English French German Spain Italian Dutch

Russian Portuguese Japanese Korean Arabic Chinese Simplified

Perfil da semana: Ryu Seung-beom

Oi gente!
Fazer o perfil de um ator coreano não é nada fácil. Tipo, eu quase nunca acho NADA sobre eles, e se acho está - óbvio - em coreano.
Sobre o ator de hoje até achei uma biografia decente, mas está em coreano e o tradutor deixou tudo ainda mais confuso... XD Então para não falar besteira só vou dar algumas pequenas informações, as poucas que sei...

Ryu Seung-beom
Ryu Seung-beom (류승범) é um nome quase que desconhecido no Brasil. Mas em seu país natal ele tem uma carreira sólida em várias áreas, dentre as quais destaca-se a de ator.
Por ora, Seung-beom é mais conhecido no Brasil para aqueles que já puderam conferir sua atuação em Arahan, filme que já resenhei aqui no blog. Seu papel como o hilário Sang-hwan deu o que falar para alguns fãs do filme, e ele é mais conhecido pelas comédias que fez, porém ele procura transitar por outros gêneros de filme, como drama e suspense, para aumentar seu currículo e desenvolver mais suas habilidades performáticas.

Ryu Seung-beom
Nome:
류승범
Nome romanizado: Ryu Seung-beom (ou Ryoo Seung-bum)
Profissão: Ator, modelo, DJ
Data de nascimento: 9 de agosto de 1980
Local de nascimento: Chungcheongnam-do
Altura: 1,75m
Peso: 68kg
Signo: Leão
Tipo sanguíneo: B
Hobbies: Ver filmes, discotecar, andar de moto, praticar snowboarding.

Ryu Seung-beom
Ryu Seung-beom
Filmografia
Os filmes lançados no Brasil estão com seu nome de lançamento em português e em negrito.
  • Die Bad (2000)
  • Dachimawa Lee (2000) - curta lançado somente na internet
  • Guns & Talks (2001)
  • Waikiki Brothers (2001)
  • No Blood No Tears (2002)
  • Mr. Vingança (Sympathy for Mr. Vengeance, 2002)
  • No Comment (2002)
  • Conduct Zero (2002) - também conhecido por Manner Zero
  • Arahan (2004)
  • Crying Fist (2005)
  • The Beast and the Beauty (2005)
  • Bloody Tie (2006)
  • Family Ties (2006)
  • Aachi & Ssipak (2006) - animação
  • Underground Rendezvous (2007)
  • Radio Dayz (2008)
  • Dachimawa Lee (2008)
  • No Mercy (2010)
  • Tale of Bangja (2010)
  • Unfair Deal (2010)
  • Festival (2010)

Teatro
  • Bieonso (2003)

TV
  • Wonderful Days (2001)
  • Solitude (2002)
  • Christmas Lovers (2003)
  • Sunlight Pours Down (2004)
  • Pasta (2010)

Curiosidades
  • Seu irmão Ryu Seung-wan é um diretor de filmes e eles já trabalharam juntos diversas vezes, como por exemplo as produções Die Bad, Dachimawa Lee, No Blood No Tears, Arahan e Crying Fist.
Fonte: IMDB | Wikipedia

Mangá no Brasil: uma notícia boa, outra ruim...

Bom, já tá na hora de parar com chororô... vamos falar de mangá.
O Blyme publicou essa otíma notícia: um mangá nacional vai ser publicado pela Editora Quadrix. O mangá é entitulado O Príncipe do Best Seller, uma obra do Estúdio Futago.

O Príncipe do Best Seller
O Príncipe do Best Seller conta a história de Theodore, um jovem que estuda numa escola que é especializada em criar autores de best sellers (eu entendi assim). Ele e seus amigos terão de desvendar o sumiço de um dos colegas, além de fazer uma obra que agrade o renomado autor Paulo Lebre (pelo nome deste dá pra sacar que a história se passa no Brasil né?), que é admirado por Theodore.
Quando eu li as resenhas e vi as imagens, me pareceu um trabalho bastante caprichado. Tenho minhas ressalvas, como o fato da história me lembrar demais Ouran High School Host Club, mas como todo mundo sabe, o mercado de mangás nacionais aqui no Brasil ainda tá crescendo (não, não considero Turma da Mônica Jovem, nem Luluzinha Teen mangás, pra mim esses não contam) e ainda há o que crescer, portanto é crucial algum apoio. Eu me interessei em adquirir o primeiro volume quando sair. Veremos se ele me conquista!
Além disso, mesmo não sendo uma obra yaoi, quando a história tem um monte de homens juntos eu não resisto... XD Ao menos acho que vai dar pra tirar um fanservice. O ruivo da capa (lado esquerdo) não lembra o Keita de Gakuen Heaven? XD
Abaixo algumas imagens da obra para admiração. Mais imagens podem ser vistas aqui.

O Príncipe do Best Seller
O Príncipe do Best Seller
Ah é... E tem outra notícia ruim envolvendo mangá, ou algo do tipo. Depois da Mônica, e depois da Luluzinha, eis que chega o mangá do Didi:

Didi"HAHAAAAAAAA!!!"

Sim, não é piada. É a mais pura verdade. Um "mangá" do Didi e sua filha, aquela moça que tem tanta expressão quanto uma melancia enquanto atua. Creio que não preciso falar mais nada.
E eu que
achei que o mangá da Luluzinha Teen fosse o fim da picada... Vou calar minha boca agora, sabe lá o que pode vir depois dessa! XD

