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Campanha finalizada!



...E eles viveram felizes para sempre! XD

Psiu... Pra quem não entendeu, dá uma olhada no post "Campanha: um kareshi pro meu Kakashi" aqui.
;)

E llhes deixo um AMV interessante como comemoração!... Aliás, de interessante não é o video, já que é estático, é só uma imagem do Kakashi e Iruka. O importante mesmo é a música: são os seiyuus (dubladores) do Kakashi e Iruka cantando juntos! *_____*
É ouvir e deixar os pensamentos yaoi fluírem... XD



Ah, e caso queiram saber, este é o dublador do Kakashi, Kazuhiko Inoue:



Este é o dublador do Iruka, Toshihiko Seki:



Os dois são meus favoritos. ^^v Algum dia falarei mais sobre eles.

Esses adoráveis animais... XD

Passando só pra deixar uns vídeos interessantes, cortesia da Suzan que me passou...

Para quem gosta de gatos:



Para quem gosta de cães... E cães artistas! XD:


Perfil da semana: Oguri Shun


Como prometido, contarei um pouco sobre o ator que interpretou Sano Izumi no dorama HanaKimi.

Oguri Shun (小栗 旬) nasceu no dia 26 de dezembro de 1982. Ele é um ator japonês que ganhou muito destaque por seus trabalhos para a TV, especialmente no dorama inspirado no mangá Hana Yori Dango.
Shun fez o seu caminho para a indústria porque ele era fã da artista Yuki Uchida, popular na década de 90. Ele pretendia conhecê-la, e para isso entrou nas aulas de teatro. Ele admite que não gostava muito das aulas, mas de alguma maneira, a sua ambição de conhecer seu ídolo - e as moças bonitas em sua classe - o fizeram continuar. Agora, Shun diz que artes cênicas são sua vida.
Ganhou seu primeiro papel aos dezesseis anos, como Noboru Yoshikawa no drama inspirado no mangá Great Teacher Onizuka. Em 2002 ele participou do drama Gokusen, onde atuou ao lado de Jun Matsumoto, da famosa banda Arashi, e com isso tornaram-se grandes amigos. E foi por causa de Jun que Shun pôde ter o papel de Rui Hanazawa em Hana Yori Dango. Jun Matsumoto disse que não atuaria como Domyouji se não pusesse Shun como Hanazawa. Esse se tornaria um de seus mais lembrados papéis. Em seguida, ganhou ainda mais atenção com o papel principal em Hanazakari no Kimitachi e (ou HanaKimi).







Além de atuar em doramas, Shun participou de filmes (vejam Azumi, que foi lançado por aqui), peças e apresenta um programa semanal de rádio chamado All Night Nippon, onde os ouvintes o apelidaram de Shunkerbell. De forma geral, a sua presença permanente na mídia japonesa torna Oguri Shun uma das mais conhecidas celebridades japonesas.



10 dicas de como se construir uma VILÃ

"Eu prefiro... A morte!": Soraya Montenegro, a deusa!


Sim, as vilãs... Por que será que essas mulheres fascinam tanto? Tanto que muitos assistem uma novela ou série só pra ver qual será a próxima falcatrua em cima dos pobres mocinhos... Bando de sádicos que somos!
Mas por que será que amamos odiá-las? Pode terminar a novela, mas continuamos com elas na lembrança, e é isso que mede o sucesso de uma atriz de novela: ter em seu currículo uma vilã fodástica. Enfim, vou dar uma lista de coisas que fazem da vilã um personagem marcante:

1. A primeira coisa é que ela deve ser uma mulher com nome pomposo... Mas pode ser também um homem que virou mulher (quem assistiu Nip/Tuck sabe do que estou falando). Seu nome pode ser absurdamente longo, mas ela geralmente conhecida por um ou dois nomes, que pronunciados, por mais simples que sejam, causam raiva em qualquer um.
2. Dê a ela uma grande motivação, um objetivo a ser seguido: tornar-se rica, casar com o marido da irmã, conquistar algum alto cargo numa empresa, entrar no Big Brother... E deve ser um objetivo que não se dê pra conquistar agindo de acordo com a ética. Sempre tem que envolver assassinato no caminho.
3. Faça-a ter uma forte aversão à pobreza (mesmo ela sendo uma) e se achar melhor que todo mundo.
4. Ela deve ser ninfomaníaca, ou no mínimo vulgar. Faz sexo com seu companheiro de vilanice (ou qualquer coisa que apareça em sua frente) frequentemente. Pode ter algum outro forte distúrbio mental também.



