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Capa do DVD Box de Ryukendo

RyukendoForam divulgadas as imagens do box e dos DVDs individuais de Ryukendo, que serão lançados em julho deste ano.
Eu rezo pra que coloquem um preço justo nesse box, já que cada disco vai contar apenas com três episódios (o primeiro disco virá com quatro). Como o box virá com quatro discos, isso não é nem a metade de episódios dos tokusatsus. Veremos se ao menos fazem o favor de lançar a série toda... Ao contrário de outras coleções de boxes por aí. ;)
Todas as imagens você vê aqui: http://www.jbox.com.br/2009/05/26/confira-as-capas-dos-dvds-de-ryukendo/
Não conhece Ryukendo? Leia um texto que escrevi sobre a série clicando aqui.

Sugestão: No Regret

No Regret
Antes de escrever a resenha, eu devo dizer o o quanto é FRUSTRANTE ver que muitas distribuidoras ignoram filmes excepcionais só pelo fato de haver protagonistas homossexuais. Só consegui ver este filme pelo santo Torrent, e ainda tem povo tentando fazer com que os downloads acabem... Que raiva! Mas enfim, eu quero muito falar desse filme que me cativou e muito, mais que O Segredo de Brokeback Mountain que, me perdoem, tem uma cena de sexo mais fantasiosa entre gays que já vi, desculpem os fãs do filme XD.

No Regret (후회하지 않아, Huhoehaji Anha) é o primeiro longa-metragem do diretor coreano (e gay assumido) Lee Song Hee-Il, que já havia sido aclamado por curtas, entre eles Good Romance, que foi inspiração pro filme. No Regret é uma expansão do curta e o ator principal do curta é também o do longa.
Lançado em 2006 na Coréia do Sul, o filme conta a história de Su-Min (interpretado por Lee Yeong-Hoon), um órfão que é obrigado a deixar o orfanato ao completar dezoito anos. Su-Min se muda para Seul, onde trabalha em dois empregos para pagar a escola de informática: trabalhador de linha de montagem durante o dia e como um motorista particular à noite. Num desses trabalhos, Su-Min leva uma cantada do cliente Jae-Min (interpretado por Lee Han), mas mesmo sendo abertamente gay, Su-Min recusa a investida.
Depois de certo tempo Su-Min é despedido de seu trabalho na fábrica por ser temporário, e logo em seguida ele descobre que Jae-Min é um executivo de lá. Jae-Min tenta salvar a vaga de Su-Min na fábrica, mas ele não aceita que demitam outro em seu lugar, então recusa a oferta por orgulho. Com isso, Su-Min relutantemente se torna um michê em um bar gay, onde ele é avisado pelo chefe do bar, Madame, que ele não gosta contratação gays porque eles se demitem logo que se apaixonam por um cliente. Felizmente, Su-Min é tão desiludido que ele está convencido de que o dinheiro é mais importante do amor. Mas Jae-Min consegue encontrar Su-Min, e depois de muitos avanços de Jae-Min, e inúmeras rejeições de Su-Min, eles se apaixonam. Mas é claro, a coisa não será fácil já que algumas situações vão botar esse relacionamento à prova.

No RegretO casal: Su-Min (Lee Yeong-Hoon) à esquerda, Jae-Min (Lee Han) à direita.


No RegretEu juro que não fico me mordendo de inveja ao ver essas cenas... XD

O que gostei do filme é que ele mostra um casal gay com tamanha empatia que pode agradar a todo público. Impossível não ver o filme e não torcer pelos dois. O caráter de Su-Min, em conjunto com a beleza do ator que o interpreta, o faz conquistar muitos espectadores e consequentemente, admiradores do casal. E o filme dosa bem suas partes dramáticas. Ao contrário de muito filme com um casal gay, eles não exageram no drama. Apesar do velho clichê do homossexual (Jae-Min) que é obrigado a se casar com uma mulher arranjada pelos pais apenas para disfarçar a sexualidade, o filme é realista e nunca passa a sensação "novela mexicana". Muitos diálogos são limados, muito é explicado apenas ao assistir as cenas. E os poucos personagens secundários são construídos forte o suficiente pra trazer o impacto que a trama precisa.
Talvez a única coisa que realmente seja estranha no filme é a virada violenta absurda no final, e que muitas pessoas acharam ser a única falha do filme. Mas depois que analisei o filme, achei que tal parte foi necessária para entender que nem mesmo tal evento (não vou falar o que acontece, vocês tem que ver, hehe) pode acabar com algo verdadeiro. Outra coisa que pode espantar espectadores, falando exclusivamente de homens héteros e frequentadores da Igreja Universal, são algumas cenas de sexo explícito, mas são feitas com classe, e elas não são usadas para polemizar como em outros filmes por aí.
E o que falar das soberbas interpretações? Enquanto Lee Han nos carrega junto consigo pela frustração e dúvida ao ser um homem gay desejando ser livre para amar a quem quer, Lee Yeong-Hoon nos dá o retrato mais sincero e cativante que um homossexual já teve em uma película. Desde os momentos de pura felicidade quando está junto do amado, até os momentos de raiva e desespero pela sua situação. Os dois atores ainda não chegaram ao mainstream do cinema coreano, esse foi apenas o segundo filme de Lee Yeong-Hoon, mas com certeza terão muito sucesso pela frente devido ao grande talento.

No RegretA candidata à esposa de Jae-Min... Coitadinha, mal sabe o que está acontecendo...


No RegretA cena mais meiga EVER! *suspira*

E venho falar desse filme com muita, mas muita satisfação. Finalmente um filme onde eu não me senti destratado, onde gays são retratados decentemente, e que pode muito bem mudar a visão de muitas pessoas e sem ser piegas! Pode ser que vindo de mim seja estranho crer nisso, já que eu faço parte da quase extinta classe de gays românticos, mas reafirmo: este não é o velho filme de temática gay absurdamente fantasioso, incrivelmente açucarado ou estupidamente trágico. Atuações intensas, roteiro excepcional, ótima fotografia (acreditem se quiser, o filme foi feito de maneira independente, quem vê fica pasmo com a qualidade), e facilmente envolvente como qualquer história de amor heterossexual... Um filme nota dez. Não é por menos que o filme foi o filme independente de maior bilheteria daquele ano na Coréia. Pena, e devo enfatizar, PENA que as distribuidoras não investem mais no cinema oriental. E em filmes de temática LGBT muito menos. É um verdadeiro crime abdicar as pessoas de verem essa obra.
Pode não parecer, mas existem MUITOS filmes tratando a homossexualidade lá, e decentemente, o que é um grande avanço. Me pergunto quando vai sair um filme brasileiro que trate de maneira realista e respeitosa a homossexualidade. Mas enquanto não aparece, vou me dedicando aos filmes orientais. Espero a partir desse post compartilhar mais filmes nesse estilo. E espero que os vejam!



Site do filme nos EUA (sim, ele foi lançado por lá!): http://www.noregret-themovie.com/

Perfil da semana: Shawn Yue

Shawn Yue
Shawn Yue Man-Lok (余文樂) nasceu dia 13 de novembro de 1981 em Hong Kong. Ele inicialmente começou uma carreira como modelo, e em 2001 fez a sua primeira aparição como ator no filme independente Leaving Sorrowfully. Em 2002 ele se lançou na carreira de cantor, assim como a maioria dos artistas chineses.
Alguns papéis interessantes de Shawn Yue: o de Turbo Shek no filme Dragon Tiger, Takeshi Nakazato na adaptação em filme do mangá Initial D (que por aqui saiu com o nome horripilante Racha - Velocidade Sem Limite), Fong Yik-Wei no filme Alvo Invisível e Yan na versão jovem, no hypado filme Conflitos Internos. Todos eles saíram por aqui, confiram! E além disso, ele apareceu nos dois clipes da Ayumi Hamasaki GLITTER e FATED.
Com a fama alcançada em 2002 e sendo mantida até hoje, além de ganhar a alcunha de "o próximo Nicholas Tse", Shawn Yue também ganhou o status de um ator/modelo/cantor de primeira linha no mundo do entretenimento cantonês.

