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Meu amor por gordinhos... ♥

Depois do post em que eu criticava o "apreço" que gays tem por aparência teve um que perguntou qual era o tipo físico que eu gosto... E quando eu disse, ele desacreditou. Bom, não sei se já falei antes, creio que citei em um ou outro post, mas eu sou fã dos caras gordinhos. Mesmo!
Meu vício em bara já diz muito sobre isso, já que nesse mangá só é retratado caras bem grandes. A maioria com músculos, no máximo expondo uma barriguinha... mas eu acho essa barriguinha legal, acredite se quiser. Resumindo, eu adoro um bear.

Ryotsu Kochikame
Mais uma desculpa pra meter o grande e peludo Ryotsu no blog. XD Screenshot do SoupGoblin.

Kevin JamesE não precisa ser um tipo ursino com músculos, o que tem bastante. Eu até acho legal um muscle bear, mas músculo não é uma coisa que me atrai totalmente... E a coisa fica pior quando nem ao menos é bear, é só uma típica barbie. Enfim, nesse caso acho bonito em fotos, ensaios sensuais, mas não acho necessariamente atraente, entendem?
Talvez seja implicância minha, não sei... Eu acho a beleza de hoje meio chata... 100% músculos, 0% de gordura, sem pêlos, isso não é minha praia.
Nick FrostGosto do diferente, digamos assim. Acho o máximo um cara ser grande sem que seja necessariamente por causa de músculos. Tem muito gordinho por aí que é um charme. Ver um belo sorriso num rosto cheio é bonito demais, odeio rostos ossudos. XD E o que falar das pernas que alguns tem? Que coxas, que panturrilhas, que bXXXX!!! XD Vamo lá gente, homem que é homem (pra mim) tem que encher a calça jeans, a cueca... Homem cheinho de terno, OMG!!! *_*
Greg GrunbergE o que mais me chama a atenção é a pegada de um cara cheinho. Já ouviram falar no abraço de urso? Pois é. Ô coisa gostosa. É abraço pra ninguém botar defeito, afinal o que não falta é braço pra te agarrar. Por trás então, neeeem te conto... XD E por mais estranho que possa parecer, o abraço de um cara cheinho é muito terno, é fofo demais. É agradável, aquece a gente... quem disse que excesso de carne faz mal? Pra abraçar é uma loucura de tão bom. Abraçar e sabe lá o que mais! XD
James MurphyAlguns defensores dos "sarados", ou até mesmo dos magrinhos, que eu conheço ficam perguntando como posso gostar de pessoas cheinhas. E eu pergunto: qual é o mal disso? Acho que alguns pensam que por gostar de gordinhos meu objetivo de vida é encontrar alguém e engordá-lo, igual como cruelmente fazem com animais que servirão de alimento ou algo do tipo... Não é bem assim a coisa. É questão de gosto, do que é visivelmente bonito pra você. Além disso, o tipo físico da pessoa não é só o que procuro de um possível companheiro... pessoas são bem mais que isso - e eu falo com convicção, não sou como uns que falam essas coisas bonitinhas da boca pra fora, okay??? ;D Enfim, não corro atrás de qualquer gordinho que passar na rua... mas não acho ruim dar uma secadinha. XD Se for bonitinho, atrai mesmo o meu olhar.
Blair UnderwoodMas como todos sabem, existe uma ditadura sobre o conceito de beleza. Nas revistas não vemos ensaios com pessoas que não sejam necessariamente saradas. Nos filmes e seriados gordos só servem para papéis secundários, em comédias, interpretando idiotas e não obstante sempre retratados como feios e indesejados, insatisfeitos eternos com seus fisicos. (ainda farei um post sobre isso se der) Aliás, hoje em dia pessoas "normais" são consideradas gordas! Basta uma barriguinha saliente, não necessariamente um barril, e a pessoa já quer morrer pois está se achando obesa. Acho que por isso também me recuso a engolir esses modelinhos que aparecem em revistas e sites... Quando as pessoas verão que existe beleza para todos os gostos? Preciso mesmo me sacrificar pra alcançar um modelo que os outros vão achar satisfatório? - E não venham com a desculpa de "ser saudável", pessoas com um grama a mais de gordura são saudáveis, o que justifica nesse caso então? -  Meu caráter não é bom o suficiente para atrair pessoas, eu ainda tenho de me moldar ao físico que elas desejam? E se eu estiver satisfeito com o meu corpo, como é que fica?
Seth RogenSabe que eu até me acho mais bonito com um pouco mais de pescoço e rosto mais redondo hoje do que quando estava bem seco anos atrás (o meu IMC era bem abaixo do ideal pra minha altura)? Eu mesmo gostaria de obter mais corpo, ser cheinho, mas meu metabolismo não permite... Não engordo por igual. Para verem que não é algo que eu só desejo para os outros, eu realmente acho bonita a figura cheia da pessoa. Talvez seja isso que eu ache atraente em alguns carinhas de físico grande, sabe... É a coisa de ser "diferente" para os padrões atuais. Porém devido ao que aturam por causa dessa pressão, alguns desenvolveram outros atributos, como extrema simpatia, educação e charme para compensar esse "fato"... e com tempo, ao se acostumarem com ser quem são e com seus corpos, isso acaba lhes dando certa segurança e isso acaba sendo muito mais atraente. Sei que também é meio estereotipado falar assim, mas já conheci algumas barbies e alguns chubbies por aí, e os últimos na sua maioria ganham em simpatia, e o papo é muito mais engraçado, agradável (alguns inevitavelmente são meio nerds XD)... enfim, estes acabam sempre me conquistando. É o meu fraco, confesso.

De fundoshi é maldade demais... XD *pervo*

Enfim, acho que já expliquei essa minha "estranha atração". É engraçado, muitos dizem não entender esse meu gosto, mas eu é que não os entendo. Que coisa! XD Bem, desconfio que é assim mesmo... o que seria do rosa se todo mundo amasse o amarelo? O verde? O roxo? O azul?... Só lamento mesmo é quem se prende a certos tipos e nem sabe direito o porquê. Mas enfim, cada um no seu quadrado... =D

OBS: Pra quem não sabe quem são, os artistas cheinhos mostrados no post foram, na ordem: Kevin James, Nick Frost, Greg Grunberg, James Murphy (do LCD Soundsystem), Blair Underwood (esse faz mais o tipo "normal", e é isso o que mais gosto nele, não é mais um ator negro bombado) e Seth Rogen (ele emagreceu, perdeu total o charme... =P).

Mais que extraordinário!!!...

"Quando me amei de verdade, comecei a ver que eu não tinha de sair em busca da vida.
Se eu ficar quieto e parado, a vida vem até mim".

Trecho do livro Quando me amei de verdade, de Kim e Alison McMillen, ed. Sextante.


Parece que as coisas estão de volta ao seu eixo... Também encontrei meu Sol. ♥

Puta contradição...