5. Ela deve amar criar apelidos para os seus desafetos: cachorra, travesti de terreiro, insolente, retardado, cabeça chata, pulguenta...
6. Nada é sagrado para a mulher: ela odeia os pais, maltrata o próprio filho, dá em cima de padre, chuta cachorrinho abandonado na rua, se possível até espanca a velhinha de muletas que ousou cruzar o seu caminho. Amor é uma palavra desconhecida de seu léxico.
7. Em algum momento, ela vai usar um disfarce para matar alguém. E muitas tem uma maneira favorita de matar. Quem não lembra da famosa escada da Nazaré?
8. Ela deve ter passado por um forte trauma de infância que justifica sua falta de caráter: desde ter sido abandonada pelos pais, até presenciar a morte de sua plantinha de estimação...
9. Terminar presa não basta. Ela deve morrer do pior modo possível: explosão de carro, afogada, carbonizada junto com a casa que tanto queria, jogada da ponte, cair no precipício junto com o carro desgovernado, apedrejada, ou assassinada por algum de seus comparsas. Suicídio é uma constante. E mesmo morrendo elas não sentem um pingo de arrependimento! Deixá-la viva no final, e bem de vida, é um suicídio pro sucesso da personagem, logo é esquecida (ao menos em novela queremos ver gente má se fodendo, não?).
10. Ela tem que ter uma risada característica: arregala os olhos e ri de modo bem contido, depois joga a cabeça pra trás e começa a gargalhar.


"Vocês são todos uns idiotas, caem sempre na minha cilada!": oh, as maravilhosas frases de efeito de vilãs...

E você, tem alguma vilã favorita? ;)

Sugestão: Hanazakari no Kimitachi e Ikemen Paradise

Dessa vez falo de um dorama... Sim, minha net à passos de tartaruga me permitiu baixar um dorama inteiro, graças a Deus! O título é comprido: Hanazakari no Kimitachi e Ikemen Paradise (花ざかりの君たちへ イケメン♂パラダイス), mas podemos chamar de IkePara ou HanaKimi mesmo, que é como o mangá cujo dorama foi baseado é conhecido.

Da esquerda pra direita: Shuichi Nakatsu (Toma Ikuta), Aishiya Mizuki (Maki Horikita) e Sano Izumi (Shun Oguri).

A história
HanaKimi conta a história de Aishiya Mizuki (interpretada por Maki Horikita), uma descendente japonesa que mora nos Estados Unidos que tem sua vida mudada quando vê o jovem atleta japonês Sano Izumi (interpretado por Shun Oguri) saltando. Ela então se torna fã dele e o toma como inspiração, motivação de vida. Até que, depois de assistir a um desses saltos, Mizuki é perseguida por marginais, e é salva por Sano, que tem a perna machucada, impossibilitando-o de saltar. Ao saber que ele havia desistido de continuar a ser atleta, Mizuki sente que deve algo para ele e decide ir ao Japão fazê-lo mudar de ideia, mas há um problema: Sano estuda numa escola para garotos! Ela então se disfarça de garoto e se matricula na Osaka Gakuen.
Ao chegar na tal escola ela percebe que as coisas são muito diferentes... Os garotos são praticamente celebridades, desejados por todas as meninas - pasmem - do globo. Sim, são conhecidos internacionalmente (os atores pode até ser, mas simples estudantes?), com fã-clube e tudo.
Depois de uma "recepção calorosa" dos colegas de classe, ela finalmente se encontra com o Sano, e descobre que o garoto é um rebelde mal-educado (típico caso do garoto durão que vai amolecendo por causa da garota). Mas mesmo assim ela não desiste de convencê-lo a pular.
Ao decorrer da história, ela conta com a ajuda do médico da escola Umeda Hokuto (interpretado por Takaya Kamikawa, lindo!), que por ser gay descobriu de imediato que Mizuki era uma garota (segundo ele, nenhuma mulher passa despercebida por ele). E além do médico descobrir, outra pessoa que percebe que ela é na verdade uma menina é o próprio Sano Izumi, que ouviu ela discutindo sobre isso com seu irmão. E sem ela saber ele começa a ajudá-la a sair de situações em que poderia ser descoberta, para que não seja expulsa da escola, já que ele começa a gostar dela. Que meigo! XD

Umeda dando conselhos (???) para a perdida Mizuki.

