (pouquíssimas) vezes. Mas enfim, sabe quando você sente segurança em si mesmo e isso lhe trás uma enorme felicidade? É assim que andei me sentindo. E eu acho que essa música descreve bem isso. E para quem nunca a ouviu, a deixo como recomendação hoje! =)

Vanessa Williams - Happiness


"Felicidade...

Eu não acredito no que estou ouvindo
Você não pode me impressionar com palavras
Me mostre
Não pense que estou passando por mudanças
Garoto, você pode me ver mudar pela ultima vez

Tendo um dia difícil
Melhor lidar com isso
Se você está jogando
Não há tempo pra isso
Se você está trazendo dor
Vou correr dela
Não bagunce meu dia

Eu sou o único
Que é responsável
Pela minha diversão
E você não pode pegar minha

Felicidade
É o que acontece na minha vida
Felicidade
Não, eu não consigo sem a
Felicidade
Nada pode me parar agora
Apesar dos altos e baixos
Ainda sou feliz

A vida é tão boa quanto posso fazê-la
Eu não posso me sentar enquanto você a faz pra mim
Eu gosto daquelas joias que você me deu
Mas eu mesmo quero comprar algumas

Para poder me libertar
Devo correr atrás disso
Para realizar meus sonhos
Devo correr atrás disso
Nada é de graça
Devo correr atrás disso
Eu não vou ter que depender de você

Eu sou o único
Que é responsável
Pela minha diversão
E você não pode pegar minha

Felicidade
É o que acontece na minha vida
Felicidade
Não, eu não consigo sem a
Felicidade
Nada pode me parar agora
Apesar dos altos e baixos
Ainda sou feliz"

Sugestão de vídeo: Dance to this song

Esse é o vídeo mais sensacional que vi durante essa semana, e pra quem não pegou a sugestão no Twitter, a coloco aqui.
É o seguinte: Dance to this Song é uma música feita criada, entre outros, por David Wu, conhecido também como KevJumba na net pelo seu canal do YouTube onde posta vídeos de humor. A música, que faz parte de uma websérie chamada Funemployed, fala sobre o quanto as músicas pop hoje estão parecidas umas com as outras, já que necessariamente o povo que as ouve não pede por nada necessariamente original, né? Basta uma batidinha legal, joga qualquer letra idiota sobre festa e bebida nela e assim nasce um hit! XD Eu até me espantei que um vídeo criticando isso não tenha saído antes.

O autor da pérola. Cliquem aqui para visitar o site oficial dele e cliquem aqui para visitar seu Twitter.

E o engraçado é que, mesmo sendo feito de maneira colaborativa, o videoclipe acaba sendo uma superprodução, recheada dos clichês dos atuais clipes. Até coreografia tem. Eu morro de rir com esse vídeo que fala tudo o que penso do cenário musical pop atual há um bom tempo (o bridge da música me mata de rir, PQP! - começa em 2:47)... E tipo, desculpa a frivolidade, mas os garotos além de engraçados são bonitinhos. XD
Enfim, abaixo está o vídeo e logo em seguida está a letra, com tradução, pra vocês curtirem mais uma "genérica música pop".


Let's dance to this song (HEY!)
Vamos dançar essa música (HEY!)
Let's dance to this song (HEY!)
Vamos dançar essa música (HEY!)
Let's dance to this song (HEY!)
Vamos dançar essa música (HEY!)
Let's dance
Vamos dançar
2x

I know you're thinkin that you heard this before
Eu sei que você está pensando que já ouviu isso antes
Some strings and bass to move your body to the floor
Algumas cordas e baixo para te fazer mexer até o chão
But girl don't matter if the beats are the same
Mas não importa se as batidas são iguais, garota
Cause seeing your body move I'm just glad you came
Porque vendo seu corpo mexer estou feliz porque você veio

Move this, move that, verse one, verse two
Mexe isso, mexe aquilo, primeiro verso, segundo verso
That's all these songs are meant to do
É pra isso que todas essas canções servem
Just melodies, don't stop to think
Apenas melodias, não pare pra pensar
Mindless moves girl let's grab a drink!
Movimentos descuidados garota, vamos pegar um drink!