Não sei se poderia dizer que isso me surpreende, já que parece que estou ficando escolado nesse tipo de coisa, mas é bem decepcionante (no mínimo) quando descobrimos que muito do que ouvimos foram mentiras. E não é que necessariamente a pessoa (depende de pessoa, claro) quis mentir, é que parece que o cérebro humano é programado para dizer coisas que soam muito bonitas mas que no fundo não representam o que a gente pensa. É muito fácil falar coisas bonitinhas, nos faz parecer bem na fita. Mas a verdadeira natureza dessas coisas é revelada com o tempo, quer queira ou não.
A moça se queixa horrores de que não acha ninguém interessado em construir família, que seja maduro para manter um compromisso. Até que ela acha... e o trai com o irmão dele, porque deu vontade. Só.
A senhora acha que todos são irmãos, abençoados de Deus... exceto os estrangeiros,  espíritas, católicos, prostitutas etc.
O jovem diz não gostar de ser cantado com putaria... mas isso não é lá um problema se ele está se sentindo sozinho procurando encontro no chat da UOL.
O outro cara ali diz que não acha saudável pensar só no quanto dinheiro pode trazer poder... mas trabalha incessantemente pra comprar seu possante.
A moça diz que odeia ouvir que toda mulher é interesseira e que não teria problemas de casar com um homem menos abastado... é só ele não pedir dinheiro emprestado dela.
O jovem engajado acha um horror quando lê a notícia de que uma senhora foi espancada pela empregada... porém ele lança olhares de desprezo para idosos que querem ocupar o seu lugar no ônibus.
O moço se pronuncia não ligar pra aparência ao se tratar de amor... mas no fundo seria ótimo se a pretendente tivesse cintura fina, peitão, cabelos longos, fosse branca e magra. Heh!


Certa vez em uma revista li a diferença entre hipocrisia e mudança de filosofia. Que mudar de forma de pensar é muito comum, e acontece de modo frequente, e por isso é erroneamente tachado de hipocrisia... sendo que ser hipócrita é você falar que age de um jeito, mas sua atitude é completamente diferente. Interessante, não?

Muitas vezes acontece isso aí. Falamos coisas tão bonitas, mas nossas atitudes revelam o oposto disso. Um brinde à nossa hipocrisia! =D

Bara! Bara! Baaara! =D (18+)

AVISO: Post com imagens de nudez masculina, sexo e homossexualidade. Se não gosta, não prossiga!

Essa semana é dos homens musculosos, peludos, com gordurinha abdominal, grandões... OMG!!! XD
Bem, dando uma passadinha no nosso velho conhecido The Bara Forums descobri novos bara traduzidos! A moça conhecida como Fishball está ganhando o coração dos meninos que frequentam o fórum devido à sua dedicação em traduzir as obras do Takeshi Matsu, hehe!
Enfim, o primeiro dos mais novos traduzidos que mostro é o título Guuzen (Coincidência) que conta a história de um cara que se mostra muito interessado pelo novo vizinho, tanto que se torna um verdadeiro stalker, mas isso vai é lhe garantir uma surpresa... Você pode encontrar para ler aqui.


Os outros mangás traduzidos são a terceira e quarta parte da saga Motto Motto Anata wo (mais conhecido pelo título traduzido More and More of You)! Finalmente posso ler a continuação da história.
Nesse trecho conhecemos um pouco mais do Nishikido, o garoto que resolveu se meter entre o casal (que ainda não está formado) da história, o professor Shou-chan e Kousuke. E em seguida conhecemos outro jovem amigo de Kousuke que quer ser mais do que um amigo... É praticamente uma novela mexicana em mangá, huahahaha!


A história do casal infelizmente não evoluiu muito, devo dizer, mas eu fico mais e mais curioso pra saber como a história vai terminar. E Takeshi Matsu continua dominando o erotismo nas histórias muito bem, apesar de não ter muita ação. Enfim, ele continua sendo meu mangaká bara favorito. ♥
Caso não tenha ouvido falar antes da história, deixo aqui onde encontrar as primeiras partes de More and More of You, para você ler em sequência:

Primeira parte (Link do site Baralover)
Segunda parte (Link do site Baralover)

O outro título traduzido é mais um de Jiraiya! A quarta história da compilação The Best Trio... Mas devo dizer que eu achei essa mini-historia uma das mais fracas dele que eu já li. Em compensação a arte está de tirar o fôlego! Peguem para ler aqui.


E pra encerrar, uma coisa surpreendente: uma foto mostrando o mangaká Jiraiya!... Visitem este site e "conheçam" esta figura. XD

E por enquanto é só. Em breve espero falar de mais outros mangakás bara e postar mais novidades na tradução.

Sobre A Queda de Murdock

Olá people! Excepcionalmente neste post não sou eu quem está fazendo esta resenha. A minha amiga Deza (@EloraDhanan), que é fã de quadrinhos, fez este texto e gostaria que eu divulgasse. Como eu sou meio que (meio que???) uma negação pra quadrinhos ocidentais, achei que o texto poderia abranger as áreas que este blog não alcança.
Enfim, obrigado pela colaboração Deza. =)


DEMOLIDOR – A QUEDA DE MURDOCK

Em um local desconhecido, uma mulher vende o maior segredo que ela possui a um traficante por uma dose de droga. “Não é sempre que se vende a alma”, pensa a mulher na sombra, porém o que ela vende é o homem que sempre a amou, Matthew “Matt” Michael Murdock, ela numa carta entrega a identidade do Demolidor, num golpe de azar acaba nas mãos do maior inimigo deste o REI DO CRIME.
Com essa premissa aparentemente simples, surge uma trama intrincada de farsa e corrupção para destruir um homem decente, Matt Murdock, engendrada pelo Rei do Crime, que lhe tira a casa, o trabalho, os amigos, a identidade, a sanidade mental, entretanto a essência permanece, não é o Demolidor que faz de Matthew Murdock, um herói, é sua capacidade de não se render, de não desistir que o faz um HOMEM SEM MEDO, é à força de seu caráter, e seu amor pela justiça que o fizeram quem ele de fato é.
Um guerreiro, um homem capaz de não se intimidar, mesmo quando sua casa explode e apenas seu uniforme rasgado fica em suas mãos, ele tem “fé” na justiça, ele não enxerga, é cego, mas sua determinação o faz crer em redenção. Mesmo louco, ele se mantém firme no propósito de detonar o mundo criminoso do Rei do Crime e seus asseclas, sua vida fora destroçada de forma irremediável, mas Matt vai ressurgir das cinzas de sua própria morte para cumprir seu intento.
“Born Again” ou renascido nos EUA, no Brasil a saga foi batizada de A queda de Murdock, é o nome da HQ que redefine o Demolidor. Frank Miller em parceria com David Mazzucchelli expõe a alma, imortal e indestrutível de um homem religioso, católico, sua culpa, seus amores, sua vida, são devassados, o Rei do Crime não economiza recursos para derrubar Matt ao ponto mais baixo que um ser humano pode chegar.
Nessa HQ conhecemos um pouco mais de alguns personagens como BEN URICH, o jornalista que sente necessidade de ajudar o grande amigo Matt, porém infelizmente é ameaçado pelos capangas de Wilson Fisk, o Rei do Crime, sua vida corre perigo, ele percebe isso, após testemunhar via telefone um assassinato, como denunciar e permanecer vivo, ele e sua mulher... Outra personagem, uma freira levanta dúvidas, afinal nunca antes se falou sobre a mãe de Matt, quem ela foi, Frank decide elucidar esse mistério da vida do herói. Karen Page demonstra arrependimento e decide pedir segurança a Matt, um supersoldado entra na história, e um grande herói Marvel descobre verdades sobre seu governo, enfim está armada A TRAMA de uma das melhores histórias do Demolidor, uma obra prima de Frank Miller, nada mais foi como antes para Matthew Murdock, um cara que apenas acredita ser possível mudar o bairro onde cresceu a cozinha do inferno, afinal ele é o guardião do local, uma pessoa única que provou não ser um uniforme capaz de definir um super herói, mas sim sua fé, sua honra, caráter e dignidade. “EU MORO NA COZINHA DO INFERNO E FAÇO O QUE POSSO POR ELA. É O QUE BASTA SABER SOBRE MIM”.