Minha opinião
O dorama, mesmo que diferencie do mangá em que foi baseado, usa a mesma premissa de colocar uma garota disfarçada como garoto que, sem querer encanta a todos do colégio, fazendo a história muitas vezes parecer yaoi. Especialmente pelo personagem Shuichi Nakatsu (interpretado por Toma Ikuta), um jogador de futebol que se descobre apaixonado pela Mizuki, mas como ele pensa que Misuki é um menino, fica absurdamente encucado sobre sua sexualidade. É o personagem de maior destaque, e o mais engraçado da série, especialmente pra quem gosta de yaoi, não é possível não rir quando ele começa a pensar alto sobre sua situação... E se não gostou apenas da ideia de sugestão yaoi, tenho que dizer que acontecem beijos entre garotos no dorama, hehehehe... *sorriso pervo*
Enfim, Mizuki, Sano e Nakatsu formam o triângulo amoroso da série, e boa parte do plot se concentra nesses personagens, mas existe muitos personagens e muito enredo. Por exemplo, a rivalidade constante entre os dormitórios: o primeiro, com todos os estudantes de artes marciais da escola, é controlado por um lutador absurdamente explosivo que adora mostrar sua força, mas que tem um coração de ouro, chamado Tennoji (Yuma Ishigaki), o segundo (onde ficam Mizuki, Nakatsu e Sano) é administrado pelo paquerador, mas no fundo sensível, Nanba Minami (Hiro Mizushima), e o terceiro, onde moram os estudantes apaixonados por artes cênicas, administrado pelo "Oscar" Himejima Masao (Nobuo Kyo), um aspirante a ator extremamente narcisista e absurdamente dramático, me passo rindo com ele, mesmo sendo a visão mais estereotipada possível sobre um ator. Além disso, ainda tem as meninas do colégio feminino que fica ao lado do Osaka Gakuen, St. Blossoms. Não aparecem muitas, somente a Hanayashiki Hibari (Mayuko Iwasa) e seu grupo de amigas entitulado Hibari Four, que se dedicam a fazer a vida dos meninos mais felizes. Hibari é apaixonada pelo Sano, que não dá a mínima pra isso.

Os líderes dos dormitórios: Tennoji, Minami e Oscar. O que será que eles viram pra deixá-los assim? XD

Hibari (a garota da direita) protegendo seu amado Sano Izumi de meninas mais afoitas...

O lindo, charmoso, mas com uma queda pra misoginia, Umeda-sensei.

Kissu! Kissu! Kissu! XD

A história, pra quem está acostumado com o jeitão de um dorama é claro, é muito engraçada. Em alguns momentos tem aquele drama quase água-com-açúcar, e é claro, com lições de moral em alguns episódios, especialmente envolvendo os três lideres de dormitório que vivem rivalizando. Quem nunca viu pode achar estranho, mas é uma história descompromissada.
Mas mesmo descompromissada, o dorama pisa na bola em algumas partes. Sano era pra ser um pouco irritadiço, mas no dorama ele ficou absurdamente intratável, chega a dar ódio o modo como ele trata Mizuki algumas vezes. E tá, pra ser justo, fizeram a Mizuki exagerar algumas vezes, pior que chiclete, sem falar que se metia quase smepre onde não era chamada. A presença de Seiko Matsuda como a diretora da escola é estranha, tipo, deixa um gosto de quero mais. A participação é muito pouca, parece um personagem que foi desprezado pelo roteiro. Os episódios se concentram tanto nos dormitórios que às vezes parece que esses alunos nunca estudam (isso é até motivo de uma piada em um episódio). E enquanto Nakatsu tem seu destaque pela situação hilária que se encontra por pensar que é gay, o mesmo não podemos dizer do assumido Umeda. Por mais que se mostre que ele é uma pessoa responsável, mostrando que ele se importa com a volta de Sano no atletismo, e dê conselhos e sirva de ombro pra Mizuki, em algumas partes ele é vítima dos piores estereótipos de personagens gays na dramaturgia. E falo principalmente pela presença de Akiha Hara, que no mangá era um fotógrafo bissexual que vivia irritando o doutor Umeda. No dorama Akiha continua sendo implicante, mas trocaram seu sexo. Akiha virou uma mulher, que aparentemente namorou com Umeda há algum tempo atrás. A piada até que era legal, até o último episódio onde "aparentemente" eles voltam a namorar. Sei não, mas esse negócio de personagem gay virar hétero do dia pra noite não me agrada... Mas fora isso, que é minha opinião, o dorama é muito bem feito, é e feito para se divertir. Quer saber por que Sano realmente parou de pular? E se Mizuki o convenceu a voltar a pular? É só baixar, ver, rir e se divertir!
O dorama foi bem sucedido, tanto que ganhou um especial depois que o dorama foi terminado, e é ele que estou caçando para ver...