Let's dance to this song (HEY!)
Vamos dançar essa música (HEY!)
Let's dance to this song (HEY!)
Vamos dançar essa música (HEY!)
Let's dance to this song (HEY!)
Vamos dançar essa música (HEY!)
Let's dance
Vamos dançar
2x

My turn to go but lyrics really don't matter 
Minha vez de cantar mas a letra não importa
Cause I got the flow to make your booty move faster
Porque eu tenho a manha pra fazer sua bunda mexer depressa
Err time I hear this song I get up on my feet and dance
Toda vez que ouço essa música eu me levanto e danço
I just want the same old noise that keeps my body in a trance!
Eu só quero esse velho barulho de sempre que mantém meu corpo em transe!

Insert cliche, then you'll get it right
Coloque um clichê, então você vai conseguir
Drink, girls, dance, beat, blah blah repeat
Bebidas, garotas, dança, batida, blá blá, repete
We made a hit in like 30 minutes
Fizemos um hit em 30 minutos
This s*** is tight! We done and did it!
Esse bagulho é quente! Terminamos e conseguimos!

This is the music for our generation
Essa é a música pra nossa geração
The sounds for the kids that's sweeping the nation
Os sons para os jovens que está varrendo a nação
From coast to coast, and club to club
De costa à costa, e clube em clube
Here's another pop song for all you to love
Aqui vai outra música pop para todos amarem

Genial. Simplesmente genial. XD

That don't impress me much, daahlin'...

Mais uma coisinha que andou martelando minha cabeça ultimamente...
Andei me decepcionando muito com um certo blog que eu visitava. A pessoa, que era bem engajada quanto aos direitos gays (e até continua, mas não com a mesma frequência), passou a postar somente sobre seus exercícios físicos, fotos tiradas com seu iPhone de cueca, fotos de seus carro e AP... Enfim, pelo teor bem idiota frívolo dos textos, parece-me que ele sucumbiu ao estereótipo de gay absurdamente egocêntrico, que eu carinhosamente chamo de "Paris Hilton com pXXX"...


Observo que muitos agem desse jeito, fazem de conta que nesse mundinho todo gay é rico, lindíssimo e feliz, como se saíssem do Queer As Folk (eu odeio demais esse seriado!) ou daquela famosa reportagem da Veja... E eu acho engraçado que um grupo que é isolado do resto da sociedade, por assim, dizer, tem a sua mania de ter seus próprios estereótipos. Tem gente que se espanta quando digo que não sou chegado a certas coisas ditas "gays" porque, em suas cabecinhas, gays são todos iguais, gostam das mesmas coisas etc e tal. Considerando algumas reflexões que tive acerca disso vi que alguns entram nesse comportamento de "se vender", por assim dizer.
Isso não acontece só entre homossexuais, claro, mas acredito que na cena gay existem alguns dos indivíduos mais fúteis existentes na face da Terra. É aquela velha discussão sobre alguns comportamentos... Alguns acham que "Gay não se apega, só pega", então a questão de achar companhia fica bem complicada. Para alguns nesse meio, "namorar" significa transar por dois dias e depois procura outro. Daí alguns para chamar mais atenção (daí você pode imaginar mil fatores: medo de solidão, falta de outras qualidades - carisma por exemplo - , necessidade de aparecer por ser uma pessoa apagada, sabe Deus...) começam a incorporar o estilo playboy.
Posso ser sincero? Acho a coisa mais ridícula você tentar chamar a atenção de alguém ao mostrar que é bem afeiçoado no que se diz a respeito de grana. Sim, falo daqueles que vão na balada de óculos escuros, não usam outra roupa além das de marca, tiram foto em todo espelho de banheiro de boites e shopping centers, e que tiram fotos de seus bens pessoais, como um apartamento luxuoso de frente pro mar, ou encostado á sua BMW, Crossfox se você faz a linha Stefhany... Enfim, acho que me entenderam.