Fonte: Editora Quadrix | Estúdio Futago

Mudanças (pessoais) à caminho... Parte 2

Sabe quando você tem muito a dizer e acaba sem saber por onde começar?
Pior, eu até tenho o que falar, mas sei que nem adianta. Por mais que eu fale, não vão me entender, ou no mínimo eu que não sei me expressar... Mas é sempre assim: se eu falo A, pessoas entendem B. É de deixar louco!
Desde a infância, na escola, quando me lamentava porque não tinha amigos nenhum, minha mãe me disse uma coisa: "Diego, se acostuma porque TODO MUNDO na família sempre viveu sozinho...". Ela me contou a própria infância, onde vivia sozinha já que era vítima de bullying por ser negra - isso num lugar cheio de caboclos feito o Amazonas, contou da infância das irmãs que foi praticamente a mesma coisa, e contousobre a infância da Andreza, a minha tia mais nova e que ela praticamente criou, que bem, era como eu: voltava chorando o tempo todo porque não conseguia amigos. Minha mãe foi categórica comigo: "Não espere ter muitos amigos, porque amizade não existe. Se acostume a viver sozinho". E é essa verdade que, cada vez mais, se mostra cada vez mais real e isso é bizarro.
Sempre me pergunto porque sou tão diferente dos outros. Hoje mesmo tinha um grupo de meninas (e um gay) babando por um homem que, nossa, para mim não era nada atraente, mas elas gostavam. Parece um exemplo trivial, mas isso é só a ponta do iceberg. Minha ideia do que é amor, amizade, sexo, beleza... é tudo tão diferente. Por exemplo, muitos pensam que estar escrevendo um texto assim é sinônimo de frescura, que gosto de chamar atenção, que quero ser famoso... Aparentemente é "fraqueza" demais ser honesto.
Enfim, mesmo com essas palavras da minha mãe na cabeça eu sempre tentei não acreditar nisso. Afinal, por que só eu tenho de viver só? Sou tão comum, não é? Tenho defeitos, mas isso todo mundo tem. Quem sabe não enxergam o que tenho de bom?... Mas com o passar do tempo percebi que muitos dão mais importância aos meus defeitos que qualidade. Sempre tive de lidar com gente falando de mim por trás, estourando por qualquer coisa que eu fazia, me xingando... Mas tudo bem, ainda conseguia alguns amigos. Mas nunca durou muito tempo. Hoje em dia, um dos meus melhores amigos de infância não fala comigo, e creio eu que seja por causa da religião. Mas ele fala com outros ex-colegas numa boa, claro, que importância eu tenho né?
Quantos "grandes amigos" eu já não perdi por besteira? E às vezes tenho medo de falar da minha amizade com a Deza, a quem eu considero muito, por medo que essa amizade acabe. É algo paranóico: dia após dia tenho medo de falar ou fazer qualquer coisa porque é o bastante para que pessoas nunca mais falem comigo.
E quando se joga no lado afetivo, gente...Queria nem comentar. É triste demais. Sou uma pessoa muito burra pra isso. Devia perceber que se é difícil pra mim arrumar amizade, imagine namorado. Aliás é isso que percebi de verdade, então eu decididamente desisti de qualquer envolvimento amoroso, que aliás, só nasce da minha parte. E não, POR FAVOR não venham com a história de que quando eu deixar de pensar nisso que eu encontrarei meu primeiro amor. Vão tomar no cu! Tem gente muito mais rodada por aí, gente que troca de namaorado como quem troca de roupa... O problema é que, sabe Deus porquê, sou uma pessoa que não atrai simpatia de ninguém. Mas admito que cometo sempre o mesmo erro de me apaixonar por amigos... Como já falei por aí, acredito que amor é algo que evolui de amizade. Como vou amar alguém que não conheço, que não compartilho gostos, histórias...? Mas aparentemente esse meu modo de pensar é errado. Aparentemente é algo muito penoso imaginar uma vida do meu lado. XD E sabe que me irrita mais? Todos (ao menos os que falei) desacreditaram no que sentia. Todos! Ou acharam que era pervice ou da boca pra fora. Sem falar nas vezes que fui absurdamente ignorado, enfim... Não preciso mais passar por isso.
E a resposta que muitos me dão? Que eu tenho de mudar. Ser mais sociável, humano, gentil... Gente, e se eu disser que já tento ser o máximo que posso? Ja tentei tanto, mas tanto ser alguém diferente do que sou que... não dá! E sinceramente, eu vejo gente com um caráter MUITO pior do que o meu que é super amada por aí... Por que só eu tenho de mudar? Por que eu não posso ser aceito como sou, já que essa seria a ideia de amizade não?
Pois é cansei... Cansei de tentar entender porque as coisas pra mim são mais difíceis. Cansei de tentar entender por que não ganho presentes, por que não sou lembrado, por que não me ligam no aniversário, por que não me entendem... Nem eu me entendo! Cansei de tentar entender por que sempre parece que eu sou alguém de segunda classe, alguém que não merece ser amado (e não falo só no sentido de casal, PELO AMOR DE DEUS!!!).
Podem achar que é só mimimi, mas enfim, não ligo mais pra isso. Passa por aqui quem quer, me entende (ou tenta) quem quer. Só não faço mais questão, nem espero isso. Só sei que abracei de fato o que minha mãe falou. Não vou mais lutar contra a minha "natureza", agora vou me dedicar a outras coisas. Espero que isso me traga alguma paz de espírito.


"Nessa cidade não havia ninguém.

Na cidade havia casas e janelas iluminadas. Mas não havia ninguém nas ruas.
Olhei por uma das janelas. Tinha uma pessoa, mas ela estava com um deles.
Olhei dentro de outra casa. E a pessoa de lá também estava com um deles.
Esta cidade é igual a todas as outras.
É divertido estar com um deles. Mais divertido do que estar com outra pessoa.
Por isso, ninguém mais sai na rua. Não há ninguém nessa cidade. (...)

Pensando nisso, eu continuo vagando por outra cidade sem ninguém"

Mudanças (pessoais) à caminho...

Interrompendo nossa programação para um pequeno anúncio: não tenho mas celular!
Aliás, estou mentindo: de fato eu me livrei da minha agenda. Apaguei todos os números sem dó. E cara, como estou me sentindo bem. Há anos queria fazer isso!

Ter um celular me frustrava porque raramente as pessoas se lembram de ligar pra mim. Aliás,não ligavam mesmo. Responder mensagens então, ô coisa difícil, né?
Sempre ficava frustrado ao subir e descer os números da agenda do meu celular pra ver com quem poderia falar nos momentos mais solitários/tristes/agoniantes etc. e por fim desistia. E se tentava nunca hava gente disponível, falava com o vento.
Pois bem, a tortura terminou! Sem mais ligar ou mandar mensagens para pessoas que se acham muito importantes (ou me acham desprezível demais) pra responder. Agora só atendo minha mãe, o único motivo pra eu manter celular, a mulher pira se não tiver contato comigo enquanto estou fora...
Sim, estou com raiva, não quero falar com ninguém, estou abraçando a ideia de viver sozinho porque, bem, é isso que a vida me dá. Fuck you very much! ;D


PS: Senhor Mimizento, não fique achando que este post tem algo a ver com o senhor. Você não é tão importante assim.

MusicMonday: You Gotta Be

Atrasei de novo, mas enfim... Pelo menos postei antes da meia-noite então ainda vale! =D
Des'ree
Outra música que só fui entender sua letra quando cresci... Ela me lembra também Karate Kid 4, com a Hillary Swank... Adoro esse filme, mesmo que poucos tenham gostado (a música toca nos créditos).

Des'ree - You Gotta Be
"Preste atenção enquanto seu dia se revela
Desafie o que o futuro reserva
Tente e mantenha sua cabeça erguida para o céu
Amores, eles podem te causar lágrimas,
Vá em frente, liberte seus medos,
Fique em pé e tenha postura
Não fique envergonhado por chorar
Você precisa ser...

Você precisa ser mau, você precisa ser ousado, você precisa ser mais sábio
Você precisa ser firme, você precisa ser rude, você precisa ser mais forte,
Você precisa ficar tranquilo, você precisa ficar calmo, você precisa se manter são
Tudo que sei, tudo que sei
É que o amor vai salvar o dia

Proclame o que sua mãe disse,
Leia os livros que seu pai lia
Tente solucionar os enigmas no seu próprio ritmo.
Alguns podem ter mais dinheiro do que você
Outros têm uma perspectiva diferente.
Oh minha nossa...