Baixe o dorama aqui, são 12 episódios: http://www.animescenter.com/?secao=midia_doramas_lista&anime=Hanazakari_no_Kimitachi_E


Ah, e futuramente farei um perfil com alguns atores desse dorama que acho que deveriam conhecer. Abraços a quem visita!

Minha biblioteca: 1001 Discos Para Ouvir Antes De Morrer


1001 Discos Para Ouvir Antes De Morrer (ed. Sextante) é um livro que não se pode deixar de ler ao menos uma vez na vida, especialmente se gosta de música.
O livro, editado por Robert Dimery, dá uma lista de discos lançados de 1950 até 2005 (na primeira edição). Cada disco tem uma pequena resenha feita por um crítico musical consagrado, organizado em ordem cronológica.
O livro até onde eu sei já teve três edições, e existem algumas diferenças entre elas. A primeira, lançada em 2006, termina com o álbum de 2005 "Get Behind Me Stan", do The White Stripes. Essa edição tem o número 1001 escrito em cor rosa.
A edição de 2007, especialmente a lançada no Brasil e Portugal foi reeditada com a inclusão de alguns álbuns de língua portuguesa, e com isso alguns álbuns da lista original foram retirados, que são esses:

  • Traffic – John Barleycorn Must Die
  • Deep Purple – Machine Head
  • Dion – Born to Be With You
  • Brian Eno – Before & After Science
  • A Tribe Called Quest – Low End Theory
  • Genius GZA – Liquid Swords
  • Bob Dylan – Time Out of Mind
  • Size, Roni & Reprazent – New Forms
  • Turbonegro – Apocalypse Dudes
  • Christina Aguilera – Stripped
  • The Vines – Highly Evolved
  • The Hives – Your New Favourite Band
  • Amy Winehouse – Frank
  • Calexico – Feast of Wire
  • The Darkness – Permission to Land
  • Thrills – So Much for the City
  • 50 Cent – Get Rich or Die Tryin’
  • N*E*R*D – Fly or Die
  • Beta Band – Heroes to Zeros
  • The Libertines – The Libertines (o primeiro álbum)
  • Kings of Leon – Aha Shake Heartbreak
  • Beck – Guero
  • The White Stripes – Get Behind Me Satan

Com a exceção de 50 Cent, achei tão injusto retirarem todos esses álbuns... Especialmente os da Christina, Amy e Kings of Leon! Bons demais! E se alguém tiver a resenha deles, me passe! A edição de 2007 termina com o álbum do The Good, The Bad & The Queen e tem o número 1001 escrito em vermelho.

E a edição mais nova, de 2008, contém discos lançados até 2008! Se eu não me engano, acaba com o álbum do The Klaxons. Não sei se mais álbuns foram retirados, mas se é pra continuar sempre com 1001 álbuns, creio que a lista teve algumas baixas.
O livro é ÓTIMO para aqueles que desejam descobrir coisas novas. Não há pessoa que folheie o livro sem fazer uma cara de interrogação para alguns álbuns que poucas pessoas hoje em dia conhecem. Foi por intermédio dele que descobri The Flaming Lips, Nick Drake, Chic (na verdade eu já conhecia algumas músicas, mas não sabia o nome dos responsáveis), Joni Mitchell (a conhecia pelo sampler que a Janet Jackson usou em "Got 'Til It's Gone" mas nunca parei pra ouvi-la), Mike Oldfield, Lambchop... É ótimo você descobrir coisas boas, coisas novas que você nem imaginava que ia ouvir antes, faz um bem... Amplia horizontes!

O dono deste blog posando com sua edição do livro, que ele não dá nem empresta. Ignorem a cara feia parecendo que acabou de acordar. XD