Kuso Miso Technique: um "clássico" bara

Essa animou o meu dia. Disponibilizaram ontem no The Bara Forums o oneshot Kuso Miso Technique, um título que carrega grande fama consigo mesmo devido à sua história "peculiar".


O mangá é uma criação do mangaká Junichi Yamakawa publicado em 1987 na famosa revista Barazoku (pra quem não sabe, foi a revista gay mais popular no Japão e que originou um "apelido" para homens homossexuais por lá e originou a alcunha dos mangás gays aqui). Pelo estilo do traçado e o plot do mangá dá pra ver que o bara mangá estava em sua gênese, digamos assim.
Kuso Miso Techinique ficou famoso pela tosquice de sua história, ou melhor, sequer tem uma história ali. O mangá conta a história de um estudante que encontra um mecânico e os dois seguem no banheiro e... Só! Daí em diante se segue uma coleção de falas que são pura "çedussaum" e demonstrações de escatologia que deixa uma aura de erotismo muito estranha, pra não falar nojenta... E ainda assim engraçada, mas não porque o mangá quis ser engraçado, é pelo sentimento de vergonha alheia que a obra dá devido a sua ruindade.
Esse mangá esteve esquecido durante muito tempo, afinal não tinha nada de excepcional em comparação à outras histórias existentes, mas com a popularidade do bara mangá crescendo ele foi descoberto e desde então se tornou popular por expressar uma imagem estereotipada (e deveras engraçada) de gays. Consequentemente o mangá virou piada na internet, ganhando fama para além do circuito de fãs de gei comi no Japão, ganhando montagens de photoshop, vídeos de pessoas recitando as falas, vídeos musicais e cosplay. Foram feitas máscaras dos rostos dos personagens da história em "puro êxtase", que também estamparam camisetas. Frases icônicas da história viraram gíria no Japão: "Uho! Ii otoko!" (Uau, que homem gostoso), "Aah!" e "Yaranaika?" (Vamos fazer XXXX?), que eventualmente se tornou a mais famosa e é como todo esse frenesi causado pelo mangá é conhecido até hoje - experimentem pesquisar "yaranaika" no Google ou YouTube pra você ver...

Eis um exemplo da arte criada em homenagem (???) ao mangá:



Inspirou "cosplays" como esses:



E a coisa foi tão popular que "Yaranaika?" virou até dança:



Você pode saber mais sobre o "fenômeno" clicando aqui.

Bem, a história está explicada. Indo pro que interessa: ontem alguém teve a bondade de achar o mangá traduzido pro inglês e colocou disponível pra download para nosso, ahn... deleite. (???) XD
Lendo isso, só agradeço que as histórias bara evoluíram bastante.

Sentindo-se ordinário

Janet Jackson smile

Às vezes acontece de eu ficar imaginando como seria se eu tivesse mais empatia natural, sabe? Esse tipo de atração natural que muitas pessoas tem.
Por exemplo, minha mãe esbanja simpatia até mesmo quando ela está mau humorada. Conversa com todo mundo, até com bêbado que dá de conversar com ela. Não que ela agrade todo mundo, tem pessoas que simplesmente não gostam dela, mas a amaioria se sente confortável em conversar com ela, mesmo não a conhecendo. E eu sei que muitos até dentro da família indagam como é que o filho dela pode ser tão diferente...
Antissocial, apagado, com humor oscilante... Esse sou eu. E nem vou ficar reclamando disso porque eu sei que não tem jeito mesmo, já nasci estragado. Porém, de vez em quando, em fico me perguntando se as coisas não poderiam ser diferentes. Às vezes cansa de ouvir pessoas falando o quanto você é metido sendo que você simplesmente não tem muita segurança em falar e prefere ficar no seu canto.
E mesmo tentando agradar, eu nunca consigo mudar esse aspecto, ou maquiá-lo. Sempre dá errado, e eu sinto um clima estranho, como se eu estivesse fazendo papel de palhaço, e no fundo estou... Simplesmente não sou uma pessoa lá muito simpática, não tenho o sorriso da Janet Jackson que faz qualquer um se derreter (eu pelo menos acho o sorriso dela lindíssimo, e morro de inveja). Eu acho meu sorriso estranho. Me acho estranho.
De vez em quando eu até acordo com um bom humor, faço a linha Stefhany e acabo me achando lindo e absoluto. Capricho na roupa, perfume, quem não tem seus dias de vaidade? Mas depois de um tempo isso me soa como uma bela de uma mentira. Como o Yuki diz em um trecho de Fruits Basket, no capítulo que conta a história da Kisa: "(...)Aprender a gostar de si mesmo... Mas como será que se faz isso? Como podemos procurar nossas próprias virtudes se tudo o que encontro são defeitos? Se fosse tão fácil, pra que ficaríamos assim? Além disso... se insistimos nessa busca, só encontramos invenções. Isso só nos faz piorar... (...) Não é assim que funciona. Somente quando alguém diz que nos ama é que conseguimos começar a nos amar também... Quando alguém nos aceita como somos. Quando nos olham com respeito. É aí que aprendemos a gostar de nós mesmos. Quando aprendemos a nos perdoar...".
E antes que algum ser brilhante venha comentar anônimo dizendo que eu tenho de "me tratar" XD, saibam que isso não é um pedido de pena ou algo do tipo. Talvez seja uma tentativa de buscar uma força dentro de mim mesmo. Todo mundo - eu acho - tem seus momentos de crise, não? Eu sei que vaso ruim não quebra, não estou necessariamente feliz comigo mesmo, mas não me odeio - embora às vezes chegue bem perto. Eu gostaria de ser alguém diferente, mas isso me faz pensar em que talvez eu estaria numa situação bem pior do que a que estou hoje, sei lá... Tantas pessoas por aí que são bonitas mas que por dentro são um poço de tristeza. Alguns expressam muita simpatia num sorriso, mas ali escondem suas presas. Tenho meus problemas mas eu tento ser uma pessoa boa, ou ao menos me encontrar, tem muitos que nem isso, talvez porque seja muito fácil maquiar seus defeitos do que simplesmente conviver com eles, mas enfim, não é coisa pra que eu fique julgando... Já tenho dor de cabeça suficiente lidando comigo mesmo.
Todavia, já que todos mudam ao decorrer de sua vida, eu espero que no futuro eu me torne alguém que possa despertar simpatia com um simples sorriso,  fazer outros felizes e rindo (comigo, não de mim, pra variar) enquanto eu estou rindo, assim como aqueles que eu admiro. Só para me sentir um pouquinho especial de vez em quando.
Às vezes cansa ser apagado, só isso.