Eu senti parte do meu café da manhã voltar quando eu li que o "gatão do blog" é tão orgulhoso de seu corpo e para isso fez um post só com fotos de si. E claro, falando de como é bem sucedido com homens e no emprego... Enfim, um partidão. Para alguns, menos eu. Não acho que isso seja tudo...
Quando eu falo que a aparência não importa pra mim não quero dizer que eu me casaria com um homem que só tem dois dentes na boca, e um está apodrecido. Como todo mundo, eu tenho um modelo ideal, digamos assim, sobre como um homem deve ser. Mas sei também que é burrice se prender ao quanto as pessoas tem de beleza exterior e dinheiro. Como falei antes, as pessoas envelhecem. O que será desses que vivem à custa de sua beleza quando a plástica não fizer mais efeito? E a desculpa de usar seus bens materiais para atrair pessoas só atrairão gente atrás do seu dinheiro. Acho engraçado como algumas pessoas se submetem às coisas mais estúpidas para não ficarem sozinhos. Conversava com uma amiga tempos atrás, quando ela me vem com o questionamento: "Homens não gostam de mulheres interesseiras, mas não gostam de mulheres independentes". E é interessante pensar nisso... Mulheres independentes geralmente são bem mais seletivas, já que elas necessariamente não procurem alguém que os sustente, mas sim alguém que esteja à sua altura - e isso não é exatamente questão de bens pessoais. Mas a maioria dos homens não gostam de relações que sejam 50%/50%, já que a sociedade os coloca sempre como os "dominadores". E venhamos e convenhamos, é bem mais fácil atrair olhares com seu carrinho último tipo do que atrair alguém com sua simpatia e boa educação. Daí os homens vão pelo caminho mais fácil: preferem procurar por alguém que se impressione com sua carteira porque alguns não tem mais nada além disso, sem falar que assim é fácil manter a esposa dentro de casa, sustentando-a. E duvido que o estereótipo da mulher interesseira não tenha nascido desse comportamento. Mas essa é apenas minha observação.


Se a pessoa realmente gosta de se comportar esse jeito, bem, o país é livre. Cada um age do jeito que bem entende. E pessoas mudam, assim como este do blog... Mas eu acho um verdadeiro retrocesso se idiotizar para poder atrair atenção. Porque beleza um dia acaba, o carro também. E dinheiro, bem, sempre existirá alguém mais rico, se for depender apenas disso... Daí vai sobrar o quê? =)

Bara: novo capítulo de The Best Trio traduzido (18+)

Bara news! =D Saiu há algumas semanas mais um capítulo traduzido do tankobon The Best Trio do Jiraiya. Os capítulos anteriores você pode ler visitando esse post.


Enfim, este capítulo chama-se Ogre in the Storehouse, e eu não sei se posso recomendá-lo porque até agora eu estou tentando entendê-lo. XD
Ao que me parece o personagem da história, Takefusa, tem de cuidar de seu irmão (!!!) que aparentemente foi criado como um ogro (!!!), e sua aparente ira só é controlada quando Takefusa faz sexo com ele. o.O Yep... Incesto. Parece que Jiraiya fez uma versão mais "light" do que comumente apareceria numa história do Tagame.
Não sei bem o que pensar da história, eu realmente não achei grande coisa, acho que pela natureza da história. Não curti. Mas para terem suas opiniões, deixo aqui o link para leitura da história, cortesia do site melhor amigo dos fãs de gei comi, The Bara Forums. Have fun! =)

Um post frívolo (só pra variar... XD)

Toda vez que vejo o clipe abaixo eu sempre penso numa coisa... "Engraçado, tanta mulher junta em roupas diminutas e eu só tenho olhos pro carinha que está no meio delas". HAHAHUAHUHAHA! Isso acontece só comigo? XD
Mas devo dizer que eu morro de raiva porque não focalizam tanto na bunda do cara enquanto que com as meninas... Por que não mostram ele se abrindo também? ¬¬''''

Momentos favoritos:
01:05 - Quando um homem sabe mexer a cintura desse jeito... OMG!!!
01:20 -Uau! XD


Essa música até tocava muito há algum tempo. É muito divertida.
E caso estejam se perguntando, o moço do vídeo chama-se Juan Pablo Di Pace. Ator, diretor e modelo. Participou do filme Mamma Mia!

