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Yaoi x Bara??? (18+)

AVISO: Post com imagens de nudez masculina e homossexualidade. Se não gosta, não prossiga!

Olá povo! Aqui estou eu voltando com um assunto com o qual eu gosto de tratar, mas que não sei se todo mundo entende. XD Tenho medo de ser específico demais quando falo sobre algo da cultura japonesa. E misturando com cultura gay então... Mas enfim, hoje farei uma pequena discussão sobre yaoi e bara, coisas que interessam a muitos que passam por aqui. Tentarei ser o menos "técnico" possível. Tentarei! XD

Vamos começar do começo... XD
Primeiramente, vamos recapitular as noções de cada gênero de mangá (mangá = quadrinhos japoneses, acho que pelo menos isso todo mundo sabe, né? XD), tendo já a noção que os dois tratam do mesmo assunto: casais homossexuais masculinos.

YellowYaoi é o que eu gosto de chamar de "subgênero do shoujo", já que hoje em dia o termo ganhou vida independente e muitos nem sabem que um mangá yaoi é shoujo (ou josei). Mas é fácil saber que yaoi (ou Boys Love/BL) é shoujo pelo fato que são mangás femininos, criados em sua maioria por mulheres. Shoujo e josei são mangás direcionados para moças e mulheres adultas, respectivamente.


Jiraiya bara 








Bara são as produções feitas por homens para homens. Gays para gays, pra ser direto. Nesse caso, elas se enquadrariam em produções adultas pornográficas, hentai mesmo, ou seinen (produções para homens adultos). Também são conhecidas por Gei comi ou - olha só - Mens Love, ou ML.

Levei um tempinho pra aprender a diferenciar tudo, mas não é tão difícil depois que se acostuma.

Enfim, vamos ao que interessa. Depois que se aprende a diferença fundamental de BL e ML, aí vem a treta: qual é o melhor? Qual eu devo ler? Meninas podem ler bara? Gays gostam de yaoi? Vamo lá... Analisemos!

Yaoi na visão dos fãs de bara
É sabido que muitos homens gays rejeitam mangás yaoi por acharem as histórias muito "água-com-açúcar" (alguns levam isso em nível que eu considero extremo: lembram dos heterocaras fãs de shounen que acham que shoujo é "mangá de mulherzinha"? É por aí...), fora da realidade (gay), e até consideram-nas homofóbicas de certo modo.

Haru wo Daiteita

Como leitor dos dois gêneros posso dizer que esses pensamentos tem um pouco de razão. Ao mesmo tempo que não.
Por exemplo: uma coisa duramente criticada nos yaoi são os personagens estereotipados ao extremo. Falo daqueles casos em que o seme (o ativo) é sempre uma pessoa maior (não necessariamente mais músculos, falo da altura), rude, cretina, violenta, dominadora... Máscula. E o uke (o passivo) é praticamente uma moça, visualmente falando. Em características psicológicas, sofrem do que eu chamo de "Complexo de Bella" (já leram Crepúsculo? XD): moscas mortas, estúpidos, chorões, lambem o chão que o seu seme pisa, vivem sendo humilhados (e acham que isso é amor), exageradamente frágeis... Alguns acreditam que isso reforça a ideia de que todo passivo é afeminado. O ativo é que é o macho. Velha história de papéis pré-concebidos. Eu particularmente detesto quando fazem um uke muito feminino. Não falo do estereótipo "sexo frágil", mas sim do visual andrógino. Algumas mangakás pegam pesado nesse visual e eu acabo não vendo um casal de homens, mas sim um casal hétero, o que me tira a graça total.

Pode ser o estilo da mangaká, mas eu odeio quando fazem um doujinshi KakaIru com o Iruka (ele é quase sempre uke das histórias XD) numa aparência feminina. Broxante! Uó! ù.ú9

Muitos justificam a ideia que mangás yaoi tem sua dose de homofobia aí, sem falar que sempre tem um deles que se recusa a ser tratado como gay. Yuki Eiri de Gravitation por exemplo flertava a vontade com mulheres mesmo que "amasse" o Shuichi. Sem falar nas típicas declarações como: "Eu não sou gay. Sou apenas um homem que se apaixonou por outro homem". Yaoi não é muito de levantar bandeira LGBT. E sendo sincero, acho que esse não é e nunca foi o objetivo do yaoi. Para exemplificar essa ideia cito um trecho de um texto sobre yaoi publicado na edição 4 brasileira de Princess Princess criado pela Valéria Fernandes:

"...[mangás yaoi] apresentariam um tipo de romance mais igualitário, pois, sendo ambos os personagens masculinos, eles gozariam de total liberdade para se expressar, o que em uma sociedade como a japonesa nem sempre é possível, principalmente para as mulheres. Logo esses mangás seriam representações dissimuladas de relacionamentos heterossexuais."