Shawn Yue
Shawn Yue
Shawn Yue
Shawn Yue
Shawn Yue
Nome: Shawn Yue
Nome completo: Shawn Yue Man Lok
Nome chinês: 余文樂 (Yue Man Lok)
Data de nascimento: 13/11/1981
Profissão: Modelo, ator, cantor
País: Hong Kong
Altura: 1m78
Hobbies: Basketball, filmes, música, natação

Filmografia
  • Leaving in Sorrow (2001)
  • Just One Look (2002)
  • The New Option (2002)
  • Conflitos Internos (Infernal Affairs) (2002)
  • My Lucky Star (2003)
  • Diva - Ah Hey (2003)
  • Feel 100% 2003 (2003)
  • Infernal Affairs II (2003)
  • Hidden Track (2003)
  • Infernal Affairs III (2003)
  • In-Laws, Out-Laws (2004)
  • Jiang Hu (2004)
  • Love is a Many Stupid Thing (2004)
  • Super Model (2004)
  • Colour of the Loyalty (2005)
  • Racha - Velocidade Sem Limite (Initial D) (2005)
  • Dragon Squad (2005)
  • McDull, The Alumni (2006)
  • Isabella (2006)
  • Dragon Tiger (Dragon Tiger Gate) (2006)
  • Wo Hu (2006)
  • Diary (2006)
  • Love in the City (2007)
  • Undercover (2007)
  • Alvo Invisível (Invisible Target) (2007)
  • Shamo (2007)
  • In Love with the Dead (2007)
  • Trivial Matters (2007)
  • Playboy Cops (2008)
  • The Moss (2008)
  • I Come with the Rain (2008)
  • Rule No. 1 (2008)
  • Rebellion (2009)

Discografia
  • Private Room (2002)
  • Lost And Found (2003)
  • Survivor (2004)
  • Whether Or Not (2005)

A paquita neurótica ataca novamente!

Meu blog não é aqueles blogs de fofoca, embora o que esteja a falar seja algo além disso ao meu ver. Isso aconteceu faz um tempinho, muita gente já viu, mas disso eu tenho que falar... Até porque eu nem acreditava que isso tivesse mesmo acontecido! Odeio perder essas coisas, mas enfim detesto a Globo... Normal!
É o seguinte: a atriz Susana Vieira, a.k.a. Paquita Neurótica, segundo Tico Santa Cruz, fez uma puta gafe ao vivo no Video Show, programa da Globo. Ela simplesmente arranca o microfone das mãos da entrevistadora, a Geovana Tominaga, alegando que ela era muito lenta pra fazer entrevistas. Vejam:



Mas essa mulher é um exemplo de educação, hein? Será que ela tá ficando senil já? É uma imbecilidade atrás da outra. Esse video é um absurdo de tão ridículo. XD E a garota foi educada, se fosse eu dava-lhe um tapa nessa piriguete geriátrica ao vivo mesmo, já que é pra resvalar na baixaria, vamos pra baixaria...
E sim, postei isso só pra sujar ainda mais o nome dela. Também a detesto. Haha! :P

Gays nerds... Sim, eles existem!


Já que dia 25 é o Dia do Orgulho Nerd, queria dar uma breve visão sobre os gays nerds.
Não existe muita diferença entre um nerd e um dito gay nerd, a não ser a sexualidade. Simples assim. Assim como qualquer pessoa de qualquer "tribo", podem (e vão) existir gays ali no meio. Vocês mesmos estão no blog de um deles. Alguém que conhece música de trocentos países, lê Tolkien, mangá... E gosta de homens!
Mas é claro, nossa abordagem pode ser um pouco diferente. Este que vos fala, além de adorar jogar videogame, também adora admirar os personagens mais bem afeiçoados... XD Ora, se nerds héteros adoram admirar as voluptuosas heroínas dos quadrinhos, nós gostamos de admirar um cara bonito. Normal.
Mas o que observo é que até mesmo um grupo escrutinizado feito os nerds fica absurdamente agressivo ao notarem a presença de um queer geek. É espantoso como as pessoas têm dificuldades de enxergar que sexualidade é apenas UMA característica dos seres humanos e que isso não é um gueto. Desde quando inteligência é vantagem hétero? Adivinhem só: gays jogam RPG (até havia uma comunidade assim no Orkut), assistem Arquivo X e lêem quadrinhos! A força também tem seu lado pink! XD


Mas fora essa pequena diferença, gay nerds e straight nerds são pessoas que primam por atividades em comum e adoram conhecer a fundo seus objetos de admiração. Às vezes (às vezes?) de modo obsessivo, mas tudo bem... XD Então, sintam orgulhos de seus espíritos geeks, otaku, gamer, whateverrrr... Diferenças todo mundo tem, mas isso é mero detalhe... Na essência todos temos um lado nerd! ;)

Nossa, quem dera um nerd assim caísse em minha vida... XD


Alguns fórum dedicados aos gays nerds: Gay Geeks e GayNerdCentral.com
E um LJ de um gay nerd interessante: http://gaynerdcomic.livejournal.com

Fag hags, nossas eternas companheiras


Neste post eu quero falar um pouco sobre aquelas mulheres que, se fossem homens, seriam... gays! XD Sim, estou falando das fag hags.
Pra quem não sabe, fag hag é o termo em inglês usado para descrever a mulher que é sempre associada a homens gays, e é vista por muitos como amiga. É aquela mulher cujo círculo social na sua maioria é formada por homens gays.
Às vezes o apelido inclui aquele estereótipo da mulher insatisfeita com seus casos héteros e que invariavelmente se apaixona por gays... Mas na verdade o termo se refere àquelas que só preferem socializar com a cultura! Ama estar rodeado por homens gays! Sabe aquela sua amiga que vai ás compras com você e pede conselhos de roupa, maquiagem etc., é sua confidente, não vê problemas em se jogar na pista da boite gay junto com você e seus amigos gays e tá sempre nas paradas e protestos? É dessa que estamos falando. XD E muitas fazem isso com um namorado ou marido (héteros, obviamente) à tiracolo, para o desgosto deles XD. Algumas gostam tanto que até esperam ter filhos gays, para sua alegria (tá ouvindo, Cláudia Leitte?). E algumas de nossas fags hags são nossas próprias mães, coisa super legal!

E isso é mais comum do que imagina, e tem até embasamento científico, já que estudos falam que o cérebro de um homem gay e de uma mulher funcionam de maneira muito semelhante. Existem várias fag hags em filmes e seriados, já percebeu? Dente eles gostaria de citar a Grace Adler, do seriado "Will & Grace", Debbie Novotny do seriado "Queer As Folk", a hilária Tina do filme de John Waters "O Preço da Fama", a matriarca Sybil Stone do filme "Tudo Em Família", que declarou que gostaria de que todos os seus filhos fossem gays (somente um realizou seu sonho) e Nina, do filme "A Razão do Meu Afeto". Outro exemplo que vale a pena lembrar é Condi Ling do seriado "Rick & Steve: The Happiest Gay Couple in All the World".

Condi Ling, a fag hag (ou "companheira de homens de vida alternativa", como ela mesmo fala XD) da série GLS "Rick & Steve".

E existem muitas fag hags famosas... Vide Madonna, Janet Jackson, Whitney Houston, Mariah... E Bette Midler então, que ganhou o apelido de Divine Miss M pelos gays que frequentavam as saunas onde ela fazia shows?

Mariah Carey. Uma cantora não lançaria um álbum chamado "Rainbow" por nada, né? XD

Sim, as divas tem certa atração pelo nosso mundo. XD Isso até virou tema de música! Lily Allen escreveu uma música chamada, claro, Fag Hag! Olha um trechinho traduzido da letra:

"Nós não damos a mínima para o que as pessoas estão pensando
Eu sei que você sempre vai cuidar de mim quando nós saimos pra beber
Eu posso te perguntar coisas que não posso perguntar pra ninguém
E você vai me dar a direção
Além de mim, você é a única pessoa que eu conheço que lê artigos sobre viagens
Eu poderia ser sua fag hag, você poderia ser meu gay..."




E existe uma grande lista dessas mulheres que nos admiram.

Juro que não estou insinuando nada com essa foto dos Jonas Brothers... XD

Todo gay tem a sua amiga fag hag, fato! Algumas não gostam de ser reconhecidas assim, se sentem rotuladas, outras amam esse título. Mas o que importa mesmo é cada um viva como quiser, sem se importar com eventuais estereótipos, não? Amizade é tudo de bom.