E sabe do que eu mais orgulho do livro? É que ele pegou álbuns que são realmente bons mas que algumas pessoas metidas a "indie" ou os "rockeros" (detesto esse povo) ignoram por puro preconceito. Foca muito no pop e rock, mas também tem country ("Coat Of Many Colors", Dolly Parton, adoro), disco, blues, jazz, soul, eletrônica... Um ponto que quero destacar é que já vi gente reclamando da presença da Mariah Carey ("Butterfly"), Madonna ("Like A Prayer", "Ray Of Light", "Music") e Christina Aguilera ("Stripped" na primeira edição, "Back To Basics") só pelo fato de serem cantoras pop, mas quem ouviu esses álbuns sabem que eles são bons, triste quem não tem a mente aberta pra ouvir. Quem conhece a Mariah sabe que esse álbum é o mais pessoal dela, e por vezes o mais sombrio, e sem dúvidas o que tem as melhores letras que ela já escreveu, tanto que é o favorito da crítica. E os dois álbuns da Aguilera foram elogiados justamente por ela romper com aquele pop descartável e mostrar-se alguém madura e com consciência de seu trabalho. E pra não dizer que é coisa de fã, eu não sou fã da Madonna, até acho que deveriam incluir o "Bedtime Stories" que é bem curioso de se ouvir, visto que foi o primeiro flerte descarado dela com o RnB, mas que teve um resultado, na minha opinião, infinitamente melhor que o execravel "Hard Candy".
De injustiça, e pelos comentários na comunidade do livro no Orkut eu posso dizer que é quase unanimidade, é a presença do primeiro álbum da Britney Spears ali, e nem preciso falar porquê, não? Mas sejamos honestos, o álbum foi produzido (super produzido na verdade) pra ser o álbum pop perfeito da época. Não sei o critério, talvez seja para marcar a retomada da música pop, assim como muitos álbuns incluídos foram precursores de novas modas musicais, MAS eu acho que definitivamente não fará falta das pessoas morrerem sem tê-lo escutado. Se fosse pra incluir um álbum pop, eu tirava esse e incluia o "Light Years" da Kylie Minogue, que mistura de modo perfeito o pop e eletrônico atual com música disco (tão perfeito que foi o que Madonna tentou fazer com Confessions On A Dancefloor), só que o da Kylie não é um disco só de batidas com letras chiclete feito o último, pelo contrário. Ou então, se é para ter um álbum pop, colocava o "Fever" mesmo, maravilhoso pop que só a Kylie sabe fazer.
O livro evidentemente foca muito na música americana e inglesa, mas tem muita coisa de países como França, Brasil, México, África do Sul... Enfim se tem um espírito eclético, eu altamente recomendo que comprem este livro. Pra um trabalho quase impossível de selecionar muitos discos, sem falar que isso é também questão de gosto, esse livro é muito bem feito, essencial para os amantes dessa arte.
Agora vem a pergunta: será que uma pessoa conseguirá ouvir todos esses álbuns antes de morrer? Hehehehehe...

A lista original da edição de 2006: http://www.rocklistmusic.co.uk/steveparker/1001albums.htm
E aqui você pode ouvir os álbuns da lista: http://www.radio3net.ro/1001/
Divirtam-se!

Lembranças...


Este post é um tanto pessoal...

Ontem eu visitei o novo Manauara Shopping. Não aguentei de curiosidade! XD
Gente, o lugar é ENORME! Eu e a Andreza, minha tia, nos perdemos lá! XD passamos duas horas e não vimos uns 4/5 do lugar inteiro.
Eu fui direto pra Saraiva Megastore. E é MEGA mesmo! Muuuuuuuuuuuuito grande, cheia de coisas, era tanto livro que parecia uma biblioteca! Se eu pudesse, morava lá! Um lugar chique, lindo, cheio de coisas que eu gosto e...

E de repente me senti sozinho.
Me senti como se estivesse no Millenium, no cinema, quando passo por aquele caminho que passamos, quando comia trufas ou algo estupidamente caro mas absurdamente gostoso... Senti a falta de ALGUÉM ali.
Sempre senti isso. E lá na saraiva Megastore só UMA pessoa me veio na cabeça. Porque se eu a conheço ela ia ter tanta felicidade quanto eu ali. E eu me lembrei dela, alguém que só lembro mesmo quando me sinto muito, muito só. E numa loja daquele tamanho, a dor é ainda pior. Se sentir minúsculo em meio a tantos livros, CDs, DVDs, coisas que me faziam lembrar dessa pessoa... Mesmo que em essência ela não estivesse ali, era só coisa da minha cabeça.

Como já falei, eu escrevo. E geralmente ouço músicas que me ajudam a criar. E queria compartilhar algumas com vocês de vez em quando.
Essa música da Janet, e a foto postada nesse post foi o que me impulsionou muitas vezes a escrever. E não sei quando, mas essa música e essa foto me fizeram lembrar da pessoa. Me FAZEM lembrar.
Por isso que decidi que meu livro terá sim um final feliz. Quero que essa história traga sorrisos, quero que signifique algo, que dê aquela felicidade tão intensa que se mistura com a tristeza mas que por fim, aind aintensifica o sorriso e a vontade de seguir em frente. É assim que me sinto quando me lembro da pessoa: nunca a tive, mas sempre vai me arrancar um sorriso lá do fundo, mesmo com a dor.