Com isso explicado, repito-me dizendo que alguns homens gays do Japão (alguns de fora dele, pelo mundo, também) tem suas razões para desgostar de yaoi, mas deve-se observar que nem todas as histórias seguem os mesmos padrões. Nem todas descambam pro sentimentalismo puro ou os estereótipos gastos. Algumas histórias - algumas obras da Fumi Yoshinaga por exemplo - até que fazem um serviço "gay-friendly" falando de um modo menos "fantasioso" da cena gay masculina. Acho que até hoje nunca vi um  personagem gay tão verossímil em mangá shoujo - não é yaoi - como o Yusuke Ono de Antique Bakery. Parece absurdo eu falar isso (quem já leu o mangá é que vai entender), vide o "charme demoníaco", mas eu falo é das atitudes descuidadas, comportamento destrutivo e baixa auto-estima que o leva a ser promíscuo daquele jeito... Eu pelo menos conheci muitos Yusuke Onos. Muitos!
E claro, não posso deixar de falar que a premissa de que todo mangá para mulheres é ruim justamente por "ser direcionado para mulheres" é absurda.

Bara na visão das fãs de yaoi

Bara

Para os homens gays fãs do gênero, bara não poderia ser melhor. Nada de personagens com cara de garotinho(a), corpo esguio... Aqui eles tem barba, tem massa muscular (se possível, umas gordurinhas). Estes também se recusam a desempenhar papéis como seme e uke. Na verdade, nem dá pra saber se tal personagem é seme ou uke de cara, só lendo pra saber. E as histórias algumas vezes focam somente na tensão sexual. Sim, sexo, sexo e mais sexo. Paixão? Amor? Que coisa de mulherzinha...
E justamente tudo isso é visto com maus olhos por algumas fãs de yaoi. O físico dos personagens foge muito do ideal de beleza no Japão, que valoriza o meigo, delicado... Muitas então amam os caras andróginos. Eu já me deparei com comentários de algumas poucas meninas em Orkut e sites yaoi dizendo que achavam alguns traços no bara "grotescos". XD
Mas uma crítica de algumas fujoshi que eu endosso é a falta de profundidade das histórias bara. A grande maioria não possui personagens muito desenvolvidos. Cadê a confusão de sentimentos? Os conflitos? O drama? O clímax?... Cadê a história?... Não que todos os contos começam e terminam em sexo direto, mas alguns são assim bem rasinhos... Também observo uma falta de publicações contínuas, ou seja, uma história completa de bara, uma saga com começo, meio e fim. O que se encontra são contos, pequenas e curtas histórias. É coisa rápida, fast food, assim como a maioria dos casais da histórias, outra coisa que desagrada quem lê yaoi, e me desagrada também.
A quantidade de sexo casual no bara é enorme. Se os yaoi propagam o estereótipo dos "afeminados", muitos autores de bara mostram total desapego em relação a casais estáveis. Se ativistas gays do Japão criticam o yaoi por "ser homofóbico", o que eles dizem das publicações que mostram o sexo casual com estranhos? Isso não reforçaria o estereótipo do gay promíscuo? Algumas histórias até tentam convencer que dali sairá um caso amoroso, mas fica a impressão de palavras vazias. Em um português mais claro: o famoso "amor de pica". Mas tudo bem, o público não exige mais do que aquilo mostrado: erotismo explícito.
Para verem que não é mentira, eis uma página de um oneshot bara do Jiraiya onde ele escreve para os leitores da revista gay japonesa G-men onde a história foi publicada: "Dessa vez... É um mangá 100% feminino, cheio de amor e romance. Desculpe se isso ofende". Tá no último parágrafo.


A história a que ele se refere você lê aqui (em inglês).

Mas como sempre falo, toda regra tem suas exceções, e alguns autores felizmente acrescentam algo mais às suas historias: o mais criativo que vi até agora foi o Takeshi Matsu, que eu vivo elogiando e que já falei no blog aqui e aqui. Nem sempre ele acerta, como um certo conto claramente envolvendo pedofilia que quase me fez odiá-lo, mas geralmente suas histórias são bem divertidas ao mesmo tempo que, bem, excitam... =) E alguns personagens são até bem definidos, apesar das poucas páginas. Alguns demonstram desenvolvimento psicológico suficiente pra ser explorada em contos maiores. Algumas histórias dele mostram casais muito bem envolvidos. *comemorando*


Já outros autores usam de certos estereótipos próprios da comunidade gay que irritam demais. Um deles já citei, é a promiscuidade, vício em sexo anônimo, hedonismo puro... Mas quero citar outro: a maioria das histórias de Gengoroh Tagame utilizam de humilhação nas cenas de sexo, frequentemente utilizando palavras depreciativas para gays. Devem existir gays que gostam de ser chamado de "gayzinho de merda, putinha, safada" na cama, que ache isso excitante, mas eu tenho aversão a essas situações.