E aí, já deu um abraço na sua fag hag hoje?

O autor do blog e sua fag hag... Hahaha! XD

Lá vem a Mariah aí, gente!...

Mariah Carey
Estou feliz! ^^v

Mariah colocou em seu Twitter a seguinte twittada que deixou os fãs em êxtase:

"Bcuz I Love U, I want u to be the first to know the title of my new album 'Memoirs of an Imperfect Angel' It's very personal & dedicated to u"

Traduzindo de modo ligeiro, ela divulgou que o novo álbum já tem nome: que em português significa "Memórias de um anjo imperfeito". E o povo lamb está especulando pelo nome se esse novo álbum seria um sucessor de "Butterfly", um dos álbuns mais pessoais da Mariah. Bem, nem preciso dizer que estou morrendo de ansiedade aqui, né? Mas independente de como saia, que seja um bom trabalho.
E além disso, ainda tem a notícia dela vir se apresentar aqui no Brasil durante um evento de moda. Ai, meu coraçãozinho... XD

Sugestão de blog: Blogger Xuper

Olá pessoas. Enquanto a pessoa que vos escreve passa por um bloqueio XD eu quero sugerir um blog que descobri recentemente. Na verdade, descobri HOJE, e em duas horas destrinchei ele quase todo.
O blog se chama Blogger Xuper, e pelo nome dá pra se supor (ao menos quem foi fã) que o blog é sobre a Xuxa. O blog é direcionado praqueles garotos e garotas que cresceram nos anos 80 e 90 acompanhando a carreira dessa apresentadora. E eu achei o blog adorável! Muita foto interessante, matérias antigas, resenhas dos álbuns... E muita, MUITA curiosidade! Tem coisa ali que nem eu sabia, e olha que eu fui um fã de carteirinha, hein? Mas tipo, naquela época era difícil saber dessas coisas da Xuxa, parecia que Manaus era uma verdadeira ilha, pouca coisa dela chegava aqui. Tadinha da minha mãe que deve ter pelejado pra conseguir os discos, as revistas etc. =/ Ainda defendo um programa infantil pra ela, se vê que ela é realmente feliz lidando COM criança. Só que o povinho chato acha ridículo uma mulher na idade dela apresentando um programa infantil. Antes ela do que uma anã retardada louca, criança chorona chata... Pegou? Pois é... XD Mas enfim, isso é assunto pra outro post (opa, será que a inspiração tá voltando?) sobre a Xuxa.
Não falei com o responsável ainda, mas ele está de parabéns. O cara aqui quase chorou revendo algumas revistas em quadrinhos da Xuxa, fotos e dando olhada em videos... Mas se me permite ser crítico XD deveriam trocar a imagem do template do blog, ou ao menos diminuí-la pra encaixar no espaço da foto de imagem do blog (maldito perfeccionismo).
Cliquem aqui e relembre um pouco sua infância. Beijinho, beijinho...
Afffffe, eu TINHA de me despedir dessa forma... XDDDDDDDDD

Uma das minhas fotos favoritas da época de ouro da Xuxa, respeitosamente roubada do blog... E foda-se quem não gosta, falooou? :D

Seria cômico se não fosse trágico... XD

Se muita gente critica a falta de raciocínio dos brasileiros que não lidam bem com a homossexualidade do povo, bem, os Estados Unidos, mesmo sendo um país de primeiro mundo às vezes "cai bastante no conceito", por assim dizer...
Um comercial com conteúdo homofóbico está sendo veiculado no estado de New Hampshire, nos Estados Unidos. Produzido por duas organizações conservadoras, a National Organization for Marriage e a CPR Action, o video mostra crianças "confusas" por causa de casais homossexuais.



Ao fim da apresentação, o narrador afirma que o casamento deve existir somente entre um homem e uma mulher. O comercial tem como objetivo tentar impedir que o governador do Estado, John Lynch, aprove a lei que permite a união entre pessoas do mesmo sexo.
O vídeo é absurdo... E é absurdo o quanto uma pessoa pode ser tão estúpida pra ter feito algo nessa linha de raciocínio. E se torna ainda mais engraçado ao pensar que muita gente leva isso a sério!
Chequem as seguintes pérolas faladas no video:
"Se o meu pai casou com um homem, quem seria a minha mãe?"
"Deus criou Adão e Eva? Isso é tão fora de moda..."
E aqui eu pergunto... Esse povo está duvidando da minha inteligência? XD

Bem, eu vou responder falando sobre minha vida... Eu nunca tive problemas de crescer sem um pai. Pelo contrário, depois que cresci achei até BOM! Se eu o tivesse como modelo, coitado de mim... Muitas crianças são criadas só pela mae, ou só pelo pai. E daí? Até parece que a gente fica complexado com isso. A presença do meu pai biológico era tão ínfima que nunca fiquei deprimido ou algo assim no dia dos pais. Eu dava os cartões pra minha mãe mesmo, e ela aceitava normalmente. Há tempos, e dá-lhe tempo nisso, que as famílias sairam do modelo "mamãe e papai". Pergunte se as crianças criadas por casais gays são assim tão complexadas quanto eles acham que pode ser. Tem muito filho de casal hétero que vira marginal também, não? É muito fácil julgar sem conhecer o outro lado.
E a parte em que cita "Adão e Eva" é de dar nojo. E não falo porque isso foi tirado da Bíblia, quem me conhece sabe que eu não sou anticristão, e nunca serei. Mas isso é um argumento absurdamente desprezível, como se algum gay se defendesse assim, que "é fora de moda", essa história de sempre citar "Adão e EVO" é invenção de homofóbico. É de espantar que algumas pessoas são tão tacanhas de não ver o que acontece ao redor delas. É pior ainda pensar que ainda tem gente que compra a ideia de uma vida perfeita, com a família perfeita.

E se isso não basta, é só pensar: querem impedir que duas pessoas, esqueça se são dois homens ou duas mulheres, querem IMPEDIR que DUAS PESSOAS QUE SE AMAM SE CASEM. Querem proibir de duas pessoas QUE SE GOSTAM de FICAR JUNTOS. É só eu que vê certa incoerência aí?
E não importa se você não acredita nesse amor, ELES ACREDITAM. Assim como todo mundo tem o direito de pensar como bem entender. Problema que alguns nem TENTAM fazer isso: PENSAR. Daí acaba saindo asneiras feito esse video. Uma lástima.

Perfil da semana: Jang Hyuk

Jang Hyuk
Jang Hyuk (장혁) é um ator e modelo sul-coreano.
Nasceu em 20 de Dezembro de 1976 em Busan, uma cidade portuária da Coréia do Sul.
Começou sua carreira modelando e aparecendo em videoclipes, em seguida passou a participar de doramas como "Model" e "School".
Sua carreira começou a decolar em 2001 quando ele foi escalado para o papel principal do filme de ação "Volcano High" (Hwasango, 화산고), fazendo par com a atriz Shin Min-ah. O papel do atrapalhado, porém grande lutador, estudante Kim Kyung-Soo lhe trouxe muita atenção (especialmente pela cena de nudez do filme, que EU TENHO! XD).

Jang Hyuk
Jang Hyuk
Jang Hyuk
O filme "Windstruck" foi de sucesso moderado na Coréia, mas um hit no Japão e com isso conseguiu grande popularidade em toda Ásia. Em seu mais recente projeto, ele coloca sapatos de dança no filme "Dance of the Dragon", uma co-produção EUA e Singapura. Ele ganhou o prêmio Melhor Ator no inaugural West Hollywood International Film Festival pelo seu papel como Tae, um estudante de dança que se desloca para Singapura para exercer a sua paixão pela dança.
Em 2 de Junho de 2008, Jang Hyuk casou-se com Kim Yeo-jin. Eles estavam juntos desde 2002. No início deste ano, em 8 de Fevereiro de 2009, Kim deu à luz seu primeiro filho, um menino saudável.