Perfil: Ryo Kimura

Ryo Kimura

Ryo Kimura (木村了) é um ator japonês que, apesar dos poucos anos de trabalho (ele debutou na indústria no ano de 2002), ele já conquistou vários tipos de papéis, se mostrando mais do que um mero idol. E é bem convincente no que faz! Eu levei um choque ao vê-lo em um papel de um garoto mal-encarado com tendências para bullying (embora tenha gosto por coisas femininas) em Otomen depois de vê-lo em um personagem mais "flamboyant" em HanaKimi.
Eu não achei muito sobre sua biografia, mas achei que valeria a pena mostrar algo sobre ele no blog porque eu sei que existem muitos fãs de seu trabalho por aí. O último foi no dorama Zettai Reido.

Ryo Kimura

Nome: 木村了
Nome romanji: Kimura Ryo (Ryo Kimura)
Profissão: Ator
Data de nascimento: 23 de setembro de 1988
Local de nascimento: Tóquio, Japão
Altura: 1,72m
Peso: 55kg (esse povo precisa se alimentar)
Signo: Libra
Tipo sanguíneo: A
Família: Dois irmãos mais velhos.

Ryo Kimura

Filmografia
  • Moonlight Jellyfish (2004)
  • Saishuu Heiki Kanojo (2006)
  • Catch a Wave (2006)
  • Sugar & Spice~Fuumi Zekka (2006)
  • Heat Island (2007)
  • Waruboro (2007)
  • Akai Ito (2008)

TV
  • Water Boys 2 (2004)
  • Division 1 "Houkago" (2004)
  • Return March~Haisha Fukkatsu Sen (2004)
  • Xmas nante daikirai (2005)
  • Yankee Boukou ni kaeru~Tabitachi no toki Furyou Shounen no Yume (2005)
  • Karera no Umi.VII -Wish On The Polestar (2005)
  • Seishun Energy: Check It Out Yo! in Tokyo (2006)
  • Dandori.~Dance Drill~ (2006)
  • Nodame Cantabile (2006)
  • Tsubasa no oreta tenshi tachi 2007 (2007)
  • Tokkyu Tanaka San go (2007)
  • Hanazakari no Kimitachi e (2007)
  • Furin Kazen (2007)
  • Flight Panic (2007)
  • Konya wa Shibuya de 6ji (2008)
  • Pazuru (Puzzle) (2008)
  • Cat Street (2008)
  • Akai ito (2008)
  • Otomen (2009)
  • Zettai Reido (2010)
Ryo Kimura

Curiosidades
  • Apesar de praticar kendô em Otomen, sua especialidade é karatê.
  • Ele ia interpretar o personagem Shin no live action de Nana, mas teve de recusou por conflito de agenda.
  • Sabe surfar e tocar bateria, coisa que pôde ser vista em alguns dos doramas em que participou.
  • Seu animal favorito é gato. Ele inclusive tem um chamado Momoko.
Ryo Kimura

Fonte: Wikipedia

Versão original de Ti Ti Ti

Pois é, a Globo resolveu fazer um remake da novela Ti Ti Ti. É, parece que a criatividade dos autores atuais de novela anda ruim, daí o jeito é pegar ideias que já deram certo. E Ti Ti Ti foi uma novela de grande sucesso, a família noveleira aqui relembra com carinho da novela. Eu não a vi, creio eu que foi exibida no ano em que nasci, então a única "lembrança" que tenho é a trilha sonora da novela.

Ainda temos aqui em casa o disco com a trilha sonora da novela Ti Ti Ti. Eu sempre gostei de escutá-lo, tem muitos clássicos nacionais.

Tecnicamente, é sobre isso que vim falar, pois não só eu mas muitos que tconhecem até melhor a versão original da novela Ti Ti Ti, como o povo de casa por exemplo, reclamaram de uma coisa: a música de abertura.
Para quem não sabe, a música original é da banda Metrô, um grupo musical que tocava pop rock/new wave nos anos 80. Até aí tudo bem. O que intriga é que não imagino como chegaram a essa nova versão da Rita Lee, é a coisa mais triste que já vi na vida. Essa versão perdeu toda a energia que a música original - digo, a versão da novela, porque a música É de autoria da Rita Lee - tinha, e que eu acho que combinava muito mais com o espírito da novela. Sabe Deus o que deu nesse povo de ter aprovado uma cover tão mosca-morta, chinfrim feito essa... E é mais irônico ainda se notarmos que a abertura do remake não teve grandes mudanças em relação à abertura original, com a "guerra" entre as agulhas e fitas métricas... Deixar a música intocada seria demais por acaso?
A música "Ti Ti Ti" original está logo abaixo, para quem não a conhece. Um clássico do tempo em que a música pop nacional valia a pena ser ouvida, e que em minha opinião deveria ter tido uma cover mais respeitável.

Aquele sobre o dia do amigo

Não sei se já postei esse vídeo aqui antes, mas sempre que vejo esse vídeo - bom, pelo menos desde o dia em que o vi na casa da Deza XD - eu fico pensando sobre amizade.
No vídeo Janet Jackson se reencontra com uma amiga de infância. Assistam, de preferência com uma caixinha de lenços do lado. XD


Assistiram? Pois bem. Deixem-me comentar algo sobre o que sinto ao vê-lo.
Eu nunca fui uma pessoa de muitos amigos. Eu meio que fui condicionado a não esperar muito das pessoas, minha mãe sempre me falou que amizade é coisa rara, ou até mesmo que não existe - sinal que nem ela foi muito feliz com isso. E somado com o fato de eu ser extremamente tímido, eu vivi muito tempo sozinho. Na verdade eu me acostumei a viver sozinho, mesmo com pessoas queridas ao meu lado.
Enfim, o vídeo me faz sorrir por dentro. Não só pela Janet, mas por ver alguém como a Janet chorando ao reencontrar uma amiga de infância. É extremamente tocante ao vê-la tão emocionada achando que a amiga de infância não mudou nada, é muita pureza no coração isso... Uma pessoa famosa, enquanto eu já conheci muita gente que jurava tanta amizade, tanto chameguinho, mas era tudo falsidade... Para essas sim eu acho que amizade não existe.
Lembro de assistir esse vídeo em alguns dias para me lembrar em valorizar meus amigos, coisa que às vezes eu acho que falho bastante. Para ser honesto, eu vivo com medo de ofender ou machucá-los, por isso até prefiro me manter "longe", entendem? Já fui "deixado pra trás" algumas vezes, mas não é por isso que vou deixar também.
E o vídeo me lembra também que tenho alguns amigos de infância que também perdi contato mas que espero retomá-los algum dia. Alguns consideram bobagem, mas eu acho que amizades existem, e perduram apesar do tempo ou distância. É coisa que acontece. Comigo demorou um bom tempo, mas acho que hoje posso dizer que estou tranquilo pelo que tenho. Eu não me acho muito merecedor de muitas coisas, mas eu agradeço a Deus por ter achado algumas pessoas que - eu acho XD - me aceitam do jeito que sou, que gostam de estar comigo, se divertem comigo... Eu espero estar retribuindo tudo, do jeito que eu posso. Muito obrigado por fazerem a minha vida mais interessante. Luv ya!

Hoje também é um dia bom para reler Fruits Basket também... ♥

Eu e minha mente perva

Post feito sob a influência do clima frio em Manaus... Quem puder, que entenda. LOL

Vou contar-lhes um segredo... Eu sou uma pessoa extremamente perva.