Você precisa ser mau, você precisa ser ousado, você precisa ser mais sábio
Você precisa ser firme, você precisa ser rude, você precisa ser mais forte,
Você precisa ficar tranquilo, você precisa ficar calmo, você precisa se manter são
Tudo que sei, tudo que sei
É que o amor vai salvar o dia

O tempo não faz perguntas, ele continua sem você
Te deixando para trás se você não aguentar o compasso
O mundo continua girando,
Você não pode pará-lo, mesmo se você tentar
Desta vez é o perigo encarando você de frente

Preste atenção enquanto seu dia se revela
Desafie o que o futuro reserva
Tente e mantenha sua cabeça erguida para o céu
Amores, eles podem te causar lágrimas,
Vá em frente, liberte seus medos
Oh minha nossa...

Você precisa ser mau, você precisa ser ousado, você precisa ser mais sábio
Você precisa ser firme, você precisa ser rude, você precisa ser mais forte,
Você precisa ficar tranquilo, você precisa ficar calmo, você precisa se manter são
Tudo que sei, tudo que sei
É que o amor vai salvar o dia
Você precisa ser mau, você precisa ser ousado, você precisa ser mais sábio
Você precisa ser firme, você precisa ser rude, você precisa ser mais forte,
Você precisa ficar tranquilo, você precisa ficar calmo, você precisa se manter são
Tudo que sei, tudo que sei
É que o amor vai salvar o dia

Precisa ser ousado
Precisa ser mau
Precisa ser sábio
Faça o que os outros dizem
Precisa ser firme
Não muito muito duro
Tudo que sei é que o amor vai salvar o dia

Você precisa ser mau, você precisa ser ousado, você precisa ser mais sábio
Você precisa ser firme, você precisa ser rude, você precisa ser mais forte,
Você precisa ficar tranquilo, você precisa ficar calmo, você precisa se manter são..."

Des'ree I Ain't Moving

Meu "momento Celine"

Lembro que enquanto arrumava o quarto, começou a ser exibido na TNT o filme Antes do Pôr-do-sol. Sorte que foi dublado, pois enquanto arrumava ficava ouvindo atentamente as coisas... Via um pouco de filme, arrumava, assistia, arrumava... Mas fiquei preso mesmo quando o filme mostra o desabafo da personagem Celine sobre seus relacionamentos, sua insegurança e... Nossa! Fiquei pasmo.
Eu sei que não tive tanta experiência quanto ela, mas nessa madrugada eu tive uma experiência assim. Acabei falando coisas que eu guardava faz tempo sobre mim, o que sentia, minhas incertezas, meus medos... E se por um lado foi revelador, de outro foi bizarro. Logo depois que acabou a conversa lembrei de imediato desse surto que a Celine teve no carro. Me identifiquei mais do que gostaria, sei lá... Estranho. Me sinto estranho. Me sinto triste, vazio...

Before Sunset
DIÁLOGO DA CENA DO CARRO

Celine: Achei melhor parar de romancear as coisas. Eu vivia sofrendo o tempo todo. Tenho muitos sonhos que não têm nada a ver com minha vida afetiva. Isso não me entristece, mas as coisas são assim.

Jesse: Por isso tem um relacionamento com quem nunca está por perto?

Celine: Obviamente, não sei lidar com o cotidiano de um relacionamento. É emocionante. Quando ele viaja, sinto saudades, mas não morro por dentro. Ter alguém sempre por perto me sufoca.

Jesse: Não, espere, você disse que precisa amar e ser amada.

Celine: Sim, mas, quando acontece, sinto enjôo. É um desastre. Só fico realmente feliz quando estou sozinha. Estar só é melhor do que sentir solidão ao lado de um amante. Para mim, não é fácil ser romântica. Você começa assim… mas, depois de se dar mal algumas vezes… esquece seus devaneios e aceita o que a vida lhe dá. Isso nem é verdade. Eu não me dei tão mal assim, Mas, tive muitas relações sem graça. Eles não foram cruéis. Amaram-me… mas não havia uma ligação nem emoção. Eu, pelo menos, não senti. (...)

Celine: Não é bem isso, sabe? Eu estava bem, até ler o seu maldito livro. Mexeu muito comigo, sabe? Fez lembrar-me como eu era romântica, de como eu tinha esperança. Agora, não acredito no amor. Não sinto mais nada pelas pessoas. Entreguei-me a isso naquela noite e nunca mais senti nada daquilo. É como se naquela noite tivesse dado tudo a você e você partiu. Senti que fiquei fria, como se amor não existisse para mim.

Jesse: Eu não acredito nisso. Não acredito.

Celine: Sabe o quê? Para mim, realidade e amor são contraditórios. É estranho, todos os meus ex-namorados estão casados. Os homens saem comigo, terminamos, e eles se casam. Depois, ligam e agradecem porque lhes ensinei o que é o amor… os ensinei a amar e respeitar mulheres.

Jesse: Acho que sou um desses.

Celine: Eu quero matá-los! Por que não me pediram em casamento? Eu teria recusado, mas poderiam me pedir! Sei que a culpa é minha. Nunca senti que era o homem certo. Nunca! O que significa isso? O amor de uma vida? O conceito é absurdo. A ideia que só nos completamos com outra pessoa. É sinistro!

Jesse: Posso falar?

Celine: Sofri demais e me recuperei. Agora, não faço força alguma. Sei que não vai dar em nada. Não adianta nada.

Jesse: Não dá para viver… evitando a dor à custa...

Celine: Falar é fácil. Preciso sair daqui. Pare o carro. Quero descer!

Jesse: Não, não desça. Fale. Eu quero te ouvir.

Celine: Quero ficar longe de você. Não me toque! Quero pegar um táxi.

Jesse: Por favor, não faça isso.

Celine: Por favor, encoste!

Jesse: Não! Ouça, estou muito feliz por estar ao seu lado. Estou contente porque você não se esqueceu de mim.

Celine: Não esqueci. E é isso que me deixa puta. Você vem a Paris, todo romântico e casado. Certo? Então, dane-se. Não me entenda mal. Não estou tentando te conquistar ou qualquer coisa do tipo. Um homem casado é tudo o que eu não preciso. Muitas coisas aconteceram e nada tem a ver com você. Foi um momento no tempo que se perdeu para sempre. Eu não sei...

Jesse: Você diz isso, mas nem se lembrou do sexo. Então...

Celine: É claro que eu lembrei.

Jesse: Lembrou?

Celine: Sim. As mulheres fingem.

Jesse: Fingem?

Celine: Sim, o que eu poderia dizer? Que eu lembrava do vinho no parque e de olhar as estrelas sumirem enquanto o sol nascia? Nós transamos duas vezes, idiota!

Jesse: Sabe de uma coisa? Fiquei feliz por ver você. Apesar de ter se transformado numa ativista colérica e maníaca-depressiva, eu ainda gosto de você, de estar ao seu lado.

Celine: Eu sinto a mesma coisa. Perdão. Não sei o que me deu. Eu precisava desabafar. (...)

O texto que me passaram termina aí, mas o video aí embaixo continua com outras coisas que também sinto... Que infelizmente sinto.
Estou mal. Mas tive de postar isso antes de dormir. Achei que tinha de postar. Obrigado pelo arquivo com o texto, Deza.