Jang Hyuk
Jang Hyuk
Jang Hyuk
Nome de batismo: Jeong Yong-joon (정용준)
Data de nascimento: 20 December 1976
Altura: 177cm
Peso: 63 kg
Tipo sanguíneo: O
Site: http://janghyuk.sidushq.com/

Filmes:
  • Dance of the Dragon (2008)
  • S-Diary (2004)
  • Windstruck (2004)
  • Please Teach Me English (2003)
  • Public Toilet (2002)
  • Jungle Juice (2002)
  • Volcano High (2001) - Esse saiu no Brasil, mas é bem raro achar! Procure nas locadoras.
  • Zzang (1998)

Drama:
  • Robber / Thief (2007)
  • Thank You (2007)
  • The Great Ambition (2002)
  • Joyful Girl's Success Story/ My Fair Lady (2002)
  • The Wang Rung Family (2000)
  • Into the Sunlight (1999)
  • School Love Love (1999)
  • Model (1996)

Por uma vida mais inclusiva...


Não sei se já lhes falei, mas estou escrevendo um livro. E também não sei se já contei que o nome dele é Os Desajustados. A minha história conta o caso de duas pessoas que se sentem sozinhas, isoladas em seu próprio mundo, e que acabam se encontrando, e encontrando a si mesmas.
Um dos motivos de eu estar escrevendo meu livro é que eu quero falar sobre esse sentimento que eu, e acredito que outras pessoas sentem de vez em quando que é o desajustamento.
Para se ter uma ideia, desde meus dezesseis ou dezessete anos venho com essa história na cabeça, que começou a crescer enquanto eu estava passando por um período depressivo. E por muito tempo lutei em achar um título, até que folheando um dicionário em inglês a palavra outsider. E então daí foi começar a ver um significado parecido com uma palavra em português. Daí pensei nisso, em pessoas desajustadas.
Desajustamento, o dicionário define, é a falta de ajustamento do indivíduo ao meio familiar ou social, à comunidade etc. E realmente todas essas palavras me definem.
E é difícil explicar. Sempre fui tímido, nunca soube como me aproximar das pessoas, e pelo meu jeito muitas pessoas só sabiam me julgar, me criticar, tirar sarro... É engraçado como isso acontece de maneira sistemática, natural... Uma pessoa vista como diferente, mesmo que ela não se sinta assim, é rapidamente isolada. E eles identificam isso de modo muito rápido. Me lembro exatamente, na quinta série, quando eu mudei para uma nova escola (isso definitivamente não ajudou), era incrível como algumas pessoas me cortavam imediatamente quando falava com elas, se afastavam, e eu nem as conhecia. E por fim sempre me via com a mesma pergunta em questão: "O que eu tinha de errado?". Acho que não disse aqui, mas o período escolar pra mim foi um verdadeiro pesadelo, coisa que prefiro não retratar aqui. Mas foi ali que percebi que realmente eu tinha algo diferente e o quanto as pessoas são cruéis por causa disso. Infelizmente demorou para eu descobrir alguma força em mim mesmo, e perdi muita coisa no caminho, muitas oportunidades.
O ruim é que isso persegue a gente, seja onde for. E falando por mim, é muito difícil viver num lugar, num mundo que te pressiona a ser como eles querem que seja. Um mundo que ensina que pra ser feliz você deve estar na moda, com um carro importado, e nunca aparentar sua verdadeira idade. Que se deve ter uma casa no campo, com sua esposa perfeita (ou marido, depende de quem lê), três filhinhos e um cachorro. Que não é para fazer o que se gosta, mas o que dá mais dinheiro. Que podemos morrer de fome, mas tudo fica bem se estamos magros. Entre outras coisas. E por mais que se diga que não existe perfeição, é exatamete isso que exigem de nós.
Há tempos sei de minha realidade. Às vezes nem eu suporto ser como eu sou. E deixei de tentar entender também. Mas que às vezes é difícil, MUITO difícil, suportar, isso é. Por isso não concordo muito quando algumas pessoas ficam falando no quanto "a vida é boa" e que "tirar a própria vida não adianta nada". Às vezes o que a gente mais quer é sossego, e muita gente prefere sim, estar morta de vez, já que já é vista como um peso morto na sociedade. Sei que é cruel falar isso, mas é verdade. O que não quer dizer que apoio. Já pensei sim em me matar, mas sei lá... Ou sou muito covarde, ou sou muito teimoso e prefiro continuar aqui. Na verdade, eu ainda tenho o profundo desejo de ser amado pelo que sou.


E de fato, até que tenho quem goste de mim. Minha mãe, amigos (amigos mesmo, não adições de Orkut), pessoas que, mesmo que não lhe compreendam por completo, estão ali por você, e vão continuar ali enquanto puder. Porque quando cansamos de empurrar a vida com a barriga, é aí que entram as pessoas especiais. Lembro de uma passagem no volume 5 do mangá Fruits Basket em que o personagem Yuki falou pra Kisa, vítima de bullying, que "Somente quando alguém diz que nos ama é que conseguimos começar a nos amar também... Quando alguém nos aceita como nós somos. Quando nos olham com respeito. É aí que aprendemos a gostar de nós mesmos.". E meu conto fala disso. Yukinari, filho de um japonês e uma dekassegui, que por viver se enrolando com a língua e por não dar muita bola ao extremo consumismo japonês nunca se enturmou, e foi vítima de bullying desde que se lembra. Sérgio é um afrobrasileiro que era a esperança do pai para que seguisse a profissão dos patricarcas da família, mas que decidiu seguir seu próprio sonho. E além disso, sempre foi visto como alguém diferente sendo que ele nunca entendeu porquê. E os dois, que no fundo clamavam por alguém que os compreendessem, acham um ao outro, e assim descobrem uma força em si mesmos. Quantas vezes eu mesmo desejei isso pra mim!... Mas se eu não consigo, eu continuo esperando. E espero fazer pessoas que sintam o mesmo que eu acreditar nisso também.
Muitas vezes quase desisti, com medo que as pessoas achassem piegas, mas quanto mais escrevo, mais eu vejo que isso é algo que eu quero fazer, algo que sinto que fui incumbido a fazer. Muitas vezes pedi a Deus que ao menos me deixe terminar isso antes de morrer, é algo importante pra mim. E bem, sei que a cena literária brasileira tá mal, não existem leitores suficientes, mas se ao menos eu conseguir tocar alguém, ao menos uma pessoa, me sentirei feliz.
E é só isso. Senti vontade de desabafar hoje. Desculpem disparar por todos os lados, haha... Por fim isso pareceu uma propaganda barata, mas é que estou mesmo ansioso por isto. Espero um dia falar de minha obra de novo, mas com o livro em mãos.
Ah, e essas fotos pelo texto são as que mais me inspiraram, direta ou indiretamente, pro final da minha história. A foto que usei no meu post Lembranças... também é uma das fotos inspiradoras... XD O jeito que eu me inspiro é complicado, prefiro escrever sobre isso em outro post algum dia...

Eu enquanto escrevia uma página do meu conto... Ah como eu quero que ele fique pronto pra que todos o possam ler!

Dia Mundial de Combate à Homofobia

Foto de um casal gay húngaro, vítima de um ataque homofóbico. Foi tirada pelo fotógrafo Zsolt Szigetváry e venceu o 2º prémio na categoria "Contemporary Issues" do World Press Photo de 2008.

Hoje, dia 17 de maio, é Dia Mundial de Combate à Homofobia. O dia 17 de maio foi instituido em razão da Organização Mundial de Saúde (OMS) ter retirado a homossexualidade do Código Internacional de Doença, no dia 17/05/1990.