Love, my love
I regret the day you went away
I was too young to understand my love
But now I realize my mistakes

Where, where are you now
Now that I'm ready to
Ready to love you the way you loved me then
Where are you now
Do you still think of me
Or does your heart belong to someone else's

Love, oh my love
Wonder sometimes were you just a dream
I sit in the dark
Wondering if our paths
Will ever cross again
Oh Lord I need to know
I sit and wonder

Where, where are you now
Now that I'm ready to
Ready to love you the way you loved me then
Where are you now
Do you still think of me
Or does your heart belong to someone else's
If I close my eyes
And make a wish
When they open will you be right here with me

Where, where are you now
Now that I'm ready to
Ready to love you the way you loved me then
Where are you now
Do you still think of me
Or does your heart belong to someone else's

Could it be that two people were meant to be
In my dreams that's what I feel
Or could it be that I'll never see you again
My love that was so true
Still I'll sit here waiting all alone
By the phone for you

Engraçado... Como eu posso sentir falta de algo que nunca tive?
É como se uma parte de mim tivesse sido roubada, estranho...

Eu sinto que já deveria ter esquecido isso, mas acho que não esqueço tão cedo, sinto muito... Algumas coisas perduram por toda a vida mesmo!...

Campanha: um kareshi pro meu Kakashi


Olha só, hoje o assunto é sério... Olhem para a foto acima.

O meu Kakashi não parece... solitário?

Está faltando alguém... O Iruka!

Gente, o que eu mais quero é achar um plush do Iruka pra fazer par com meu Kakashi... Já procurei em todo canto (acho que o Google não gosta de mim) e só achei em loja importada!

Então eu faço o seguinte APELO: se alguém tiver cartão de crédito internacional que possa comprá-lo pra mim (não se preocupe, eu dou o dinheiro), ou se alguém souber de alguma loja no Brasil que tenha um plush do Iruka oficial da Banpresto de 30 centímetros/ 12 polegadas à venda, me avise! SÉRIO!
Sei que pouca gente lê o que escrevo mas dessa vez eu peço AJUDA COM SERIEDADE!

Nem preciso dizer que esse seria o melhor presente de aniversário né? Me ajudem a fazer meu Kakashi mais feliz achando o namorado dele! Fui!

Perfil da semana: Jackie Chan


Mudei o nome da seção 100% Homem Bom (era uma piada pra um flog sobre homens bonitos que existia há um tempo atrás XD) para Perfil da Semana. É para os amigos não-gays não se sentirem muito constrangidos enquanto visitam o flog, né? XD
Hoje eu vou falar DO CARA... Sim! Eu sem querer esqueci o aniversário dele (isso porque lembrei no começo do mês, mas esqueci exatamente no dia XD), mas vou compensar isso hoje.

Jackie Chan (成龍), sendo que seu nome de batismo é Chan Kong-sang (陳港生), é um dos mais famosos atores orientais, talvez perca apenas pro Bruce Lee em termos de popularidade entre os fãs de filme de kung fu, que é extremamente famoso pelo estilo peculiar de lutas e de humor nos seus filmes, além de se recusar a usar dublês em suas cenas, claro! Além de ator, ele escreve o roteiro, dirige, produz, coordena as coreografias de luta e também canta nas horas vagas!