E o resultado é...
Cada fã tem suas razões para defender o que gosta, alguns são bem firmes. Mas no fim acho que não existe melhor ou pior.
Sou da filosofia de que "sendo bom, me agradando, eu gosto e pronto". Adoro alguns shounen, adoro shoujo... Eu gosto de tudo um pouco. E a coisa não é diferente para yaoi e bara. Sim, cada um tem seu público alvo, mas acho que nada é tão excludente que não possa ser admirado tanto por leitores de yaoi quanto de bara.


Dependendo do clima, gosto de suspirar ao ler uma história em que um casal de homens é admirado no país todo por se amarem, e aceitam praticamente sem qualquer resistência como em Haru Wo Daite Ita. Em outros dias, quando enjôo de ver rostos e casais perfeitos, me dedico a ler um conto do Matsu.
A única coisa chata da história é - desabafo à vista - que yaoi já encontrou público mundo afora, enquanto que no Brasil... Bara então, é algo praticamente undergound, nem mesmo é muito difundido fora dos EUA. Mas engraçado é que, pelo que vejo no Orkut e outras midias sociais, no Brasil muitos leitores gays nem ligam muito pra essa história de que yaoi é muito mulherzinha e que bara é muito vazio. Um fã de uma comunidade bara você encontra também numa comunidade yaoi. Talvez seja pela falta de conhecimento (eu mesmo classificava tudo como yaoi tempos atrás) ou talvez porque muitos não pensam em perder tempo classificando as obras, mas ao observar alguns, vi que boa parte quer saber mesmo é de ver que existe literatura que reconhece a homossexualidade, seja na ótica que for. Com o tempo, cada um construirá seu gosto pessoal.
E pra encerrar: yaoi ou bara, fique com o que lhe diverte. Ponto final.

15 comentários:

  1. Eu fico admirado com o seu conhecimento, vc fala mto bem sobre os temas, capta as sutilezas do assunto.
    Excelente!

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  2. Acho que você escreveu muito bem e fechou com chave de ouro "E pra encerrar: yaoi ou bara, fique com o que lhe diverte. Ponto final.

    Heterocaras foi ótimo. Posso usar de vez em quando?

    Eu também acho o Ono muito verossímel, mas em um contexto pré-HIV, você não acha? Ele é um sujeito angustiado e, claro, com a homofobia isso é mais que compreensível, mas, também, um tanto suicida em suas relações.

    Mas o mangá shoujo com homossexuais mais real que eu já vi é Tomoi. Mas muito trágico... Foi o primeiro quadrinho no mundo inteiro a discutir a epidemia de AIDS.

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  3. @Mauj: Vindo de você, que é tão entendido (em coisas do Japão, isso que eu quis dizer, hahahaha!) eu agradeço muito. Quando publico posts otaku ou sobre o Japão eu fico com um medo de soltar besteira...

    @Valéria: Concordo, mas acredite, ainda há quem pensa como ele. De chegar ao ponto de achar que "tudo bem pegar AIDS, hoje em dia com os remédios dá pra prolongar a vida muito bem...". Não sei se é por falta de informação ou hedonismo exacerbado, mas eu acho medonho. É mais comum do que eu achei que seria, mas felizmente não é regra.
    E esse personagem eu não conheço... ou não lembro se já o conheço. *demoro a associar personagem com obra*
    Ah, o termo heterocara é invenção do Alessandro, do blog Cinema, homens e Pipoca. Lá todo mundo usa em comentários numa boa, acho que ele não se incomodaria. XD

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  4. Nossa, muito bom esse post. De verdade.

    Eu nem tenho nada a acrescentar, pq vc falou tudo o que penso.

    Odeio essa "heteronormatividade" em alguns yaois... O seme machão, o uke que mais parece uma menina... Acho terrível qdo exageram nessa diferença... Fico mto feliz qdo um mangá yaoi me surpreende com um uke mais alto, ou um seme mais inseguro... Mas é coisa rara.
    Além da Yoshinaga (vc falou certo, o Ono é muito humano), eu acho que Youka Nitta tbm foge dos estereótipos em muitos mangás... Gosto tbm de Miyamoto Kano, que às vezes faz uma dessas coisas que me irritam, mas geralmente, escreve histórias que, a meu ver, são bastantes realistas...
    Sobre bara, eu não tenho preconceito algum... Na verdade, os primeiros baras que vi foram por causa do post da Tanko e por que dei uma caçada aqui no seu blog, mas pelo menos algumas histórias de Takeshi Matsu são boas... Eu gostei, e o traço não chegou a me irritar tanto assim. A parte ruim vc tbm já disse...