O que significa
Homofobia é o termo utilizado para nomear qualquer tipo de discriminação e/ou aversão aos homossexuais. No sentido mais profundo da palavra, homofobia ainda significa medo que uma pessoa pode ter de se tornar um homossexual. Dessa forma, pode-se perceber que o termo é um neologismo.
Alguns estudiosos e indivíduos comuns atribuem a origem da homofobia às mesmas motivações que fundamentam o racismo e qualquer outro preconceito. Nomeadamente, uma oposição instintiva a tudo o que não corresponde à maioria com que o indivíduo se identifica e a normas implícitas e estabelecidas por essa mesma maioria, nomeadamente a necessidade de reafirmação dos papéis tradicionais de género, considerando o indivíduo homossexual alguém que falha no desempenho do papel que lhe corresponde segundo o seu género.
Algumas pessoas consideram que a homofobia é efetivamente uma forma de xenofobia na sua definição mais estrita: medo a tudo o que seja considerado estranho. Esta generalização é criticada porque o medo irracional pelo diferente não é, aparentemente, a única causa para a oposição à homossexualidade, já que esta atitude pode também provir de ensinamentos (religião, formas de governo, etc), preconceito, informação ou ideologia (como em comunidades machistas), por exemplo.
Uma pessoa pode até não concordar com a homossexualidade, mas a partir do momento em que um ser humano, independente de sua cor, raça, credo ou sexo, é discriminado, surge então o ato homofóbico. Atribui-se ao ato homofóbico a injúria, difamação, gestos e mímicas obscenas, antipatia, ironia, sarcasmo, insinuações e qualquer outra forma de criticar e banalizar o homossexual.
Em relação ao medo de se tornar homossexual muitas pessoas tentam o suicídio, tentam mudar sua orientação sexual, possuem baixa auto-estima, comportamento compulsivo, afastamento da família, busca refúgio em substâncias como álcool, desconfiança, autocrítica entre outras.
Há uma grande polêmica entre homossexualidade e religião, pois a Bíblia (livro utilizado pelo cristianismo) condena o ato homossexual e isso gera grande revolta nos homossexuais. Ainda existem outros grupos, independentes de religião, que não aceitam os homossexuais e por isso praticam crimes contra os mesmos, chegando até a tirar-lhes a vida.


Sobre as leis
No Brasil, além da Constituição de 1988 proibir qualquer forma de discriminação de maneira genérica, várias leis estão sendo discutidas a fim de proibirem especificamente a discriminação aos homossexuais.
A Constituição Federal brasileira define como "objetivo fundamental da República" (art. 3º, IV) o de "promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade, ou quaisquer outras formas de discriminação". A expressão "quaisquer outras formas" refere-se a todas as formas de discriminação não mencionadas explicitamente no artigo, tais como a orientação sexual, entre outras.
O Projeto de Lei da Câmara (PLC) 122/2006, atualmente em tramitação no Congresso, propõe a criminalização dos preconceitos motivados pela orientação sexual e pela identidade de gênero, equiparando-os aos demais preconceitos já objeto da Lei 7716/89.


Fontes:
http://www.brasilescola.com/psicologia/homofobia.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Homofobia



Já tá tudo explicado. Enfim, faço apelo para aqueles que concordam que a homofobia deve ser criminalizada para clicarem aqui: https://www.naohomofobia.com.br/home/index.php. O link é do abaixo-assinado feito para pedir a aprovação do PLC 122/2006. Visitem o site e saibam como assinar.
E por último quero deixar um texto interessante do fotolog de uma amiga minha que me faz pensar, no mínimo, que existem sim pessoas com consciência.

(...)Esse visual é o de uma peça que eu fiz muitos, muitos anos atrás. Tá, pode não parecer tantos assim, porq ue eu tenho a mesma cara até hoje, mas eu tinha 14 anos nessa foto. E a peça foi um sucesso maravilhoso!

Eis o roteiro:

Um adolescente é assassinado por uns skinheads na saída de uma boate. A polícia não sabe quem é o assassino, sabe apenas que a morte fora encomendada. Então, os pais do garoto contratam uma assassina de aluguel, conhecida apenas como "Black Death". Que sou eu 8D! E depois de mto rolo, procurando e tal pelos skinheads para mata-los e vingar a morte do rapaz, ela descobre que o garoto encomendou a própria morte. O motivo? Os pais, evangélicos, tinham descoberto que ele era gay e agora o maltratavam e discriminavam. O garoto, então, para mostrar aos como o preconceito era uma coisa terrível e destrutiva, contratou um grupo de skinheads para que a mídia mostrasse exatamente isso: "grupo homofóbico mata garoto na porta de uma boate". Foi um recado para os pais. Então, Black Death acaba descobrindo isso, e mais, encontra até uma carta de despedida, nas roupas do rapaz, e entrega aos pais dele, onde ele descrevia todo o sofrimento que tinha passado nos meses antes de sua morte. A dor e a confusão por descobrir sua homossexualidade. A dor de ter sempre visto seus pais discriminarem e humilharem pessoas de um grupo ao qual ele descobre que pertencia. O sofrimento pela discriminação, não só da sociedade em geral, mas tbm de sua própria família. E no fim, ele pede desculpas aos pais, pq ele não queria apenas se suicidar para escapar do sofrimento. Ele queria que os pais percebessem o mal que fazem ao ter qualquer tipo de preconceito, pois a pessoa discriminada sofre muito, de verdade, e, se eles percebessem isso, talvez poderiam mudar e não fazer mais as pessoas sofrerem. E os pais dele, ao lerem a carta, sofrem... Tanto, que o pai morre por causa de um infarto. A mãe, desesperada por perder o marido e o filho, se enforca.

Nossa peça foi um sucesso tão enorme que a gente a exibiu durante o ano inteiro na escola, para todas as turmas, de manhã e de tarde. Ganhamos um prêmio na feira de ciências da escola como melhor roteiro do ano, apresentamos num teatro aqui de Brasília e ela até nos rendeu uma entrevista num jornalzinho local, onde a gente explicava o pq da nossa peça, queríamos tentar abrir os olhos das pessoas para a homofobia, e exibiram um trechinho da nossa peça.

E depois dessa matéria, a igreja evangélica caiu matando em cima da gente, dizendo que tínhamos sido hiper preconceituosos com os evangélicos, pq era um absurdo, uma calúnia e difamação que a gente tivesse passado uma imagem tão negativa, assegurando que evangélicos não eram homofóbicos e jamais fariam qualquer mal a qualquer pessoa, e exigiram que a gente se desculpasse, ou iam processar a escola.

Bom, essa peça é especial pra mim porque foi a melhor época da minha vida na escola. Passei todas as tardes do ano ensaiando com meus amigos, estive com eles o tempo todo, me diverti... Foi simplesmente maravilhoso, nem tenho palavras para descrever! Qse chorei qdo reencontrei essa foto... Pq ela me lembrou os momentos mais maravilhosos da minha vida.

Essa peça foi escrita em homenagem a um colega nosso de sala. Ele não era muito nosso amigo, a gente não se falava exatamente, só estudávamos juntos... Era gay, e foi expulso de casa pelos pais evangélicos. E foi estuprado e espancado até a morte por dois homens um dia, que o encontraram na rua, já que ele não tinha mais onde morar. Só descobrimos isso um dia que o diretor anunciou luto na escola e contou a história... Foi um dia muito, muito triste... E eu me senti péssima por não ter sido amiga daquele garoto, morto tão jovem, e por um motivo tão cruel...

Bem, acho que todas as coisas acontecem por algum motivo. Se eu não tivesse ido faxinar meu quarto, não teria encontrado essa foto, a única que sobreviveu depois de 7 anos, desde que tiramos nossas últimas fotos da peça, já que fomos proibidos de encenar de novo, por causa da igreja e tals. Mas são lembranças tão maravilhosas...

*Nostálgica...*

Vejam o post original aqui: http://www.fotolog.com.br/ryouichi_dri/35135947

Reflitam pelo dia de hoje amigos!

Aniversariante do dia: Janet Jackson

Janet Jackson
Janet Damita Jo Jackson (nascida no dia 16 de maio de 1966) é a filha caçula (a nona criança) da família Jackson. Quando tinha três anos, a sua família viria a se tornar famosa pelo surgimento do famoso grupo musical The Jackson 5. Mas por incrível que parece, ela cresceu alheia ao mundo do entretenimento. Quando pequena ela queria ser jóquei,e não tinha nenhuma aspiração a ser artista. Mas mesmo assim seu pai quis trabalhar uma carreira para Janet, que nunca fez questão de esconder que ninguém perguntou se ela queria entrar no show business. Na idade de 8 anos, seu pai pediu que ela parasse de chamá-lo de "pai" e que o chamasse de Joseph, já que agora ele era seu empresário.
Os primeiros trabalhos de Janet foram como atriz. Ela tinha um papel recorrente como Charlene no seriado Diff'rent Strokes (que por aqui saiu como "Minha família é uma bagunça") e participou da versão seriado do filme Fame.
Quando Janet fez 16 anos seu pai arrumou um contrato fonográfico para ela. O primeiro álbum, chamado Janet Jackson foi bem produzido, mas com a total supervisão de seu pai. O trabalho não fez muito sucesso, em parte por criticarem seu alcance vocal limitado, mas principalmente por ser mais uma da família Jackson a gravar um disco. O segundo álbum, Dream Street foi ainda menos apreciado.
Com isso, Janet tomou uma decisão: já que era pra ela seguir pelo caminho artístico, ela teria que desvencilhá-lo de sua família. Ela buscava independência. Então ela demitiu o seu pai (!!!) da função de empresário e decidiu recomeçar. Pra isso, ela pediu auxílio ao presidente da gravadora que lhe apresentou os produtores, na época desconhecidos, Jimmy Jam e Terry Lewis. Aquele seria o começo de uma parceria bem sucedida que duraria anos.