Juan Pablo di Pace

Juan Pablo di Pace

Juan Pablo di Pace

E é só. Post totalmente motivado pela pervice. XD

Nostalgia

É engraçado falar disso hoje no blog. Como todo mundo sabe, vidas entram e saem de nossas vidas. Algumas saíram de fininho, simplesmente a distância deu cabo de nossa ligação, outras vezes foi depois de um puta confronto. Enfim, às vezes cada um segue seu canto, por mais divertido que fosse estra junto. Nada dura nessa vida.
Mas independente de que terminou de modo amigável ou não, algumas coisas sempre ficam. Mesmo que seja pra causar rancor XD mas não é esse o caso que quero falar.
É que eu percebi o quanto tive a influência de algumas pessoas que hoje não estão tão próximas. E por mais que eu espere esbofetear algumas algum dia, (não que eu o vá fazer) não paro de pensar no que seria se não as conhecesse.
Por influência de um deles eu decidi ouvir O Teatro Mágico, e gostei.
Uma outra pessoa fez-me interessar em Pink Floyd.
Outro me incentivou a ver o filme O Corajoso Ratinho Desperaux, que normalmente eu nem daria bola, muito menos o veria no cinema como o fiz. E achei o filme muito bonito.
Por intermédio de uma pessoa conheci Naruto e, claro, o meu casal favorito. E por aí vai...

Mas ontem foi engraçado. Eu não estava muito interessado em comprar os novos mangás da JBC, e acabei me deparando ontem com o mangá de Buso Renkin. Não sei bem o porquê, mas tive o impulso de comprar. Vi, peguei e paguei. E foi engraçado, ao levá-lo pra pagar, a moça dona da banca me perguntou como se chamava o mangá, e quando disse o nome eu me lembrei dele falando o nome.


E quando o comecei a ler me lembrei de vez que há muito tempo uma pessoa muito especial me recomendou Buso Renkin. O anime na verdade. Mas por preguiça não procurei (e também porque eu não tinha internet em casa pra baixar XD).
O mangá é um shonen típico. Quase todos os clichês estão ali, e conforme eu os identificava, depois de um tempo, pensei: "Bom, esse tipo de história é mesmo a cara dele. Super clichê, mas é o que ele gosta. É praticamente ele ali". E comecei a lembrar de alguns bons momentos e comecei a rir. E agora acho que terei de aumentar minha coleção de mangás. Engraçado que nem tinha vontade de ler, comprei meio que sem pensar. Talvez tenha sido a nostalgia, quem sabe?

E agora fico pensando se algum dia eu já toquei alguém assim. Qualquer pessoa que já tenha me conhecido. Será que existe algo que lhes dão uma lembrança de mim? E será que é uma lembrança boa? Amarga? Será que eu deixei uma marca tão grande na vida de alguém?
Bom, caso tenha, não preciso que me contem. Só peço que a guardem com cuidado. Assim como eu mantenho os meus momentos e assim os manterei, até onde me for permitido. Combinado? ^_^b

Road to Modesto, de Roman Loranc.

"Before the rising sun we fly
So many roads to choose
We start out walking
And learn to run
And yes, we've just begun..." ♪

Sobre "Predadores" e "Salt" - Parte 2

Continuando com a resenha do filme mais recente da Angelina Jolie. Para ler a resenha de Predadores, é só ver o post abaixo. Tá com preguiça? Então clica aqui. XD

Salt

Angelina Jolie Salt
 
Angelina Jolie de volta aos cinemas, e que volta. Ela carrega o filme todo sozinha como uma agente da CIA que é acusada de ser uma espiã russa e que com isso tem que se virar para limpar seu nome.
Salt é um filme de ação que não é necessariamente inovador, mas que eu achei muito bem feito. A história é interessante, e com uma série de reviravoltas de dar nó na cabeça da pessoa, mas confesso que eu não me surpreendi com a maioria delas, acho que assisti filmes de ação com espionagem demais. XD Mas é sério, um pouquinho de atenção e você saca o que vai acontecer na história.
Mas devo dizer que o final do filme pode decepcionar alguns porque, assim como Predadores, ele é aberto. A pergunta principal, mostrada em todos os pôsteres e materias de divulgação do filme - Quem é Salt? - é explicada em seu final, mas talvez se o filme não tivesse dado tantas "pistas" o final em aberto talvez fosse melhor assimilado pelas pessoas. Todavia, por ter final aberto, talvez este filme seja apenas o começo de uma nova franquia de agente secreto no cinema, e estrelando uma mulher!