...

Tá, não é exatamente um segredo XD basta dar uma olhadinha no que posto no blog de vez em quando, mas eu sou assim, uma pessoa altamente sexual...
Desde pequeno eu tenho uma mente bem perva, uma coisa meio Janet XD. Nunca achei que falar de sexo fosse um problema, aliás, minha mãe sempre falou sobre isso pra que eu ficasse bem esclarecido e não fizesse nehuma besteira, e sabe, devo dizer que funcionou.
Enquanto minha energia sexual não é dirigida a só uma pessoa, ela fica guardada comigo. E eu acho isso muito divertido, devo admitir. XD Minha mente planeja as coisas mais pervas possíveis, na verdade eu sou facilmente atraído por coisas eróticas. Adoro literatura, imagens, vídeos... Meu cérebro trabalha eficientemente em imaginar coisas pervas a partir destas. Eventualmente eu preciso colocar essas coisas pra fora, daí fico falando pervices.
Eu particularmente acho engraçado, primeiramente, ficar falando pervices. Quebra aquela coisa muito séria, ou pecaminosa, que rodeia o assunto sexo. Claro que há hora e tempo apropriado para isso, e na maioria das vezes acho que tenho bom senso... Problema que às vezes isso é esquecido por mim XD e ainda é ajudado pelo fato que não tenho um freio no caminho entre o cérebro pra língua... Daí saem as coisas que para mim soam engraçadas, divertidas, mas que para alguns são ofensivas, grosseiras... No Twitter eu já recebi tanto unfollow por causa disso (e broncas também).
Bom, não culpo quem não goste. Às vezes eu mesmo me canso de tanta pervice que eu falo, tenho o defeito de me prolongar em coisas que acho divertidas que acabo enjoando. Mas acho engraçado que algumas pessoas me achem inferior por gostar de sexo. Isso é tão ruim? Descobri até que algumas pessoas que eu considerava amigas tinham prazer em fofocar sobre o quanto eu era pervertido, existiam até rumores sobre quem eu havia pegado, sendo que eu nunca dormi com ninguém - ao contrário destes, o que é mais engraçado ainda. Acho engraçado como é fácil tachar alguém de tarado, devasso, quando você faz a mesma coisa (ou pior) escondido. Quer dizer que sou uma pessoa pior porque falo algo que muitos pensam, porém escondem? Não vejo sentido.
Eu assumo que sou pervo sem problemas. Não acho que isso é um desvio, já que considero isso apenas um lado de minha personalidade. Problema seria se meus pensamentos pervos atrapalhassem outras partes de minha vida, e isso definitivamente não acontece comigo, graças a Deus! Só me reservo o direito de falar minhas pervices de vez em quando porque sei que isso me diverte e diverte meus amigos também, que bom que existe gente tranquila com sua sexualidade!... Todo mundo deve estar tranquilo consigo mesmo, e acho que o lado sexual é algo que deve ser compreendido, não escondido, pois é ignorando certos aspectos humanos que a gente comete certas injustiças, como o preconceito, a propagação de ideias errôneas sobre sexualidade... Não sei se entendem o que quero dizer...
Coloco aqui uma frase célebre para reforçar o que penso: "Poor is the man whose pleasures depends on the permission of another"... Pegou? Pois é...

Agora com licença que tenho mais o que fazer...

Minhas noites de mirtilo... Resenha de "Um Beijo Roubado"

Mais um beijo para entrar na história do cinema.

Qualquer filme do Wong Kar Wai é recomendável de, no mínimo, dar uma pequena espiada. E acho que não estaria exagerando se dissesse que as chances de você gostar muito do filme são enormes.
Diretor de origem chinesa, Um Beijo Roubado (My Blueberry Nights) é seu primeiro filme de língua inglesa. Porém em vez de dirigir uma superprodução, coisa que a maioria dos diretores estrangeiros fazem logo ao trabalhar numa produção americana, o filme não é muito diferente de seus trabalhos anteriores. Um Beijo Roubado pode ser comparado a seus filmes anteriores como Chungking Express, Cinzas do Tempo ou até mesmo Amor À Flor da Pele. Nos filmes de Wong Kar Wai as relações humanas ganham total destaque, sempre vistas de uma forma honesta e, por causa disso, nem sempre muito felizes. Embora, como é visto numa entrevista que vem no DVD, Um Beijo Roubado se difere um pouco desses filmes por conta do seu final mais "açucarado", ele continua sendo um trabalho do Wong Kar Wai, e isso no cinema atual é indicação de produção acima da média.

A história
Elizabeth (Norah Jones) está desolada. Descobriu que seu namorado a traiu, saindo e jantando com outra pessoa num pequeno restaurante, cujo dono é um britânico chamado Jeremy (Jude Law). Ela deixa as suas cópias da chave do apartamento do recém ex-namorado para que ele as pegue. No outro dia, ela decide voltar em busca das chaves, e com isso acaba encontrando em Jeremy e em seu restaurante seu novo refúgio, um lugar para se distrair enquanto não consegue processar tudo o que estava lhe acontecendo. E entre os dois nasce uma forte ligação, com direito a filosofias sobre chaves e sobre a torta de mirtilo. A torta que Jeremy sempre faz, mas que ninguém pede um pedaço.
Em seguida Elizabeth se muda para fugir de toda confusão que sentia após o fim do relacionamento. Primeiro aceita dois trabalhos, um restaurante de manhã, um bar à noite. Ali ela presencia a história de Arnie (David Strathairn), um policial com problemas de alcoolismo, causado pelo fato que foi abandonado pela mulher, Sue Lynne (Rachel Weisz). Em seguida muda-se para Nevada onde passa a trabalhar num cassino e lá conhece Leslie (Natalie Portman) uma mulher viciada em poker que tem certos problemas em confiar no que as pessoas dizem, especialmente seu pai. E enquanto passa por tudo isso, Elizabeth manda postais para Jeremy, que fica desesperado tentando localizá-la... Até que ele próprio tenha de lidar com uma "chave" que ele próprio deixou...

Jeremy (Jude Law) reencontra alguém de seu passado, interpretada pela Cat Power. Cena maravilhosa!

Recomendadíssimo
Me repito, mas é para reafirmar que Wong Kar Wai sempre faz retratos sensíveis de pessoas em seus filmes, e qualquer um pode se identificar com o que se passa na tela.
Alguns críticos, pelo que li em alguns sites como Wikipedia ou IMDB, tomam o filme como uma espécie de road movie sentimental... Pena que muitos deles levam como consideração o fato que o diretor é chinês e que, aparentemente, não expressou muito bem a mulher americana, que as personagens femininas como Leslie e Sue Lynne são típicas bombshells que se espera encontrar no interior americano. Eu acho que seria um estereótipo pior se as personagens fossem expressadas como aquelas típicas mocinhas tímidas e caipiras... Eu achei admirável - eu e maioria que viu o filme - que finalmente a Natalie Portman está interpretando uma mulher madura, não uma mocinha.

Natalie Portman me impressionou no filme. Sua imagem de adolescente, coisa que eu acho que tira muito de sua credibilidade enquanto atua, no filme é simplesmente inexistente.