Janet Jackson
1986–1988: Control
O primeiro álbum saído de sua independência chamava-se Control, que como o nome diz, mostrava que agora Janet tinha controle sobre sua carreira E sua vida. Durante a produção do disco, ela saiu de sua casa.
Uma história curiosa durante esse tempo foi que, saindo de seu hotel onde estava temporariamente hospedada para o estúdio, ela foi perseguida por um grupo de homens, mas em vez de correr para o estúdio, ela decidiu enfrentar os homens, espantando-os. Segundo ela, essa foi a inspiração pra música Nasty.
Direcionado para o público negro, com várias faixas dançantes, o álbum saiu em 1986 e foi um tremendo sucesso. Cinco dos seis singles lançados alcançaram o TOP 5 da Billboard, com a canção When I Think Of You alcançando o primeiro lugar, o primeiro de dez #1s que ela conseguiria na carreira.

1989–1992: Janet Jackson's Rhythm Nation 1814
E se muitos acharam que o sucesso do álbum foi apenas sorte, o próximo alcançaria ainda mais prestígio. Janet Jackson's Rhythm Nation 1814, ou apenas Rhythm Nation, como é mais conhecido, a alçou definitivamente como estrela e uma das cantoras mais importantes dos EUA.
Os responsáveis pela gravadora, segundo Janet, sugeriram que ela continuasse com um trabalho semelhante ao álbum anterior, mas ela decidiu não comprometer sua integridade artística e decidiu fazer uma música com algJanet Jacksonuma mensagem social. Segundo ela: "Eu não sou ingênua—Eu sei que um álbum ou uma canção não muda o mundo. Eu apenas quero que minha música e dança capture a atenção dos ouvintes e os prenda o suficiente para ouvirem o que estamos dizendo". E grande parte do álbum é assim, promovendo integração social, falando de problemas como a pobreza, violência... A jogada de gênio foi que as críticas sociais ficaram restritas às primeiras faixas, até que se ouve Janet perguntando: "Entenderam o recado? Ótimo, vamos dançar!". E daí começam as músicas mais descompromissadas. A partir daí, todo álbum da Janet seria um álbum conceitual, ou seja, temático, com as faixas abordando determinado assunto durante todo o disco. Rhythm Nation foi um sucesso ABSURDO!!! De sete singles lançados, QUATRO músicas chegaram no topo da Billboard, um recorde! E todas as outras ficaram no Top 5.

1993–1996: janet.
O álbum seguinte, Janet mudou o foco, e foi o mais polêmico deles. Primeiro, o nome janet. (pronuncia-se Janet, ponto), que se refere ao fato de acusarem ela de ter sucesso apenas por ser da família Jackson. Com esse álbum ela pede que as pessoas deixem seu sobrenome de lado, visto que por causa dele carregava uma enorme lista de julgamentos pré-concebidos. Outro ponto que chamou a atenção foram a mudança de sua imagem para algo mais sexy, porém com classe, segundo ela própria. O álbum na sua maioria fala sobre sexo e o amadurecimento de uma mulher (If, Throb, You Want This, Anytime, Anyplace...), além de faixas falando sobre racismo.
Outra coisa que chamou e muito atenção foi a capa do álbum. A foto, que mostrava Janet sem camisa, com as mãos de René Elizondo, na época seu marido, cobrindo seus seios, foi recusada pela gravadora, fazendo apenas seu rosto ser mostrado na capa. Mas a foto foi publicada integralmente na revista Rolling Stone, tornando-se uma das capas históricas da revista, e até hoje é uma das imagens mais lembradas de Janet.
No mesmo ano que lançou o álbum, Janet fez seu primeiro filme, Sem medo No Coração. A música-tema, Again, escrita por ela, foi indicada ao Oscar de melhor canção.
Em seguida, Janet lançou um greatest hits em comemoração a dez anos de carreira, o Design Of A Decade: 1986-1996, desprezando os dois álbuns anteriores a Control.
Curiosidade: como o Rhythm Nation encerrava o contrato na sua gravadora antiga, Janet assinou um contrato de 80 milhões de dólares com a Virgin para fazer o janet., conseguindo quebrar o recorde do contrato fonográfico mais caro da história que pertenciam à Madonna e seu irmão Michael (60 milhões).

Janet Jackson
1997–1999: The Velvet Rope
Durante os anos de 97 a 98, Janet sofreu de depressão. Perda de amigos devido a AIDS, problemas na família (o processo de pedofilia de Michael Jackson e briga com a irmã LaToya Jackson, que escreveu um livro revelando os podres da família Jackson), entre outras situações colaboraram com isso. Como resultado, The Velvet Rope se tornou o álbum mais soturno e mais pessoal de Janet, sendo considerado por alguns fãs o melhor de sua carreira. Músicas falavam sobre pessoas (e tempos) que não voltam mais (Got 'Til It's Gone), medo de amar (Everytime), violência doméstica (What About) e sadomasoquismo (Rope Burn).
Mas as faixas que mais chamaram atenção foi Together Again, escrita em homenagem aos amigos que perdeu por causa da AIDS. A música não é uma balada, mas sim uma música dance, pois segundo ela, o objetivo era celebrar a vida, e que em algum dia todos se reencontrariam novamente. A música foi mais um #1 da Billboard e até hoje é tocada nos shows. Outra música de destaque foi Free Xone que mandava uma mensagem anti-homofobia, lhe rendendo a imagem de ícone gay nos EUA.
O clipe de Got 'Til It's Gone, dirigido por Mark Romanek, ganhou o Grammy de Melhor videoclipe naquele ano.

Janet Jackson

2000–2003: All For You
Começo de 2000 Janet fez mais um filme: O Professor Aloprado 2. O tema do filme, Doesn't Really Matter foi mais um #1.
Em seguida Janet lançou o álbum All For You, que era mais dançante que o anterior e tinha algo mais positivo, embora em algumas músicas ela falava sobre seu casamento que havia fracassado. A música Son Of A Gun é mais explícita, onde ela acusa o ex de ter se casado com ela por dinheiro, fala de suas traições e no videoclipe o compara com um porco. A música All For You alcançou o topo da Billboard em 2001 sendo o último #1 dela até hoje.

2004–2008: Damita Jo, 20 Y.O. e Discipline
2004 não começou bem. Na apresentação do Superbowl, que abre a temporada de jogos de futebol americano nos EUA, ela fazia um dueto com Justin Timberlake quando ele puxou uma parte de sua roupa, que fez com que o seio de Janet aparecesse em rede nacional. Pais ofendidos ameaçaram processar a emissora de TV, Janet e Justin foram duramente criticados, especialmente Janet por aparentemente se deixar expôr dessa maneira. Até hoje não se sabe direito se aquilo era parte do show ou se foi um acidente. Janet disse que era para aparecer apenas o sutiã vermelho, mas com a dança ele havia escorregado. Por causa disso, Janet e seu namorado, o famoso produtor Jermaine Dupri se recusaram a aparecer à cerimônia do Grammy naquele ano, pois a associação exigiu que ela só poderia aparecer se pedisse desculpas públicas, que ela recusou (mas Justin o fez).
Por causa disso, o álbum Damita Jo foi desprezado. A MTV tomou a decisão de não passar os clipes da Janet no canal, o que a fez protestar dizendo que a MTV aceita passar clipes de mulheres seminuas em clipes de rappers, mas os dela não porque era uma mulher. O álbum seguinte 20 Y.O., que seria pra comemorar os vinte anos de carreira também foi desprezado. Com isso, Janet teve o contrato com a Virgin terminado.
Janet só recuperou um pouco sua imagem em 2008 com o lançamento do álbum Discipline pela Universal, que foi o álbum mais vendido em sua semana de lançamento, mas que mesmo sendo em parte um sucesso, não vendeu tanto quanto os outros. E infelizmente por problemas na gravadora (Janet acusou a gravadora de não ter trabalhado na divulgação de seu álbum), ela decidiu terminar seu contrato com a Universal. Janet Jackson está preparando sua volta para o próximo ano. E para quem teve de mostrar sua integridade devido ao preconceito pelo seu sobrenome, não tenho dúvidas de que vai conseguir.