TOP 5: As músicas mais divertidas... com as letras mais idiotas!

Eu acho que o título do post já explica o suficiente. XD
Sabe aquelas músicas que quando tocam na pista você não hesita em dançar mas que quando você para pra prestar atenção na letra você fica pasmo com tanta besteira que escreveram? Às vezes até parece que fizeram de propósito: se preocuparam mais com a batida do que com o conteúdo por cima dela.
Todos nós temos aquelas músicas favoritas de um ótimo ritmo, mas com uma letra ruim de doer. Tão ruim que dá até vergonha de admitir, ou então nos faz rir com tanto absurdo. Mas enfim, resolvi postar aqui cinco de meus prazeres (quase) inconfessáveis...

5º lugar: Kelis - Milkshake
Milkshake é obra de Pharrell Williams, o homem por trás de muitas (acredite) músicas que arrebentam na pista mas que deixam um poeta com vontade de cometer suicídio.
A letra de Milkshake é até engraçadinha, ou deveria dizer suportável, mas eu tenho que me desligar de tentar compreendê-la pra poder curtir a música que é bem divertida. E claro, como toda música de letra ruim, ela pega. Ô, como pega...


4º lugar: Spice Girls - Wannabe
Sim, todo mundo sabe que amo as Spice Girls desde, bem... Desde sempre! Mas convenhamos, o refrão é um tanto verborrágico demais... Mas sinceramente quem liga pra isso quando ouve a música? E aposto que você ainda sabe cantá-la de cor!


3º lugar: The B-52s - Rock Lobster
Um dos primeiros trabalhos da excelente B-52s  também é um bom exemplo de letra nonsense, descrevendo uma festa no fundo do mar... Mas tudo começa na praia, onde "todo mundo usa toalhas que combinam". XD Mas creio que, ao contrário de outras por aí, a letra bagunçada tenha sido proposital mesmo. B-52's é uma banda divertida e a letra segue esse caminho. E por isso se salvam.


2º lugar: Flo Rida - Sugar
Na minha opinião Flo Rida é um dos piores rappers que já apareceram. Ele é muito, MUITO ruim... O pior é que eu não consigo deixar de ouvir essa música, sabe Deus porquê. Acho que gosto da voz feminina do refrão, e claro, a batida, tirada de uma música eletrônica que teve certo êxito no começo da década. Mas a letra é verdadeiramente de chorar.


1º lugar: Fergie - London Bridge
Pra mim não tem música melhor (ou pior, depende como você vê) pra ficar no primeiro lugar. Tem gente que até hoje se pergunta que diabos ela quis dizer com a "ponte de Londres".
E detalhe que a letra é minúscula... Criatividade é outra coisa...


O que achou? Tem alguma outra música que você acha que deveria ser lembrada? Manda aí pelos comentários!

O tokusatsu nosso de cada dia - Parte 1

A partir de hoje começo essa seção onde compartilho algumas cenas interessantes de tokusatsus perdidas aí pelo YouTube... Veremos se ela vai durar bastante tempo. XD
Essa vai em homenagem à Deza (@EloraDhanan), que foi quem me apresentou o vídeo na verdade, e aos fãs de Spectreman. XD


Detalhe que ninguém se espanta de ver uma figura desse tipo andando pelo Japão... Só em tokusatsu. XD

#FumiYoshinaganoBrasil no Twitter

Isso já fez um tempinho, mas acredito que seja interessante para alguns leitores do blog, especialmente fãs da Fumi Yoshinaga.

Antique Bakery
Não escondo de ninguém meu vício por Antique Bakery. Este mangá fez com que eu conhecesse e passasse a admirar outras obras da mangaká Fumi Yoshinaga. A autora já tem vários títulos publicados nos EUA (alguns BL inclusive), mas no Brasil nada... Como alguns devem ter lido aqui, tive de importar os mangás de Antique Bakery.
Eu então, no dia 11 de fevereiro, twittei sem nenhum compromisso uma tag chamada #FumiYoshinaganoBrasil onde eu disse que começaria uma campanha. E não é que teve mais pessoas apoiando a ideia?
E este post é só pra avisar que, se você também gostaria que as editoras abrissem os olhos para as obras da Yoshinaga, twitte também #FumiYoshinaganoBrasil junto com os mangás que você gostaria que fossem publicados por aqui. Creio que a tag não terá tanto impacto como #yaoirevolution que até chegou em primeiro lugar dos Trending Topics brasileiro, mas se cada um digitar alguma coisa sobre para os Twitters das editoras já é alguma coisa. Creio que nem todo mundo pode importar mangás, não? Então o jeito é pedir! Até penso numa petição on-line, mas primeiro tenho de aprender como começo uma. XD
Sim, mais uma campanha em que eu me meto, mas acredite, pela qualidade das obras da Yoshinaga, vale a pena!

Espelho, espelho meu...

Sabe, se tem uma coisa que eu nunca acredito na vida é quando dizem que eu sou bonito. Logo que ouço algo do tipo, ou ainda pior: que eu sou atraente, que tenho "corpão'', isso me dá um tremendo desconforto. E, pasmem, ouvi essas lorotas ontem. Não sei qual foi a intenção, embora presuma que tenha sido por piada, mas isso definitivamente não me comove...
Apesar de eu ter uns momentos um tanto poser, curtir umas fotos e até mesmo ter uma coleção particular de fotos pervas (me entregando, hahahaha!), eu não me acho bonito. Não mesmo. Sim, há os dias que eu fico me admirando e até acho minha cara simpática. Às vezes uso uma roupa que eu acho que me deixa muito bem. Outras vezes me sinto um lixo. Mas em si não me acho bonito nem atraente, aliás, tenho consciência que não sou nada disso.
Eu cresci ouvindo minha vida toda que eu não era bonito. Não na família, mas por outros. Não sei se isso acabou me traumatizando assim como outras coisas da maldita época de escola, mas acabei rejeitando qualquer manifestação positiva sobre minha aparência. Até porque eu não vejo com sinceridade tais elogios, não tem jeito. Creio que niguém nunca me chamou de bonito por me achar bonito, por sinceridade, a não ser minha mãe, mas todo mundo sabe que aos olhos das mães...
Se enquanto crescia eu me lamentava por não ser atraente, hoje eu nem ligo. Mesmo. Não me esforço pra parecer mais atraente, digamos que "não adianta nadar contra a corrente". Não sou retardado, não pertenço ao que a sociedade chama de "pessoa bonita" ou "sexy". Abracei a verdade que o meu corpo mostra e estou satisfeito. Não preciso mais do que tenho.
Também acho triste pessoas de idade avançada tentando ridiculamente parecer mais novas à qualquer custo. Odeio a ditadura do cabide. Odeio imaginar que estou sendo mais julgado pela minha aparência do que pelo que sou. Odeio ainda mais os tapados que divulgam a falácia que "bicha feliz é bicha sarada". Gente, tudo bem ir pra academia, ficar gostoso e ter os homens aos seus pés... Façam o que quiser. Mas tipo, se você só conquistou aquele que queria só porque ficou malhado, o que será que vai acontecer quando envelhecer e tudo murchar? Será que este indivíduo ainda vai estar do seu lado ou já vai estar procurando outro corpinho? Essa também é um dos motivos pela minha resistência a virar Barbie. Quero que gostem de mim pelo que sou, não apenas pela minha aparência. Ela se esvai, e o que sobra?... Valorizo mais o que guardo na cabeça do que um tanquinho inútil.
Enfim, hoje acho hilário que me elogiem dizendo que sou bonito. Não acredito mesmo, acho uma mentira deslavada. E olha que durante um bom tempo até esperava que me dissessem tais palavras com sinceridade, porém não sinto mais a necessidade disso. Há mais na vida além disso. Felizmente, há muito, muito mais na vida...