Angelina Jolie Salt
Ahaza bunita!

Aliás, esse é um ponto interessantíssimo para se discutir. O filme pode não surpreender quem está escolado com o gênero - ele inicialmente foi escrito para Tom Cruise estrelar, este achou que o personagem fosse parecido demais com o Ethan Hunt de sua conhecida franquia Missão: Impossível e recusou. Daí o roteiro foi modificado para que uma mulher pudesse estrelá-lo - e Salt tem a mesma habilidade de construir armas do nada como o MacGyver, a rapidez de raciocínio pra sair de enrascadas de Ethan Hunt e é tão boa na porrada quanto Jason Bourne, mas não acho isso um defeito. Evelyn Salt pode ser equiparada com estes e isso é algo digno, já que desde alguns anos (especialmente depois do filme As Panteras) a moda era agentes femininas utilizarem, acima de tudo, a sensualidade. E isso dava vazão a coisas um tanto absurdas, como mulheres lutando em trajes que visivelmente limitariam suas habilidades nas lutas, se equilibrando em saltos absurdos e fazendo tudo sem desmanchar o penteado. E como Angelina Jolie disse numa entrevista (esqueci o nome da revista onde li isso, perdão, ficarei devendo), não é exatamente sexy uma mulher com o nariz estourado por levar soco na cara. Esse é o diferencial interessante do filme.
Angelina Jolie Salt
Li uma crítica no Omelete que achei absurda, que entre uma série de idiotices, fala sobre como a Angelina Jolie abusa de posar para ficar bem nas cenas, e eu definitivamente não vi isso tudo não. Realmente, a beleza da moça na telona é bem impactante, mas na porrada ela é foda, sem técnica de câmera pra fazer ela parecer bonita durante o quabra-pau. E eu não reclamo de nenhuma das cenas de ação do filme, que achei bem feitas. Queria ver uma das moças do filme As Panteras tentar acabar com um moço dando-lhe cabeçadas. E venhamos e convenhamos, que ator de ação também não demonstra canastrices como posar de machão enquanto o covil do inimigo explode, ou algo do tipo? Faça-me o favor...
Minha opinião é essa: Salt não é o Cidadão Kane dos filmes de espionagem, mas é divertido de se ver, e pra mim isso vale o ingresso. Agora só resta saber se esse será o nascimento de uma nova franquia, seria interessante ver um franquia de uma mulher agente no meio de tantos Bonds e seus afins.

Sobre "Predadores" e "Salt" - Parte 1

Mais uma sessão dupla de cinema. Mas não foi no mesmo dia, como o fiz com Ninja Assassino e O Livro de Eli, foram na mesma semana, e devo dizer que é difícil ver mais de um filme por semana. Vi Predadores na quarta-feira, dia 28, e Salt no dia de estreia. Por coincidência fui o primeiro da fila na minha sessão, todo mundo deve ter pensado que eu sou fã de carteirinha da Angelina Jolie (não que isso seja ruim, eu gosto da maioria de seus trabalhos), hehe. Mas enfim, deixe-me colocar minhas opiniões aqui... Avisando que o texto pode conter alguns spoilers, então se não gosta recomendo que nem leia.

Predadores

Predadores

 Para ser sincero, eu não esperava muito do filme, não é exatamente um título que me atrai normalmente (apesar de amar filmes com criaturas toscas, mortes, sanguinolência etc.)... Mas algumas coisas me fizeram ficar curioso e tive a iniciativa de ver o filme. As motivações foram:

  • Alice Braga
  • O oriental que aparece no pôster do filme
  • Conferir o novo corpaço do Adrien Brody

Quem sabe eu seria surpreendido, não? E eu fui, mas não num sentido positivo. A premissa: vários assassinos (e alguns indivíduos supostamente inocentes) são jogados em um planeta desconhecido (óbvio), com praticamente nenhuma pista de como chegaram lá. No decorrer da história isso nem se mostra importante, na verdade, mas enfim... Tais indivíduos são jogados com uma boa quantidade de armas e acabam descobrindo que seus inimigos são alienígenas que os estão caçando. Uma caça esportiva intergaláctica.