Site oficial: http://www.janetjackson.com

Janet Jackson
ÁLBUNS
Janet Jackson
Dream Street
Control
Control: The Remixes
Rhythm Nation 1814
janet.
janet. Remixed
Design of a Decade 1986/1996
The Velvet Rope
All for You
Damita Jo
20 Y.O.
Discipline

SINGLES #1 BILLBOARD
1986: When I Think of You
1989: Miss You Much
1990: Escapade
1990: Black Cat
1991: Love Will Never Do (Without You)
1993: That's the Way Love Goes
1993: Again
1998: Together Again
2000: Doesn't Really Matter
2001: All for You

É pra quem pode, não pra quem quer!

Na segunda que passou eu fui na assistencia técnica pegar meu MP4. E quando tive de assinar o documento que dizia que recebi o MP4 consertado, ouvi pela trilherdésima vez o que sempre ouço quando assino meu nome:

"Olha só! Como você consegue escrever assim?"

Sempre se referem assim ao meu modo de segurar a caneta, ou lápis, na hora de escrever. E sempre ouvi isso, desde que me lembro.
É que eu não escrevo segurando a caneta com o polegar e o indicador, com os outros dedos fazendo suporte. Eu uso a mão inteira, seguro a canetacom o punho todo fechado em volta dela, como se eu fosse esmurrar alguém. E aparentemente esse modo de segurar a caneta é fascinante para algumas pessoas.
E quando fazem tal observação, sempre respondo: "É prática!". O assunto pode morrer aí, ou a pessoa, intrigada, continua a fazer perguntas, pra meu suplício. Perguntam se escrevo assim desde pequeno (sim, escrevo assim desde pequeno) e se muitas pessoas perguntam a mesma coisa (quase sempre). Alguns até tentam escrever do modo que escrevo, pegam um papelzinho qualquer e começam a rabiscar segurando a caneta com a mão fechada.
Mas lá na assitência técnica a moça tocou num assunto que raramente tocam: "Nunca te ensinaram a escrever do JEITO CERTO?".
Primeiro, me ensinaram a segurar a caneta do modo que a MAIORIA segura a caneta sim, e eu sei usar desse modo, mas eu não gosto. Agora o engraçado é a moça falar "o jeito certo". Aliás, porque ensinam a escrever segurando a caneta desse modo, com o polegar e indicador somente? É etiqueta? Alguém sabe?
Engraçado que muitas coisas que fazemos de um modo aqui é feito de outro jeito mundo afora. Por exemplo, aqui em Manaus comemos pizza usando talheres, mas nos EUA as pessoas usam as mãos mesmo. Daí me pergunto se existe mesmo o "modo certo" de se segurar uma caneta ao escrever.
Ainda bem que não fui na loja com a minha mãe. Ela fica absurdamente incomodada com as pessoas me perguntando como consigo escrever assim. Ela vai logo falando: "Mas ele sabe escrever do jeito certo!" e solta uma risada envergonhada. E com isso eu que fico absurdamente incomodado, já que sempre parece que ela está se desculpando por mim. Estou fazendo algo errado por acaso? Já falei pra ela não ligar, mas nem adianta, ela sempre se desculpa, vai entender...
Só uma vez ela sossegou o facho sobre o modo que eu seguro a caneta - ela vivia me obrigando a escrever "do jeito certo" na escola senão os professores ralhavam comigo (nunca ralharam, e se brigassem, nem ligaria XD) - e lembro do dia: estávamos vendo o programa da Xuxa, onde apareceu um menino que desenhava e, adivinhem: ele segurava o pincel atômico do mesmo modo que eu! Daí a família viu que talvez eu segurasse assim por alguma disposição genética que eu tinha para as artes. Pra quem não sabe eu vivia desenhando na infância, e ainda desenho, vejam meu y!Gallery. E essa hipótese se confirmou mais pra mim ao descobrir que a mangaká Yuu Watase (autora dos mangás Fushigi Yuugi e Zettai Kareshi) segura o lápis da mesmíssima maneira.

EU NÃO ESTOU SÓ, VIU MÃE??? *gritando* XD

Enfim, além desse modo especial de segurar uma caneta ou qualquer objeto pra escrever e desenhar, eu também uso a tesoura de um modo completamente diferente dos outros (eu a seguro de um modo que sempre corto com a lâmina voltada para dentro, nao fora) e digito usando somente os indicadores, e sei digitar bem rápido viu? Não fico catando milho.
E sim, o título refere-se a isso que eu falei: segurar a caneta com a mão fechada sobre ela não é pra quem quer, é pra quem pode. Sempre falo isso quando quero sacanear (de brincadeira, claro) quem fica tentando escrever do modo que eu escrevo. Questão de individualidade, ser único! Fazer o quê, amo ser diferente! ;)

10 aberturas de anime inesquecíveis - Parte II


Vamos ao TOP 5... Como falei, é só uma opinião minha. Comente sobre aberturas que deveriam estar aqui, opiniões são bem-vindas!

5º - InuYasha
A primeira abertura com certeza mora na mente de muitos. A música pegava, e mesmo depois que se descobriu que a música era de uma boyband japonesa, ninguém se importou. Eu posso dizer que me marcou muito especialmente pelo fato que ficava acordado até bem tardepra ver esse anime. A música não me deixa esquecer isso. E a animação não é das mais originais, mas as cenas tem certo toque onírico, especialmente a final (InuYasha sendo levado pelo céu XD), e acaba encaixando com o espírito e a letra da música.



4º - Cavaleiros do Zodíaco
Antes devo explicar uma coisa... Nesta lista eu ia usar somente as aberturas originais, justamente porque haviam MUITAS aberturas traduzidas para o português que viraram clássicos. Como a de Sakura Card Captors ("Eu só quero e espero/Ter pra sempre você junto a mim..."), Sailor Moon ("Mesmo querendo não posso ser sincera..."), Pokémon ("Esse meu jeito de viver/Ninguém nunca foi igual...") e por aí vai...
MAS existiu uma que superou todas as outras. TODO MUNDO sabia de cor. TODO MUNDO tinha o disco ou CD em casa. Tocava em todo lugar, toda festinha de aniversário... Sim, falo da trilha sonora brasileira de Cavaleiros do Zodíaco. Hoje muita gente se arrepia ao ouvir aquele CD (mas admita, você ainda o ouve pra matar a saudade, ADMITA!), mas a música é capaz de fazer muito marmanjo, na época moleque, se debulhar em lágrimas. Então, esse entra aqui mais pela música mesmo.



3º - School Rumble
Pela abertura, já se tem certa noção do que você pode esperar do anime: é nonsense, engraçado, e trata dos personagens mais idiotas concentrados num único anime. Não é por menos que elas fiquem "rodando e rodopiando" por aí...
A música de abertura, além de ser divertida, tem o refrão mais pegajoso do que qualquer música de anime vista por aí (bom, talvez o "Papapapa..." da música de abertura de Fruits Basket a supere um pouco).



2º - Samurai X/ Rurouni Kenshin
Bem, devo dizer que praticamente todas as aberturas e encerramentos de Samurai X me agradam. O visual estilizado e as musicas pauleiras são comuns hoje, mas na época de Samurai X nem tanto.
A primeira e a segunda abertura de Samurai X me marcaram pra caramba e foi dificílimo escolher entre as duas (a terceira não me agradou tanto quanto estas). Então se me permitem quebrar o protocolo mais uma vez, coloco as duas em segundo lugar, é impossível escolher uma só.