Perfil da semana: Tony Leung Chiu Wai

Hoje continuarei a informar mais sobre os Tony Leungs do cinema de Hong Kong. O Big Tony (Tony Leung Ka Fai) foi o primeiro, agora continuarei mostrando um pouco do outro, o Little Tony.

Tony Leung Chiu Wai

Tony Leung Chiu Wai (梁朝偉) é um renomado ator de origem chinesa. Por seus papéis, a maioria retratando uma espécie de anti-herói melancólico e de caráter um tanto intenso e sombrio, somados com um carisma e altivez natural, ele é considerado um dos mais charmosos de sua geração, conquistando a alcunha de "Clark Gable da Ásia".
Seu pai, jogador compulsivo, abandonou a Tony e sua família (mãe e uma irmã mais nova) quando ele tinha sete anos. Além do trauma que isso pode ter trazido (Tony diz que é uma pessoa um tanto reservada e que geralmente não sabe se relacionar com pessoas por causa desse episódio), acabou dando a oportunidade dele trabalhar com artes cênicas, pois segundo ele atuar "permite que expresse minhas emoções sem que me sinta envergonhado. Eu posso chorar ou quebrar coisas no set, mas ninguém sabe se eu estou apenas atuando ou se estou me sentindo daquele jeito".
Suamãe trabalhava duro para mantê-lo numa escola particular, mas aos 15 anos teve de parar com os estudos por problemas financeiros. Depois de trabalhar em empregos comuns, ele foi convencido pelo amigo Stephen Chow (sim, aquele do filme Kung-Fusão) a entrar para a famosa TVB e treinar artes cênicas. E apesar de hoje ser conhecido por personagens um tanto soturnos, seus primeiros trabalhos na TV tinham mais a ver com comédia e foi por elas que se tornou conhecido por lá. Um desses primeiros trabalhos, aliás, foi como apresentador do programa infantil 430 Space Shuttle.

Tony Leung Chiu WaiTony Leung Chiu Wai

Das séries de TV para o cinema foi um pulo, e muito bem sucedido. Muitos consideram que o filme Hard Boiled (tenho quase certeza que esse filme foi lançado aqui, mas não me lembro com qual nome), com John Woo, foi um de seus primeiros sucessos e impulsionou sua carreira. E um de seus primeiros filmes a ser reconhecido internacionalmente foi A City of Sadness, que ganhou o Leão de Ouro de melhor filme do Festival Internacional de Cinema de Veneza. Outro ponto que podemos destacar de seu currículo cinematográfico é a parceria bem sucedida com o diretor Wong Kar Wai: da parceira tivemos resultados como Chungking Express, Felizes Juntos e claro, o já clássico Amor À Flor da Pele pelo qual Chiu Wai ganhou o prêmio de melhor ator em Cannes e é considerado por muitos o ápice em sua carreira.
Já foi dito que diretores de Hollywood tem interesse em trazer Tony Leung para suas produções, e o próprio já disse que gostaria de trabalhar com Martin Scorsese, mas aparentemente Tony Leung se recusa apegar aqueles típicos papéis relegados para asiaticos em produções americanas. Será que algum dia ele participará de uma boa produção hollywoodiana? Bem, só o tempo dirá. Por enquanto vamos curtir sua filmografia em seu país natal que já é excelente o bastante (ou mais).

Nome: 梁朝偉
Nome romanizado: Leung Chiu Wai
Nome artístico: Tony Leung Chiu Wai
Profissão: Ator, cantor
Data de nascimento: 27 de junho de 1962
Local de nascimento: Hong Kong
Altura: 1,71m
Signo: Câncer
Família: Casado com a atriz Carina Lau.

Tony Leung Chiu WaiTony Leung Chiu Wai

Filmografia
Os filmes lançados no Brasil estão com seu nome de lançamento em português e em negrito.
  • Forced Vengeance (1982)
  • Mad Mad 83 (1983)
  • Fascinating Affairs (1985)
  • Young Cops (1985)
  • Love Unto Waste (1986)
  • The Lunatics (1986)
  • You Will I Will (1986)
  • Happy Go Lucky (1987)
  • People's Hero (1987)
  • I Love Maria (1988)
  • A City of Sadness (1989)
  • My Heart is that Eternal Rose (1989)
  • Seven Warriors (1989)
  • Bala na Cabeça (Bullet in the Head, 1990)
  • The Royal Scoundrel (1990)
  • The Banquet (1991)
  • A Chinese Ghost Story III (1991)
  • Days of Being Wild (1991)
  • Don't Fool Me (1991)
  • Fantasy Romance (1991)
  • The Great Pretenders (1991)
  • The Tigers (1991)
  • Come Fly the Dragon (1992)
  • Days of Being Dumb (1992)
  • Hard Boiled (1992)
  • Lucky Encounter (1992)
  • Butterfly and Sword (1993)
  • He Ain't Heavy, He's My Father (1993)
  • The Eagle Shooting Heroes (1993)
  • End Of The Road (1993)
  • Hero - Beyond The Boundary Of Time (1993)
  • The Magic Crane (1993)
  • Three Summers (1993)
  • Tom, Dick, and Hairy (1993)
  • Two of a Kind (1993)
  • Always Be the Winners (1994)
  • Ashes of Time (1994)
  • Chungking Express (1994)
  • The Returning (1994)
  • Cyclo (1995)
  • Dr. Mack (1995)
  • Heaven Can't Wait (1995)
  • Blind Romance (1996)
  • War of the Underworld (1996)
  • 97 Aces Go Places (1997)
  • Chinese Midnight Express (1997)
  • Felizes Juntos (Happy Together, 1997)
  • Flowers of Shanghai (1998)
  • The Longest Nite (1998)
  • Timeless Romance (1998)
  • Your Place or Mine (1998)
  • Gorgeous (1999)
  • Healing Hearts (2000)
  • Amor À Flor da Pele (In the Mood for Love, 2000)
  • Tokyo Raiders (2000)
  • Fighting for Love (2001)
  • Love Me, Love My Money (2001)
  • Chinese Odyssey 2002 (2002)
  • Conflitos Internos (Infernal Affairs, 2002)
  • Herói (Hero, 2002)
  • Infernal Affairs 2 (2002)
  • Infernal Affairs 3 (2003)
  • My Lucky Star (2003)
  • Sound of Colors (2003)
  • Super Model (2004)
  • 2046 (2004)
  • A Peseguição (Seoul Raiders, 2005)
  • Dor e Ódio (Confession of Pain, 2006)
  • Desejo e Perigo (Lust, Caution, 2007)
  • Red Cliff (2008)
  • Red Cliff 2 (2009)
  • Cinzas do Passado Redux (Ashes of Time Redux, 2009)
  • The Founding of a Republic (2009)
  • The Grand Master (2010)