Jackie nasceu em 7 de abril de 1954 em Victoria Peak, Hong Kong para Charles e Lee-Lee Chan. Ele nasceu em uma família muito pobre, por isso, Jackie quase foi vendido para um rico casal britânico. Jackie Chan ficou mais de nove meses na barriga de sua mãe e só nasceu após a mesma ter passado por uma cirurgia para a sua retirada. Após seu nascimento, os pais de Jackie tiveram que pedir dinheiro emprestado de amigos para pagar o médico. Pelo fato de ter nascido já muito pesado e grande (6kg), Chan foi apelidado por sua mãe de Pao-Pao ("Bola de canhão" em chinês).
Em 1960 seu pai mudou-se para a Austrália para trabalho e matriculou Jackie na Escola de Ópera de Pequim. O treinamento na ópera de Pequim era rigoroso, lá os alunos aprendiam dança, canto e outros tipos de arte. E lá treinou artes marciais por uma década, tornando-se notável por sua facilidade em fazer acrobacias. Lá que ele conheceu os amigos Sammo Hung e Yuen Biao, que futuramente iriam fazer alguns filmes juntos e seriam conhecidos como os "Três Irmãos" ou "Três Dragões" (PS: Vocês não sabem o quanto eu pelejo pra achar algum filme com os três atuando juntos *chora*).
Depois de atuar como extra em alguns filmes, aos 17 anos ele trabalhou como dublê em filmes do Bruce Lee, como Operação Dragão, creditado como Chen Yuen Long. Em 1976, mudou-se para Canberra onde trabalhou como operário de construção. Lá ele foi auxiliado por um colega de trabalho chamado Jack, cuja amizade fez com que Chan ganhasse o apelido "Little Jack", logo depois encurtado para "Jackie", e desde então este nome seguiu com ele.
Nesse ano Jackie Chan recebeu um telegrama de Willie Chan, um produtor de Hong Kong que ficou impressionado com o trabalho de Jackie nos filmes. Willie Chan lhe ofereceu um trabalho em um filme dirigido por Lo Wei. Na época, depois da morte de Bruce Lee, muitos filmes apresentavam artistas marciais (sim, alguns apenas sabiam lutar, nunca haviam atuado na vida) imitando o estilo de Bruce Lee, e o diretor Lo Wei planejava o mesmo para Jackie. O seu filme, moldado no estilo Bruce Lee, foi um fracasso. Com outro filme, Snake in the Eagle's Shadow, dirigido por Yuen Wo-Ping, Jackie teve total criatividade para seu trabalho com a coreografia de ação. O filme mostrou ser inovador na época, diferenciando do mesmo estilo de ação que estava sendo repetido à exaustão no cinema de Hong Kong, e com ele foi criado um estilo mais humorado de filmes de kung fu. O filme de 1978, Drunken Master, também dirigido por Yuen Wo-Ping foi ainda mais bem sucedido, fazendo Jackie finalmente ficar famoso.

Fora da companhia de filmes de Lo Wei, Willie Chan tornou-se empresário de Jackie e os dois começaram a buscar não só mais filmes de sucesso em Hong Kong, mas também em Hollywood. Depois de algumas pequenas participações em filmes ocidentais, Jackie Chan foi escolhido para estrelar The Protector (o filme foi lançado aqui, mas tô com preguiça de pegar o nome em português, haha!). O filme foi uma verdadeira bomba. Pra começar, Jackie ficou extremamente insatisfeito com o diretor do filme, já que mais uma vez quiseram moldar o estilo do Jackie (arianos não gostam de ser forçados a agirem como não querem, lembram? XD), dessa vez pro estilo de ação ocidental, como os filmes de Schwarzenegger e Stallone. Jackie então ficou horrorizado com as inúmeras cenas de sexo, já que ele sente que tem o papel de ser um exemplo para as crianças (aaaaaaaah se todo artista pensasse assim, hein?). Resultado: depois desse filme ele decidiu voltar pra Hong Kong. E lá ele decidiu fazer seu próprio filme policial, nos moldes que ele conhece bem: foi aí que saiu Police Story, um dos mais famosos filmes de Jackie lá e aqui também, que deu origem a várias sequências.
Em 1987 saiu o primeiro filme Armadura de Deus, apresentando Jackie como Asian Hawk, um quase Indiana Jones misturado com kung fu. Foi nesse filme que Jackie quase morreu numa acrobacia que parecia ser até simples: Jackie deveria pular de um muro até um galho de árvore. Mas o galho quebrou e Jackie bateu a cabeça numa pedra. A sequência desse filme é Operação Condor, que quem nunca viu numa Sessão da Tarde da vida simplesmente não viveu.






Em 1990 Jackie retomou suas tentativas de filmar nos EUA. De início ele só recebia propostas de atuar como vilão, que ele recusava. Até que em 1995 Jackie teve sua chance estrelando Arrebentando em Nova York, fazendo ele obter uma boa atenção, tanto que o filme é visto como cult. Mas foi com Hora do Rush que Jackie alcançou extrema popularidade não só nos EUA, mas mundial. E além disso, foi a franquia mais rentável de seus filmes ao redor do mundo, embora Jackie Chan admitiu não gostar de algumas cenas de ação e que nem entendeu algumas das piadas. Aliás, ele mostrou certa insatisfação com os limitados tipos de papéis que lhe oferecem e a pouca liberdade criativa que lhe dão nas filmagens ocidentais, e que só fez alguns filmes para ter mais dinheiro para investir em filmes de Hong Kong (isso explica a participação dele em O Medalhão. Filme terrível!).
E ultimamente ele tem investido em diferentes papéis, como em A Hora do Acerto em que interpreta um ex-policial sofrendo por alcoolismo, e Três Ladrões E Um Bebê, onde interpreta um ladrão (!!!) com problemas com apostas. E assim vai... E mesmo com mais de cem filmes na bagagem, Jackie Chan parece que não vai parar tão cedo. E eu realmente espero que isso demore a acontecer!