E o pódio vai para...

1º - Dragon Ball Z
Sim, a famosíssima música Chala Head Chala. Devo dizer que fiquei em dúvida entre colocar essa ou a abertura de Yu Yu Hakusho, mas essa aqui tem mais significado pra mim, pois na época, me lembro bem: todo mundo chegava correndo da escola pra sintonizar no Band Kids, onde passava esse anime. E bem, nostalgia em primeiro lugar! XD
A música, na versão brasileira, também foi outra que virou hino, mas como já disse, acho que não supera em popularidade a música dos cavaleiros do Zodíaco.
Enfim, por eu nem ser muito fã de Dragon Ball e reconhecer que esta música e abertura são marcantes, ficou em primeiro lugar! Espero que tenham curtido a lista. ^^v

Sugestão: Madan Senki Ryukendo

Ryukendo
Como fã de tokusatsus eu TENHO de falar de Ryukendo... Meu blog ultimamente tá parecendo os blogs de info pra otaku, mas fazer o quê? Essas coisas rondam minha vida... XD Bem, vamos logo ao assunto, que é importante, pois trata da VOLTA DOS TOKUSATSU à TV brasileira.

O começo
Bem, eu fiquei muito espantado quando passei pela Rede TV! enquanto zapeava (não suporto nenhum programa desse canal) e vi o anúncio de que um tokusatsu (não sabe o que é tokusatsu? Clica aqui) estaria passando! Tinha até anotado o dia da estreia mas como sempre minha memória falhou. Comecei a assistir a partir do capítulo quatro...
A esxperiência foi boa... Primeiro, deu aquele gostinho nostálgico de ver um tokusatsu PASSADO NO JAPÃO e o melhor: ESTRELADO POR JAPONESES! Ao ver Ryukendo, a primeira coisa que inaguei foi: por que as pessoas insistem em trazer tokusatsus americanizados (a.k.a. Power Rangers) que tiram toda a graça do original? Sim, as histórias são infantis, os monstros bizarros, as frases de efeito absurdamente risíveis mas ainda assim emocionantes, e é ESSA a graça do tokusatsu, não acham? Tem algo indescritivelmente kitsch nos tokusatsus que nos atrai XD, mesmo nas super produções atuais da Toei.
Pra quem não se lembra, tudo começou lá pelos anos 80 com a exibição de Jaspion e Changeman pela Rede Manchete. Sendo algo fora do comum, muitas emissoras ficaram receosas de exibir algo tão... nipônico (no mínimo). Mas as séries foram sucesso, quem viveu na época sabe muito bem. Mas com o boom houve um excesso desse tipo de série e obviamente as pessoas começaram a enjoar. Além das inúmeras mer... ops, adaptações da Saban, criando trocentos Power Rangers, ajudando a degringolar o estilo, obviamente. O último tokusatsu a ser exibido foi Ultraman Tiga em 2001. Mas alguém na Rede TV! teve o bom senso de comprar Ryukendo, e a exibição está rendendo frutos... A emissora agora consegue uma média de quatro pontos no IBOPE. Pode parecer baixo, mas pra média total da emissora, é MUITO! E creio eu que muitos buscaram ver Ryukendo justamente pela sensação nostálgica de se ver um tokusatsu na telinha, sem falar que novas gerações poderão conhecer o tokusatsu.

Ryukendo
A série
Akebono é uma pacata cidade nos arredores do Japão, onde as pessoas vivem tranquilamente sem qualquer perturbação ocorrente.
Porém, a cidade é uma grande fonte que libera enorme quantidade de Energia Negativa (マイナスエネルギー Mainasu Enerugi, Minus Energy, no original), que se origina dos sentimentos ruins das pessoas, como o ódio, o medo ou a discórdia. Visando usar essa energia para ressucitar seu rei, Fantasma Verde (大魔王グレンゴースト Daimaō GurenGōsuto), o Dr. Worm (毒虫博士Dr.ウォーム Dokumushi Hakase Dokutā Wōmu), membro Exército de Demônios Jamanga (魔人軍団ジャマンガ Majin Gundan Jamanga), resolve atacar a cidade com seus soldados e monstros, para que as pessoas, através do temor, liberem essa força. Para detêr essas investidas e combater as constantes aparições de criaturas, foi criada uma organização, a S.H.O.T. (Shoot Hell Obduracy Troopers), que age de modo discreto contra tais ameaças.
E aí entra Kenji Narukami (interpretado por Shogo Yamaguchi, lindo!), que acabou de ser transferido pra polícia de Akebono, e logo quando chega se vê metido entre um confronto entre um exército de monstros, os Tsukaimas (使い魔 Tsukaima) e policiais (na verdade esses só fizeram fugir). Depois de proteger um cachorrinho (que meigo, é protetor dos animais XD) e enfrentar um monstro gigante, ele é escolhido pela GekiRyuuKen, uma espada mágica com grandes poderes (e que fala!). Ao ativá-la, Kenji acaba se tornando o guerreiro Ryukendo. A partir de então, é recrutado pela S.H.O.T. e passa a lutar ao lado de Ryugano (interpretado por Gen), outro membro da organização, contra o império Jamanga.

RyukendoShogo Yamaguchi. Mas não é um colírio pros olhos? *¬* Mas achar foto dele é um martírio! >.<


RyukendoElenco da série. Desculpem não achar foto maior.


Elenco

Kenji Narukami/Ryukendo: Shogo Yamaguchi (山口翔悟)
Juushirou Fudou/Ryuguno: Gen (源)
Koichi Shiranami/Ryujino: Kouhei Kuroda (黒田耕平)
Yuuya Amachi: Kei Shimizu (清水圭)
Rin Sakyou: Kumi Imura (井村空美)
Kichi Setoyama: Kentarou Miyagi (宮城健太郎)
Kaori Nose: Hiroko Sato (佐藤寛子)
Komachi Kurihara: Fumie Hosokawa (細川ふみえ)
Dr. Worm: Takao Handa (飯田孝男)
Ichiko Nakazaki: Eri Otoguro (乙黒えり)
Ritsuko Takakura: Hitomi Nakahodo (仲程仁美)
Umi Saionji: Ayano Ookubo (大久保綾乃)

Por que assistir?
Como já disse, os orfãos dos tokusatsus desde aqueeeeela época da Manchete com certeza se sentiram tentados a ver Ryukendo, e com certeza são essas que estão dando audiência à série. E é importante que vejam pra dra um lampejo de esperança a voltarem a exibir tokusatsus por aqui. E em versão original, claro!
Uma pena que a produção de Ryukendo aqui tem seus deslizes. A dublagem está legal, Wendell Bezerra (mesmo dublador do Goku, de Dragon Ball, e do Bob Esponja XD) está perfeito como Kenji... Mas infelizmente a dublagem brasileira seguiu a tradução da dublagem em espanhol por (maldita) ordem de contrato. E bem, quem assistiu Sakura Card Captor sabe que quando a dublagem se baseia na dublagem em espanhol, sai cagada! XD Não chega ao ponto de irritar tanto quando Sakura (a tradução da música-tema do segundo filme da Sakura é simplesmente de doer e NADA tem a ver com a japonesa, e a brasileira como seguiu a tradução em espanhol... = MERDA!), mas alguns erros persistiram: Jamanga virou "Yamanga", Jack Moon (um vilão) se tornou "Yack Moon" e os mechas dos heróis (sim eles usam mechas!), que no original se chamam "JuuOh", são pronunciados como "YuuOh", mas enfim, acontece... XD Não tendo que ouvir algum nome estilo Keith Norwood pra substituir o nome Kenji Narukami já está ótimo!
Ryukendo mal começou a ser exibido e já se sabe que vai ser lançado em DVD, seguindo a onda de lançamentos dos boxes de Jaspion, Changeman e Jiraiya. Preparem os bolsos, hehe!
Esse é o primeiro tokusatsu exibido pela Rede TV! e espero que depois desse, venham outros. Muitos outros, porque os fãs merecem!

Ryukendo
Madan Senki Ryukendo está sendo exibido às 19 horas (horário de Brasília), repetindo, na Rede TV! Assistaaaaam! :D

Fonte: Wikipedia