Discografia
  • Raining Night (1986)
  • Who Wants (1988)
  • Love Day by Day (1993)
  • One Life One Heart (1994)
  • Trapped by Love (1994)
  • Day and Night (1994)
  • Cannot Forget Collection (1995)
  • The Past and the Future (1995)
  • Too Affectionate (1995)
  • Tony Leung Greatest Hits (2000)
  • In the Mood for Love (2000)
  • Wind Sand (2004)
Tony Leung Chiu Wai

Curiosidades
  • Como puderam ver logo ali acima, Tony Leung Chiu Wai também tem uma carreira como cantor. Ele canta, junto com Andy Lau, o tema do filme Conflitos Internos.
  • Já estrelou sete filmes do lado de Maggie Cheung, são eles que estrelam Amor À Flor da Pele.
  • Ganhou cinco vezes o prêmio de melhor ator no Hong Kong Film Awards. É o atual recordista do prêmio.
  • Chiu Wai já disse em várias entrevistas que adoraria trabalhar com o diretor Martin Scorsese.
  • Fala cantonês, inglês, espanhol, mandarim (com sotaque), e um pouco de japonês (como visto no filme Tokyo Raiders).
  • Muitos indagam sobre sua participação minúscula e quase sem importância para a trama no final do filme Days of Being Wild. Wong Kar Wai planejava fazer dois filmes, Days of Being Wild I e II. O personagem de Chiu Wai teria grande importâcia na sequência, e tal cena seria a abertura do segundo filme que nunca foi realizado porque Days of Being Wild não foi bem de bilheteria.
Fonte: IMDB | Wikipedia

Goodbye peace of mind...

As férias... acabaram!

School Rumble Harima

Seria cômico se não fosse trágico... - Parte 5

Ontem, quase de madrugada, algo que eu qualifico como bizarro aconteceu... E eu só vou comentar porque certa pessoa decidiu que eu tinha de ficar ouvindo mimimi também.
Não sou como outros blogueiros que se apropriam de histórias alheias pra fazer drama e assim aparecer, tenho nojo disso. Mas já que a pessoa resolveu me meter no meio, responderei pra ela defendendo o que achei da história toda, e pra isso vou deixar tudo argumentado aqui.

A história, em resumo, é esta: adeptas do estilo lolita se sentiram ofendidas por dois textos publicados no blog Shoujo Café.
O primeiro que chamou a atenção foi "No Japão a moda é parecer uma boneca viva". E eu twittei sobre isso por causa dos comentários um tantiiiiiiinho fora da realidade das lolitas (o erro gramatical é do comentário, não meu):

"Não gostei desse texto em vermelho, muito agressivo. A menina da foto é uma Gyaru, eu sou adepta do estilo Lolita. você já deve ter ouvido falar de nós, nosso estilo se baseia na era vitoriana/eduardiana, mas isso não quer dizer que queremos viver no passado, muito menos queremos ser artificais e parecidas com bonecas e objetos inanimados.
Achei algumas coisas desse texto extremamente esteriotipadas, a grande maioria das meninas realmente não pensa desse jeito tão limitado."

Agora querem saber porque twittei que achei engraçado o comportamento de quem se ofendeu com esse texto? Simples: ele não menciona UMA palavra sequer sobre o estilo lolita. A não ser que os tais estilos mori e ageha façam parte do "gênero" lolita, mesmo assim, outro ponto interessante que destaco é que o texto nem ao menos pertence à Valéria, dona do blog... XD É só um texto citado, é um texto de um jornal! E pelo que a Valéria escreveu, coisa que qualquer estudante de redação ou quem saiba ler perceberia, ela não endossa completamente, nem desacredita no texto, mas sim o colocou, expressou uma opinião (coisa que todo mundo tem o direito de fazer, não?) que achei normal e convidou aos leitores a fazer o mesmo... refletir: "...Mas leiam o texto e tirem as conclusões de vocês".

"Eu não sou fetiche. Eu tenho muita classe, filhos da puta!"

O outro texto, Gótica, lolita e fofa chamou atenção por uma única frase: "Só achei curioso como dois fetiches se encontram. Além de gothic lolita, a moça ainda é enfermeira...".
Aparentemente povo entendeu que ao usar a palavra fetiche no texto, a autora está chamando as lolitas de putas, provocadoras, devassas etc e tal... já que, segundo as moçoilas, lolita é uma moda "BEM tampada, modesta", "Não tem nada a ver com sexualidade", "Não tem absolutamente nada a ver com fetiche/sexo"... E por causa disso se acham no direito de trollar (perseguir e incomodar vitualmente).
Pois bem, a Valéria não é a única a achar que lolita é um fetiche. Porque, tipo... alguns marmanjos, otakus por exemplo, consideram as moças lolitas atraentes, um fetiche. E não falo só no sentido de "perversão sexual", fetiche tem mais de um sentido (dicionário, please!), mas já que esse é o caso, eu percebi o seguinte: dizer que o visual lolita é um fetiche não quer dizer que vocês, adeptas do visual, sejam putas ou provocadoras, mas sim que meninas desse visual são cultuadas de certo modo sexual independente do fato que vocês não fazem isso de propósito, assim como as enfermeiras citadas no texto. Isso também quer dizer que não existe enfermeira "bem tampada, modesta, inocente", que toda enfermeira é atriz pornô? Claro que não. Esse fetiche por enfermeiras é algo absolutamente fora do controle delas, é coisa de homem hétero punheteiro... E existe certo fetiche com lolitas no Japão pelos otakus de lá também, até já teve mangá retratando isso, só não vê quem quer. Eu também acho nada sensual numa enfermeira ou numa lolita, mas tem homem que pensa assim, tem toda uma indústria pra isso, fazer o quê? Que tal vocês se manifestem contra esses indivíduos? Utilizarem sua "fúria" de um modo mais produtivo?
Pra mim a Valéria apenas usou de ironia nessa frase, ou seja, um recurso pilhérico pelo fato que a moça reunia dois fetiches: é uma enfermeira adepta da moda lolita. Duh!

"Meu nome é Sexy Granny... Vamos brincar de médico?"

O que me incomodou na história é que eu achei a situação patética. Muito mimimi por nada, já que qualquer pessoa que saiba interpretar um texto poderia ter entendido. Foi por isso que achei a história absurda e comentei no Twitter.
E só me dei ao trabalho de comentar isso no meu blog porque um certo indivíduo resolveu despejar o mimimi pra cima de mim. Conheço esta pessoa e agora reservo-me o direito de resposta:

"@diegohatake @Shoujofan Realmente ta faltando informação. Sugiro não opinarsobre um assunto o qual vocês não dominam."
Eu não opinei sobre a moda lolita, acho esse assunto desinteressante. Eu só opinei sobre a manifestação exagerada de algumas pessoas no blog, o que achei cômico.