O elenco todo é excepcional, até mesmo o desempenho da Norah Jones eu achei bom. Alguns reclamaram que ela não tinha muita expressão, como se estivesse muito tímida, mas eu acho que o tom meio introspectivo da Elizabeth é o suficiente para a história. Ela não caiu no truque de exagerar trejeitos, e não ficou inexpressiva feito um robô (esses dois são os piores defeitos vistos quando uma cantora se arrisca a ser atriz), ela foi bem contida. pra alguém iniciante, ela teve um bom desempenho em minha opinião. Não acho justo insinuarem em algumas críticas o filme como veículo de divulgação da Norah Jones como aconteceu com filmes da Mariah Carey ou Britney Spears. Não foi a Norah Jones que pagou pelo filme, ele não é aquele tipo de cinema que chamam de "egotrip". Creio que Wong Kar Wai já tem experiência de sobra de dirigir pessoas com pouca experiência em atuação, ele já dirigiu muitos cantores/atores, tais como Leslie Cheung, Jackie Cheung, Takeshi Kaneshiro... e cá entre nós, as performances destes em filmes do Kar Wai sempre foi muito elogiada. Para mim é assim, eu consegui acompanhar todo o filme vendo a mocinha na tela como Elizabeth, e não "Norah Jones fingindo ser Elizabeth", então pra mim ela fez o seu trabalho.
Falei que havia uma pequena diferença entre os filmes anteriores de Kar Wai para Um Beijo Roubado, e sua diferença está, necessariamente, no desfecho da história, que - sem contar muito senão é spoiler - determina o filme como um romance, mas sem cair nos clichês do gênero. Na verdade, assim como seus outros filmes, é um retrato de relacionamentos, muitos deles partindo de relacionamentos fracassados, esgotados ou interrompidos de alguma maneira, chaves deixadas no balcão do restaurante de Jeremy, o "Klyuch" (que significa chave em russo). Chaves que estão ali à espera das pessoas que deveriam buscá-las, mas é óbvio que algumas nunca vão ser resgatadas, fechando as "portas" delas para sempre. O próprio restaurante de Jeremy é uma "chave" que ele deixou para que um amor antigo a resgatasse. Com o tempo ele, Elizabeth e as mulheres com quem ela se depara durante sua "road trip" chegam à conclusão que algumas portas devem mesmo ficar trancadas e que o importante é seguir em frente. Se uma está trancada, outra estará aberta.

Rachel Weisz estava grávida na época das filmagens.

Um Beijo Roubado é um belíssimo filme que, creio eu, não teve uma divulgação apropriada (sequer passou nos cinemas em Manaus, como o  espaço de cinema  alternativo daqui é limitado, por Deus!), sendo sempre conhecido como "O filme americano do Wong Kar Wai" e "O filme da Norah Jones", sendo que é algo além disso. É na verdade mais que isso. É uma chave esperando ser resgatada afim de abrir muitas portas para quem estiver afim de descobrir mais sobre seus sentimentos.

Um Beijo Roubado
Gênero: Drama/Romance
Ano: 2007
Diretor: Wong Kar Wai
Elenco: Norah Jones, Jude Law, David Strathairn, Rachel Weisz, Natalie Portman, Cat Power.


Lugar do passado é no passado

Cyndi Lauper
Post com foto da Cyndi e música da Mariah... Hehehe, that's me!

Vim pensando sobre isso desde o dia em que decidi selecionar algumas fotos que guardo aqui no Iruka-chan (nome do meu PC) para revelar e, quem sabe, fazer um mural, álbum, ou algo do tipo. E enquanto selecionava as fotos eu me deparei com muitas fotos antigas, de um passado que, apesar de não ter feito nem dez anos, parece tão distante.
Acabei vendo ali fotos de pessoas que eu nem lembro que existiam... Sabe como é pessoas vem, pessoas vão. Tinha fotos de pessoas ali que há não muito tempo a lembrança delas me enojava (algumas ainda causam essa proeza XD), pessoas que nunca se deram bem comigo e fingiam ser amigas, sabe como é... Todo mundo teve esse tipo de pessoa em sua vida (e possivelmente ainda teremos ao decorrer de nossas vidas). E enquanto passava por elas, eu pensava: "Mas por que diabos eu ainda guardo essas fotos aqui?".
É engraçado. Às vezes acho que sou muito bobo. Por mais que algumas pessoas não tenham me tratado de um jeito decente, eu ainda guardo alguns bons momentos que passei com elas. Algumas eu sequer ainda guardo rancor!... Me indago se alguns desses momentos não foram mentiras completas, mas eu posso dizer por mim que eu gostei de ter dividido boas coisas com eles algumas vezes. Foi legal, foi divertido. Mas algumas coisas mudam, e por mais que seja estranho depois eu vejo que foram boas mudanças... Especialmente pra mim!
Daí que agora decidi deletar algumas fotos que eu achei totalmente desnecessárias de ficar guardando. Infelizmente de algumas eu não quero memória nenhuma. Algumas preservei pelo momento, nostalgia, não sei... Guardei algumas que me levam a alguns tempos atrás, só por isso mesmo. Mas boa parte foram excluídas com gosto.
Apesar de eu ter o que eu tenho de "memória de olifante", sempre há aquele momento em que devemos deixar o passado no seu lugar, que é o passado. Bom mesmo é viver no presente. O resto, é resto. =)

"When I break, I break..."

Novos baras do Matsu e Jiraiya traduzidos

Eu tenho a terrível mania de me empolgar com novas histórias de Mens' Love traduzidas e acabo não colocando elas aqui em tempo, visto que eu fico lendo vidrado. Passa o tempo e a notícia fica meio velha... XD
Mas enfim, tenho algumas breves novidades sobre histórias bara que ficaram disponíveis recentemente:

Takeshi Matsu

Elegy of 40

 O mangá Yosoji Elegy (ou Elegy of 40) foi traduzido por uma moça, cujo nome não identifiquei. Se é raro quem se dedique a traduzir bara, imagine o meu espanto quando vi uma mulher traduzindo. Quanto mais fãs dedicados, melhor (eu preciso estudar japonês pra ajudar a traduzir também!!!).
O link para download está no seu Live Journal, o Fishballnoodle.

Jiraiya

The Best Trio Jiraiya

Acho que muitos já sabem disso, mas é que estão aparecendo traduzidos os capítulos do tankobon The Best Trio. Eu até coloquei um dos capítulos destacados aqui para que baixassem e lessem um tempinho atrás, mas resolvi facilitar ainda mais e coloquei aqui os links dos capítulos traduzidos até agora:

The best trio
http://baralover.110mb.com/manga/thebesttrio1.htm (link para leitura online, do site Baralover)

Coaching's tough

The story of the Fujino Bathhouse on 3rd street in Kibou City
http://baralover.110mb.com/manga/thebesttrio3.htm (link para leitura online, do site Baralover)

The Secret
http://baralover.110mb.com/manga/thebesttrio6.htm (link para leitura online, do site Baralover)

Todas ótimas histórias. Enjoy!

Aquele sobre o matrimônio gay

Todo mundo já falou, eu sei, mas não custa reiterar, mostrar minha posição, né?