    Enfim... É isso.
    Deixa eu parar por aqui pq se não só vou ficar repetindo o que vc já disse. xD

    Vamos ler o que nos agrada e ponto.
    Mto bom o post, parabéns!
    \o7

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  5. Não conhecia o seu blog e acabei vindo ler esse seu artigo devido a uma referencia a ele no BLYME, blog da Tanko. Fiquei curiosa, vim ler e... achei fantástico esse seu artigo!
    E se vc não se chatear em ser mencionado em uma comunidade Yaoi ^_^ vou indicar o seu blog no YAOI Writers, comunidade do orkut ^_^
    Adorei o seu artigo e o seu blog! ^^

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  6. @crissamejima: Obrigado. Pode indicar sim, problema nenhum. =)

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  7. Gostei muito do desse post, muito esclarecedor. Apesar de ser fã de Yaoi, não tenho aversão ao Bara. Falando na verossimilhança do personagem Ono, um mangá que gostei muito e fala de uma maneira um pouco mais realista é Partners de Tamaki Yura, ele é considerado um clássico, no sentido de retratar de maneira realista a cena S&M do mundo gay.

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  8. Muito bom seu blog, encontrei ele recentemente e estou dando uma espiada... Quanto a esse post, eu me irrito um pouco com os yaois, com ukes muito delicados e tal... Não conheço muitos Bara, mas alguns que já vi por aí não me agradaram tanto. Minha melhor amiga é fã de bara e disse que são mais verossímeis, enfim eu continuo com meus yaois. (Ainda não li o mangá de antique Bakery, mas vi o filme e achei muito bom, não sei se a personagem é retratada de maneira fiel ao mangá...)

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  9. @raul: O filme é bom, divertido, e fiel o suficiente. O único problema é que ele tenta condensar 4 volumes de mangá em um filme,daí muita coisa ficou corrida...
    Só lembrando que Antique Bakery não é yaoi. XD Falo isso pra que não fiquem com medo de publicar Antique aqui no Brasil. XD

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  10. é chato quando a gente gosta de gêneros de mangá que nem "bombam" por aqui. é o meu caso com o josei (que ainda assim é mil vezes mais difundido que bara). =(

    também não curto o lado muito água com açucar dos yaoi/yuri, mas acho que vou demorar MUITO MAIS pra curtir bara porque acho feio caras musculosos (sempre falo isso quando você fala de bara XD). custa ter um cara másculo, porém magrelinho? XD

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  11. É isso aí, cara!

    Adorei a matéria e também sou daqueles que não escolhe se é bara ou yaoi, desde que mostre a homossexualidade e que a história seja boa.

    Abçs.

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  12. Adorei seu post!
    Cara, a parte que me deixou maravilhada mesmo foi a que você deu uma cacetada nessa história de que BL é para garotas. Uma ova! Realmente, é ridículo pela própria filosofia!
    Eu gosto mesmo de bara e de yaoi que puxa pra mature, o que é meio difícil.
    Mas bem, é isso aí. Abraço pr'ocê!

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  13. amei o post, muitas coisas que você disse é verdade, eu sou bara otaku, e gosto muito de bara, mas eu odeio gengoroh tagame >_<, e també gostaria muito que os baras fossem mais desenvolvidos e apresentassem volumes contínuamente lançados como as histórias de syunnpei nakata. ah ta eu gosto de yaoi, mas só um pouco justamente pelo fato do "eu não sou gay!" acho que isso segue só uma fantasia das mulheres japonesas de que dois homens supostamente "héteros" possam se envolver mas negando serem gays, odeio isso, bjs amei o post

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  14. Cara, amei o post!! Eu gosto de bara e de yaoi, mas tem várias coisas q me estressam nos dois. No bara é o q vc falou de promiscuidade, chingamentos homofóbicos e coisas assim. Agora em yaoi, eu acho q é ignorancia dos autores. Não lembro em q anime/manga eu vi isso, mas eu acabei descobrindo q tem gente q pensa q se goza pelo cu. Quero dizer, pelamordezeus, q diabos?? Além de alguns casos (quem viu Papa to kiss in the dark sabe) em que o personagem tem corpo de barbie da cintura pra baixo... Cadé a lógica de fazer uma cena de sexo gay, achar um jeito de esconder o cu do uke e o pau do seme com a posição e ainda fazer o coitado do uke sem pau?? Só não é mulher pq tbm não tem vagina... >.>

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  15. Foda seu post :D queria ler mais o seu blog, mas quando cliquei nos links que você fala do Takeshi, diz q não tenho permissão pra entrar :(

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