"@diegohatake que historia eh essa da cultura japonesa vender lolita como fetiche? Cara, nao tem nada haver com Lolicom, fikdik."
A pessoa refere-se a este e este Twitter meu. Como disse ainda há pouco, eu me refiro aos heterocaras japoneses que gostam de meninas que usam esse visual. Como falei antes, existe esse fetiche por lá, mangás e videos fetichistas japas só confirmam. Sorry, não fui eu quem inventou isso.
E eu nunca citei lolicon, sei bem o que é isso e por isso desprezo veementemente... Ao contrário de você que ama shota, tô certo ou tô errado? - ops! - Enfim...

"@diegohatake vc iria curtir se alguem falasse que "yaoi" eh coisa de pedofilo doente criminoso? Entendeu a furia das lolitas?"
Essa eu até ri quando eu li. Na verdade não, não entendo a fúria das lolitas, já que a Valéria nunca disse que ser lolita é ser, como algumas assumiram, puta. Mais uma vez você prova que ler não é o seu forte.
Além disso, NADA, na minha opinião, é desculpa pra trollagem. Pra mim isso é algo muito, muito baixo. Você se ofende, se acha no direito de retrucar, mas se acomoda no anonimato.

Quem teve um mínimo de educação sabe que é direito seu exigir retratação se não gostar de algo publicado, MAS comentar anonimamente não lhe dá direito algum. Não vale nada esse protesto. Pior ainda se você utliza de palavras baixas, alfinetadas... E devo lembrar ao "senhor mimizento" que se acha no direito de trollar que se as ofensas forem pessoais você dá direito ao trollado de dar-lhe um baita de um processo por difamação. Daí você será, além de covarde, pobre. =D
E pra compensar seu trabalho em me mandar essas e outras mensagens, saiba que eu também odeio responder pra gente burra, mas estou aqui fazendo isso pra me defender. E já o fiz. Se não entendeu, já que interpretar texto não é muito o seu forte, agora só desenhando...

EDIT: Como este texto ficou "pop" no Orkut XD, vou me explicar aos mais novos visitantes.
Primeiro, não comprei briga de ninguém, eu dei minha opinião sobre o acontecido. Porque, tipo, o blog é meu. =D Eu não gostei da situação, quis falar. É meu direito. Achei a situação bizarra, sorry. Eu quis mesmo só dar um parecer e depois retrucar as palavras do "Senhor Mimizento" que aparentemente não tomou chá de semancol e continua me mandando mensagens mesmo depois de eu ter excluído no MSN, Twitter etc. Podem discordar, mas descambar pra ofensa pessoal ainda é um tanto baixo demais. Mais classe, meninas. Mais fofura!
Segundo, alguns ainda não entenderam o que escrevi... Esses eu não preciso responder, seria perda de tempo. Retruca daqui, retruca de lá, sinceramente, tenho coisa melhor pra fazer.
Outra coisa: se a opinião de quem tem um plushie não importa, por que continuam visitando meu blog? XD Eu não faço a linha blogueiro pop, só conhecidos me visitam. Vão se importar comigo por quê? XD
E por último, sim, tenho um plushie do Kakashi! Ele não é lindo? E tenho outro do Iruka e um do Ritsu também. Posso tirar fotos se quiserem! *_*

Estou vendo: The King and The Clown

The King and The Clown é aquele tipo de filme maravilhoso que, por causa de certos rótulos que lhe colocaram (filme gay, filme asiático, filme de época etc) muita gente pode acabar rejeitando-o. E isso é um erro terrível.
Sem mais delongas, deixe-me comentar um pouco sobre este filme que vi recentemente.

Era uma vez...
The King and The Clown (왕의 남자, Wang-ui namja, cuja tradução literal seria "Os Homens do Rei") é baseado em uma peça coreana que conta a história de um rei que se apaixona por um de seus "bobos".
O filme observa a vida de dois artistas de rua, Jangsaeng e Gonggil.

The King and The Clown
Da esquerda pra direita: Jangsaeng (Kam Woo-seong) e Gonggil (Lee Jun Ki).

De início eles trabalhavam em um grupo itinerante, mas Jangsaeng fica enfurecido pelo fato que o dono do grupo force Gonggil, que apesar de ser homem tem uma aparência bem feminina e atraente, a se prostituir. Ao confrontar o dono do grupo, Jangsaeng tem sua vida ameaçada por ele, o que faz com que Gonggil o mate. Com isso os dois fogem para a capital para começar uma nova vida e encontrar novo público. Lá eles encontram um novo grupo de artistas e começam a fazer uma apresentação em que tiram sarro do rei e de sua concubina. Quando os homens do rei descobrem tal apresentação, todo o grupo é condenado. Porém Jangsaeng desafia fazer a apresentação ao rei. Se ele risse, seriam livres. Se não, seriam executados.
A apresentação não saiu do jeito que se esperava (vocês precisam ver, dá uma apreensão terrível ao mesmo tempo que é engraçado ver eles errando tudo pelo medo, afinal é uma situação "ou tudo ou nada" que está mais pro nada desde o começo), mas acontece que Jangsaeng e Gonggil salvam a apresentação com uma única piada que faz com que o rei Yeonsan dê gargalhadas. Ele então decide abrigar o grupo como seus "bobos da corte".
Com o tempo o rei Yeonsan se apaixona por Gonggil e o convida a fazer apresentações particulares com bonecos em seu quarto. A concubina preferida do rei Yeonsan não gosta nada disso, e Jangsaeng menos ainda. E com o tempo Yeonsan mostra-se cada vez mais insano, tornando-se perigoso até mesmo para com quem ele acha que ama, e sua paixão por Gonggil acaba tornando-se obsessiva. O que será da vida de Jangsaeng e Gonggil agora, já que escapar do rei Yeonsan agora seria assinar um decreto de morte? E como Jang Noksu, a concubina, vai encarar o fato de que foi trocada por um homem? E até onde a loucura do rei chegará a afetar a vida dos dois companheiros artistas?