A Argentina se tornou o primeiro país da América Latina a reconhecer legalmente a união matrimonial homossexual. Aprovado no Senado, agora só falta que a presidente Cristina Kirchner sancione a mudança - e ela o fará, pois é favorável. A Argentina, o país que muitos brasileiros consideram inferior, se juntou ao grupo de alguns poucos países que não fizeram nada mais do que o correto: dar direitos plenos a todos os seus cidadãos.


A notícia, claro, serviu de alfinetada em muitos machistas e homofóbicos, que aparecem de vez em quando fazendo piadinhas sobre a notícia na net. Nas terras tupiniquins então, nem se fala, o que teve de gente idiota praguejando contra a tag #CasamentoGayNoBrasil no Twitter...
As justificativas para que achem um absurdo que se pensem em dois homens ou duas mulheres se casando no Brasil é a mesma ladainha de sempre: "Querem obrigar todos a serem gays!", "É contra a moral e os bons costumes!", "É coisa do demônio!"... E a maioria delas começa com a frase "Eu não tenho preconceito, mas...". Tudo bem, eu sei que a maioria das pessoas ultimamente são bem mal-educadas e mal instruídas, mas acho que já está passando dos limites. Esse povo não tem noção das idiotices que soltam, e a maioria das vezes eles nem sabem o que estão falando, não sabem do que se trata a união civil, questão de direitos... É muita ignorância.
E acho engraçado quando retrucam que estamos querendo obrigá-los a gostar de homossexualidade. Gostar eu não sei, mas eu peço que respeitem. Só isso. Tem tanta coisa que eu não gosto e eu tenho de engolir, afinal vivemos numa sociedade. Podem ficar pensando as baboseiras de sempre, mas exijo respeito, o respeito que todo mundo tem e me é garantido por lei por ser cidadão. E se me é negado o direito de ter uma parceria com quem eu amo, ou qualquer outro direito humano, isso quer dizer que eu sou cidadão de segunda classe. E, obviamente, esse povinho não sabe o que é respeito, senão não confundiria com "gostar". Tem gente que gosta da Britney Spears, e eu não saio espancando quem goste. Cada um ouve o que quer. Mas quem não gosta de gays quer garantir seu direito de não "gostar", de xingar, espancar... Não é lindo? Eu tenho de viver sob a sombra de ameaças porque esse é o preço que eu tenho de pagar por ser "minoria"? Em nome do respeito que eu tenho de ter pelo direito de heterossexuais odiarem a homossexualidade? Aham, Cláudia...


Também não faz sentido que a possibilidade do matrimônio gay leve o mundo a uma "catarse gay" ou algo do tipo. Tem muitos gays que nem ao menos cogitam casar (assim como héteros que jamais pensam em se "amarrar" algum dia)... Pense bem, o país onde vivemos garante por lei diversidade de religiões pelo fato de que cada um tem direito a se identificar com uma delas (alguns inclusive não tem nenhuma). Se vivemos num estado laico DEMOCRÁTICO, os gays também devem ter o direito de se casarem caso o queiram. Na hora de pagar impostos os gays são reconhecidos como cidadãos, mas não podemos casar? Não podemos adotar? Perdão, mas que porra de país democrático é esse que não sabe o que é democracia?
Alguns ainda insistem em levar essa conversa pro âmbito da religião quando ele é puramente político. Que queremos obrigar os padres e pastores a abençoar nossa união, que queremos entrar na igreja de véu e grinalda... Ô imaginação, hein? Pra começar, o Estado é laico, então necessariamente a história que o casamento gay não pode ser reconhecido porque não tem um homem e uma mulher como casal não cola. É tão difícil entender isso? Vocês não reconhecem que duas pessoas do mesmo sexo podem se amar, problema de vocês. Nós sabemos do que sentimos. A questão é que lutamos por reconhecimento na justiça, que não só reconheceria a união como para facilitar questões típicas de qualquer casal, como comprar uma casa ou ter plano de saúde em nome do casal. Direitos iguais se trata disso, cada um cuidando de sua vidinha. Se o SEU Deus não gosta, aí é problema seu. O MEU está bem tranquilo. Todo gay sabe que as religiões católicas e protestantes não veem a homossexualidade com bons olhos, então pra quê pedir tal benção sendo que ela seria totalmente hipócrita? A questão de casamento gay nunca foi pelo direito de se casar na igreja, por favor!
Com uma eleição vindo aí, é bom ficarmos atentos em quem escolhemos pra ver se o Brasil continua afundado nesse tipo de crendice absurda pra justificar a subjugação de quem não se encaixa na suposta maioria: o homem branco rico e heterossexual. E levando esse tipo de pensamento retrógrado, os hermanos que a gente tanto zoa acabou de nos deixar para trás em se tratando da civilidade. E o Brasil continua um BRAZIU... Mas estou feliz pelos militantes argentinos... Foi uma conquista e tanto!

(Bem que eu sempre quis conhecer Bariloche... Amo frio. Hummm...)


Selo e meme

Depois de algum tempo sem receber essas coisinhas, recebo um selo da Kemila, brigadim Kemi! Valeu pela lembrança. =) E o motivo do selo fala sobre algo que queria até postar sobre: coisas que você curte, mas que outros consideram "bobagem"... Gostei.
Com o selo tenho de responder um questionário e um meme, creio eu. Mas se não for assim, tudo bem, é até divertidinho responder essas coisas. Bom, sem mais delongas...

Selo



Regras:
1- A maior bobagem que você já fez?
Bom, eu ainda acho que vou fazer muitas bobagens pela vida, mas por ora... Ter dedicado meu tempo para pessoas que não valiam a pena, acho.

2- O que os outros consideram bobagem e você não?
Muitas coisas: educação, respeito ao sentimento alheio, amor, Deus, respeito aos animais, cosplay, anime... Por aí vai.

3- Indicar o selo para 05 blogs:
Agora tá difícil, porque geralmente as pessoas não curtem memes... Deixo que os cinco primeiros que comentarem peguem o selo, se quiserem.

Meme
Falar seis coisas que vocês não sabem sobre mim.

(Bom, acho difícil porque falo praticamente tudo que penso aqui - até o que não deveria falar XD - mas vamo lá... Haters, tomem nota! LOL)

1. Eu sou meio obcecado com higiene bucal. Quando escovo os dentes às vezes exagero e acabo me ferindo, tenho horror de pensar que estou com bafo e o maior pesadelo da minha vida é desenvolver cárie. Nunca tive uma cárie sequer.
2. Tenho pavor de ratos e morcegos.
3. Apesar de gostar muito de ler, eu odeio ser obrigado a ler algo que não desperta meu interesse at all. Aliás, ariano gosta de PN quando se é obrigatório, isso não é lá um segredo. XD
4. Não sei se isso me faz masoquista, mas quando me machuco - uma porrada na coxa que deixe uma área roxa, por exemplo - depois de um tempo, eu fico cutucando a parte machucada porque eu, ahn, curto sentir um pouquinho de dor... XD Mas dores intensas, machucados muito graves eu não curto, óbvio.
5. Eu tenho verdadeiros orgasmos quando como algo muito, muito gostoso. Eu os chamo de orgasmos gastronômicos. Um dia posto algo sobre isso. XD
6. Gosto de andar pelado em casa, no melhor estilo Phoebe (seriado Friends). XDDDDDDDDDD

E é isso. Desafio a quem comentar que deixe um segredinho seu também se quiser. ^_^

Triste fim das publicações gays brasileiras - Parte 2

Continuando o post anterior sobre revistas direcionadas para homens gays...