Clique aqui para acessar seu site oficial. Este aqui é um site brasileiro que achei. E adorei! Esse site brasileiro aqui está desatualizado, mas tem coisas ótimas pra se ver.

E como eu disse, ele canta, e muito bem. Quase todos os temas de seu filme são compostos e cantados por ele (isso é quase regra em todo filme de Hong Kong). Ouçam um desses temas aqui:



Agora, um pequeno apelo: será que as distribuidoras de filmes não poderiam relançar todos os filmes antigos de Jackie Chan em DVD? A extinta China Video fazia isso, mas enfim, faliu... Puxa, como investem pouco nos filmes orientais! Depois reclamam quando o povo procura por Torrent.
Até a próxima! Comentem, por favor!

What have we become? - Pt. 1

Primeiramente, deixe-me avisar que quando vir esse título de post, é que eu vou colocar alguns pensamentos que perturbam, por assim dizer, minha cabeça. Não planejo escrever antes, o que eu pensar eu vou jogar aqui. Até porque não ando muito bem.

Hoje eu queria falar de algo, no mínimo, frustrante. A cultura gay, se é que ela existe, porque pra muitos, eu acho que não. Talvez pelo mundo estar mudando, talvez hajam muitas coisas que ainda precisam ser estabelecidas por aqui. Coincidentemente vários amigos meus já disseram que "a cultura gay nos países como EUA e Europa são mais maduros" e em parte, devo concordar. Não me aprofundei muito na cultura gay deles, mas sei que não existe uma comunidade mais bem organizada de homossexuais do que a comunidade americana. Tecnicamente os Estados Unidos estão anos-luz à frente de nós, não? Aqui no Brasil muitos ainda têm aquela visão estereotipada da bicha tresloucada de humorísticos, não é?
Em parte, por mais que eu faça piada às vezes dizendo "Claro que eu gosto de Mariah! Eu sou gay, obviamente tenho bom gosto" ou algo do tipo, até isso seria uma maneira de me limitar. Por mais que existam semelhanças, não é bom limitar uma pessoa. Me pergunto se algum dia a sexualidade será apenas uma parte do ser humano, e não sua definição. Amigos gays meus ficam chocados por eu não gostar das músicas estúpidas da Britney ou qualquer bate-cabelo, ou acham que estou tentando "parecer mais hétero" por gostar de filmes de kung fu. Nada a ver! Quem foi que disse que só porque eu sou gay que eu tenho de desmunhecar, ser cabeleireiro, entender de maquiagem, seguir dieta macrobiótica, entre outras coisas? Eu acho que cada um tem o direito de fazer o que quiser, não?


E essa "cobrança" segue até naquilo que está intrínseco na cultura EM GERAL: os relacionamentos "mudernos". Ninguém é de ninguém. Não ao amor, sim ao sexo. Não entendo MESMO como uma pessoa fica satisfeita ficando com um qualquer numa boate gay, ou qualquer lugar de pegação. E não se liga a ninguém, no fim é apenas uma latrina ambulante onde as pessoas jogam seu sêmen. E não me faço de santo, sei que sexo é bom, MAS com uma pessoa que se ame, não qualquer um. Desde quando o ser humano se tornou tão hedonista assim? Tá certo que nem todo relacionamento é fácil, mas pra chegar a esse ponto de nunca querer se ligar a ninguém? Eu realmente tenho NOJO disso! Todo mundo sabe que hoje em dia parada gay virou micareta. Acho que se uma pessoa pede respeito, ela precisa dar respeito também. Eu quero poder namorar, andar de mãos dadas com meu namorado, mas não quero FODER com ele no meio da rua! Falta bom senso, essa "rebeldia" é ridícula! Os banheiros do Parque dos Bilhares agora tem vigia dentro porque um monte de bicha se pegava lá dentro, que vergonha! É pra isso que os militantes de antigamente lutaram? Pra que um bando de bichas burras que só pensam com a cabeça de baixo acabassem com tudo?
Se A GENTE não se respeitar, nunca que vão respeitar a gente, nunca vão nos levar a sério. Pra mim a cultura gay só será realidade quando cada um reconhecer que é preciso, acima de tudo, respeito. E não são só os outros que devem nos respeitar, mas nós também. Parar de agir feito os rebeldezinhos da Malhação e começar a agir como ADULTOS!
Por enquanto é só. Agradeço a quem de fato leu o que escrevi. E prometo que vem mais.