Minhas impressões

The King and The Clown

The King and The Clown é um dos poucos filmes que já nasce com a áurea de que será um clássico. Sério. Você vê e fica pasmo com a beleza da fotografia, as paisagens, cenários, elenco... XD E até que foi uma produção modesta, mas feita com muito esmero. Quem gostou de Adeus Minha Concubina vai se dar bem com este filme.
O que mais se discute mais sobre o filme é sobre o aparente caso de amor entre Jangsaeng e Gonggil. Caso as fangirls esperem que esse filme é um filme yaoi,  com cenas explícitas entre homens bem, não é bem assim. Não há nada muito explícito, apenas sugestões de que Jangsaeng e Gonggil se amam. O que eu acredito? Bem, eles poderiam se amar num nível de amizade, mas eu sinceramente acho que há algo maior. Jangsaeng protege a Gonggil várias vezes, sempre arriscando sua vida. Ele inclusive perde uma coisa valiosa por causa disso, o que faz que Gonggil tente o suicídio por tamanho desgosto. Outros indícios seria o fato que os dois dormem juntos, sempre isolados do resto do grupo de artistas. E o diálogo do final do filme dá margem à muuuuitas interpretações... Enfim, não é um Boys Love ou um O Segredo de Brokeback Mountain, mas acho que até guarda certo fanservice (o beijo que o rei rouba de Gonggil é a única coisa "BL" explícita), embora não ache que esse seja necessariamente o foco do filme. Mas todos sabemos: fã de yaoi vê yaoi em tudo, então não é pecado nenhum ver o filme como filme yaoi... O homoerotismo está ali pra isso! XD
As interpretações são excelentes. Creio que não tenho palavra melhor para descrever isso. Talvez só o personagem feminino que não tenha me despertado muito, acho que a relegaram muito pro segundo plano. O ator que fez Jangsaeng é a antítese desta. Kam Woo-seong está absurdamente fantástico. Eu já fiz um perfil no blog sobre ele e, definitivamente, é um ator excepcional. Já trabalhou de típicas comédias light coreanas até filmes de terror, e o faz tremendamente bem. Lee Jun Ki, ator que interpretou Gonggil, também não poderia ter feito melhor trabalho, e na época ele era praticamente um novato. E graças a Deus, e ao diretor do filme também, o fato do Gonggil ter uma aparência "feminina" não fez com que Gonggil fosse um personagem extremamente afeminado, coisa que já aconteceu em muitos filmes e que acaba sendo muito estranho. A atuação é bem dosada. Por vezes parece que ele é inocente demais, acaba se rebaixando muito às vezes, como se fosse escravo de sua própria beleza. E o único que não o vê como um pedaço de carne, mas o ama por igual, é Jangsaeng. Só do lado dele Gonggil parece seguro, feliz.
E embora o destaque do filme seja a dupla de palhaços, Jeong Jin Yeong, o intérprete do rei, também não deixa por menos. Devido a instabilidade do rei poderia ser fácil demais sucumbir a uma atuação exagerada, mas ele soube dar os tons certos para carregar a história. De início os "surtos" do rei Yeonsan devido a presença da trupe dos artistas chega até a ser cômico, mas depois passa a ter um lado pavoroso, e você fica tão apreensivo quanto Gonggil para se ver livre de tamanho encosto.

The King and The Clown
 A favorita do rei percebendo que seu Yeonsan olhando demais para Gonggil...

 The King and The Clown
...ela então resolve "tirar satisfações".

Um ponto negativo? Talvez a falta de um personagem feminino mais forte. Jang Noksu é como aquele personagem feminino típico de yaoi que serve para sentir raiva e frustração ao ser trocada por um homem. Mesmo que o vilão na verdade seja o rei Yeonsan, creio que faltou mais personalidade para Noksu. É uma personagem um tanto apagada, e se dessem mais algum espaço ela poderia chegar ao nível de uma Soraya Montenegro, o que seria mais interessante de se ver na tela na minha opinião, me despertaria mais emoção. Outra coisa difícil não tema ver com o filme em si, mas com a tradução que peguei. Todas asfalas das apresentações, e alguns diálogos, estão em um inglês arcaico. Passei alguns maus bocados tentando decifrar o que falavam,mas até que acabei entendendo tudo direitinho. É, acho que conseguirei ler Ōoku sem muitos problemas... XD
Agora se você conhece um mínimo do cinema coreano deve estar perguntando: mas será que esse filme termina de uma maneira trágica absurdamente sanguinolenta? Olha só, aviso que o filme não termina de um modo muito fácil de engolir. Não é um "...e viveram felizes para sempre" usual, mas acaba de uma maneira poética, dando um sentimento de que até mesmo no fim um palhaço nunca permite que acabe tudo em desgraça. É lindo. Não posso falar mais senão é spoiler.

Talvez muitos tenham conferido o filme pelo burburinho que a "polêmica homossexual" causou, mas com certeza muitos viram que o filme é algo além disso. É uma história belissimamente contada. Não é por menos que o filme atraiu grande popularidade na Coreia, um país com uma boa dose de homofobia, quebrou recordes de bilheteria conquistou milhares de prêmios e fez a carreira de muitos dos atores nele presente. Se não fosse assim, seria um filme passageiro, uma modinha qualquer... Mas esse não é o caso. The King and The Clown é um daqueles tesouros - verdadeiros tesouros - que aparecem no cinema contemporâneo, mas que poucos fora do mundo oriental tiveram contato, o que é um descalabro. Distribuidoras de filmes do Brasil, acordem!!!


The King and The Clown
Gênero: Drama, romance, histórico.
Ano: 2005
Diretor: Lee Jun-ik
Elenco: Kam Woo-seong, Jeong Jin-yeong, Kang Seong-yeon, Lee Jun Ki, Kwon Won-tae


The King and The Clown

MusicMonday: Vendaval da Vida

A música de hoje é, em especial, para minha mãe.
Eu ouço essa música desde pequeno, já que minha mãe a adora... Mas só passei a entender a letra, curta porém de uma honestidade tocante, depois de crescido. Hoje sei que a música tem um significado para mim, mas acima de tudo ela é praticamente a descrição do que é minha mãe: uma pessoa que passou (e passa) por muitos maus bocados, mas que continua mantendo um sorriso enorme não importa o que haja. Admiro muito isso dela. Queria ter essa habilidade... =)

Alcione - Vendaval da Vida


"Vou sorrindo com o meu interior chorando
Amargando o meu viver sofrido
E assistindo o que se vai passando
E vou resistindo
Resistindo no meu posto o vendaval da vida
Aplaudindo a quem já vai subindo
Amparando a quem já vem caindo
(E vou sorrindo)

Quantos risos de falsa alegria
Paraíso sem nenhum valor
Lutas pelo pão de cada dia
Sustentando a morte do amor
Mas vou sorrindo

Vou sorrindo com o meu interior chorando
Amargando o meu viver sofrido
E assistindo o que se vai passando
E vou resistindo
Resistindo no meu posto o vendaval da vida
Aplaudindo a quem já vai subindo
Amparando a quem já vem caindo

Aplaudindo a quem já vai subindo
Amparando a quem já vem caindo..."

Sim, a música é interpretada pela Alcione. É um samba. Caso pense em comentar algo apenas como "não gosto de samba", por favor, não o faça. Não estou interessado em saber.
Fico pasmo de ver um povo que não valoriza sua cultura. Muitos acham que Alcione é brega mas esta mulher tem anos de carreira e de grandes canções à tiracolo. Sem falar que a beleza da voz dela é algo que nasce com poucos, não é uma Hannah Montana ou Britney da vida. O que ela conquistou poucos conseguem. Então se não for pra falar nada útil, honestamente, foda-se.
Brasil não tem respeito nenhum com os artistas de outras épocas. Isso me dá nojo.

Alcione