Com o fato que eu estava cada vez mais desgostoso com a G Magazine devido ao seu alto preço (na época ela custava onze reais), eu já tinha em mente que daqui a algum tempo não poderia mais comprá-la. Entre revista de nu masculino e mangás, preferia os mangás.
Porém, numa das edições da G eu vi o anúncio de que duas revistas gays seriam lançadas. Duas!... Eu então esperei ter os lançamentos em mão, porém desses dois lançamentos, só adquiri um: a Revista DOM.

Revista DOM
A primeira DOM. Guardo as que adquiri com carinho, e espero que um dia retomem esse ótimo projeto.

Eu não lembro muito bem qual das duas revistas chegou primeiro: a DOM ou a Junior. Mas lembro que decidi não comprar a Junior pelos seguintes motivos: primeiro, a revista custava doze reais. E me perdoem se estou sendo mão-de-vaca, mas pra mim uma revista que custa mais de dez reais já está roubando. Segundo, o layout da revista era medonho. Não sei hoje, mas por boas edições que eu folheei achei o layout da revista muito ruim, desagradável para ler. Terceiro, apesar de ter (algumas vezes) modelos bonitos, eu achava os ensaios fotográficos tão... pobres. Sempre vejo essa revista e ela me passa uma imagem de esquisita. Na verdade até o papel de impressão era esquisito, sei lá... Até hoje não comprei nenhuma Junior. Não me atraiu. Quando aparecer uma que realmente chame a minha atenção, quem sabe eu adquira e conheça à fundo a revista... Nunca se sabe, apesar do estilo feio, ali pode se esconder textos muito bem escritos.

Nunca me interessei em adquirir a Junior. Acho a composição visual dela uma bagunça, me desestimula a ler. E nem comento o preço! XD

Enfim, a publicação que me fisgou mesmo foi a DOM - De Outro Modo. Desde a primeira edição ela me agradou bastante. Para começar, o layout me dava a impressão de uma revista bem acabada (de fato era), profissional, adulta. Ao vê-la de imediato eu me lembrei, não sabia bem porquê, da revista feminina Nova... Para meu espanto, o designer antes havia trabalhado na Nova! - Sim, durante certo tempo eu até curtia ler Nova, de vez em quando aparecia cada modelo bapho!... O visual das páginas não era poluído, era clean, porém não chegava a ser pobre. Era uma revista bonita, ponto final. O conteúdo da DOM também me era muito agradável. Tinha de tudo um pouco, porém bem equilibrado. Notícias, matérias, ensaios, moda, eletrônicos... Até quadrinhos! Uma vez no twitter a Tanko, dona do Blyme Yaoi, me perguntou se não poderiam publicar bara numa dessas revistas gays, e creio eu que a DOM seria a revista ideal para isso.
A revista era bem alto nível, super bem trabalhada. Era tão alto nível que considerava que seus leitores também o eram, e talvez esse fosse o ponto negativo da revista. XD Tipo, as roupas e produtos eletrônicos que apareciam ali eram os olhos da cara. Mas enfim, era uma revista classuda, tanto que teve famosos estampando capa e ensaio, como o Rodrigo Hilbert e Cauã Reymond.  Uma revista gay em que famosos não tinham medo de aparecerem na capa, aleluia!  Claro que o fato da revista não ter nudez foi o fator mais importante pra isso, era uma revista "normal". Futuramente até teria uma capa com o Gianecchini, que para alguns é O sonho de consumo (para mim não, mas reconheço a importância de uma capa com ele). E parecia ser eclética na escolha de modelos, logo na quarta edição tinha um nikkei (descendente japonês nascido no Brasil, para quem desconhece o termo) na capa, o que é bem raro em revistas não? Apesar de que até quando a pude colecionar não vi um modelo negro na capa, mas apareceu um números depois... Mas no recheio tinha homens de todas as raças e estilos. E ali eu me sentia à contade para participar, opinava direto com emails, tive até um publicado.
Todavia, nada é perfeito. Tinha de acontecer algo de ruim para uma revista tão boa. O problema começou quando a editora responsável, a Editora Peixes, cancelou suas publicações, decidindo continuar com elas apenas na internet. A DOM foi uma delas. A coisa foi tão ruim que até a famosíssima Revista SET também foi cancelada. Com isso a DOM teve de migrar para alguma outra editora que aceitasse publicá-la. E outra editora mostrou interesse... A Fractal Edições, a editora da G Magazine!!!

Revista DOM
A capa do primeiro aniversário da DOM, com o Malvino Salvador que foi escolhido como homem do ano pelos leitores. Eu nunca pude adquirir a revista, já que na época que ela ia sair a Editora Peixes cancelou sua publicação. Pense numa pessoa p...

Foi o fim, ao menos pra mim. E para outros, aparentemente, porque desde essa mudança de editora ocorreram problemas. O primeiro deles foi a distribuição. Teve edições que sequer chegaram aqui em Manaus (o mesmo aconteceu com outras cidades), algumas vieram bem atrasadas (provavelmente encalhe que decidiram enviar pra cá). Mas a pior com certeza foi - adivinhem - o aumento de preço. De dez reais certinho, a revista passou a custar catorze paus! E tinha menos páginas que anteriormente, ou seja, em português bem claro: fodeu. Simples assim. E a nova editora provavelmente não conseguiu arcar com tamanho fracasso, hoje a DOM está lindamente cancelada. Foi muito triste ver uma revista tão boa ter tido uma trajetória tão terrível...
E outras revistas vieram. Teve a Aimé, que eu acho que nem passou da primeira edição, quem puder me corrija... E essa eu não fiz a menor questão de comprar, pois na capa estava o tal modelo Fernando Fernandes, que eu acho um nojo de criatura desde que eu vi a notícia dele sendo acusado de racismo. Se foi cancelada, acho bem feito.
A mais recente é a revista A Capa, que me parece ser interessante, apesar de estranhar um pouco as revistas formato bolso. Nunca li uma pra saber do conteúdo, ela não chega até Manaus (a não ser que assine), mas ao menos o site é um dos que eu visito de vez em quando e apesar de ter umas matérias um tanto fraquinhas (jornalismo online precisa evoluir um cadinho né?), tem muita coisa boa. Quem sabe um dia ela consegue uma distribuição em bancas... Na verdade eu espero que o projeto da DOM seja revitalizado por uma editora mais competente.
Algumas pessoas no Orkut condenavam as publicações gays brasileiras, que eram muito inferiores se considerarmos as revistas gays importadas, mas eu discordo, acho muita petulância, até porque o mercado de revistas do Brasil não se compara aos de EUA ou França, por exemplo. Algumas revistas  gays cumpriram bem sua função ao meu ver. Desde a antiiiiiiiiiiga Sui Generis (não é da minha época, mas vi uma num sebo uma vez) até A Capa. Meu sonho é trabalhar numa boa revista direcionada ao público LGBT, e como nada necessariamente fica parado, acho que as publicações gays ainda tem futuro, coisas novas ainda vão surgir. Ao menos eu espero.
Por ora, cá estou eu, órfão de ter uma leitura especializada para meus gostos, meus interesses... DOM deixou saudades.