Predadores
A trupe dos azarados.
 
Com esse filme, somos introduzidos a uma nova raça de predadores, inimigos entre si. E também dá espaço para cachorros-predadores também. O ator que interpreta um yakuza, Louis Ozawa Changchien, é um pãozinho mas isso não salva o filme. Tudo bem que eu já sabia que o plot era fino feito papel higiênico, mas esperava que houvessem ao menos cenas bem tensas de perseguição. Afinal, os humanos ali estão sendo caçados! Mas devo dizer que esses predadores eram bem ruinzinhos no que diz sobre pressionar psicologicamente as suas presas. Um filme desses que falha no suspense desse modo pra mim é péssimo. Não conhecemos direito os personagens, as mortes humanas não são sentidas por isso (e como é regra em Hollywood, as "minorias" sempre morrem primeiro)... e os predadores são um tanto meia-boca, no sentido que você nem sente vibração quando algum deles é exterminado, já que eles não foram lá exatamente competentes na sua função de serem cruéis e fazer o público odiá-los, entendem? Fizeram a batalha final toda bonitinha pra fazer o povo vibrar quando o predador fosse morto maaaas pelo menos na sessão que estive isso não aconteceu.
O desempenho dos atores ficaram muito bons. Estranho ver o Adrien Brody fazendo um papel de machão de filmes de ação, mas achei bom que o escolheram pro papel. Ele parece um soldado normal, com uma boa dose de grosseria, mas ainda assim humano. E como ele não é necessariamente bodybuilder, ele não dá a impressão de homem invencível, intocável, como o nosso velho Arnoldão do primeiro filme. Alice Braga também está ótima, pena que o inglês dela ainda sofre... mas é muito bom ver uma atriz brasileira despontando lá fora, e sem ser com papéis expondo demais o corpo! YEAH! - e apesar dela ser a única mulher do elenco, agradeço de não terem feito ela transar com algum dos caras do filme, sempre tem uma cena de sexo sem nexo em filmes de ação. E o tal ator oriental é o Louis Ozawa Changchien, que parece estar iniciando nos cinemas (tem uma pequena carreira já em TV), é um personagem bem interessante, e eu gostei muito da cena de luta que ele tem com um dos alienígenas com uma katana. Soa meio estereotipado essa ideia de colocá-lo numa batlaha no melhor estilo samurai, mas ficou legal. Uma das coisas mais legais do filme, devo enfatizar.

Predadores
Um dos monstrengos. Cheios de tecnologia, mas ainda assim não botam medo, nem aflição. At all.

Adrien Brody e Alice Braga Predadores
A dupla dinâmica. Os dois tem boa química na telona. Ao menos esses dois personagens foram um tiquinho melhor desenvolvidos, afinal são os principais.

Mas os buracos do filme e o final aberto me deram muito, muito desgosto. Deu-se a entender que buscam humanos pra servir de presa há tempos, mas não revelam como fazem isso. Nem dão uma pistazinha sequer.  É bom o filme carregar certo mistério (falarei disso de novo na resenha de Salt), mas se nem os personagens tentam investigar sobre isso que acontece, não há motivos para nos prender a assistir o filme, isso que me frustra. Também acho difícil acreditar que ao colocar um monte de gente como presa, somente quatro predadores fodões se dão ao trabalho de caçar, deveria ser um grupo bem maior. Provavelmente terá uma sequência, mas eu não farei questão nenhuma de ver.
Mais chato que o filme só o povo que estava assistindo o filme na mesma sessão, cada vez mais as pessoas esquecem de demonstrar o mínimo de educação dentro de uma sala de cinema. Pagar pra ouvir piadinhas sem graça estilo CQC e garotinhos brincando com a sombra do projetor enquanto passa o filme é demais!

Postarei sobre o filme Salt em outro post depois, pra não ficar extenso demais. Até lá!